Foi nesse vazio inquieto que conheci Aquiles, em um bate-papo virtual. Aos 64 anos, viúvo, empresário, ele era 33 anos mais velho que eu, e essa diferença trouxe uma curiosidade nova, uma fantasia que eu ainda não havia explorado. Sua foto mostrava cabelos e barba grisalha, bem cortados, uma expressão calma que escondia um brilho sedutor nos olhos. Sua voz, quando enviou mensagens de áudio, era grave, pausada, como se escolhesse cada palavra para me envolver. Ele se apresentou com uma elegância à moda antiga, educado, atencioso, mas com um toque de mistério que me fez querer conhecer mais. “Eu não corro, eu navego,” ele escreveu em uma das mensagens, e aquilo me fisgou. Aquiles não prometia pressa, mas profundidade. E eu, já encantada, sabia que precisava conhecê-lo.
Ao longo daquela sexta-feira, 31 de março, as palavras de Aquiles continuaram a me envolver como uma corrente suave, mas irresistível. Ele sabia o que dizer, cada frase cuidadosamente escolhida, mestre na sedução. “Quero te ver brilhar, Tânia, com a calma que merece,” ele escreveu, e minha resistência desmoronou.
No cair da noite, meu coração batia acelerado enquanto eu me preparava. O vestido midi de tricô bege abraçava meu corpo (foto abaixo), deixando a mostra meus ombros e minhas coxas, e desenhando os contornos da minha bunda e seios. Prendi os cabelos em um coque baixo, elegante, com alguns fios dançando pela nuca. Assim, dirigi-me ao flat dele no centro de Brasília, sentindo a noite pulsar com promessas de um encontro que seria diferente de tudo.
# Parte 1: O Encontro
Cheguei ao flat por volta das 21h. O cheiro de vinho tinto já estava no ar, e um jazz instrumental tocava baixo, criando uma vibe calma e íntima. Aquiles me recebeu com um blazer azul-marinho, os cabelos grisalhos bem arrumados, e um olhar que me fez sentir notada.
- Você está mais bonita do que imaginei, ele disse, com aquela voz grave que me acertou em cheio.
Me ofereceu uma taça de vinho tinto e sentamos no sofá de couro. Conversamos por quase uma hora, sobre coisas simples, mas não banais. Aquiles não falava muito, mas quando falava, era certeiro. Ele elogiava minha risada, a forma como meu cabelo caía solto na nuca, e até como eu segurava a taça.
- Você parece ter uma energia que suga a gente, Tânia, ele disse, e eu senti meu rosto esquentar.
A conversa fluiu fácil, com o vinho me relaxando e o jazz nos envolvendo, até que ele se aproximou, sua mão grande tocando meu rosto com cuidado, e o primeiro beijo aconteceu, quente e sem pressa. Um toque leve dos lábios, seguido de uma pressão maior. Em poucos segundos, estávamos nos abraçando e beijando com maior volúpia, com as línguas sentindo o toque uma da outra. Então ele levantou, me estendeu a mão, que aceitei, e me fez segui-lo…
# Parte 2: O Envolvimento
Aquiles me levou ao quarto, onde uma cama ampla e bem arrumada, macia, nos aguardava. Em pé, me beijou ainda mais e ousou acariciar minha bunda por sobre o vestido.
- Deita aqui, Tânia, ele murmurou, voz grave, quase um comando suave.
Eu me estiquei na cama macia, o vestido midi de tricô bege ainda no corpo, sem sutiã, o tecido colando nos meus seios que obviamente já estavam, duros de excitação. Fechei os olhos, coração disparado.
- Você é tão linda assim, ele disse, enquanto suas mãos grandes subiam pelas minhas coxas, empurrando a barra do vestido até a cintura. Minha lingerie de renda creme apareceu, e ele a deslizou devagar, tirando-a com cuidado. Ainda tímida, auxiliei de leve levantando os quadris para facilitar a tarefa dele
- Que perfeição, Tania…olha isso, como é delicada, ele sussurrou, olhando minha buceta exposta.
