Era quarta-feira, trabalhei até 19h, tentando manter a concentração no trabalho, mas tava difícil. Fui para casa, comi algo e me arrumei. O vestido de seda vinho estava curto demais e justo demais. Dispensei a calcinha. O decote nas costas deixava a pele inteira exposta. Cabelo parcialmente preso, batom rosado, perfume marcante. Sandália preta de tiras.
Eu estacionei o carro na vaga coberta do motel com as mãos um pouco úmidas no volante. Eram 22:30. Desci, e a porta se abriu. Luís estava lá, camisa social escura já aberta no peito. Entrei, e Léo estava ao fundo, mais casual, a camiseta preta marcada no corpo forte. Os dois me olharam com fome.
— Chegou — foi a única coisa que o Luís falou.
Eu entrei. A porta se fechou e eu pude observar o ambiente: a cama grande no centro, a cadeira erótica no canto, a porta de vidro dando para a área da piscina e da hidro. Luz baixa, âmbar. Não fomos direto para a cama. Me guiaram até a mesa retangular perto da janela. Havia uma garrafa de vinho tinto já aberta e três taças. Luís serviu. Eu sentei entre os dois. O vestido subiu quando eu cruzei as pernas.
O primeiro gole foi lento. O segundo também. A conversa começou baixa, quase casual, rapidamente deu lugar a algo mais aguardado. Eu ia de um colo para o outro sem precisar de convite. Beijava a boca do Luís com língua, depois virava e beijava a do Léo com a mesma intensidade. As mãos deles subiam por baixo do vestido. Um apertava minha bunda. O outro encontrava a buceta já molhada e passava os dedos devagar, só sentindo. Eu arrepiava.
— Sem calcinha — murmurou o Léo contra meu pescoço.
Eu sorri contra a boca dele e rebolei de leve no colo do Luís. A mão do Léo continuava entre minhas pernas, espalhando suavemente meu caldo entre os lábios da minha vulva. Eu gemia baixo entre um beijo e outro, a taça de vinho esquecida na mesa.
O vestido não durou muito mais. Luís ajudou, subiu ele pelos meus quadris e a seda escorregou pelos meus ombros, caindo no chão em silêncio. Eu fiquei nua entre os dois, ainda sentada, os seios à mostra, a buceta latejando. Eles me olharam como se eu fosse a única coisa que importava naquela suíte. Eles então passaram a disputar meus seios com a boca, cada um cuidando de um deles. Luis segurava um deles por baixo, enquanto sugava, enquanto Léo usava só a boca, pois a mão estava ocupada na minha buceta. Eu, só jogava a cabeça para trás e gemia.
Depois de um tempo nessa brincadeira, tomei mais um gole de vinho e desci para o chão, agachada entre as cadeira, e abri a calça dos dois quase ao mesmo tempo. Os 18 cm do Luis, retos e bonitos, já estavam duros. Os 22cm do Léo, 22 cm, grossos e pesados, estavam a caminho. Eu segurei os dois, um em cada mão, e alternava a boca. Chupava um enquanto masturbava o outro. Depois invertia. O gosto deles era diferente. A presença também. O Léo preenchia minha boca de um jeito que me fazia abrir mais a garganta. O Luís eu conseguia engolir quase inteiro.
Eles gemiam baixo, bebendo e curtindo meu oral. Eu olhava para cima, de um para o outro, sentindo a excitação subir forte só de estar ali, nua, de joelhos, com os dois paus na mão e a certeza do que ainda ia acontecer.
Quando eu soltei os dois e me levantei, o Luís me puxou pela cintura e falou rouco:
— Eu estou louco pelo que vai acontecer hoje…
# Parte 2
Eu não disse nada, e deixei que eles me levassem em direção à cama. Luís se deitou no meio dela, e me puxou para cima dele. Eu montei de frente, segurei o pau reto e desci devagar até ele entrar por completo. Aquela penetrada que já conhecia, com um encaixe foi fácil, profundo. Eu comecei a rebolar com as mãos apoiadas no peito dele, o olhar preso no dele. Luís segurava minha cintura e subia o quadril para encontrar cada movimento meu.
