Naquela manhã, sem nada melhor pra fazer, decidi entrar (de novo) no chat do UOL. Talvez encontrasse algo interessante. Rolei a tela, olhando os nicks, até que um me chamou atenção: Forasteiro Tímido. Vcs sabem que eu sempre procurava quem fosse de fora, e o nick sugeria isso. Cliquei, mandei um “oi” despretensioso e esperei.
Ele respondeu rápido, com um “Oi, tudo bem?”. A conversa começou tímida, como o nick sugeria. Ele era Roberto, 36 anos, consultor de TI de Belo Horizonte, naquela semana estava hospedado no Hotel Vision, que fica ali, no Setor Hoteleiro Norte, por conta de um projeto de trabalho. Disse que não era muito de sair, que, exceto pelo trabalho, preferia ficar no quarto, mas que o chat era uma forma de “se distrair”. Eu sorri do outro lado da tela. “Distrair, é?”, provoquei. Ele riu – ou melhor, mandou um “rs” meio sem graça, mas que já mostrava um charme contido.
Conforme a conversa fluiu, percebi que Roberto era diferente do Paulo, (do Diário 16 e E18). Paulo era direto, cru, limitado, mas com aquela energia crua com que me comeu formidavelmente. Roberto, por outro lado, parecia mais reservado, escolhendo cada palavra com cuidado. Depois de um tempinho, perguntou, curioso sobre mim. “E você, o que te traz aqui?”, ele perguntou. “Tédio”, respondi, rindo. Acho que foi aí que ele começou a se soltar.
Trocamos Telegram por volta do meio-dia, e as mensagens começaram a esquentar. Mandei uma foto minha – nada explícito, só eu com a saia lápis preta que planejava usar, posando de lado para destacar o quadril. Ele respondeu com um “Nossa, você é linda”, seguido de um emoji de olhos arregalados. Ele não mandou foto, mas descreveu a si mesmo: 36 anos, cabelo curto, barba bem aparada, 1,80 m, corpo médio, “nada de academia, mas me cuido”.
Durante a tarde, a conversa foi ficando mais íntima. Ele admitiu que estava curioso, mas nervoso. “Não sou muito experiente nisso”, confessou, e eu achei fofo. “Relaxa”, respondi, já imaginando como seria chegar ao quarto dele e tomar as rédeas. Perguntei se ele estava livre à noite, e ele disse que sim, que estaria no hotel. Imaginando que dele nada sairia, acabei por me oferecer: “Se quiser, posso te encontrar aí”, joguei. Ele demorou uns minutos pra responder, e eu já imaginava ele pensando, pesando, hesitando. Mas veio o “Quero, sim. Que horas?”. Marcamos para 18:30 no próprio Hotel Vision.
Enquanto me arrumava, coloquei a saia lápis preta de couro sintético, uma blusa vinho de alcinha sem sutiã (minha preferência, vcs já perceberam - afinal, meus seios são formosos, modéstia a parte, rs), e as sandálias de salto vermelho que faziam minhas pernas parecerem maiores (fotos editadas abaixo). Escolhi uma lingerie de renda preta por baixo – simples, mas fatal. No caminho pro hotel, o coração batia forte, não de nervosismo, mas de antecipação. Eu sabia que Roberto seria um desafio diferente, e eu estava pronta pra transformar aquele forasteiro tímido em alguém que nunca esqueceria aquela noite.
# Parte 1: a chegada e o entrosamento
Cheguei por volta das 18:40, próximo ao horário combinado. Do lobby, mandei uma mensagem rápida pelo Telegram: “Cheguei. Qual o quarto?”. Roberto respondeu quase imediatamente: “Apartamento 1204. Suba, por favor”. Sorri para mim mesma no elevador, ajustando a saia. Com a ausência do sutiã, os seios livres e o contato com o tecido frio da blusa fazia meus mamilos endurecerem levemente com o tesão que já me tomava.
