Voltamos para casa na quarta de manhã, meu marido precisava viajar na quarta à noite. Eu andava tão necessitada de sexo, que queria dar para o Léo na quarta mesmo. Mas outro sócio dele (não era o Luís) havia chegado para algumas reuniões de trabalho naquela semana, e Leo não pode me comer. “Amanhã, então… te vira e arruma um tempinho pra mim” eu escrevi no telegram. Não queria esperar o final de semana. Estava louca pra dar pra ele de novo. A vontade era física, quase dolorosa. “Motel então, depois do almoço” foi a resposta.
Eu tinha uma reunião social no final da manhã, que se estenderia para o almoço. Coloquei um macacão preto colado ao corpo, calcinha preta, de renda. Um decote que, a depender do ajuste da alça, deixava os seios parcialmente à mostra. Salto fino, batom vermelho e o cabelo preso num coque bagunçado. Eu chamava atenção, e sabia disso. No almoço, vários homens me comiam com os olhos, e isso me excitava. Eu já estava molhada.
Cheguei no Motel Altana no Colorado, eram 13:40h. Fomos para a suíte Spa, suíte com hidromassagem, cadeira erótica, espelhos laterais e uma cama branca bem espaçosa. Léo já estava me esperando. Quando a porta se fechou, ele me empurrou de leve contra a parede, tirou meus sapatos e começou a despir o macacão com calma cruel.
— Eu não aguentava mais esperar, foi só o que eu disse para ele.
# Parte 1 – Cadeira erótica
Léo me beijava com intensidade e tesão. A tensão sexual entre nós era alta, eletricidade viva. As alças do meu macacão desceram, e meus peitos ficaram livres. Eles foram acariciados, apertados, beijados e sugados com carinho, enquanto ele soltava frases provocativas como
— Foi vestida assim para a reunião com aquele bando de homens safados hein? Quantos deles viram esses peitos gostosos? Aposto que deixou alguns deles de pau duro, safada gostosa!
Eu já estava ofegante quando o Léo me puxou pela mão até a cadeira erótica. A iluminação clara contrastava com o estofado preto, deixando tudo ainda mais provocante. Ele me virou de frente para ele, tirou o restante do macacão e me sentou nela de uma vez.
Ele me sentou na cadeira, apoiando minhas costas no encosto que inclinava levemente para trás. Meus pés não tocavam o chão. Eu já estava completamente exposta, pernas abertas, a boceta latejando.
Léo sentou no banco que ficava aos pés da cadeira, entre minhas pernas e passou a língua devagar no meu clitóris, lambendo sem fazer pressão, enquanto se livrava das próprias roupas. Fez isso durante uns 3 minutos antes de se levantar. Depois, apenas tocou o dedo na entrada da minha vagina, e me mostrou minha lubrificação clarinha, que ficava grudada entre os dedos dele quando ele os afastava. Eu já gemia enlouquecida.
Então ele segurou o pau grosso na mão e encaixou a glande em mim. Empurrou devagar, colocando só a cabeça, me torturando, pois meu útero esperava pelo toque dele.
— Mete Léo… mete…. eu preciso disso… vemmmm
Ele então foi empurrando mais e mais, sempre devagar, centímetro por centímetro, até eu sentir aquela grossura me abrir completamente.
— Olha pra mim — mandou.
Eu olhei. Ele começou a meter com estocadas profundas e ritmadas, segurando minhas pernas levantadas. A cada vez que entrava fundo, a cadeira rangia levemente. Eu segurava os braços da cadeira com força, gemendo alto. Ele pôs o polegar no meu clitóris e esfregou em círculos enquanto me fodia.
O primeiro orgasmo veio rápido e forte. Meu corpo inteiro tremeu, as pernas se fechando em volta dele, um grito abafado saindo da minha garganta. Ele não parou. Continuou metendo enquanto eu ainda gozava, obrigando meu corpo a aguentar a sobra de prazer.