— Pqp, vc está cada vez melhor nisso, ele grunhiu baixo
Atrás de mim, Léo se ajoelhou. Senti as mãos dele abrindo minhas nádegas e, logo depois, a língua quente passando de baixo para cima, da buceta até o cu. Que delícia! Ele lambia devagar, com vontade, enquanto eu continuava cavalgando o Luís. A língua dele entrava, saía, cravava meu cuzinho:
— Que buceta molhada… — murmurou Léo contra mim. — E esse cuzinho doce, vai levar pau hoje…..
Eu gemia mais alto, rebolando com mais força no pau do Luís. Senti Léo se afastar, e de repente a glande grossa se encaixar na minha entrada por trás.
— O que vc tá fazendo Léo — Perguntei, assustada
Ele empurrou devagar.
— Calma, vamos só experimentar.
Aquele pau de 22 cm tentou entrar onde o do Luís já estava. Eu soltei um gemido longo, mas não suportei:
— Tira, tira.. por favor - eu implorei
Ele forçou só um pouquinho, eu senti dilatar, mas não deu. Ele me respeitou, afastou o pau um pouquinho. Então Luis tirou o pau de dentro e falou
— Pode meter Léo….
Então ele veio, o monstro, por trás. Com minha buceta toda só para ele, ficou mais fácil. Encaixou e veio, como sempre, devagar, me abrindo, me fazendo ver estrelas e me preenchendo daquele jeito maravilhoso. Agora eu estava empinada entre os dois: o pau do Luís fora, o do Léo entrando por trás na buceta.
Não era DP ainda. Era alternado. Quando Léo metia fundo, eu subia um pouco do Luís. Quando eu descia no Luís, Léo provocava meu cuzinho com a ponta do pau dele, ou batia ele na minha bunda. O ritmo foi se sincronizando. Eu me sentia aberta, usada pelos dois.
Em um dos momentos em que Léo me fodia, Luis se levantou até ficar de joelhos na minha frente. Segurou meu queixo e enfiou o pau na minha boca. Eu chupava ele com vontade enquanto Léo me comia por trás com quelas estocadas profundas que só ele conseguia. Eu gemia em volta do pau do Luís, babando bastante.
— Ai cadela.. como chupa gostoso — falou Luís, a voz baixa
Léo apertava minha cintura e metia com mais força.
— Olha como ela gosta Luis…. dois paus só pra ele, e nenhum é do marido — rosnou atrás de mim. — Que puta gostosa.
Eu estava no meio deles.. A boca cheia, a boceta esticada pelo pau grosso. Cada estocada do Léo me empurrava para frente, fazendo eu engolir mais o Luís. O ritmo foi aumentando. Eu já não sabia mais de quem era a mão que apertava meu seio ou quem gemia mais alto. Só sentia os dois, o cheiro dos dois, o gosto do pau do Luís na boca e a pressão constante do Léo me fodendo por trás. Eu era o centro. E naquela cama, naquela hora, eu me sentia fodida como nunca.
# Parte 3
Eu estava entorpecida, quase gozando, quando eles me tiraram da cama quase sem eu perceber. Luís me carregou até a cadeira erótica, sentou e me puxou de costas para ele. Eu desci no pau dele de novo, sentindo os 18 cm retos entrar tudo. A posição me abria completamente. As pernas ficaram abertas sobre as dele, os peitos balançando enquanto me apoiava nas coxas.
Léo parou na minha frente, o pau grosso já latejando na altura da minha boca. Bateu com aquele pauzão pesado na minha cara. Eu nem precisei de ordem. Abri a boca e engoli o que consegui. Ele segurou meu cabelo com as duas mãos e começou a meter na minha boca com calma, mas fundo.
— Isso… caralho — murmurou Léo, a voz grave. — Engole meu pau, Tania… assim…
Eu gemia em volta dele. Luís, atrás, semireclinado, segurava meus seios com força e subia o quadril, me fodendo por baixo.
