Diário de uma Casada 49: um menage, e um sexo anal surpreendente.

# Prólogo
Eu acordei naquela sexta-feira com o corpo ainda cansado do encontro da quinta-feira no motel. A memória do Léo ainda estava em mim — não só na pele, mas na forma como eu andava, na forma como eu respirava, na forma como eu pensava nele o tempo todo. Meu marido voltaria naquela noite, certamente, cansado da viagem, e eu o receberia um beijo na boca e um sorriso que escondia o quanto eu havia sido fodida pelo outro. Ele não suspeitaria de nada, talvez me comesse uma, ou duas vezes no final de semana, apenas para viajar novamente na segunda de manhã, saíndo muito cedo, me dando um beijo enquanto eu ainda me espregiuçava na cama. E assim foi.

Na manhã de segunda, enquanto tomava café, o celular vibrou. Era o Léo.
“Hoje à noite. No meu apartamento. Vem. O Luís vai estar, vai ser diferente.”

Eu li a mensagem três vezes. O coração acelerou de um jeito que misturava medo, tesão e uma curiosidade quase dolorosa. Os dois juntos. Comigo.

Eu não respondi na hora. Fiquei olhando a tela, sentindo a buceta latejar só de imaginar. Depois de tudo que tinha acontecido nas últimas semanas — o afastamento gradual do Luís, o jeito cada vez mais voyeur dele, o Léo se consolidando como meu amante principal —, aquela mensagem parecia um passo lógico e, ao mesmo tempo, um abismo.

Digitei apenas:
“Que horas?”
A resposta veio rápida:
“Vinte horas. Vem que te esperamos”

Passei o dia inteiro em estado de alerta. No trabalho, mal conseguia me concentrar. Cada vez que fechava os olhos, via os dois. O pau reto e bonito do Luís. A grossura absurda do Léo. As mãos deles em mim ao mesmo tempo. A ideia de ser fodida pelos dois, de não precisar escolher, de simplesmente me entregar, me deixava molhada.

Cheguei em casa no final da tarde e tomei banho demorado. Escolhi o vestido curto vinho, de tecido leve, sem alças. Sem sutiã.. O tecido roçava meus bicos a cada movimento e a brisa fria entre as pernas me lembrava o tempo todo do que eu estava prestes a fazer. Passei o perfume adocicado que o Léo gostava, soltei o cabelo e coloquei apenas uma sandália fina. Me olhei no espelho e quase não me reconheci: havia uma mulher ali que já não fingia mais. Uma mulher que queria ser usada.

Dirigi até a Asa Norte com as mãos levemente trêmulas no volante. O condomínio estava quieto. Subi de elevador sentindo o coração bater forte demais no peito. Quando a porta do apartamento se abriu, os dois estavam lá.

Nenhum dos dois falou logo de início. Luís apenas me olhou de cima a baixo, demorado, e deu um meio sorriso que eu não via há semanas. Léo fechou a porta e se aproximou por trás, colocando as mãos na minha cintura.
— Vc tá muito gostosa, Tania — murmurou no meu ouvido.
— E vcs cada vez mais ousados — respondi, a voz já rouca.

Luís se aproximou pela frente, com delicadeza e me beijou. Um beijo lento, profundo, de marido. Enquanto isso, as mãos do Léo subiam pelas minhas coxas por baixo do vestido, confirmando o que ele já sabia: eu estava completamente molhada. Os dedos dele encontraram minha buceta por baixo da calcinha, e ele soltou um som baixo de aprovação.
— Ela já está pronta — disse Léo, a voz rouca, falando com Luís como se eu não estivesse ali.

Luís se afastou um pouco do beijo e olhou nos meus olhos. Havia algo novo nele. Algo mais solto. Mais perigoso.
— Hoje você não vai precisar escolher — falou baixo. — Hoje você é nossa.

Eu engoli em seco. O vestido ainda estava no corpo, mas eu já me sentia completamente despida. Os dois me cercavam. O cheiro deles se misturava. O calor dos corpos. A certeza de que, naquela noite, eu seria preenchida, usada e destruída de prazer pelos dois homens que, de formas diferentes, tinham se tornado essenciais.

# Parte 1
Léo, por trás, puxou o vestido para baixo, deslizando o tecido até a cintura e expondo meus seios. Eu fiquei entre eles, peitos à mostra, a buceta latejando, o corpo inteiro em alerta. Luís passou a mão pelos meus seios, demorado. Léo beijou minha nuca e mordeu de leve.

