Chegamos cedo. Meio-dia. O cunhado em silêncio, minha irmã falava da viagem que eles iam fazer. Eu respondia no automático. Faziam apenas quatro dias desde a noite no Altana, em que eu tinha levado os dois ao mesmo tempo (relato anterior). A DP ainda estava no corpo. Não como dor, mas como memória. Cada vez que eu cruzava as pernas, a fenda do vestido abria um pouco mais, e eu sentia outros olhos sobre mim. Não fui a única a perceber.
O cunhado se levantou para ir ao banheiro. Minha irmã se inclinou na mesa, baixou a voz e falou:
— Tânia, você não fica com raiva do jeito que os homens te olham? Tem uns caras aqui te comendo com os olhos.
Eu ri, peguei o copo de suco e respondi sem pensar demais:
— Eu não dou bola.
Mas dei. Um homem duas mesas à frente olhava demais. Olhar direto, sem disfarçar. Eu senti o corpo esquentar. Não por ele, mas por causa do que o olhar despertou. A memória da quarta-feira voltou inteira: o pau grosso do Léo, o Luís no meu cu, os dois dentro, o orgasmo que quase virou choro. O número absurdo de vezes que eu tinha gozado. Eu cruzei as pernas com mais força. A calcinha de renda já estava úmida.
Sem querer dar bandeira, peguei o celular embaixo da mesa e mandei para o Léo:
“oi, tá em casa?”
A resposta veio rápido.
“Tô chegando. Fui correr.”
Eu olhei de relance para a irmã, que estava mexendo no próprio prato, e digitei:
“Posso ir?”
“Vem.”
Esperei mais uns minutos, terminei o almoço, paguei minha parte, beijei a irmã e o cunhado no rosto e inventei uma desculpa qualquer. Saí do restaurante com o vestido colado no corpo, a fenda abrindo a cada passo, e o coração já acelerado.
Fui atrás do meu amante. Ele ia me comer sozinho agora. Sem o Luís. Eu já estava molhada quando entrei no condomínio.
# Parte1
Bati na porta, ele abriu, recém saído do banho, enrolado em uma toalha cinza, o volume se fazendo visivel entre suas pernas. Ele me puxou pelo pulso. Me beijou, e em segundos o vestido já voava do meu corpo, ficando no chão da entrada. Ele apontou e eu fui na frente, só de calcinha de renda branca, que cobria boa parte da bunda, as sandálias já abandonadas. O quarto estava com a cortina fechada, o ar-condicionado baixo, a cama desfeita de quem não tinha se dado o trabalho de arrumar.
Léo me virou de costas para a cama e me deitou de bruços. Não pediu nada. Só ajoelhou atrás de mim, puxou a calcinha para o lado e abriu minhas pernas com as mãos. A língua veio primeiro, subindo devagar da boceta até o cu e voltando. Eu enterrei o rosto no travesseiro e soltei o primeiro gemido abafado. Ele não tinha pressa. Lambia como se tivesse o sábado inteiro, os dedos abrindo, a ponta da língua entrando, saindo, encontrando o clitóris e ficando ali.
Eu rebolei para trás, pedindo mais. Ele enfiou dedos junto com a língua. O ritmo ficou mais fundo. Eu gemia no tecido enquanto meu quadril subindo sozinho, empinando. A memória da quarta-feira passou rápida e sumiu. Agora era só ele. Só aquela língua grossa e os dedos precisos.
O orgasmo veio sem aviso, com um gemido longo morrendo no travesseiro, as coxas tremendo em volta da cabeça dele, a respiração curta, a boca aberta contra o tecido.
Quando os espasmos passaram, ele se afastou só o suficiente para virar meu rosto de lado.
— Agora é a sua vez.
Ainda ofegante, desci da cama para o chão e fiquei de joelhos entre as pernas dele. O pau grosso, duro, que segurei com as duas mãos. Olhei para cima e engoli o que deu. A boca abriu com esforço. Ele apoiou os braços para trás, na cama, deixou eu trabalhar.
Chupei devagar no começo. Depois mais fundo. O gosto dele, o peso, a veia contra a língua. Léo gemia baixo, a voz grave, olhando para baixo o tempo inteiro.
— Isso… faz assim, minha gulosa safada… engole.. deliciaaaa!!!
Eu olhei. Continuei. Quando ele avisou, já estava no limite. Segurei a base, abri mais a boca e deixei ele gozar, engolindo devagar, até ele terminar. Fiquei ajoelhada mais um segundo, limpando o o pau inteirinho.
Ele me puxou de volta para a cama.
— Sobe. Vem em cima que tenho mais pra vc
# Parte 2
Eu subi nele de frente, coloquei cada joelho de um lado do corpo dele, segurei o pau grosso com uma mão, encostei a glande na entrada e desci devagar. A penetração foi pesada, como sempre. Centímetro por centímetro até eu sentar por completa, com os joelhos bem dobrados e a testa encostada na dele.
Léo entrelaçou os dedos nos meus. As duas mãos. Ali era meu trono. Eu comecei a rebolar, lenta, sentindo o monstro me abrir e pressionar fundo. Ele não soltou minhas mãos. Só subia o quadril para encontrar cada movimento.