— Que puta bem treinada — falou Luís no meu ouvido, apertando meus peitos. — Olha como ela chupa babado o pau do safado…. e ainda aguenta o meu na bucetinha…
Eu soltei o pau do Léo só o suficiente para responder, a voz rouca e molhada de saliva:
— Me fodam… os dois… por favor
Léo riu baixo e enfiou de novo na minha boca. O ritmo dos dois se sincronizou, um me comendo por baixo, o outro fodendo minha garganta. A cadeira rangia de leve a cada movimento. Não sei se foi o vinho, meu corpo amortecia, e meu gozo demorava mais do que normalmente. Depois de um tempo eles inverteram. Léo se sentou na cadeira. Eu montei de frente nele, descendo devagar sobre aqueles 22 cm grossos. A entrada foi mais difícil, mais intensa. Eu soltei um gemido alto quando sentei até o fim.
— Porra… que pau grosso, loucura de gostoso… — gemi, a testa encostada no ombro dele.
Luís ficou atrás de mim. Ajoelhou, abriu minhas nádegas e começou a lamber meu cu com vontade. De repente começou a dedilhar, com uma pontinha de lubrificante nos dedos. Até que entrou. Primeiro um, depois dois dedos, que começaram a entrar e sair devagar, abrindo, enquanto eu rebolava no pau do Léo.
— Relaxa esse cuzinho — falou Luís, a voz rouca. — Hoje ele vai ser meu de novo.
Eu rebolava mais forte, com aquele pauzão me preenchendo mais do que o do outro, enquanto a língua e os dedos do Luís me provocavam por trás. As mãos do Léo apertavam minha bunda, me puxando para baixo a cada estocada.
— Olha pra mim — mandou Léo. — Quero ver sua cara enquanto o Luís lambe esse cu e você senta no meu pau.
Eu olhei. Os olhos dele estavam escuros de tesão. Eu gemia sem conseguir controlar o prazer. Luís continuava.
— Mais fundo, Léo… — pedi, a voz falhando. — Me come inteira.
Ele atendeu, subindo o quadril com força. Eu estava no meio deles de novo. Completamente usada, entorpecida. Mas o gozo não vinha.
#Parte 4:
Voltamos para a cama, e eu continuei cavalgando o Léo. Montei de frente, segurei o pau com a mão e desci devagar. Aqueles 22 cm foram preenchendo centímetro por centímetro até sentar completamente. Eu gemia durante a penetração.
— Caralho, buceta gostosa.. senta tudinho, Tania — murmurou Léo, as mãos apertando minha bunda. e a boca procurando meus seios, que estavam ao alcance.
Eu estava rebolando, com ele todo dentro, lentamente, quando percebi Luis se ajoelhar atrás de mim. Senti as mãos dele abrindo minhas nádegas. Os dedos dele passaram pela buceta arregaçada pelo pau do Léo, espalhando mais líquido, massageando a entrada.
— Relaxa — falou Luís, a voz baixa e firme perto do meu ouvido. — Vou entrar junto. Devagar. Vamos tentar de novo…
Eu olhei por cima do ombro, o coração acelerando.
— Os dois… na mesma?
— Só um pouco — respondeu ele. — Se não der, a gente para.
Eu assentí, nervosa e excitada ao mesmo tempo. Nunca tinha feito isso, a primeira tentativa não deu certo. Nem acreditava que caberia. Léo parou de se mexer e me segurou firme pela cintura, mantendo o pau fundo dentro de mim. Eu me deitei sobre ele, com meus joelhos bem juntos ao tórax dele, e Luís se posicionou, a glande do pau reto pressionando a entrada já ocupada. A pressão foi imediata. Eu prendi a respiração.
Ele empurrou com cuidado, só a cabeça. A sensação foi estranha, intensa demais, uma ardor misturado com prazer. Eu soltei um gemido agudo e enterrei o rosto no pescoço do Léo.
— Porra… — gemí. — Tá… tá entrando.
— Só a cabeça — falou Luís, a voz rouca. — Aguenta.
Ele tentou empurrar mais um pouco. Eu sentia os dois paus dentro da minha buceta, lado a lado, me esticando de um jeito que eu nunca tinha sentido. O volume era absurdo.
— Não mexe muito — pedi, a voz falhando. — Só… fica.
Eles obedeceram. O ritmo foi mínimo no começo. Léo rebolava só um pouco por baixo. Luís fazia movimentos curtos e controlados por trás, mas nada além da cabeça passava. A cada pequeno movimento eu sentia os dois roçando um no outro dentro de mim. O prazer veio misturado com a intensidade quase dolorosa.