Luís ainda segurava meu queixo quando Léo, atrás de mim, subiu o vestido, deslizou as mãos pela minha barriga e abriu minhas pernas com os joelhos. Os dedos dele encontraram minha buceta já encharcada e ele enfiou dois de uma vez, sem cerimônia, só para confirmar o quanto eu estava pronta.
— Molhada pra caralho — murmurou no meu ouvido, a voz grossa.

Luís desceu a mão até o meu seio, apertou o bico entre os dedos e me beijou de novo, mais fundo dessa vez. Enquanto as línguas se encontravam, Léo nos guiou até a cama. Os lençóis escuros estavam frios contra a minha pele quente. Ele se deitou de costas e assim que Luis tirou totalmente meu vestido, Léo me puxou para cima dele, me colocando de joelhos, de frente para o pau dele. O 69 se formou naturalmente. Eu abaixei a cabeça e abri a boca, engolindo aqueles 22 cm grossos até a garganta doer de um jeito delicioso. A glande espessa batia no fundo da minha boca enquanto a língua dele subia pela minha buceta, chupando o clitóris com precisão cruel.

Eu gemia em volta do pau dele. Cada vibração da minha garganta fazia o Léo reagir com um gemido baixo e um tapa firme na minha bunda. Foi nesse momento que eu senti o Luís se posicionar atrás de mim.

As mãos dele abriram minhas nádegas. A cabeça do pau reto e bonito dele roçou minha entrada já escorrendo. Ele empurrou devagar, até estar completamente enterrado. Eu soltei um gemido abafado em volta do pau do Léo. Estava completamente preenchida. A boca cheia do pau grosso do Léo, a buceta esticada pelo pau do outro. Dois homens. Ao mesmo tempo. O peso dos corpos, o cheiro deles se misturando, o som úmido das estocadas.

Luís começou a meter com ritmo constante, profundo, segurando minha cintura. Cada vez que ele entrava fundo, eu era empurrada para frente, engolindo ainda mais o pau do Léo. A língua do Léo não parava. Ele chupava meu clitóris com vontade, às vezes mordendo de leve, às vezes passando a língua inteira enquanto eu era fodida por trás. As lambidas vinham firmes, no mesmo ritmo das estocadas do Luís.

Eu não conseguia pensar. Só sentia. A garganta aberta, a buceta sendo usada, o clitóris sendo devorado. Meu corpo inteiro tremia. O prazer crescia rápido demais, sem me dar tempo de controlar. Quando o orgasmo veio, foi violento. Eu gozei com a boca cheia, gemendo alto em volta do pau do Léo, o corpo se contraindo com força em volta do pau do Luís. Eu estava completamente sem controle, preenchida pelos dois, gozando de um jeito que me deixou com os olhos marejados e a respiração engasgada.

Léo não aguentou muito depois disso. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e meteu a boca com mais força, gemendo rouco. Eu senti o pau dele latejar e, segundos depois, ele gozou fundo na minha garganta — quente, espesso, abundante. Eu engoli o que consegui, algum restinho escorria pelo canto da boca enquanto ele ainda gemia.

Luís continuou me fodendo por trás enquanto eu ainda engolia o gozo do Léo. O ritmo dele ficou mais pesado, mais rápido. Ele se inclinava sobre mim, uma mão segurando meu ombro, a outra apertando minha cintura. Eu ainda estava no meio do meu próprio orgasmo quando senti ele tremer e gozar também — mas não dentro. Ele se retirou no último segundo e gozou quente nas minhas costas e na minha bunda, gemendo meu nome baixo, quase como uma confissão.

Ficamos assim por alguns segundos. Eu ainda de quatro sobre o Léo, a boca suja de porra, a boceta latejando, as costas molhadas do gozo do Luis. A respiração dos três se misturava. O cheiro de sexo preenchia o quarto. Luís passou a mão pela minha lombar, espalhando o próprio sêmen pela minha pele. E eu, no meio deles, ainda tremendo, só conseguia pensar em uma coisa:

Isso era só o começo.

# Parte 2
Demos uma breve pausa, e rimos muito com a urgência do que tinha acontecido. Nunca havíamos gozado, os três, tão rapidamente. Pelo menos não todos os três. Fui ao banheiro tomar uma ducha, eles também, um de cada vez. Depois de um tempo, eu beijava Luis, segurando o pau dele até endurecer novamente. Então, ele se acomodou de costas nos lençóis escuros, o pau ainda semi-duro, brilhando. Léo me puxou pela cintura e me guiou até montar em cima dele.