— Olha pra mim — pediu.
Eu olhei. Depois fechei os olhos. O prazer era profundo demais para manter o contato. Beijamos, com fome. Cada descida me preenchia inteira. O pau dele não deixava espaço. Eu rebolava em círculos curtos, depois subia quase até a ponta e descia de uma vez, gemendo baixo.
— Quando você entra em mim, eu esqueço o mundo — falei, a voz já falhando.
Ele apertou meus dedos com mais força.
— Tenho vontade de te dizer coisas que não devo…
Ao ouvir isso, calei. mas continuei fodendo ele. Eu sentava até o fim e ficava, rebolando com ele todo dentro, sentindo o impacto no fundo. Como adoro essa sensação. As mãos dadas impediam que eu me apoiasse. O corpo inteiro trabalhava no vai e vem. O suor começava a escorrer entre os seios.
O segundo orgasmo veio assim: fundo, silencioso no começo, depois em suspiros curtos. Os olhos fechados. A buceta apertando o pau grosso, minha boca gemendo contra a dele.
Ele não gozou. Continuou me segurando, me deixando descer do orgasmo ainda sentada, ainda cheia dele. Perguntei se ele queria gozar:
— Ainda não — murmurou. — Quero você de quatro agora.
# Parte 3
Ele me tirou de cima e me virou. Eu fiquei de quatro no meio da cama, joelhos abertos, peito baixo, a bunda erguida. As mãos apoiadas no colchão, os cotovelos um pouco flexionados. Léo se ajoelhou atrás, abriu minhas nádegas e passou o pau na buceta já molhada, de cima a baixo, sem entrar.
— Empina mais.
Eu empinei. Ele encaixou a cabeça e empurrou de uma vez. Os 22 cm entraram fundo, esticando, preenchendo até o limite. Ele segurou minha cintura com uma mão e, com a outra, estapeou minha bunda. As estocadas vieram firmes, o quadril dele batendo no meu, o pau grosso fazendo o percurso inteiro, longo, com intensidade.
— Que buceta faminta… — rosnou. — Ah como desliza gostoso… porra…
— Me come — pedi, a voz quebrada pelo puxão. — Me fode fundo, Léo. Esse pau… aiii.. esse p-a-u, — eu soluçava.
Ele acelerou. Cada investida fazia meus seios balançarem, a buceta estalar, molhada.. Eu sentia ele inteiro, o impacto no colo do útero. As coxas já tremiam. Eu rebolava para trás, encontrando as estocadas, pedindo mais.
— Isso… Mostra como você gosta de ser comida de quatro.
O terceiro orgasmo veio gritado. O quadril tremeu sem controle, enquanto ele metia fundo. Eu gozei assim, empinada, usada, fodida.
Ele não saiu. Continuou me fodendo.
— Vou gozar dentro — avisou, a voz grave.
Segurou meus quadris com as duas mãos e enterrou até o fim. Gozou fundo, me enchendo. Eu senti o jato quente, o volume, ele pressionado contra mim até amolecer um pouco. Quando saiu, o gozo escorreu pela parte de dentro da coxa. Eu desabei de lado, ofegante. Ele se deitou atrás de mim, o peito colado nas minhas costas. Os dois nus, suados, fodidos.
Ninguém falou nada por um tempo. O corpo pediu pausa. E a gente acabou cochilando assim, ainda colados, por quase uma hora.
# Parte 4
A gente acordou com fogo. O quarto estava quente. O gozo dele tinha secado na minha coxa. Ele me convidou para um banho. O box era amplo. Ele me puxou para dentro e me encostou de frente para ele, peito contra peito, a água escorrendo pelos dois. Me beijou fundo, língua, dente, as mãos descendo pela minha bunda molhada. Eu passei as palmas pelo peito dele, desci até o pau, que já endurecia de novo na minha mão.
Ficamos assim um tempo. Só beijo. A água batendo. Ele apertava minha bunda, eu apertava a ereção dele, os corpos escorregando um no outro. Em determinado momento, ele me virou, beijou meu pescoço e orelha, apertou meus peitos e ordenou:
— Abre a perna
Eu abri. Ele me empurrou contra o azulejo frio, ergueu uma das minhas coxas com a mão e encaixou o pau grosso por trás. Meteu, entrou de uma vez. A água fez tudo mais escorregadio, mais fundo. Eu gemi alto, a testa no azulejo, uma perna no chão, a outra presa no braço dele.
Ele metia de pé, por trás, estocadas longas. A outra mão veio na frente e encontrou meu clitóris. Eu virei o rosto e ele me beijou de lado, a língua na minha enquanto o pau grosso ia e vinha.
— Que puta molhada… — rosnou no beijo.
— Mete — pedi, a voz falhando. — Me fode assim. Mete.
Ele apertou a coxa erguida com mais força e acelerou. Cada estocada me empurrava contra o azulejo, quase me levantando do chão. Eu apertei as pernas, a de apoio e a que ele segurava, prendendo ele dentro, a buceta fechando em volta da grossura.