— Olha pra mim — mandou Léo, segurando meu queixo. — Quero ver sua cara com os dois paus na buceta.
Eu abri os olhos. Estava com a boca entreaberta, a respiração curta, o corpo inteiro tenso. Luís atrás apertava minha cintura.
Eu não aguentei muito. Não foi preciso movimento. O estiramento provocou em mim um orgasmo forte, diferente de qualquer outro. A buceta se contraiu forte demais. Os espasmos foram longos. Eu apertava os dois sem conseguir parar. E eles, paradinhos, me observando e acariciando Quando o orgasmo começou a passar, a sensação de estar esticada demais ficou insuportável.
— Sai… sai, por favor — pedi, a voz embargada. — É demais… não aguento.
Eles saíram com cuidado. Primeiro o Luís, depois o Léo. Eu desabei de lado na cama. Ainda não acreditava no que tinha acabado de acontecer. Os dois tinham cabido. Mesmo que parcialmente. E eu tinha gozado com os dois dentro.
Léo passou a mão pelo meu cabelo, afastando os fios úmidos do rosto. Luís se deitou do outro lado,, passando a mão na minha coxa
— Você quase conseguiu — falou Luís baixo. — mas gozou gostoso pra caralho.
Eu só conseguia respirar pela boca, o corpo ainda em choque, um sorriso incrédulo e satisfeito no rosto.
— Eu… não achava que ia dar — admiti, a voz rouca. — Mas foi incrível.
# Parte 5
Depois disso, continuamos deitados, em silêncio, durante um bom tempo. Exaustão? Não…Apenas curtindo o momento delicioso.
Fui eu quem quebrou o silêncio, a voz ainda rouca:
— Eu não acredito que vcs tentaram enfiar os dois.
Léo riu baixo contra a minha nuca, o som grave e satisfeito.
— Quase couberam. E você gozou apertando a gente pra caralho.
Luís perguntou
— Doeu?
— Um pouco no começo — admiti. — Depois virou outra coisa. Foi… intenso demais. Eu realmente achei que não ia dar. Que ia doer de verdade e a gente ia ter que parar.
— Mas não parou — falou Luís, sem tom de cobrança. Só constatação. — Você aguentou e ainda gozou fundo.
Eu soltei um riso cansado.
— Gozei porque estava bom. Mesmo doendo um pouco. O volume dos dois juntos… eu nunca tinha sentido nada parecido. Mas não chegou a entrar, né? Foi só ali, o comecinho…
Léo apertou minha barriga com a mão e falou perto do meu ouvido:
— E o cu? Ainda tá guardado pro Luís? Nesse vai ter que entrar tudinho….
Eu virei o rosto na direção dele e respondi sem rodeios:
— Tá. Mas ele é o único que mete ali, combinado?. Você é grosso demais pra isso..
Luís sorriu de lado, aquele sorriso calmo de quem já sabia.
— Eu vou entrar no seu cu mais tarde. Com calma. Do jeito que a gente combinou.
Eu olhei de um para o outro. A excitação não tinha ido embora. Só tinha mudado de forma. Agora era mais pesada, mais consciente do que a gente ainda ia fazer.
— A gente continua? — perguntei.
Léo beijou meu ombro.
— Continua. Mas vamos mudar de lugar. Vem comigo…
Se levantou, estendeu a mão e me puxou para ficar de pé. Minhas pernas ainda tremiam um pouco. Eu olhei para os dois paus ainda duros e sorri, cansada e excitada ao mesmo tempo.
— Então vamos.
# Parte 6
Nós saímos pela porta de vidro sem nos vestir. A área molhada da suíte estava iluminada só pelas luzes baixas da piscina e do deck. A água refletia a luz azulada.
Luís me sentou na beira da piscina, as pernas abertas, os pés dentro d’água. Ele se ajoelhou na parte rasa e enterrou o rosto entre as minhas coxas. A língua dele encontrou a boceta ainda sensível e começou a lamber com vontade. Eu joguei a cabeça para trás e soltei um gemido alto. Léo ficou ao meu lado, em pé na água, e baixou a cabeça até meus seios. Eu delirava com a boca de um na minha buceta, e do outro nos meus peitos.