Bati na porta, e ele abriu devagar, como se estivesse se preparando para o momento. Roberto era exatamente como havia descrito: 36 anos, cabelo curto castanho, barba aparada, olhos castanhos que desviavam um pouco do meu olhar, mas com um sorriso tímido que revelava dentes alinhados. Ele usava uma camisa social clara desabotoada no colarinho e calças jeans, o corpo médio, sem exageros, mas eu via ali algum potencial.
— Oi, Tania. Entra, por favor, disse ele, a voz baixa, quase um sussurro, como se tivesse medo de quebrar o silêncio.
Entrei no quarto, e a vista me tirou o fôlego por um segundo. Era um apartamento amplo, com uma grande janela de vidro, exibindo a cidade de Brasília ao entardecer. As luzes da capital começavam a acender. A cama king size dominava o espaço, o carpete marrom escuro e o tapete aos pés da cama completavam a sensação de conforto luxuoso, mas íntimo.
— Que vista linda, comentei, virando-me para ele com um sorriso provocante.
Roberto fechou a porta e assentiu, coçando a nuca.
— Sim, é... uma das razões pra escolher esse hotel. Quer algo pra beber? Tem minibar.
Ele parecia nervoso, as mãos inquietas, mas seus olhos passeavam pelo meu corpo de forma discreta, focando a linha da minha saia e o decote da blusa. Eu me aproximei, sentindo o cheiro dele – um misto de sabonete fresco e colônia sutil – e toquei seu braço levemente.
— Talvez mais tarde. Vamos conversar um pouco primeiro?
# Parte 2: a iniciativa foi minha
Sentamos na beira da cama, com a cidade como pano de fundo. A conversa começou devagar, como no chat: ele falando do trabalho em TI, da vida em Belo Horizonte, de como Brasília o deixava isolado. Depois de um tempo, falamos sobre nós dois ali, naquele quarto, e ele confessou:
— Eu não sou bom nisso, sabe? Fico nervoso. Sorri, aproximando meu rosto do dele.
— Nervoso é bom. Mostra que vale a pena. Foi aí que o beijei – suave no início, testando.
Roberto correspondeu hesitante, mas logo seus lábios se abriram para os meus, a língua tímida explorando. Minhas mãos desceram para o seu peito, desabotoando a camisa devagar, revelando pele clara com pelos discretos. Ele gemeu baixinho quando eu beijei seu pescoço, mordiscando levemente, e percebi sua ereção crescendo contra a calça.
— Relaxa, eu cuido disso, sussurrei, empurrando-o gentilmente para trás na cama.
Não perdi tempo: tirei minha blusa, expondo meus seios – firmes, com mamilos marrons endurecidos pelo tesão e o ar fresco. Roberto os olhou com admiração, as mãos tremendo ao tocá-los.
— Você é linda, murmurou, e eu guiei suas mãos para apertá-los, gemendo de prazer com o toque.
— Toca mais forte, Roberto. Mostra o que você quer.
Comecei a despi-o lentamente, primeiro a camisa, depois abri o cinto e tirei a calça, como se fosse um ritual, fiquei de 4 sobre ele, beijando a boca, e em seguida desci pelo tronco, até chegar à cueca boxer branca, que baixei de uma vez, revelando seu pênis (foto abaixo, que ele me presenteou depois, como lembrança): levemente curvado para cima, circuncidado, com espessura média e veias discretas (16 a 17cm, pelo que ele me disse depois). Visual limpo, agradável, nada intimidante como o de Paulo, mas perfeito para o que eu precisava – uma conexão mais sensível. Ele estava duro, a glande rosada brilhando.
Antes de prosseguir, ajoelhei-me entre suas pernas, olhando para ele com um sorriso malicioso.
— Posso te provar primeiro?, disse, e ele assentiu, ofegante. Envolvi seu pau com a mão, sentindo o calor e a pulsação, e levei a boca até ele.
