Amarrada, vendada, sem escapatória daquela fome animal. O risco dava um frio na espinha misturado com calor subindo pelas coxas, buceta já latejando só de imaginar. Meu marido viajou de novo, voltava só sábado à tarde (3 de setembro), então sexta à noite (dia 2) era nossa janela aberta. Passei a semana fantasiando o look — sofisticado por fora, pedindo pra ser destruída por dentro.
Me arrumei devagar no fim da tarde. Óleo no corpo todo: pele escorregadia, brilhando sob a luz do quarto, cheirando a baunilha doce que grudava no ar e misturava com meu perfume floral. Lingerie preta de renda fina sem bojo — bicos duros cutucando o tecido vazado, áspero roçando sensível a cada respiração. Meias 7/8 com ligas apertando a carne da coxa, deixando marcas vermelhas suaves que ardiam gostoso. Fio-dental cavado sumindo entre as nádegas, tecido já úmido e colado nos lábios inchados, cheiro almiscarado de tesão subindo devagar. Tudo comprado especialmente para esse momento.
Maquiagem discreta: olhos delineados fino, batom rosa queimado com gosto de cereja na língua quando mordia o lábio de ansiedade. Cabelo preso num coque baixo certinho — fios puxados pra trás, nuca exposta e arrepiada, cheiro de shampoo floral forte. No espelho: linda, controlada, mas o coração batendo nos ouvidos, pele toda arrepiada de expectativa, bicos latejando sob a renda.
Toque final: trench coat bege por cima, tecido fresco e leve roçando a pele sensível e oleosa. Scarpin preto, salto fino clicando no chão como batidas de tambor. Saí espiando o corredor — elevador vazio, garagem deserta, ar fresco batendo no rosto quente. Ufa. Noite de sexta, vento frio contrastando com o fogo entre as pernas.
# Chegada – O presente sendo desembrulhado (por volta das 22h)
Saltos ecoando no corredor do Lake Side — tac-tac ritmado, como pulso acelerado nos ouvidos. Toquei a campainha com o dedo tremendo levemente de tesão. Ele abriu rápido. Dei um passo pra dentro, casaco ainda fechado.
— Você veio como um presente — voz baixa, rouca, vibrando direto no meu peito.
Inclinei a cabeça:
— Então me desembrulha.
Lucas me puxou pela cintura com firmeza. Botões foram abertos um a um, e a mão quente dele encontrou a curva da cintura nua, protegida apenas pela renda fina que colava na pele. Ainda na entrada do flat o Trench coat caiu dos ombros — som suave de tecido no chão, com frio repentino na pele exposta. Fiquei só de lingerie: renda preta colando na pele, ligas marcando coxas com ardor gostoso, bunda redonda oferecida, fio-dental úmido grudando nos lábios inchados de tesão. Ele recuou um passo e percorreu meu corpo com os olhos, devagar:
— Olha essa bunda... redonda, perfeita pra caralho.
Veio por trás. Palma da mão quente na nádega direita — pressão firme, dedos abertos medindo a carne macia e escorregadia. Subiu pro elástico da liga, puxou a tira pra trás — soltou com um estalo leve, causando ardor imediato na pele, e o prazer subiu como fogo pela espinha.
— Esse buraquinho entre as tiras... perfeito pra eu puxar enquanto te fodo fundo e te faço gemer rouca.
A outra mão na nádega esquerda, apertou mais forte — unha arranhando levemente. Falou no ouvido, com hálito quente e úmido roçando a nuca:
— Fica quietinha, minha puta. Vou deixar impressões nessa bunda pra você sentir amanhã, coçar no espelho e lembrar do meu aperto.
O calor explodiu no rosto, no ventre, na buceta que já pulsava forte. Ele girou meu corpo e as alças do sutiã escorregaram, bicos roçando renda áspera e endurecendo mais. Bateu na minha bunda — um estalo seco ecoando no quarto
— Cada gemido teu é meu troféu. Entendeu?
— Sim... — respondi com voz rouca, quase sussurrando.
Segurou meu queixo com firmeza.
— Empina essa bunda pra mim. Mostra quem manda.
Obedeci. Empinei forte. Ele puxou fio-dental pro lado — o ar frio batendo na entrada quente e molhada. O pau duro roçou entre as nádegas — a pele macia da glande deslizava devagar, com o pré-gozo deixando um rastro úmido e quente, excitado, misturando com o meu.
— Sente como você me deixa louco... cheiro da tua buceta já tá me matando. Mas espera. Eu decido quando.
Fiquei imóvel, com o coração galopando nos ouvidos, sorriso viciado nos lábios, cheiro de sexo denso preenchendo o ar parado.