— Hummm, seus safados.. vão me levar à loucura desse jeito — pedi, a voz já alterada.
Depois de alguns minutos Luís se afastou e Léo me puxou para dentro da água. A temperatura morna envolveu nossos corpos. Ele me virou de costas para ele, ergueu uma das minhas pernas e encaixou o pau grosso na boceta. Empurrou até o fundo de uma vez. A água fez o movimento ficar mais lento, mais pesado. Luís ficou na minha frente, e me beijou fundo enquanto Léo me comia. Eu beijava ele com língua, gemendo dentro da boca dele a cada estocada do Léo.
— Que pau gostoso… — gemí entre os beijos. — Me come fundo.
Léo segurava minha cintura com força e metia com ritmo constante, a água batendo entre os nossos corpos. Luís desceu a cabeça e chupou meus seios com intensidade, quase agressivo, enquanto eu era fodida por trás, e isso me fez gozar rápido, de forma aguda.
— Tô… go…zando…. seus FDP — eu soluçava, e Léo continuou me fodendo durante o orgasmo inteiro, sem diminuir o ritmo.
Quando os espasmos passaram, eles alternaram. Luís entrou em mim de frente, me segurando pela bunda, enquanto Léo ficava atrás só estimulando, beijando meu pescoço e apertando meus seios. Depois inverteram de novo. Sempre um dentro da boceta, o outro trabalhando o resto do corpo. A água escondia os movimentos, mas o som dos gemidos era alto, e eu me encontrava totalmente entregue àqueles dois machos, a buceta sendo usada sem pausa, os seios também. A cada troca eu sentia a diferença clara: o pau reto e preciso do Luís, o volume esmagador do Léo.
Em determinado momento Léo me prendeu contra a borda da piscina, meteu fundo e falou rouco no meu ouvido:
— Ansiosa pelos dois? Os dois juntos? Diz que quer, minha putinha...
Eu só conseguia gemer e rebolar contra ele, a água batendo na minha cintura, o corpo já cansado e ainda pedindo mais.
# Parte 7
Nós voltamos para a cama. Léo se deitou de costas no meio do colchão e me puxou para cima dele. Eu montei nele e deixei o pauzão me preencher todinha, e comecei a rebolar, com a pica dele totalmente cravada em mim.
Luís se ajoelhou atrás de mim. Eu senti as mãos dele abrindo minhas nádegas e, logo depois, a língua quente no meu cu. Ele lambia com calma, a saliva escorrendo, os dedos massageando a entrada enquanto eu continuava sentada no pau do Léo, agora praticamente imóvel. Léo me beijava e apertava meus seios com um tesão incrível.
— Relaxa esse cuzinho — murmurou Luís, a voz baixa. — Agora eu vou entrar aqui.
A memória da noite em que ele tinha me comido o cu sozinho voltou inteira. Léo por baixo apertava minha bunda e falou rouco:
— Deixa ele te abrir. Eu quero sentir você apertar meu pau enquanto ele mete no seu cu.
Luís cuspiu mais uma vez, passou a glande na entrada e empurrou com cuidado. A cabeça passou devagar. Eu prendi a respiração e forcei o corpo a ceder. Ele entrou mais um pouco, e foi empurrando, até estar bem dentro. A sensação foi de um arrrombo: o pau grosso do Léo preenchendo a buceta e o pau do Luís abrindo meu cu ao mesmo tempo.
— Porra… — gemí, a voz falhando. — Os dois…
— Sim Tania.. entrei… tudinho… — falou Luís, a respiração pesada. — Agora você tá completa.
Ele começou a se mover com cuidado, estocadas curtas e controladas. Eu rebolava no pau do Léo no mesmo ritmo lento. Os dois dentro de mim. Um na buceta, um no cu. A pressão era absurda e, confesso, boa demais. Léo gemia por baixo, Luís apertava minha cintura e movia um pouco mais conforme eu relaxava.
— Mais fundo — pedi depois de um tempo, — Tenta meter mais.
Luís atendeu. As estocadas ficaram um pouco mais longas. Eu gemia sem conseguir controlar, o corpo inteiro reativo, os seios balançando a cada movimento. Eu estava empinada sobre o Léo, o cu sendo comido pelo Luís, e a buceta preenchida pelo pau grosso.