Ainda ofegante, ele me virou. Me colocou de joelhos sobre o assento da cadeira, peito apoiado no encosto, bunda erguida. Ele subiu na cadeira, quase sentando nela, se posicionou atrás e enterrou o pau de uma vez só. A profundidade foi brutal. Ele segurou meu cabelo (ainda preso no coque bagunçado) e puxou a cabeça para trás enquanto metia com força, quase que de baixo para cima. O som das peles batendo ecoava no quarto junto com meus gemidos roucos.
— Isso… se entrega — ele rosnou, dando um tapa forte na minha bunda.
Devido à cadeira ser estreita, eu não conseguia abrir as pernas, o que deixava tudo mais intenso e até difícil, mas minha lubrificação era tanta que o pau dele entrava e saia com velocidade.
Antes que eu gozasse de novo, ele falou:
— Vem, desce, ou vamos cair daqui… Quero te foder igual a cadelinha que vc é… vai, de quatro, anda Tania…
# Parte 2 - de 4 no chão da suíte
Me puxou pro chão, eu fiquei de quatro, sobre o porcelanato branco, com a bunda empinada. Ele ficou em pé, se agachou um pouco, o suficiente para alinhar o pauzão com minha buceta, e entrar com tudo. Eu sentia tudo: o rosto dele suando atrás de mim, pingando nas minhas costas, o pau entrando e saindo, meus peitos balançando. Ele meteu com força, deu tapas na bunda, enquanto eu só gemia e pedia para ser fodida. Eu estava amando aquilo.
— Olha pra isso… que mulher gostosa, caralho — rosnou.
Eu gozei de novo, explosivo. Dessa vez foi mais sujo, descontrolado. Gemido rouco, batendo a mão no chão, o corpo se contorcendo. Quando ele sentiu minha buceta contraindo, me fodeu fundo até eu sentir o pau dele latejar e gozar dentro, me inundando da porra quente, com jatos profundos, enquanto me segurava pelos quadris.
Ele riu baixo, satisfeito, e continuou me fodendo até sentir que o pau começava a amolecer, a porra escorrendo entre o vai e vem dele, o barrulho molhado da buceta cheia de porra ecoando na suíte.
— Minhas pernas estão travadas, Tânia.. ele falou, rindo
Eu já não conseguia responder direito. Só gemia, a respiração curta, o corpo mole. Foi um orgasmo longo, tremido, que me deixou com os olhos marejados e as pernas sem força.
Quando ele finalmente parou, eu estava destruída de prazer. Suada, ofegante, a buceta latejando e escorrendo. Me beijou a nuca e murmurou:
— Acho que precisamos relaxar… e me levou até a banheira.
# Parte 3 - um relax
Léo se afastou só o suficiente para me ajudar a levantar. Me puxou com cuidado, me apoiando pela cintura, e me conduziu até a banheira, que ficava no outro ambiente da suíte. Ele já tinha deixado a água pronta: morna, com espuma leve e aquele cheiro suave de algo cítrico misturado com algo mais quente.
Ele entrou primeiro e me puxou para o colo dele, de costas contra o peito. A água me envolveu devagar. Eu soltei um suspiro longo, quase um gemido de alívio, quando o calor tocou a pele ainda sensível. A porra dele continuava escorrendo de mim dentro da água, e eu sentia isso de um jeito estranhamente íntimo.
Ficamos em silêncio por um tempo. Só a respiração dele no meu pescoço e o barulho baixo da água se movendo. As mãos dele não tentavam me provocar. Só deslizavam devagar pelos meus braços, pela minha barriga, num carinho preguiçoso.
Depois de alguns minutos, ele falou baixo, perto do meu ouvido:
— Você veio mesmo desesperada hoje, né?
Eu ri, cansada, a cabeça reclinada no ombro dele.
— Desesperada é pouco. Depois do domingo… eu não conseguia parar de pensar nisso. No seu pau. Em como você me fode.
Ficamos mais um tempo assim. Conversamos sobre coisas pequenas e grandes ao mesmo tempo. Sobre como o marido tinha viajado na noite anterior. Sobre o fato de que esse já era o nosso décimo terceiro encontro. Sobre como eu estava me entregando cada vez mais fácil pra ele. Ele confessou, com a voz rouca de cansaço e satisfação, que gostava cada vez mais de me ter assim, e como isso poderia ficar perigoso.
