Diário de uma Casada 51: Dei o cuzinho de novo... e como foi gostoso

# Prólogo

Era sexta-feira, 21 de março/25. Eu estava sozinha, novamente. Fui jantar com meus pais, aquela coisa familiar de comer alguma coisa e conversar um pouco, mas meu pensamento estava em outra coisa. Saí da casa deles pouco depois das 22:00h, dirigi cerca de 40 minutos, e estacionei. O vestido floral justo, fundo preto com flores vermelhas, subia um pouco demais quando eu andava, e a calcinha de renda preta por baixo já estava úmida só de pensar no que ia acontecer. Sem sutiã, como regularmente fazia. Meus seios são firmes o suficiente para dispensar o acessório. Cabelo solto, salto anabela, perfume doce. Maquiagem leve só nos olhos. Eu tinha me arrumado com cuidado, mas não por vaidade. Por intenção.

Quatro dias depois do Léo me comer até as pernas bambear. E quase duas semanas depois daquela noite em que o Luís tinha metido no meu cu pela primeira vez, enquanto o Léo me masturbava. Desde então, a conversa entre nós três tinha mudado de tom. Não era mais só sobre foder. Era sobre o próximo passo. O ménage seguinte. A possibilidade real de eu levar os dois ao mesmo tempo.

Eu e o Luís tínhamos falado sobre isso no telefone dois dias antes. Sem rodeios.
— Eu quero te comer o cu de novo — ele tinha dito, a voz baixa. — Pra você se acostumar de verdade. Porque da próxima vez que o Léo estiver junto, a gente vai tentar te foder os dois buracos ao mesmo tempo.
Eu tinha ficado em silêncio alguns segundos, só imaginando.
— Então marca — respondi.

Agora eu estava subindo no elevador do mesmo prédio onde o Léo me fodia. No mesmo apartamento de sempre. A porta estava entreaberta. Entrei.
O apartamento estava semi-escuro, só alguns abajures acesos. Luís estava na sala, de camisa social preta com as mangas dobradas e calça social.
— Tania, vc está linda. A expectativa de te encontrar sempre me tira do sério — ele comentou. — Veio Pronta?
— Vim.

Me ofereceu vinho, bebi um pouco. Nos aproximamos, nos encaramos, e o beijo demorou um pouquinho. Mas quando veio, foi com vontade. A mão dele desceu pelas minhas costas, apertou a bunda por cima do vestido e depois subiu debaixo do tecido, encontrando a renda da calcinha.
— Hoje eu vou comer o teu cu de novo — falou contra minha boca, sem suavizar. — Devagar, mas vou meter até o fim.

Eu engoli em seco, já molhada de verdade.
— Eu sei.
— Sabe também que isso é treino pro que a gente quer fazer com o Léo depois?
— Sei.

Ele puxou a alça do vestido, deixando um seio à mostra, e passou o polegar no bico já duro.
— Então vem comigo.

Eu tirei o salto, deixei na entrada, e o segui. O coração batia forte, e a certeza clara na cabeça: aquela noite eu ia dar o cu de novo. E ia dar gostoso.

# Parte 1
A varanda do apartamento era aberta. A noite estava abafada, Luís abriu a porta de vidro e me puxou para fora. A luz da sala ficava para trás, deixando a gente meio na penumbra. Só o brilho da cidade e o som baixo do trânsito lá embaixo.
— Vem Tania, quero que vc me chupe aqui.

Eu parei no meio do caminho, hesitando. O parapeito era alto o suficiente para esconder da cintura para baixo, e estávamos no último andar, mas mesmo assim o coração acelerou. A única forma de alguém me ver ajoelhada ali seria se os vizinhos do apartamento ao lado saíssem na varanda deles e abrissem a janela que dava direto para a nossa. A possibilidade existia. E isso me deixou tensa por alguns segundos.

