Depois de alguns minutos, saí do chuveiro, enrolei-me numa toalha macia e voltei para a suíte, o corpo limpo, mas ainda sentindo o anus encharcado, uma lembrança persistente da penetração e do gozo dele. Augusto estava deitado na cama , a toalha solta ao redor da cintura, me observando. Deitei ao seu lado.
— Tá mais calma agora, putinha? ele perguntou, a voz mais suave, mas com um toque de zombaria.
— Sim, murmurei, hesitante, mas ainda sinto você... foi intenso.
Ele riu baixo, passando a mão pelo meu cabelo.
— Você aguentou bem, vadia. Descansa um pouco.
Conversamos brevemente sobre o que acabara de acontecer — ele elogiando minha entrega, eu confessando o misto de medo e prazer —, mas o cansaço nos venceu, e adormecemos lado a lado, com o silêncio da suíte.
Quarenta minutos se passaram, o sono leve me deixando sonhar com sombras e sussurros. Abri os olhos lentamente, o corpo ainda pesado do sono que me tomou após a intensidade da sessão. Eram por volta de 19h10, o silêncio da suíte quebrado apenas pelo zumbido suave do ar-condicionado. Havíamos entrado no motel às 14h, e agora, cinco horas depois, a exaustão e o prazer se misturavam em mim. Virei a cabeça e lá estava Augusto, em pé ao lado da cama, completamente nu, o pau grande amolecido pendendo para baixo após o gozo anterior, os olhos fixos em mim com uma mistura de satisfação e desejo. Eu estava nua, deitada de bruços na cama, um lençol fino cobrindo apenas minhas costas, deixando a pele marcada pelas horas de entrega exposta até a cintura. Meu coração acelerou, e meus pensamentos começaram a girar: “O que ele tem em mente agora? Será mais humilhação, mais foda, ou algo diferente? Meu corpo ainda dói, mas esse olhar... ele quer mais, e eu também.”
A lembrança do pau dele no meu anus, da palmatória, do espelho, me fez estremecer, e eu me perguntei até onde essa dança nos levaria.
Ele se aproximou, sentando-se na beira da cama, e passou a mão pelo meu cabelo desarrumado, um gesto quase carinhoso que contrastava com a rudeza de antes.
— Você se provou muito, putinha, disse, a voz grave mas mais suave agora. Já aguentou tudo que te dei, e mereceu o que vem a seguir. Vai ser com mais cuidado, mais carinho, mas não pense que meu pau vai te poupar. Ele tá louco pra te foder muito ainda.
Seus olhos brilharam, e ele deslizou a mão pela minha coxa, o toque firme mas gentil, prometendo uma intensidade diferente.
— Vou te tratar como minha vadia especial hoje, mas vai sentir cada pedaço do meu pau, acrescentou, o desejo evidente enquanto me observava na cama.
Ele se inclinou, a voz mais suave:
— Quero que você converse bastante comigo hoje, putinha, disse, o tom quase carinhoso. Fica à vontade, fala tudo que sentir, tudo que quer. Vamos fazer diferente agora.
Com um gesto firme, ele ordenou:
— Vira de costas, vadia. Obedeci, me virando, o lençol deslizando para revelar minha pele, e ele se posicionou por cima, o corpo pairando sem tocar o meu, o calor dele pairando sobre mim.
Sem aviso, ele se abaixou e colou os lábios nos meus, o beijo profundo e possessivo, a língua invadindo minha boca enquanto eu gemia baixo, sentindo-me à vontade para falar.
— Ai, Augusto, que delícia, murmurei entre os beijos, e ele sorriu contra meus lábios.
Desceu lentamente, beijando meus seios, a língua traçando os mamilos ainda sensíveis, e eu suspirei:
— Isso, chupa mais, por favor.