Lambi o pau dele da base até a cabeça, subindo devagar pela pau todo, traçando as veias com a língua. Roberto gemeu, as mãos nos meus cabelos.
— Ah, Tania... isso é bom demais.
Chupei a glande, sugando levemente, depois engoli o máximo que pude, movendo a cabeça ritmicamente, a saliva lubrificando tudo. Ele se contorcia, gemendo contido, e eu alternava com lambidas e chupadas nas bolas, depiladas, sentindo-o tremer.
— Você vai me matar assim, ele riu ofegante, e eu parei, subindo para beijá-lo.
— Ainda não. Quero você dentro de mim agora.
No controle, tirei minha saia, e depois a calcinha, e montei em cima dele para a cavalgada. Posicionei-me sobre ele, esfregando minha buceta molhada contra aquele pau duríssimo, que deitava contra o abdome, lubrificando-o com o caldinho viscoso que já escorria da minha buceta excitada. Subia e descia por ele, esfregando e sentindo o calor crescer absurdamente.
— Olha pra mim, ordenei suavemente, e nossos olhos se travaram enquanto eu encaixava o pau dele na entrada minha buceta, sem usar as mãos, apenas com movimentos do quadril.
Assim que me posicionei, desci devagar, empurrando meu quadril para trás e para baixo ao mesmo tempo. O pau dele entrou, e eu senti cada centímetro dele me preenchendo. O encaixe era bom e fácil, a curvatura do pau dele tocava pontos sensíveis da parede anterior da minha vagina. Era simplesmente delicioso. Comecei com movimentos lentos e circulares, apoiando minhas mãos no peito dele. Roberto gemia baixinho, as mãos nos meus quadris, mas deixando que eu ditasse o ritmo.
— Você é tão apertada... tão quente, ele murmurou, e eu respondi acelerando, cavalgando mais firme, meus seios balançando com o movimento.
A vista da cidade ao fundo, adicionava um erotismo urbano ao momento. Minha buceta engolia o pau dele inteiro, e meu clitóris roçava na base dele a cada descida, e o prazer crescia exponencialmente., Ele alternava apertões na minha bunda com carícias nos meus seios, e quando eu me abaixava, ele os sugava com gosto, algo que eu adorava.
— Aiii asssim... isso… não para… mais fundo, eu gemia, guiando a conexão visual.
Acelerei, e o primeiro orgasmo veio aos poucos, aquele tremor que começou no ventre e explodiu, fazendo meu corpo convulsionar sobre ele.
— Ahhh eu tô gozando…. Minha buceta contraiu com violência ao redor do pau dele. Ele se segurava, percebi, para prolongar o momento. Uma ponta de orgulho surgiu no sorriso dele, ao me ver gozar.
Depois do meu orgasmo, senti minhas pernas muito moles, parei por um momento, ainda com ele dentro de mim, ofegante.
— Se você não for gozar agora, eu preciso de uma pausa... vamos beber algo?, sugeri, descendo dele devagar. Roberto assentiu, rindo nervoso.
— Boa ideia. Meu coração tá disparado.
# Parte 3 - um breve intervalo
Fomos ao minibar – eu nua, ele também, a brisa vinda da porta refrescando nossa pele suada. Ele pegou duas águas geladas, e sentamos na cama novamente, bebendo enquanto conversávamos.
— Você é incrivelmente gostosa, Tania. Nunca imaginei algo assim nessa viagem, ele disse, tocando meu braço de leve. — E esses seus lábios, que delicia.
Eu sorri.
— E você? Tímido, mas que potência hein? Se segurando bem… O que mais você gosta de fazer?
Ele corou.
— Gosto de... explorar, mas devagar. Como agora. Rimos, e o diálogo fluiu para fantasias leves, construindo a tensão novamente.
— Quero te chupar agora”, ele confessou de repente, e eu nem dei tempo dele se arrepender, me deitei, abrindo as pernas.