Luís percebeu. Ele se posicionou de propósito de costas para o lado da janela dos vizinhos, o corpo bloqueando qualquer visão possível daquela direção. Depois olhou para mim e falou baixo:
— Ninguém vai ver. E se ver, que se foda. Ajoelha.

A segurança dele me deu a coragem que faltava. Eu desci. O vestido floral subiu até a cintura. Fiquei de frente para ele, protegida pelo parapeito. Abri o ziper e puxei o pau pra fora: lindo, quase totalmente duro, e segurei com as duas mãos. Passei a língua de baixo para cima, bem devagar, sentindo a textura lisa, até envolver a glande com a boca.

Luís acariciou minha cabeça com uma mão. A outra, segurava a taça de vinho que ele bebericava, enquanto eu o chupava. Ele dizia que eram os dois maiores prazeres da vida, e consumados de forma conjunta. Eu chupei olhando para cima, exatamente como ele gostava. Contato visual o tempo todo. A boca subia e descia devagar no começo, a língua pressionando a parte de baixo, a saliva escorrendo pelo pau e pelos meus dedos. O gosto dele era limpo, levemente salgado.
— Isso… ahhh que delicia.. como chupa gostoso — murmurou, a voz baixa.

Eu mantive os olhos nele. Afundei mais, sentindo a glande bater no fundo da boca. Ele soltou um gemido curto. A mão dele desceu e puxou a alça do vestido, deixando os dois seios à mostra. Os bicos já estavam duros. Ele apertou um deles entre os dedos enquanto eu continuava mamando.

O ritmo foi aumentando. Eu chupava com mais vontade, a cabeça balançando, a saliva fazendo barulho. De vez em quando soltava só a glande e passava a língua em volta, provocando, antes de engolir de novo. Luís respirava mais pesado. O maxilar estava travado.
— Vou gozar — avisou, sem tirar os olhos dos meus. — Posso?.

Não respondi. Apenas segurei firme na base e acelerei. Poucos segundos depois ele gozou. O jato veio quente e direto na minha língua. Eu engoli na hora, sentindo a quantidade preencher a boca e descer pela garganta. Continuei chupando devagar enquanto ele pulsava, tirando até a última gota. Quando soltei o pau, passei a língua nos lábios e sorri de leve, ainda de joelhos, o gosto dele forte na boca.
— Puta que o pariu que delicia — falou, a voz rouca. — Levanta, vem cá…

Ele me puxou pelo braço. Eu me levantei com as pernas um pouco moles, o vestido ainda erguido na cintura, os seios à mostra, a calcinha de renda já encharcada. Agora sim eu estava exposta a quem pudesse enxergar. Luís me beijou fundo, sentindo o próprio gosto na minha boca, e me guiou de volta para dentro do apartamento.

A porta de vidro se fechou atrás de nós. A varanda tinha sido só o começo.

# Parte 2
Luís foi até o sofá e se sentou, a calça ainda aberta, o pau mole e úmido descansando contra a coxa. Eu fiquei em pé na frente dele por alguns segundos, os seios à mostra, a calcinha encharcada colada na buceta.

Ele não estava duro. Tinha acabado de gozar na minha boca minutos antes. Eu sabia que precisava trabalhar nisso.

Ajoelhei de novo, dessa vez entre as pernas dele no sofá. Peguei o pau com as duas mãos e comecei a masturbar devagar, a mão subindo e descendo com pressão firme, o polegar passando pela glande ainda sensível. De vez em quando abaixava a cabeça e chupava só a ponta, bem de leve. Luís jogou a cabeça para trás no encosto e soltou um suspiro longo.
— Ah cadelinha gostosa… vc sabe como me deixar doido, Tania… que boca é essa — murmurou.
— Quero ele duro de novo — falei baixo, olhando pra cima enquanto chupava a glande. — Quero ele dentro de mim, me comendo.

Eu continuei. A mão trabalhava constante, a boca entrava e saía só na glande, a língua girando. Pouco a pouco ele foi endurecendo de novo sob os meus dedos. A espessura média voltou, a rigidez apareceu. Em poucos minutos o pau já estava completamente duro outra vez, apontando para cima, pronto.