Ele continuou, os lábios deslizando pela barriga, deixando um rastro úmido, e eu gemi:
— Vai descendo…. vc me deixa louca desse jeitoooo… Chegou às coxas, beijando a pele interna com cuidado, e eu gemi: Quero tua boca aí, Augusto, por favor!
Ele obedeceu, separando minhas coxas com as mãos e chupando minha buceta, a língua quente explorando os lábios inchados, o clitóris sensível, e eu gritei:
— Ai, que delícia, me chupa assim, te quero tanto!
O prazer crescia, meu corpo se contorcendo na cama, e ele levantou o rosto, o pau começando a endurecer.
— Agora, putinha, chupa meu pau até ficar duro de novo, ordenou, deitando-se ao meu lado.
Ajoelhei-me, tomando a glande mole na boca, lambendo e sugando devagar, e falei entre os movimentos:
— Tá ficando duro, gosto do teu gosto, Augusto.
Em poucos minutos, ele estava completamente ereto, as veias pulsando, e ele me puxou para cima.
— Deita de costas, vadia, vou te comer papai e mamãe agora, disse, posicionando-se entre minhas pernas.
Ele entrou devagar, o pau grosso abrindo minha boceta novamente, e eu gemi:
— Ai, entra tudo, me fode gostoso! O espelho lateral capturava a cena, e ele começou a meter, o ritmo inicial lento, mas intenso, enquanto eu continuava: — Que delícia, me enche, por favor!
Deitada de costas, nua e exposta, eu cruzei minhas pernas em volta dos quadris dele, puxando-o mais para dentro, se é que dava, sentindo a pressão firme das suas coxas contra as minhas. Seus lábios colaram nos meus em um beijo profundo, faminto, a língua invadindo minha boca como se quisesse me devorar inteira, e eu adorei cada segundo, retribuindo com igual intensidade, minhas mãos cravando nas costas dele enquanto ele me fodia gostoso
Aquele pau grosso de 19 centímetros deslizando para dentro da minha buceta com uma facilidade, lubrificada pelo meu tesão acumulado. A sensação na minha buceta era uma delícia absoluta — quente, esticada, com aquele atrito suave raspando nas paredes internas, criando ondas de prazer que irradiavam da entrada até o fundo, batendo no colo do útero com uma pressão ritmada que me fazia levantar as costas. Cada entrada era como uma faísca, o canal vaginal se contraindo involuntariamente em volta dele, sugando-o mais fundo, e o lubrificante natural misturado ao sêmen anterior tornando tudo escorregadio, molhado, com um som úmido que ecoava no quarto.
— Que pau gostoso, Augusto, eu gemi entre os beijos, a voz rouca e entrecortada, minhas pernas apertando mais em volta dos quadris dele para guiar o ritmo. Ele me enche toda, me rasga tão bom, porra... continua assim, me fode com esse pau enorme!
Ele riu baixo contra minha boca, os beijos se tornando mais intensos, a língua dançando com a minha enquanto acelerava as estocadas, o corpo suado colando no meu.
— Tua buceta é uma delícia, putinha, ele respondeu, a voz grave e ofegante, os lábios descendo para morder meu pescoço. Tá tão apertada, tão molhada pra mim... olha como ela chupa meu pau, vadia. Essa buceta casada gosta de ser fodida assim, né…. safada, quente, gulosa.
Eu adorava cada palavra, o elogio misturado à humilhação me incendiando mais, e respondi:
— Sim, ela é tua, adora teu pau gostoso me abrindo, me faz gozar tanto!
Fodemos muito assim, o ritmo variando entre lento e profundo para prolongar o prazer, depois acelerando para me levar ao limite, os beijos constantes, apaixonados, como se não pudéssemos nos separar. Minhas pernas às vezes cruzadas nos quadris dele, outras abertas e apoiadas ao lado, apertando para trazê-lo mais fundo, e a sensação na minha buceta se intensificava a cada minuto .