— Então vem.
# Parte 4: a tensão (e o tesão) sobem novamente
Ele se posicionou entre minhas coxas, beijando a parte interna devagar, subindo até minha buceta. Sua língua era hesitante no início, lambendo os lábios externos, mas logo encontrou o ritmo, circulando o clitóris com precisão.
— Assim... mais pressão, guiei enquanto remexia meus quadris, e ele obedeceu, sugando levemente, inserindo um dedo dentro de mim. Gemi alto, segurando a cabeça dele, puxando-o mais perto. A sensação era deliciosa, diferente da intensidade bruta de Paulo – aqui era sensível, atencioso.
— Você tem gosto de mel, ele murmurou contra minha pele, e continuei gemendo até sentir outro gozo se aproximando, mas parei antes.
— Agora me fode de novo, vem Roberto.
Sem parar, ele subiu em mim, os travesseiros fofos sob minha cabeça, e entrou dentro dela novamente, devagar, com beijos profundos. A curvatura do pau batia no meu ponto G quando entrava nessa posição, e a cada estocada longa ele quase saia, aumentando ainda mais essa sensação. Beijávamos com muito fogo e tesão agora, línguas dançando, enquanto ele acelerava. Minhas pernas envolveram sua cintura, puxando-o mais fundo.
— Mais forte, Roberto. Me faz gozar de novo, pedi, e ele obedeceu, investindo com mais vigor.
Ele levantou o tronco e meteu assim, o que me deu espaço para levar meus dedos ao clitóris, que estimulei com círculos rápidos enquanto ele me penetrava. O segundo orgasmo veio mais forte, minha buceta pulsando enquanto contraía ao redor dele. Enquanto eu gozava soluçando sem falar nada, ele metia forte e rápido, mas subitamente saiu de dentro de mim, se ajoelhou, e disse:
— Vira!
Fiquei de quatro, me posicionei na beira da cama, bunda empinada, olhando para a janela e a cidade noturna. Ele entrou por trás, as mãos nos meus quadris, mas foi breve; não sei, a posição não fluía como as outras, então voltamos ao papai-mamãe para o final.
— Não aguento mais... vou gozar, ele avisou, ofegante.
— Sim, vem… goza pra mim, eu implorei, ele se retirou, masturbando-se rapidamente, e ejaculou na minha barriga – jatos quentes, mas breves, com um gemido surdo que ecoou no quarto silencioso.
Deitada ali, o sêmen escorria pela minha pele, e eu sentia a serenidade do momento, com a brisa da janela refrescando nossos corpos suados. Passamos os próximos 30 minutos relaxando, conversando baixinho
— Foi perfeito. Você acabou comigo, eu disse, sorrindo. Eu ri.
— E você me surpreendeu. Seu marido é um homem de muita sorte.
# Epílogo
A química não foi explosiva como com Paulo, mas madura, sensível, com foco na presença. Eram aproximadamente 20:30h. Despedi-me com um beijo, vestindo-me devagar enquanto ele me olhava, agora menos tímido. Saí do hotel sentindo-me plena, o encontro selado sem pressa, sem pressão, sem exagero. Já era o oitavo homem para quem eu me entregava: Murilo, o desbravador; Luís Carlos, o safado; Lucas, o intenso e apaixonante; Rodrigo, a decepção; Paulo, o arrombador delicioso; César, o meticuloso; e agora Roberto, o tímido. Várias nuances das minhas descobertas, que me faziam desejar explorar cada vez mais minha sexualidade quase insaciável. Podem apostar, que tenho mais a contar….
PS: peço desculpas pelo erro da numeração do diário. O relato anterior deveria ter sido numerado como 18. Pior é que aqui não tem como editar, ou eu não consegui descobrir ainda. Já foi a segunda vez que me equivoquei. Mas, sei que isso não muda a essência do que publico. Bjossss