Eles não tinham pressa. O ritmo era constante, profundo, coordenado. Eu me entregava enquanto os dois me fodiam, e já estava perto de novo. Os dois paus trabalhando ao mesmo tempo me deixavam sem ar.
— Não para… — pedi, quase sem voz. — Continuem me fodendo.
A sensação era pesada demais. Eu sentia claramente a diferença: o volume absurdo do Léo na boceta e o pau do Luís abrindo e fodendo meu cu com precisão. Os gemidos saíam altos, sem eu conseguir segurar.
— Olha como ela treme… — falou Léo, a voz rouca, as mãos apertando minha cintura. — Tá gozando de novo.
Foi verdade. O primeiro orgasmo dessa sequência veio forte e eu gritei, o corpo inteiro travando. Eles não pararam. Continuaram me fodendo durante os espasmos, o que só prolongou tudo.
Eu mal tinha terminado o primeiro orgasmo, com o corpo todo formigando, quando o segundo veio logo em seguida. Dessa vez foi pior. Ou melhor. O prazer subiu tão alto que quase virou choro. Quase perdi a consciência, as vistas escureceram, meus pés gelaram, a voz falhou, e eu só conseguia gemer e pedir, sem formar frases direitas.
— Não para… porra… não para…
Luís se debruçou sobre minhas costas, a boca perto do meu ouvido, e meteu mais fundo no cu enquanto falava:
— Isso Tania, assim… goza.. goza gostoso pra gente.
Eu desabei para frente, colando meu peito no do Léo. As lágrimas escorreram sem eu conseguir impedir. Não era tristeza. Era excesso puro. Eles diminuíram o ritmo só quando os tremores começaram a passar. Luís se retirou devagar do meu cu. Léo ficou mais um pouco dentro da boceta, só sentindo as últimas contrações, antes de eu rolar para o lado, completamente mole.
Eu fiquei deitada de bruços, ofegante, a boceta e o cu latejando, o corpo marcado e aberto. Os dois se deitaram um de cada lado. Ninguém falou nada por um tempo. Só a respiração pesada dos três preenchendo o quarto, e eu ainda sentia os dois dentro de mim, mesmo depois de terem saído.
# Parte 8
Enquanto eu tentava me recuperar, Luis levantou, pegou o interfone e pediu três lanches. Levantei devagar, sentei na cama, Léo me ofereceu água. Eles não haviam gozado, e eu sabia que teria que dar conta deles novamente, só não sabia como.
Quando eu reuni alguma força para me levantar, fui até a ducha, me lavar. A água caía pesada sobre meu corpo ainda atordoado. Saí, fiquei enrolada na toalha, enquanto Luis vestiu a cueca, e Léo ficou peladão, com aquele monstro pendurado entre as pernas, pesado e lindo.
O lanche chegou, era leve, lanchamos, e ao final Léo se levantou e me puxou pela mão.
— Vem. Quero te ver naquela porra da pista.
A área da pista ficava num canto da suíte, com um pole no centro e luzes baixas avermelhadas. O chão era liso. Eu caminhei até o pole ainda meio mole das pernas e segurei a barra fria. Os dois ficaram me olhando por um segundo.
Eu não levo jeito para isso, admito. Rodei devagar, só uma volta. Não era uma dança elaborada. Fiquei de costas para o Pole, com as mãos segurando acima da cabeça, e Luís se ajoelhou na minha frente, enterrando o rosto entre as minhas coxas. A língua dele encontrou a buceta sensível e começou a lamber com vontade. Léo ficou atrás, de pé, apertando meus seios e beijando meu pescoço.
Eu segurava o pole com as duas mãos e rebolava contra a boca do Luís. Ele chupava, enfiava a língua, puxava meus lábios com a boca. Léo desceu uma mão e esfregou meu clitóris por cima enquanto o Luís me comia.
Em determinado momento eu desci para o chão. Fiquei ajoelhada no meio dos dois. Peguei um pau em cada mão e passei a alternar a boca entre um e outro. Eles olhavam para baixo, gemendo baixo.
— Olha a puta se dividindo… — falou Léo.
— Assim.. chupa teus machos… completou Luís. — Mostra como você gosta.