— Mais, por favor, teu pau é gostoso, me fode vai! eu gemia, enlouquecida, e ele respondia:
— Essa buceta é perfeita, putinha, quente e apertada pra caralho, vou te encher de porra, caralho!
Duramos muito tempo nessa posição, o tempo se dissolvendo em suor, gemidos e beijos, o prazer nos consumindo sem pressa. Augusto deslizou para fora de mim com um movimento lento, o pau ainda úmido deixando um vazio momentâneo na minha buceta, e se deitou ao meu lado na cama:
— Vem, putinha, cavalga meu pau de costas pra mim agora. Quero ver essa bunda se movendo enquanto conversamos.
Meu corpo, ainda sensível, respondeu com um arrepio, e eu me posicionei sobre ele, virando-me de costas, o espelho lateral capturando minha silhueta nua — os seios livres para balançar, a bunda empinada, e as coxas abertas revelando a buceta ainda úmida.
Ele segurou a base do pau, e guiou-me para baixo, a glande roçando minha entrada antes de eu me abaixar com cuidado. A sensação na minha buceta era diferente agora, mais sensível após horas de entrega, o canal se ajustando à grossura dele com um calor renovado, as paredes internas pulsando em volta dele. Cada descida era um choque de prazer, o pau batendo fundo com uma pressão que fazia meu ventre se contrair, enviando arrepios pelas minhas pernas.
— Fala comigo, vadia, diz o que sente, ele ordenou, as mãos repousando nas minhas coxas, guiando meu movimento sem pressionar.
— Augusto, tá tão bom, eu gemi, rebolando devagar, as mãos apoiadas nas coxas dele para me equilibrar. — Tua rola me enche de um jeito que eu não aguento, sinto ela pulsando dentro de mim... continua me fodendo, vai!
— Essa buceta tá quentinha pra caralho, putinha, tão apertada mesmo depois de tudo. Adoro te ver rebolando assim, minha vadia especial.
— Quero mais, teu pau me deixa louca, me faz sentir tão tua... não para, por favor!
De repente Augusto me puxou com firmeza, interrompendo o ritmo da cavalgada.
— Chega de brincadeira, putinha,disse, a voz rouca voltando ao tom dominante. Deita de bruços, agora.
Obedeci, deitando de bruços, a bunda empinada instintivamente. Ele se ajoelhou entre minhas pernas, abrindo-as com as mãos grandes, o pau agora completamente ereto, meus seios esmagados contra o colchão, a bunda empinada e ele atrás, pronto para me tomar. Alinhou o pau e me penetrou com uma estocada violenta, a grossura invadindo minha buceta de uma vez, arrancando um grito rouco de mim.
— Toma, vadia, vou te foder pra valer! rosnou, começando a meter com força, os quadris batendo contra minha bunda com um som molhado que ecoava na suíte. A sensação na minha buceta era deliciosa, cada investida era profunda, o pau batendo no cérvix com uma pressão que me fazia tremer:
— Ai, Augusto, me arromba, me fode forte! gemi, a voz quebrada de tesão, as mãos agarrando o lençol.
— Olha essa buceta gulosa, putinha, me engolindo todo, ele respondeu, ofegante, as mãos cravando nos meus quadris enquanto acelerava, o ritmo brutal me levando ao limite. Tá tão apertada, vadia, perfeita pra minha porra!
Eu arfei, o corpo se contorcendo sob ele:
— Teu pau é incrível, me rasga toda, goza comigo, por favor!
O prazer subia em espirais, meu ventre se contraiu, e ele grunhiu:
— Vamos juntos, putinha, toma pau… toma… Com mais três estocadas violentas, ele travou dentro de mim, o pau pulsando forte enquanto gozava, o calor do sêmen enchendo minha buceta. Meu orgasmo explodiu ao mesmo tempo, o corpo tremendo, um grito escapando enquanto a onda me atravessava, o espelho refletindo nossos corpos colapsados, suados e saciados.