# Entrega total – Vendada, algemada, sentidos no limite
Ele então me guiou pra cama. Sentou na beirada, atrás de mim, colocou suas mãos nos meus quadris fazendo uma pressão firme, me abaixando
— Fica quieta. É agora.
Foi soltando os grampos, um a um, permitindo que o cabelo caísse em ondas perfumadas nos ombros nus. Então pegou uma venda preta, e cobriu meus olhos. Escuridão total, o mundo sumiu — só sons: respiração dele pesada e irregular, velcro das algemas rasgando o silêncio como fita adesiva, meu coração batendo forte nos ouvidos.
— Agora você não vê nada. Só sente. Só ouve. Você vai ser meu brinquedo, e eu vou te usar.
Deitou-me de costas com cuidado. Mãos pra cima — velcro colando nos pulsos, som seco e definitivo, um aperto firme mas não cortante, a pele sensível latejando sob a pressão. um arrepio subiu pelos meu braços expostos. Estava presa, segura, com a buceta pulsando forte, molhada como nunca.
Ele começou com toque lento nos braços — dedos traçando, pele arrepiando inteira. Chegou nos peitos: contorno por cima da renda áspera, bicos latejavam sob o tecido fino, quase doloridos de tesão. Meus quadris mexiam sozinhos, buscando alguma fricção.
Então senti uma língua quente e molhada na barriga — descendo devagar, traçando linhas de fogo. Ele ignorou a buceta de propósito, mordeu a coxa interna com os dentes pressionando a carne macia, aquela dorzinha gostosa irradiando, deixando meu gosto salgado na boca dele.
— Você se contorce fácil... tá carente pra caralho, hein safada? Cheiro da tua buceta tá me deixando louco de fome.
— Preciso... de você... — implorei, voz falha.
Ele riu baixo. Puxou a renda pro lado e soprou devagar. A mão subiu pro pescoço — sinal de posse leve, com o polegar sentindo a pulsação acelerada na minha garganta. Eu sentia a boca dele a centímetros da entrada:
— Só com sopro você geme assim... imagina a língua te invadindo.
Aí veio. Mergulhou sem aviso. Língua larga, quente, molhada invadindo fundo. Lambidas longas e lentas, sucções curtas e fortes no clitóris. O som molhado ecoando alto no quarto, gosto salgado e doce na boca dele. Meu corpo tremendo inteiro. Eu era só sensação: cega, presa, devorada viva.
# Meu gozo na cara dele
Ele soltou as algemas devagar. Tirei a venda dos para encontrar os olhos dele escuros e famintos brilhando. Deitou de costas, e apontou pro rosto com um gesto. Entendi na hora. Montei nele, com a buceta latejando bem na boca dele. Desci devagar. Rebolei, enquanto ele mantinha a língua firme lambendo cada centímetro da minha vulva e o nariz roçando meu clitóris inchado.
— Desce mais... esfrega essa buceta molhada na minha cara. Me suja com teu gosto salgado.
Obedeci. Senti o clitóris direto na língua é um grito de prazer escapou. Com o quadril indo e voltando ritmado, o som úmido e obsceno de gemidos abafados incineravam o flat.
— Me chupa! Lambe tudo... aiii, que delícia do caralho!
Não havia como resistir: gozei forte. Ondas pulsando, corpo tremendo inteiro, coxas apertando cabeça dele com força involuntária e gemidos escapando do fundo da alma. Ele continuou lambendo, implacável, a língua rasgando mesmo com músculos convulsionando, e a boca cheia do meu prazer.
Desabei de lado, arfando. Vi a boca dele molhada e brilhando, e o pau duro pulsando ainda na cueca
# Cavalgando de costas – Preenchimento brutal
Enquanto eu tentava me recuperar, Lucas tirou a cueca devagar. Aqueles 20cm saltaram livres — grosso, veias salientes pulsando visíveis, a pele macia cobrindo parcialmente a glande larga e vermelha. Salivei na hora:
— Esse pau devia ser proibido... — engoli, boca úmida de tesão.
Puxou a pele pra trás devagar. A glande apareceu inteira, brilhando de pré-gozo, latejando.
— Vem sentar nesse pau, putinha casada safada.
Montei de costas. Segurei pela base quente e grossa. A ponta encostou na entrada escorrendo — lento, intenso, pele macia retraindo enquanto forçava a glande pra dentro.
— Ah... é muito grande...parece que não cabe... porra...
— Cabe sim. Sua buceta ama engolir inteiro. Ela leva jeito.
Devagar fui me adaptando. Deslizando devagar, minhas paredes inchadas cediam aos poucos. Enfim, entrou inteiro. Gemi alto. Era um preenchimento brutal — a pressão forçando paredes internas, veias roçando cada nervo, ar saindo dos pulmões. Parei um segundo, sentindo latejar lá dentro, calor pulsátil. Depois cavalguei. Rebolando devagar, depois mais rápido. Ele apertava a cintura com força, unhas cravando, puxando fundo.