Sentei devagar. O pau reto e proporcional do Luís deslizou para dentro de mim com uma facilidade quase carinhosa — o encaixe perfeito que eu conhecia tão bem. Diferente da grossura esmagadora do Léo, ele me preenchia de um jeito que parecia feito sob medida. Eu soltei um gemido baixo quando sentei até o fim, sentindo-o latejar lá dentro.

Léo se ajoelhou ao lado da cama, bem perto do meu peito. Suas mãos grandes subiram pelos meus seios enquanto eu começava a rebolar devagar sobre o Luís. De vez em quando abaixava a cabeça e chupava um deles, gemendo baixinho e elogiando o formato dele

Eu cavalgava lento. Olhava para o Luís debaixo de mim — o rosto dele contraído de prazer, as mãos firmes na minha cintura, me guiando no ritmo. Depois olhava para o Léo, que me observava com aquele olhar pesado enquanto trabalhava meus seios. Os dois. Ao mesmo tempo. Um dentro de mim, o outro me adorando por fora.
— Isso… bem assim — murmurou Luís, a voz rouca. Ele subia os quadris para encontrar cada descida minha, entrando um pouco mais fundo.

Eu acelerava e desacelerava conforme o corpo pedia. Às vezes sentava fundo e ficava só rebolando em círculos, sentindo o pau do Luís roçar exatamente no ponto certo. Outras vezes subia quase até a ponta e descia de uma vez, arrancando gemidos dos dois. Léo não parava de me tocar. Mãos nos seios, boca nos bicos, dedos no clitóris, beijos no meu pescoço quando eu inclinava a cabeça para o lado.

O orgasmo veio devagar, mas veio. Eu olhava de um para o outro enquanto gozava — os olhos nos dois. Não foi com um grito. Foi algo mais íntimo. Mais entregue. As lágrimas quase vieram de novo, mas eu segurei.

Luís não aguentou muito depois do meu orgasmo. Ele segurou minha cintura com força, os dedos cravados na carne, e começou a meter de baixo para cima com mais força. Eu continuei rebolando, ajudando, até senti-lo latejar forte dentro de mim. Ele gozou fundo — quente, pulsante —, gemendo meu nome enquanto me puxava para baixo, obrigando-me a sentir cada jato.

Fiquei sentada nele por longos segundos depois, ofegante, o peito subindo e descendo, os seios ainda sendo acariciados pelas mãos do Léo. O gozo do Luís escorria de mim devagar, molhando as bolas dele e os lençóis escuros.

Léo beijou meu ombro e falou baixo, perto do meu ouvido:
— Agora é minha vez.

#Parte 3
Eu dei um sorrisinho, cansada e excitada ao mesmo tempo, sentindo o pau do Luís ainda dentro de mim, amolecendo aos poucos, e a certeza de que a noite estava longe de acabar.

Enquanto, o gozo do Luis escorria quente pela parte interna da minha coxa. Léo me virou de quatro no meio da cama, com as penhoras abertas. Eu baixei o tronco, apoiando os antebraços, a bunda erguida, buceta exposta.

Luís se ajoelhou na minha frente, o pau ainda úmido e semi-duro. Ele segurou meu queixo com uma mão e guiou a cabeça até minha boca. Eu abri os lábios sem resistência e o chupei. Enquanto isso, atrás de mim, Léo abriu minhas nádegas com as duas mãos e encaixou a glande grossa na minha entrada, toda gozada, e sensível.

Ele empurrou devagar no começo. Aqueles 22 cm entravam, esticando, preenchendo, pressionando fundo. Agora era o contrário, eu gemia de forma mais intensa, porque a penetração era mais intensa, e o gemido era abafado pelo pau do Luís. A sensação de ser aberta daquele jeito logo depois de ter gozado era quase demais. Léo não teve pressa no início. Deixou eu sentir cada veia, cada centímetro, até estar completamente enterrado.

Depois começou a meter de verdade.
Estocadas profundas, ritmadas, firmes. As mãos grandes segurando meus quadris com força, os dedos cravados na carne. A cada embalo eu era empurrada para frente. Os dois se coordenavam sem precisar falar. Quando Léo metia com mais força, Luís aproveitava para foder minha boca. Quando eu gemia alto demais, Luís puxava meu cabelo e me obrigava a olhar para ele.
— Isso… chupa direito — murmurou Luís, a voz rouca de prazer.