O orgasmo foi como uma tempestade, o calor do sêmen de Augusto ainda escorrendo dentro da minha buceta enquanto eu tremia sob o peso da entrega. Ele se retirou devagar, o pau escorregando com um som úmido, e caiu para o lado, o corpo suado e ofegante.
— Vem cá, putinha, ele disse, com um tom de satisfação. — Limpa meu pau agora, essa vadia tem que cuidar do que sujou.
Eu me virei, e me arrastei até ele, ajoelhando-me ao seu lado. Peguei um lenço macio do frigobar, mas ele balançou a cabeça.
— Com a boca, vadia, ordenou, o sorriso voltando com um toque de crueldade.
Aproximei-me, o cheiro dele invadindo meus sentidos, e lambi devagar a glande, sentindo o gosto salgado da porra residual misturado ao meu próprio prazer.
— Isso, limpa tudo, putinha, ele murmurou, a mão repousando na minha cabeça. — Boa garota, tua boca é útil pra isso também, disse, o elogio misturado à humilhação me fazendo corar enquanto terminava, capturando minha submissão final.
Epílogo: O silêncio tomou a suíte após eu limpar o pau de Augusto, a última gota de porra residual desaparecendo sob minha língua enquanto ele me observava com um misto de satisfação e cansaço. Ele se recostou na cama, o corpo nu relaxando contra o lençol, e eu me deitei ao seu lado, ainda sentindo o peso da entrega nas minhas coxas, buceta e no meu cu. O sexo havia acabado, e o ar parecia mais leve, como se o peso da humilhação tivesse dado lugar a uma trégua.
Augusto virou a cabeça para mim, os olhos menos cruéis agora, quase curiosos.
— O que achou dessa vez, Tania? perguntou, passando a mão pelo meu cabelo desarrumado. Respirei fundo, e comecei:
— Foi intenso, Augusto... nunca imaginei que ia gostar tanto de ser dominada assim. A guilhotina, o anal... me assustou no começo, mas me senti tão tua.
Ele sorriu de lado, traçando círculos leves na minha coxa.
— Você aguentou bem. Te vi gozar e implorar, e essa buceta e bunda te entregaram de bandeja. Gostei de te ver assim.
Continuei, a voz mais firme:
— A humilhação me pegou desprevenida, mas me excitou de um jeito que não esperava. E quando você me deixou falar, eu perdi o controle... foi libertador.
Ele riu baixo, assentindo.
— Queria te ouvir, putinha. Teu diálogo me deixa louco, e teu corpo responde melhor quando fala. A palmatória, o gelo... tudo isso te marcou, né? Concordei, sentindo um arrepio:
— Sim, cada tapa, cada toque frio... me fez sentir diferente.
— "Você é especial, vadia. Mereceu cada segundo”
Eram por volta de 20h50, quase sete horas desde que entramos no O Motel, e o cansaço começava a pesar nos meus músculos, mas meu coração ainda batia com a adrenalina da experiência. Levantei-me devagar, sentindo o peso de cada momento — a cruz, a guilhotina, os tapas, o anal — e comecei a me vestir, a calça de alfaiataria preta deslizando pelas pernas, a blusa acetinada voltando ao lugar com um ajuste desleixado. Augusto me observou em silêncio, depois se levantou e me ajudou a calçar as sandálias de salto fino, um gesto que misturava posse e ternura.
No carro, enquanto dirigia para casa, meus pensamentos se entrelaçaram. O que eu sou agora? Uma esposa que trai, uma submissa que se entrega, ou apenas uma mulher descobrindo seus desejos? A dor no anus, o calor na bunda, a lembrança dos gemidos — tudo me marcava, mas também me libertava. Não sabia se voltaria, mas sabia que aquele dia mudara algo em mim, um segredo guardado entre as quatro paredes do O Motel, pronto para ser revisitado ou deixado para trás.
Foto abaixo: desenho rabiscado (ambiente modificado) de uma foto que fiz ao chegar em casa

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