Luís abriu os olhos e me olhou.
— Tira a calcinha. De quatro no sofá.

Eu levantei, puxei a renda preta pelas pernas e joguei no chão. Depois subi no sofá de quatro, de frente para o encosto, a bunda erguida na direção dele. O vestido ainda estava no corpo, só erguido até a cintura. Luís se posicionou atrás de mim, segurou meu quadril com as duas mãos e puxou com firmeza, me encaixando no ângulo que ele queria.

Senti a glande se encaixar na buceta. Ele empurrou devagar no começo, sentindo o caminho, até estar completamente dentro. Depois começou a meter de verdade. As mãos dele puxavam meu quadril para trás a cada estocada, me obrigando a receber fundo. O ritmo era firme, constante, sem pressa excessiva, mas sem delicadeza também. O barulho da pele batendo ecoava baixo na sala. E aquele barulho me enlouquecia.

Eu agarrei o encosto do sofá com as duas mãos e enterrei o rosto nele. Cada vez que ele puxava meu quadril e metia, o pau reto batia no ponto certo, lá no fundinho. A pressão era boa. Diferente da grossura do Léo, mas profunda e precisa. Eu gemia.
— Isso…mete com força — pedi, a voz embargada. — Me fode gostoso Luis.. asssimmm, hummmmmm.
— Mais forte — pedi de novo, quase gemendo. — Pode meter mais fundo, Luís. Eu aguento.

Ele atendeu. As estocadas ficaram mais intensas, as mãos apertando meu quadril com força suficiente para deixar marca. Eu gozei assim: de quatro no sofá, o grito abafado no encosto, as pernas tremendo sem controle, a buceta apertando o pau dele em espasmos fortes.
Quando eu afrouxei o corpo, ele diminuiu o ritmo, mas não tirou. Ficou dentro, fundo, respirando pesado, as mãos ainda firmes na minha cintura.
— Caralho.. não existe lugar melhor pra ficar do que dentro dessa buceta…— falou baixo.

Eu olhei por cima do ombro, ainda ofegante, e, ainda faminta, provoquei:
— Então para de descansar e me fode de verdade. Quero mais.

# Parte 3
Luís tirou o pau de mim e me puxou pelo braço. Saímos do sofá e fomos para o quarto. A cama era grande, os lençóis escuros bem esticados. Ele se deitou de costas no meio dela, o pau ainda duro e brilhando. Eu subi na cama e virei de costas para ele, posicionando as pernas de cada lado do quadril dele.

Segurei o pau com uma mão, alinhei na buceta e desci devagar. O encaixe foi fácil, profundo. Sentei até o fim, sentindo ele preencher tudo, e soltei um gemido baixo. Depois comecei a rebolar.

O ritmo era constante. Eu subia quase até a ponta e descia de uma vez, rebolando o quadril em círculos quando estava sentada fundo. As mãos dele seguravam minha cintura, mas sem controlar demais. Deixava eu ditar o movimento. De vez em quando ele subia o quadril para encontrar a minha descida, metendo um pouco mais fundo.
— Que visão.. puta que o pariu.. que bunda! — murmurou atrás de mim.

Eu olhei por cima do ombro, o cabelo caindo no rosto, e continuei. A cada rebolada eu sentia a pressão boa, constante, construindo devagar. Não era explosivo. Era demorado. Eu gemia baixo, o som saindo a cada descida, as mãos apoiadas nas coxas dele para ter mais força.
— Me conta se tá gostoso — pedi, a voz já falhada.
— Tá uma puta delícia — respondeu ele, apertando minha cintura. — Essa buceta é gostosa pra caralho…

Eu acelerei um pouco e ele veio. Ele, o meu orgasmo. Começou no fundo da barriga e foi se espalhando. Eu gemia enquanto rebolava, sem parar o movimento, e eu continuei sentada nele até os espasmos diminuírem.