Atrás de mim, Léo dava tapas firmes na minha bunda, o som ecoando no quarto junto com o barulho úmido das estocadas. Eu estava sendo usada pelos dois ao mesmo tempo, de um jeito cru e sincronizado. A boca cheia, a buceta esticada, o cérvix visitado a cada estocada, o corpo inteiro a serviço do prazer deles. E do meu.

O orgasmo veio gritado. Eu soltei o pau do Luís só o suficiente para gemer alto, a voz quebrada, o corpo se contraindo com violência em volta do pau grosso do Léo. As pernas tremeram. Os braços quase cederam. Eu gozei entregue, sem nenhum controle, enquanto os dois continuavam me fodendo — um na boca, o outro na boceta — sem diminuir o ritmo.

Léo não aguentou muito depois do meu orgasmo. Ele segurou meus quadris com ainda mais força, meteu fundo até o limite e gozou dentro de mim. Eu senti cada pulsação, cada jato quente preenchendo, enquanto ele gemia e dava mais um tapa na minha bunda. O gozo dele escorria para fora a cada pequena movimentação, molhando minhas coxas e os lençóis. Mas, na verdade, eu tinha dentro de mim, simultaneamente, o semen de dois homens.

Eu continuei chupando o Luís mesmo enquanto isso acontecia, a boca molhada, os olhos marejados de prazer. Quando Léo finalmente se retirou, eu senti o vazio imediato. A buceta latejava, aberta, escorrendo. Eu ainda estava de quatro, ofegante, o cabelo grudado no rosto suado, quando Luís puxou meu queixo para cima e me fez olhar para ele.
— Aqui tem mais — disse baixo.

E eu, destruída e completamente entregue, apenas abri a boca de novo, pronta para o que viesse.

# Parte 4
Eles me deitaram de bruços no meio da cama. Eu estava exausta, o corpo inteiro mole e marcado, a boceta ainda latejando e escorrendo o gozo do Léo. Não precisei de nenhuma ordem. Simplesmente abri as pernas quando senti as mãos do Luís entre elas.
— Abre esse cuzinho pra mim… — murmurou Luís, a voz rouca e baixa. — Deixa eu entrar nele

Eu arregalei os olhos, surpresa pelo pedido:
— Vc quer muito, Luis
— Quero amor.. vamos…..
— Tá, vamos tentar, mas faz devagar…

Ele se posicionou por cima de mim, o peito colado nas minhas costas, o peso dele me prendendo contra o colchão do jeito que eu adorava. O pau reto e ainda duro deslizou entre minhas nádegas e encontrou a entrada. Mas, a entrada não era da minha buceta. Ele ajeitou o pau, lambuzado de lubrificante, no meu cuzinho, e empurrou devagar, sem pressa, até estar completamente dentro.
— Porra, que cu apertado… — gemeu ele contra minha nuca. — Tá engolindo meu pau inteiro, Tânia. Que delícia esse cuzinho.

Depois de tudo que eu já tinha recebido, a penetração anal, depois de tanto tempo, foi profunda e íntima, quase carinhosa demais para o que a noite tinha sido até ali.

Léo se deitou ao meu lado. Uma das mãos dele passou pelo meu cabelo, afastando os fios do meu rosto. A outra desceu, contornou meu quadril e encontrou meu clitóris por baixo.
— Olha só como ele tá comendo teu cu… — sussurrou Léo, a voz grossa perto do meu ouvido. — Tá sentindo ele hein?

Os dedos dele começaram a circular com uma precisão lenta e cruel enquanto o Luís comia meu cuzinho com estocadas profundas.

Eu não conseguia me mexer direito. O peso do Luís me mantinha presa. Só conseguia gemer baixo, o rosto virado para o lado, a respiração quente contra o lençol.
— Fala pra ele… — mandou Léo, beijando minha têmpora. — Fala que tá gostoso levar no cu.
— Tá… tá gostoso pra caralho — gemí, a voz embargada. — Come meu cu, Luís… come fundo.

Léo beijava minha têmpora, meu ombro, a curva do meu pescoço, enquanto os dedos dele trabalhavam meu clitóris e Luís comia meu cuzinho. Os dois se conversavam sem palavras. Um fodendo, o outro acariciando. Um me prendendo, o outro me desmanchando.
— Esse cu é meu troféu — rosnou Luís, metendo mais fundo. — Como é gostoso comer teu cuzinho Tania… agora nós somos completos… que mulher gostosa, que cu gostoso… puta que pariu.
— Isso, deixa ele te foder o cu bem gostoso — completou Léo, os dedos girando mais rápido no meu clitóris. — Vai gozar com o pau dele enterrado aí atrás, Tania…
— Aiiii eu vooooouuuuuuu.. gemi com profundidade

E eu gozei de novo. Não foi explosivo. Foi silencioso e inevitável. As lágrimas vieram sem que eu pudesse impedir — discretas, escorrendo pelo canto do olho até o lençol. Não era tristeza. Era entrega absoluta.
— Isso… goza com o cu cheio — murmurou Léo. — Bem assim.