Senti um arrepio, um calor entre as pernas e a buceta umedecendo, com o tesão crescendo e meus mamilos apertando contra o tricô. Ele se posicionou, rosto perto, o fôlego quente roçando minha pele.
- Relaxa, deixa eu te sentir.
Sua língua tocou meu clitóris, que já apontava entre os lábios. Foram lambidas lentas e longas que me fizeram arquear as costas, enquanto soltava um gemido baixo.
- Isso, Tânia, ele murmurou, chupando com calma, explorando cada dobra macia, a entrada apertada. Meu corpo tremia, pernas tensas, respiração saindo em suspiros curtos.
- Tá gostando? ele perguntou, voz abafada, e eu só consegui gemer baixo,
- Sim... Continua.
Ele intensificou, língua firme, sugando meu clitóris com precisão. Assim foram longos minutos, enquanto o prazer subia devagar, quente, até explodir em um orgasmo silencioso. Meus músculos pulsaram, pernas tremerem, enquanto eu mordia meus lábios.
- Boa menina, ele disse, erguendo o rosto com um sorriso, e eu abri os olhos, ofegante, querendo mais.
# Parte 3 - minha vez de chupar
Depois do orgasmo, ainda tremendo, abri os olhos, me apoiei nos cotovelos, e vi Aquiles se levantar da cama.
- Agora é minha vez, ele disse, com um sorriso calmo, a voz grave me arrepiando.
Ele tirou a roupa desabotoando a camisa branca devagar, revelando o peito largo coberto por pêlos grisalhos. Seus ombros eram fortes, a barriga levemente saliente, mas firme, mostrando a força de um homem que viveu bem seus 64 anos. Quando ele deixou a calça cair, meu olhar desceu. “Hummm, olha só pra você”, pensei comigo mesma, sem dar um pio, mas mordendo o lábio de escitação. O pau dele estava ali, livre, a base grossa e firme, a glande larga, avermelhada, brilhando sob a luz suave do quarto. Todo bem cuidado, pelos aparados, um saco grande com bolas marcadas e pesadas penduradas bem abaixo do pau. Não estava totalmente duro ainda, mas já impressionava, prometendo resistência.
- Gostou? ele perguntou, uma sobrancelha erguida, enquanto se aproximava. Senti minha buceta pulsar só de olhar, o calor voltando.
- Muito, respondi, a voz rouca, esticando a mão para tocar, sentindo a pele macia da glande sob meus dedos. Ele gemeu baixo,
- Cuidado, Tânia, você já tá me deixando louco, menina.
Eu sorri, ainda com o corpo quente do orgasmo, sentei na beirada da cama, subi o vestido, tirando-o todo e jogando-o de lado. Aquiles estava em pé na minha frente, o pau a poucos centímetros do meu rosto, ainda meio mole, mas já impressionando com seus 17 centímetros, a base grossa e a glande larga.
- Quero te saborear agora, murmurei, olhando pra ele, que sorriu com aquele brilho calmo nos olhos. Peguei o pau dele com uma mão, sentindo o peso, a pele quente e lisa.
- Vai, Tânia, ele disse, enquanto eu passava a língua devagar pela glande, lambendo em círculos, o gosto salgado me excitando. Ele gemeu baixo, mas não mudava a consistência, permanecendo meio mole. Isso só me deixou mais determinada.
- Tá gostoso? perguntei, chupando a cabeça com calma, minha boca envolvendo ele enquanto minha mão massageava a base e apalpava as bolas que enchiam a mão.
- Demais, ele respondeu, acariciando minha cabeça.
Chupei mais fundo, a língua dançando pelas veias, sentindo ele crescer aos poucos na minha boca, ficando mais firme, mais pesado. Foram longos minutos. Minha buceta pulsava só de ver ele reagir, meus seios roçando nas coxas dele enquanto eu acelerava o ritmo.
- Porra, Tânia, você sabe fazer isso, que boca gostosa ele grunhiu, o pau agora quase duro, esticando minha boca com a glande larga. Parei por um segundo, olhando pra ele, ofegante.