Não rolou mais nada sexual na banheira. Só aquilo: água quente, corpos colados, e uma conversa baixa, íntima, que durou quase meia hora. Eu me sentia pesada e leve ao mesmo tempo. Satisfeita de um jeito que ia além do orgasmo.
Quando finalmente saímos, a água já estava esfriando. Ele me envolveu numa toalha grande e me beijou com uma ternura que contrastava com tudo que ele tinha feito comigo minutos antes.
— Ainda não terminamos, né? — murmurou.
E eu só concordei, balançando a cabeça, e me dirigindo lentamente para a cama.
# Parte 4 – Cavalgando
Chegando na cama, ele me deitou de bruços e começou a me beijar a nuca, a orelha. Arrepiei na hora. lentamente ele foi descendo, beijando minhas costas e por fim minha bunda. Ficou demoradamente nela, beijando de leve, quase me enlouquecendo.
— Empina a bundinha, Tânia… ele me pediu
Eu obedeci, e então ele, habilmente, começou a lamber minha buceta, subindo em direção ao cuzinho. A língua passeava de leve, e eu enlouquecia ainda mais, até que eu pedi
— Léo, me fode por favor…
Ele parou de me lamber, e deitou ao meu lado. Eu entendi na hora e sentei nele de frente, olhando nos olhos. Ele segurou o pau com a mão enquanto eu sentava devagar, engolindo o monstro. Depois de ter ele todo dentro, comecei a mexer. Ele apertava meus seios, beliscava os bicos, me puxava pra beijar. Eu rebolava lento, sentindo ele me esmagar por dentro sem machucar — exatamente como eu adorava.
Depois de alguns minutos eu gozei. O orgasmo foi mais lento, mais emocional. Gemido suave, expressão extasiada, o corpo inteiro se derretendo em cima dele. Ele me abraçou forte enquanto eu gozava.
# Parte 5 – Engolindo a porra dele
Léo sorria feliz por me fazer gozar, e eu já sabia o que ele queria e precisava. Pedi para ele sentar na beira da cama, e desci pro chão, ajoelhada. Chupei ele ainda melado de mim. Oral profundo, garganta aberta, tentando engolir o máximo que conseguia daquele pau. Eu sufocava, babava, e implorava com os olhos que ele me desse do seu alimento. E depois de um tempinho, assim ele fez. Sem que ele avisasse, comecei a sentir o pau dele bombar, e logo o caldo quente e pegajoso saia do pau dele em direção à minha boca, deslizando pela minha garganta, parando no meu estômago.
Ele puxou meu cabelo e enquanto gozava na minha boca, disse
— Puta merda, linda… — gemeu enquanto eu engolia.
### Parte 6 – De ladinho
Ele não se entregou, e disse
— Vem cá, Tânia, que tenho mais…
Me deitou na cama, de ladinho, e se posicionou atrás de mim. Uma perna minha erguida, ele entrando fundo, respiração ofegante no meu ouvido. O ritmo era forte, o pau macio, quase duro, mais íntimo. Eu sentia cada centímetro. Percebi que ele fazia força, e quando ele gozou pela terceira vez — **8,8 ml** dentro de mim —, ficou colado, sussurrando:
— Você é minha perdição…
Eu gozei junto. Lágrimas nos cantos dos olhos, o corpo inteiro tremendo, o coração disparado. Não era só tesão. Era entrega.
# Epílogo
Saímos do motel quase três horas e meia depois. Satisfeitos, pernas bambas, sorrisos cúmplices. O macacão preto voltou a cobrir meu corpo, mas por dentro eu me sentia nua, exposta. Léo me beijou no estacionamento, demorado.
— Você está cada vez mais gostosa, é impressionante o que eu sinto — disse ele.
Eu sorri, a voz rouca:
— Com você, meu corpo sempre implora por mais.
Entrei no carro e dirigi de volta pra casa com a certeza de que o Léo já era, de fato, meu amante principal, e o homem que mais vezes me comera em minhas aventuras extraconjugais.