Eu chupava um e masturbava o outro, depois invertia. Era um oral bem babado, gemido, com um pouco de saliva escorrendo pelo queixo e caindo no peito. Eu estava suja, molhada, usada, e ainda queria mais.
Depois de um tempo Léo me puxou pelo cabelo com firmeza e falou rouco:
— Volta pra cama. Agora a gente vai te acabar.
# Parte 9
Nós voltamos para a cama pela última vez. Eu subi de quatro no meio do colchão, Léo se posicionou atrás e enterrou, me fodendo com gosto. A estocada foi funda e forte. Eu soltei um gemido alto. Ele segurou minha cintura com as duas mãos e começou a meter com vontade, o ritmo mais bruto do que antes.
Luís se ajoelhou na minha frente e enfiou o pau na minha boca. Eu chupava ele enquanto o Léo me comia por trás com força. O barulho das estocadas era molhado e constante. Meus gemidos eram abafados pela presença do pau do Luis na minha boca.
— Toma Tania— rosnava Léo atrás de mim. — Toma esse pau inteiro.
O orgasmo veio descontrolado. Eu gozei de quatro, o corpo tremendo, e um gemido longo e sujo morrendo em volta do pau do Luís. As pernas fraquearam. Léo continuou me fodendo sem piedade, até eu estar completamente mole.
Eles trocaram. Luís foi para trás e entrou na boceta com estocadas firmes e precisas. Léo ficou na minha frente e usou minha boca. Eu chupava o pau com dificuldade, ainda ofegante do orgasmo, enquanto o Luís me comia.
Depois de um tempo, Luís se retirou, se deitou de costas e me puxou para cima dele. Eu montei, desci no pau dele e comecei a cavalgar devagar, cansada, mas ainda querendo. Léo ficou de joelhos ao lado, masturbando o pau bem perto do meu rosto.
— Abre a boca — mandou.
Eu abri. Ele acelerou a mão e gozou no meu rosto. Os jatos acertaram a boca, o queixo, a bochecha. Eu continuei rebolando no pau do Luís enquanto o gozo do Léo escorria pelo meu rosto. Luís segurou minha cintura com força e gozou também, fundo dentro de mim, gemendo alto.
Eu desabei sobre o peito do Luís, o rosto sujo de porra, a boceta latejando, o corpo inteiro destruído. Ficamos os três ali, ofegantes, suados, o cheiro de sexo impregnando a cama inteira. Eu ainda sentia o gozo do Luís escorrendo de dentro de mim e o do Léo secando no meu rosto. A noite tinha sido longa. Eu fora usada pelos dois. O rosto sujo de porra, a buceta alargada, o cu invadido. O silêncio no quarto era pesado, mas não desconfortável.
Foi aí que o choro veio. Não foi alto. Não foi desesperado. Foram só algumas lágrimas escorrendo devagar pelo canto dos olhos, misturadas com o gozo que ainda secava no meu rosto. O corpo tinha aguentado tudo — as duas DPs, os seis orgasmos, as horas sendo passada de um para o outro — e agora, no silêncio, a emoção encontrou espaço.
Léo percebeu primeiro. Passou o polegar pelo meu rosto, limpando uma das lágrimas com cuidado, e falou baixo:
— Ei… tá tudo bem?
Eu só consegui assentir, a voz falhando um pouco.
— Tá. Só… foi intenso demais. Eu não esperava sentir tanto.
— Você aguentou os dois — murmurou Luís perto do meu ouvido. — E foi linda o tempo inteiro.
Eu chorei mais um pouco, quieta, o rosto escondido entre o peito do Luís e o ombro do Léo. Não era arrependimento. Era só o excesso saindo. O corpo e a cabeça finalmente relaxando depois de tanta intensidade.
Eles não pediram nada. Não tentaram recomeçar. Só ficaram ali, me segurando, me acariciando, como se quisessem me lembrar de que eu estava segura entre eles.
Depois de um tempo o choro passou. Eu respirei fundo, limpei o rosto com as costas da mão e soltei um riso cansado e rouco.
— Porra… que noite.
Os dois riram baixo também. A noite tinha acabado. Mas a sensação de ter sido completamente deles ainda ia durar dias.