- Pronto pra mim? perguntei, sorrindo e masturbando ele. Ele assentiu, e eu soube que estávamos prontos para o próximo passo.
# Parte 4 - a penetração
Com o pau de Aquiles bem duro na minha mão, ele me puxou com cuidado.
- Deita aqui comigo, ele disse, voz grave, me guiando para a cama. Deitei de lado, nua, o calor do corpo dele se encaixando atrás de mim, colando no meu.
- Assim, Tânia, ele murmurou, beijando meu ombro enquanto erguia minha coxa um pouco, abrindo espaço. Senti a glande avantajada roçar minha buceta, já molhada, antes de ele colocar a camisinha.
- Pronto pra me comer? perguntei, virando o rosto para encontrar aqueles olhos profundos.
- Sempre, ele respondeu.
Ele usava frases curtas na maior parte das vezes. Então, já devidamente encapado, afastou minhas nádegas com as mãos, e entrou devagar, avançando para dentro de mim, deslizando gostoso até que a base grossa esticou minha buceta apertada, me fazendo soltar um gemido rouco.
- Caralho, que gostoso, sussurrei, e ele sorriu, beijando meu ombro de novo, a barba rala roçando minha pele.
O ritmo era lento, cada estocada profunda, constante, como uma dança sem pressa. Nossos olhos se cruzaram, e eu sentia ele me preenchendo, não só o corpo, mas algo mais fundo.
- Você é incrível, tá muito gostoso, apertado, ele disse, a mão grande apertando meu quadril, me segurando firme. Minha buceta pulsava ao redor dele, o prazer aumentando a cada estocada, sem precisar de mais nada.
- Ai, tô contraindo… tá sentindo, Aquiles? perguntei, a voz tremendo.
- Tudo, Tânia, ele respondeu, mantendo o ritmo.
Todo o tempo que levou para ele ficar totalmente duro, se refletiu em rigidez prolongada e um controle absoluto do próprio prazer. Aquiles metia com um ritmo constante, irresistível, e meu segundo orgasmo veio numa crescente, e explodiu calmo, com contrações vigorosas da minha buceta, meu corpo tremendo contra o dele, gemidos mais intensos, enquanto ele me abraçava, beijando minha nuca.
— Isso, minha menina, ele sussurrou, e eu me derreti, ainda conectada a ele.
# Parte 5 - ele continuava duro
Ainda tremendo do orgasmo de ladinho, não pude deixar de pensar na situação. Eu, 31 anos, gozando duas vezes na boca e no pau daquele senhor de 64, que depois de demorar a ficar completamente ereto, sem mantinha firme e constante. Foi então que senti Aquiles sair de mim, deixando aquele vazio. Ele me virou com cuidado.
- Quero te olhar de frente agora, ele disse, me envolvendo.
Deitei de costas, as pernas abertas, flexionadas mas com os pés apoiados na cama, e a buceta ainda pulsando e molhada. Ele se posicionou entre mim, o pau duro, vestido com a camisinha.
- Abre, Tânia, ele murmurou, segurando minhas mãos.. Ele entrou devagar, me alargando de novo, e enfim chegando ao fundo, quando soltei um gemido baixo.
- Porra, isso é tão bom, sussurrei, olhando nos olhos daquele senhor, que pareciam me devorar.
- Você é perfeita, que sexo gostoso, ele repetiu, começando a se mover, de novo com estocadas profundas e constantes, sem pressa.
Eu recebia calada, gemente, com minhas mãos acariciando as costas e o rosto dele, alternadamente. Cruzei minhas pernas nas coxas dele, e ajudava puxando-o mais para dentro de mim. Os movimentos se tornavam mais intensos. Meus gemidos eram suaves, misturados com os dele, a respiração pesada.
- Olha pra mim, ele pediu, e eu obedeci, os olhos marejando enquanto o prazer crescia, uma onda emocional que apertava meu peito. Não resisti, e enquanto minha buceta apertava ele, pedi:
- Ahhhh Aquiles, me come.. Vou gozar de novo… porra…, e então o corpo tremeu de novo, com o orgasmo que veio forte, o terceiro, e mais intenso da noite.