O quarto orgasmo veio no beijo. Eu gozei com a boca na dele, as pernas tremendo, um gemido abafado entre as línguas. Quando passou, ele saiu devagar, ainda duro, e me virou de frente de novo. Me beijou mais uma vez, mais calmo.
# Parte 5
Nós voltamos para a cama ainda um pouco molhados. Léo me deitou de lado, e subiu em mim, erguendo uma das minhas pernas, sentando sobre a outra. Agora fazíamos parte de uma mesma tesoura. Ele segurou minha coxa de cima, abriu mais e encaixou o pau grosso de lado, e pressionou a glande contra minha buceta inchada
Entrou devagar. O ângulo era outro. Eu sentia ele atravessar de um jeito mais fundo e mais íntimo, a haste roçando o clitóris a cada movimento.
Ele segurou minha perna no ar, mantendo a abertura, e começou a meter lento, o pau saindo quase inteiro e voltando até o fundo. Eu via o olhar dele, via quando ele olhava para baixo, para o lugar onde a gente se encaixava.
— Porra… — gemí. — Assim você me come inteira.
— Essa buceta foi feita pra esse pau — respondeu, a voz rouca. — Olha como ela engole.
Eu comecei a rebolar minha pelve para frente para trás, ainda deitada de lado, encontrando as estocadas O ritmo não acelerou. Ficou daquele jeito: lento, fundo, de lado, a perna aberta, e eu sentia cada recuo, cada vez que o cabeção pressionava o fundo.
Gozei de novo, pela quinta vez. Não foi explosivo, tentei segurar até eu não aguentar mais. e então veio, o gozo, e junto com ele algumas poucas lágrimas escorreram sem eu pedir. Não por tristeza, arrependimento, mas por excesso de prazer.
Ele não parou. Continuou me fodendo durante o gozo, mais devagar ainda, e ao perceber:
— Chora, porra… — murmurou. — Goza olhando pra mim.
Quando os tremores passaram, ele saiu com cuidado, me virou de costas para o colchão e ficou entre minhas pernas.
— Posso continuar, Tania? meu pau quer explodir dentro de ti…
# Parte 6
Ele ficou por cima. Os joelhos abrindo as minhas pernas, o peito colado no meu, o peso me prendendo no colchão. O pau deslizou de novo, de frente, e entrou até o fundo numa estocada só.
Eu gemi alto. O papai e mamãe dele não era calmo. Era fundo, firme, o quadril batendo no meu, o pau martelando o mesmo ponto. Cada investida me afundava contra o colchão. Eu via o rosto dele de perto, o maxilar travado, o suor escorrendo na têmpora.
— Assim gostoso.. caralho — mandou. — Quer meu leitinho, né amor… levar essa pau até o fim.
— Me fode — pedi, a voz já quebrada. — Me come inteira. Me enche de novo.
Ele acelerou. As estocadas ficaram ainda mais fortes, mais profundas, mais molhadas. Eu apertava as pernas em volta da cintura, puxando ele para dentro a cada vez.
— Que puta gostosa… — rosnou. — Já gozou pra caralho e ainda aguenta…
— Porque eu gosto — gemí. — Gosto de ser comida por você. Gosto desse pauzão me destruindo.
O último orgasmo veio junto com o dele. Eu comecei a gozar primeiro, e logo depois ele enterrou até o limite e gozou dentro, o pau latejando, o corpo colado no meu. Suados. Sem ar. Olho no olho. E saiu. Da boca dele. As palavras:
— Te amo, porra...
Arregalei os olhos, fiquei em silêncio. Ele dentro, amolecendo devagar, a respiração pesada no meu pescoço. O gozo escorrendo entre nós. O quarto estava quente. O corpo marcado. As pernas bambas. Ele beijou minha boca mais uma vez, mais lento, e ficou deitado em cima de mim mais um pouco, sem sair.
#Epílogo
Depois ele se levantou, me puxou pela mão e fomos até a sala ainda nus. Ele serviu água. Eu bebi em pé, as pernas bambas, o vestido bege ainda no chão da entrada, a calcinha de renda em algum lugar do quarto.
Foi aí que ele falou, quase sem olhar para mim:
— Tenho uma fantasia.
Eu virei o rosto.
— Qual?
— Te foder na sua cama.
A frase ficou no ar. Eu ri baixo, sem responder de imediato. Ele também não insistiu. A gente desconversou. Mas a coisa não saiu da cabeça.
Eu me vesti devagar. Beijei a boca dele na porta, um beijo curto, e desci.
Dirigi de volta para casa com o corpo latejando, o gozo dele ainda em mim, a frase repetindo baixo: na sua cama.
Cheguei, tomei outro banho, vesti o pijama. Passei o restante da noite assim, assistindo televisão, até que deitei na cama de casal vazia. Fechei os olhos e sorri no escuro.
No dia seguinte, domingo, 8h da manhã, o celular vibrou.
Léo: “Estou aqui no Sudoeste, pertinho de você. Me recebe?”
Mas essa, já era outra história.