Luís não aguentou muito depois. Segurou meu quadril com mais força, subiu o corpo e começou a meter de baixo para cima com rapidez. Eu deixei, rebolando junto, até sentir ele latejar e gozar fundo dentro de mim. Os jatos vieram quente, preenchendo, enquanto ele gemia alto e me puxava para baixo, obrigando-me a sentar até o fundo.

Fiquei sentada nele por mais alguns segundos, ofegante, com o gozo dele já começando a escorrer para fora. Depois me levantei devagar, o pau saindo de mim com aquele típico barulho molhado. Virei para ele, ainda de joelhos na cama, e passei a mão entre as pernas, sentindo o excesso quente.
— Tem certeza de que ainda vai me comer o cu hoje? — falei, olhando nos olhos dele.

Luís sorriu de lado, a respiração ainda pesada, e se sentou na cama.
— Eu não esqueci.. só preciso de um tempinho…

# Parte 4
Esse tempinho durou uns 20 minutos. onde ficamos deitadinhos, conversando, provocando. Em um determinado momento, onde ele chupava meus peitos, e eu manipulava o pau dele, e a ereção veio. Luís se levantou da cama e me puxou pelo braço até a parede do quarto. Me virou de frente para ela e ergueu minha perna esquerda, segurando a coxa por baixo do joelho. Eu apoiei as mãos na parede para equilibrar. Estava nua. Ele se encaixou atrás de mim, e empurrou para dentro de uma vez.

A penetração em pé, com a perna levantada, foi funda. Eu soltei um gemido alto contra a parede. Luís segurou minha coxa com firmeza e começou a meter. As estocadas eram ritmadas, profundas, o quadril batendo na minha bunda com um som seco. A cada vez que ele entrava, eu sentia o pau reto ir até o limite.
— Abre mais essa perna — mandou, a voz baixa perto do meu ouvido.

Eu forcei a abertura. Ele aproveitou e meteu ainda mais fundo. Uma das mãos dele desceu pela minha barriga e encontrou o clitóris, esfregando em círculos firmes enquanto continuava me fodendo. Eu gemia com o rosto quase colado na parede, os olhos semicerrados, o corpo inteiro tensionado entre a parede fria e o calor dele.
— Isso… me fode — pedi, a voz rouca. — Mais forte, Luís.

Ele atendeu. O ritmo ficou mais intenso, a mão no clitóris mais rápida. O prazer crescia de novo, mas dessa vez eu não gozei. O corpo ainda estava sensível demais do orgasmo anterior. Só conseguia gemer e e pedir mais.
Luís meteu assim por vários minutos, sem pressa de terminar. De vez em quando parava fundo e só rebolava o quadril, esmagando por dentro, antes de voltar a estocar. Eu estava completamente aberta naquela posição, vulnerável.

Quando ele finalmente tirou o pau, eu continuei encostada na parede, ofegante, a perna ainda erguida por reflexo. Ele baixou minha coxa com cuidado e deu um tapa leve na minha bunda.
— Agora deita de bruços na cama — falou, a voz grave e decidida. — Chegou a hora.

Eu caminhei até a cama com as pernas ainda um pouco moles e deitei de bruços no meio dela, exatamente como ele pediu. O rosto virou para o lado, as mãos ao lado da cabeça. Luís abriu a gaveta da mesa de cabeceira, pegou o lubrificante e se posicionou entre minhas pernas abertas.

Senti o líquido frio escorrer entre minhas nádegas. Os dedos dele espalharam com cuidado, massageando a entrada do cu, pressionando de leve, abrindo aos poucos. Eu contraí por reflexo. A memória da semana passada voltou inteira — o pau dele entrando ali pela primeira vez, a dor inicial, o prazer que veio depois.
— Relaxa — murmurou ele, a voz baixa. — Vou devagar.