Luís sentiu meu orgasmo e acelerou. As estocadas ficaram ainda mais profundas, mais pesadas. Ele enterrou o rosto na minha nuca, gemeu meu nome baixo e gozou fundo — quente, pulsante, desta vez preenchendo meu cuzinho de porra.
— Tô gozando no teu cu… — gemeu Luís, o corpo tensionado sobre o meu. — Ahhh caralho, tô gozando no teu cu….Toma tudo… ahhh.

Depois de pulsar fundo, Luís se retirou devagar e meu cu sentiu o impacto. Ninguém falou nada por longos segundos. Eu apenas fiquei deitada de bruços entre os dois, completamente destruída, completamente satisfeita, e pela primeira vez em muito tempo… fodida por inteira.

O silêncio que se seguiu foi quase tão intenso quanto o sexo. Eu continuei deitada por mais alguns minutos, o corpo pesado, a respiração ainda irregular. E o ânus.. esse estava ardendo levemente, sentindo uma umidade interna inconfundível. Luís se afastou primeiro. Senti o colchão afundar quando ele se levantou. Léo permaneceu ao meu lado por um tempo, como se quisesse me ancorar ali um pouco mais.
— Seu cu ficou bem aberto… — comentou Léo baixo, a mão ainda na minha lombar. — Bem fodido.
— Ficou — respondi, a voz rouca.
— Foi gostoso --- ele perguntou
— Eu amei --- foi minha resposta

Depois deles, eu também me levantei, fui ao banheiro, tomei mais um banho. O chuveiro foi rápido e prático. Água quente escorrendo pelo corpo dolorido, ajudando a limpar o excesso de sêmen das coxas, da buceta, e dessa vez, do cuzinho.

Saí do banheiro enrolada numa toalha. O vestido ainda estava no chão da sala, amassado. Vesti-me devagar, procurei a calcinha, vesti também. O cabelo ficou solto e úmido. O perfume adocicado tinha se misturado completamente ao cheiro de sexo. O clima não era de despedida fria, mas também não era de “fica mais um pouco”. Todos sabíamos que eu precisava ir.

Luís se aproximou primeiro. Segurou meu rosto com as duas mãos e me beijou, lento, profundo, com um gosto diferente de todos os beijos da noite. Depois falou baixo, quase contra minha boca:
— Me senti honrado em comer teu cuzinho.
— E eu me senti completa tendo o cu comido por você — respondi, quase no mesmo tom.

Léo veio em seguida. Beijou minha testa, depois a boca, com aquela pegada firme que eu já conhecia tão bem. Não disse nada. Só me olhou de um jeito que dizia tudo.
— Vai com cuidado — falou ele finalmente, a voz baixa. — Esse cu ainda deve tá latejando.

Desci sozinha no elevador. Entrei no carro, sentei com cuidado e fiquei alguns segundos olhando para o volante antes de ligar o motor.

Dirigindo de volta para casa, pela Asa Norte quase vazia naquela hora, eu não me sentia suja. Nem culpada. Só profundamente marcada. Usada. Satisfeita de um jeito que ia além do físico.

Cheguei em casa, tomei outro banho mais demorado, vesti o pijama e me deitei na cama de casal vazia. O cheiro deles ainda estava na minha pele, por baixo do sabonete. Fechei os olhos e sorri sozinha no escuro.

A noite tinha acabado.

Mas o que eu tinha me tornado naquela cama, entre os dois, ainda estava muito vivo dentro de mim.

Foto 1 do Conto erotico: Diário de uma Casada 49: um menage, e um sexo anal surpreendente.

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Comentários


foto perfil usuario donizete-

donizete- Comentou em 30/07/2026

Que delícia de conto fiquei louco de tesão, gozei gostoso, isso é o fetiche de todo homem 🤤💦💦😈😈 Votadissimo 👏👏👏




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Diário de uma Casada 49: um menage, e um sexo anal surpreendente.

Codigo do conto:
268717

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
30/07/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
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