- Aquiles... gemi de novo, voz quebrada. Ele segurou firme minhas mãos, o ritmo firme e intenso, e então gozou, suando, um grunhido baixo, a expressão suave enquanto respirava pesado.
- Minha Tânia, ele sussurrou, ainda dentro de mim, e eu senti ele pulsar, a camisinha segurando tudo. Ficamos ali, conectados, o momento tão íntimo que quase doía.
Ainda ofegante, com o coração batendo forte após a foda, senti Aquiles deslizar para fora de mim, a camisinha ainda no lugar:
- Vira pra mim, Tânia, ele disse, a voz grave me guiando, mas então completou Porra, a camisinha me derruba, vai amolecer.
Fui até ele, tirei a camisinha, segurei o pau todo lambuzado do gozo e comecei a punhetar. Sentindo a demora, não hesitei e levei minha boca, chupando o pau com vontade gemendo baixinho… senti a resistência se formar, e ele endurecer. Parei, me posicionei de quatro na cama, os joelhos afundando no colchão, a bunda empinada, a buceta molhada e sensível exposta pra ele.
- Caralho, que visão, ele murmurou, as mãos grandes acariciando minhas nádegas, os dedos firmes traçando a curva da minha bunda.
Olhei por cima do ombro, vendo o desejo nos olhos dele.
- Vem, me come, eu pedi.
- Mas, e a camisinha?, ele respondeu.
- Deixa, vem.... Eu retruquei.
Ele então se ajustou atrás de mim, o pau duro, pincelou minha buceta com a glande larga roçando antes de entrar.
- Devagar, tá? pedi, e ele assentiu,
- Sempre, minha menina. Centímetro por centímetro ele entrou, e depois de chegar lá no fundo, afirmou
- Essa buceta é perfeita. Sentir ela na carne melhor ainda. Como é quente, macia, inchada.
Começou a meter. Cada estocada me preenchia até o fundo, fazendo meu corpo balançar.
- Tá gostando ele perguntou, uma mão no meu quadril, a outra subindo pra apertar meu ombro.
- Muito... Continua, gemi baixo, sentindo minha buceta apertá-lo, o prazer quente e constante. Ele mantinha o ritmo, sem pressa.
- “Você é tão apertada,” ele disse, e eu empinei mais, querendo senti-lo ainda mais fundo.
O jazz ao fundo misturava-se aos meus gemidos, marcando ainda mais o momento. O novo orgasmo não veio. Nem meu, nem dele. Não o orgasmo clássico. Mas sentia meus pés formigando e minha buceta queimando em ondas de prazer quase explícito. Ele meteu demoradamente, enquanto tinha fôlego para isso, até que o pau, enfim, começou a perder rigidez, e parou.
# Epílogo
Depois de me ter (sim, ele “me teve”, não apenas “meteu”) de quatro, Aquiles deslizou para fora.
- Vem cá, Tânia, ele disse, a voz agora mais suave, me puxando para deitar ao seu lado. Me aninhei no peito dele, ainda nu, o calor do corpo dele contra o meu, nossos suores misturados.
- Você foi incrível, ele murmurou, acariciando devagar minha nuca.
- Você também, sussurrei, ouvindo a respiração dele, calma e profunda.
O jazz ainda tocava baixo, o cheiro de vinho tinto e sexo pairando no ar.
- Hoje fui tua embarcação, falei, lembrando a frase dele, e ele riu baixo,
- E eu naveguei em você.
- Vc mergulhou em toda a profundidade, respondi, sorrindo.
Fiquei ali, abraçada, sentindo uma paz que não explicava, encantada com a força silenciosa daquele homem. Ele não era só sexo, era presença, respeito, atenção. Quando me levantei, 3 horas e meia depois de ter chegado, saí leve, preenchida por dentro e por fora, a noite marcada como uma memória que não precisava ser desprezada, e que eu poderia carregar por muito tempo.