Ele encaixou a glande na entrada. A pressão foi imediata. Diferente da buceta, o cu resistiu. Luís empurrou com paciência, parando cada vez que eu prendia a respiração. Eu cravei os dedos no lençol e forcei o corpo a ceder. A cabeça larga passou. Depois mais um pouco. Até que ele estava completamente dentro.
— Porra… — gemí, a voz embargada. — Tá difícil….
— Tá me engolindo inteiro — respondeu ele, a respiração pesada. — Que cu gostoso, Tânia.

Ele ficou parado um tempo, só sentindo, deixando eu me acostumar. A mão direita desceu por baixo do meu corpo e encontrou o clitóris. Começou a circular devagar enquanto o pau continuava enterrado no meu cu. O estímulo duplo ajudou. A dor inicial foi dando lugar a uma pressão profunda, intensa, diferente de tudo.

Quando ele começou a se mover, foi lento. Estocadas longas, quase cuidadosas no começo. Eu gemia baixo contra o colchão, o corpo tensionado e entregue ao mesmo tempo. A cada ida e vinda eu sentia o pau reto abrir e preencher, misturado com a sensação de estar sendo usada daquele jeito.
— Mais fundo — pedi depois de um tempo, a voz rouca. — Pode meter mais.

Luís atendeu. O ritmo aumentou um pouco, as estocadas ficaram mais profundas, mas ainda controladas. Ele se inclinava sobre mim, o peito quase colado nas minhas costas, o rosto perto do meu ouvido.
— Isso é treino pro que a gente vai fazer com o Léo — sussurrou. — Da próxima vez você vai levar os dois. Um na buceta, um no cu. Ao mesmo tempo.

A frase me fez contrair em volta do pau dele. Eu soltei um gemido mais alto. A ideia da dupla penetração, dita daquele jeito enquanto ele me comia o cu, me deixou ainda mais molhada. A mão no clitóris acelerou. Eu estava perto.

Mas ele gozou antes. As estocadas ficaram mais urgentes, o corpo dele tensionou e ele enterrou até o fim, gozando dentro do meu cu. Ele gemeu baixo no meu ouvido, pressionando o quadril contra o meu, despejando tudo dentro do meu cuzinho.

Ficamos assim por longos segundos. Ele dentro, eu sentindo o excesso quente, a respiração dos dois descompassada. Quando finalmente se retirou, o gozo escorreu devagar. Eu continuei deitada de bruços, o cu latejando, aberto, marcado.

# Parte 5
Depois que ele gozou dentro do meu no meu cu, ficamos deitados um tempo em silêncio. O corpo doía de um jeito gostoso. O cu latejava e a buceta estava sensível. Luis se levantou primeiro e me puxou pela mão.
— Vamos tomar banho.

Ao andar, eu sentia meu cu molhado. Era diferente. O chuveiro foi prático. Água quente escorrendo pelos dois, as mãos dele passando sabão nas minhas costas, na bunda, entre as pernas, limpando o excesso com uma naturalidade quase íntima demais. Eu retribuí, lavando o peito dele, a barriga, o pau ainda mole.

Saímos, nos secamos e fomos até a cozinha. Luís aqueceu alguma coisa rápida. Comemos em pé, quase em silêncio, eu de camisa social dele, aberta na frente, ele só de cueca. Eu ainda queria mais. O corpo pedia. Mesmo depois de ter levado no cu, mesmo depois de ter gozado, a vontade não tinha passado completamente.

Encostei nele por trás enquanto ele bebia água, passei a mão por baixo da cueca e segurei o pau.
— Ainda não terminamos — falei baixo, perto do ouvido dele. — Eu ainda quero te sentir dentro de mim.

Ele soltou um riso cansado.
— Tânia… eu já gozei três vezes.
— Então goza a quarta. Ou só me fode até eu gozar de novo. Não precisa gozar.

# Parte 6
Luís virou o rosto e me olhou. Havia resistência real no olhar dele, mas também desejo. Eu me agachei na frente dele, ali mesmo na cozinha, e chupei o pau ainda mole com calma, sem pressa, só estimulando. A língua devagar, a mão massageando as bolas. Demorou. Mais do que da primeira vez. Mas aos poucos ele foi endurecendo de novo na minha boca. Não ficou tão duro quanto no começo da noite, mas ficou o suficiente.

Ele me puxou pelo cabelo, me fez levantar, e me levou de volta para o quarto. Me jogou na cama de costas e subiu em cima de mim. Pegou meus pulsos com uma das mãos e prendeu acima da minha cabeça, contra o colchão. O corpo dele me cobriu por completo. O pau encaixou na buceta e ele empurrou até o fim.

Ele metia fundo, parecia com raiva, com o peso do corpo inteiro, os pulsos dele segurando os meus com firmeza. Eu arqueava o corpo, as pernas abertas em volta da cintura dele, gemendo a cada estocada. Ele me olhava nos olhos enquanto fodía, sem desviar.
— Isso… me fode — pedi, a voz rouca. — Me segura assim.

Senti que ele se esforçava. Apertou mais os meus pulsos e acelerou um pouco. O prazer veio diferente. Mais carregado. Mais emocional. Eu gozei com o corpo inteiro arqueado, as mãos agarradas ao lençol sob os dedos dele, um gemido longo e intenso saindo da garganta.. Ele continuou metendo durante o orgasmo todo, mas percebi que ele amoleceu assim que terminei. Senti que havia sugado ele por completo.

A noite estava perto do fim. Ficamos deitados mais um tempo, em silêncio. O corpo dele quente ao meu lado, a respiração já mais calma. Eu ainda sentia o cu latejando, uma dor gostosa e profunda que vinha cada vez que eu me mexia. O gozo dele lá dentro me deixando uma sensação molhada. A buceta também estava sensível, usada, satisfeita.

Luís passou a mão em mim, devagar, sem segunda intenção.
— Você aguentou bem — falou baixo.
— Aguentei. E gostei — respondi. — Doeu no começo, mas depois ficou bom. Diferente do dia com o Léo. Mais… controlado.

Ele ficou quieto um momento.
— Da próxima vez a gente tenta os dois juntos. Sem pressa. Mas eu quero ver você levando os dois.

Eu virei o rosto e olhei para ele no escuro do quarto.
— Eu também quero.

Não tinha mais o que dizer depois disso. A conversa já estava feita. O corpo já tinha sido usado. O acordo estava selado na prática.

# Epílogo
Levantei da cama com cuidado. As pernas ainda tremiam um pouco. Fui até o banheiro, limpei o excesso entre as pernas e no cu, vesti de novo a calcinha e o vestido floral. O cabelo estava bagunçado, a maquiagem borrada nos cantos dos olhos. Eu parecia exatamente o que eu era naquela hora: uma mulher que tinha acabado de dar o cu de novo e que já pensava no dia em que ia levar dois paus ao mesmo tempo.

Luís me acompanhou até a porta. Me beijou na boca, demorado, e apertou minha bunda por cima do vestido, os dedos pressionando de leve a entrada ainda sensível.
— Vai com cuidado — disse.

Eu desci o elevador sentindo cada passo. O cu latejava. A buceta também. O corpo inteiro carregava a marca daquela noite.

No carro, antes de ligar o motor, fiquei alguns segundos parada olhando para o painel. Sorri sozinha. Não era um sorriso leve. Era um sorriso de quem sabia o que tinha acabado de fazer e o que ainda ia fazer.

Dirigi para casa pela Asa Norte quase vazia. Cheguei, tomei outro banho mais demorado, me deitei nua na cama e passei a mão devagar entre as pernas, sentindo o latejar residual.

A noite tinha acabado.

Mas o próximo ménage já estava começando a tomar forma na minha cabeça. E dessa vez eu sabia que ia doer gostoso de um jeito completamente novo.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Diário de uma Casada 51: Dei o cuzinho de novo... e como foi gostoso

Codigo do conto:
269654

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
11/08/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
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