— Isso... cavalga esse pau grosso... se fode em mim, vadia!
Inclinada pra frente, o clitóris batendo na base absurda, o som molhado de peles colidindo, e a buceta engolindo tudo com estalos úmidos. Cheiro de suor e sexo denso.
— Gosta de meter na buceta alheia, né safado?
— Caralho... tua buceta engole tudo... vai me matar montando assim...
Acelerei. Ele gozou explodindo. Senti os jatos quentes e grossos enchendo lá no fundo, pulsando forte dentro, até enfim escorrer quente pelas coxas. Continuei quicando, sugando toda a energia, corpo tremendo de prazer.
# Presa de novo – Gozando amarrada e exposta
Ainda estava em cima dele, quando ele ordenou:
— Deita. De costas. Mãos pra cima.
Obedeci. Fui vendada outra vez, a escuridão voltou, cheiro do ambiente intensificando. Algemas no espaldar prendendo minhas mãos.. Ele abriu minhas pernas com os joelhos, e roçou o pau incrivelmente ainda ereto, entre minhas coxas — pele macia deslizando, glande roçando entrada inchada. Encaixou devagar. Pressionou, foi vencendo a resistência das minhas carnes, e entrou inteiro. Foi fundo, tocando o limite.
— Olha como engole... tua buceta puxa como buraco negro, putinha safada.
Começou a mexer. Um vem e vai ritmado, lento, controlado. Estocadas profundas com o quadril batendo em estalos úmidos.
— Porra Tania... que buceta gostosa... desliza tão bem, quente pra caralho...
Cada estocada empurrava mais fundo, e a glande raspava meu ponto sensível. Inevitável: gozei gritando.
— Ahhh! Tô gozando... não para, caralho!
Tremi presa, vulnerável, ondas pulsando forte, buceta apertando ele ritmicamente. Ele continuou, beijou minha testa suada, depois minha boca com a língua invadindo, sugando todas minhas energias.
# De bruços – Fundo e animal, terceira vez
Depois disso precisei de uma pausa longa. Minha buceta ficou hipersensível, incapaz de continuar. Tomamos um banho quente, conversamos, lanchamos. Mas não era o fim. Beijos lentos, ressuscitaram a chama. De madrugada, pulsos foram presos de novo. Mas, desta vez, me virou de bruços. Rosto afundado no travesseiro macio e cheirando a lençol limpo. Lucas empinou minha bunda com suas mãos grandes.
— Shhh... ainda não acabei contigo.
A glande roçou a entrada de novo. Mais uma vez a pele macia retraiu. Encaixou devagar. Entrou inteiro — sensação absurda, profunda, cheia. Gemi alto, som abafado no travesseiro. Ele não deitou sobre mim. Ficou apoiado, com cotovelos esticados, e derramou estocadas longas, firmes. Mãos nos ombros me colando no colchão. O quadril dele batendo contra minha bunda com estalos molhados ritmados e deliciosos.
— Ai... tá tão fundo... rasgando...
— É assim que você gosta... enterrada no pau, gemendo como cadela presa.
Meu gemido aumentou, e ele também acelerou. Bastante. A fricção do entra e sai somada a sensação de estar totalmente dominada me levou às alturas, e gozei de novo. Gritei baixo, voz falha no travesseiro:
— Ai, ai, tô gozando... porra... porra!
O corpo arqueou, tremi inteira da cabeça aos pés, pernas dobrando involuntárias e a buceta pulsando forte apertando ele. Ele segurou a minha nuca com firmeza:
— Assim que eu gosto... buceta pulsando implorando pra eu gozar também...
Mas não. Ele saiu devagar, deixando minha xana latejante, os lábios inchados e sensíveis. Eu estava quase acabada.
# Rendição dele – Chupando até gozar na barriga
Me soltou das algemas, e tirou minha venda. Se deitou, apontou para o pau, como se dissesse “vem”. Ajoelhei entre as pernas. Segurei com a mão pequena, lambi da base até à ponta. Envolvi com boca. Desci fundo. Até onde podia. Suguei lentamente, deixando a ponta chegar na garganta. A mão punhetava a base, enquanto a outra massageava as bolas pesada.
— Porra... tua boca é viciante... quente e molhada...
Tirei com estalo molhado, fio de saliva arrastando. Olhei vidrada:
— Adora engolir esse pau grosso, né?
Não respondi, apenas voltei com força, chupando com a emissão de sons e gemidos. Enfiei até onde aguentava, masturbei o resto ritmado. Saliva escorria pelo eixo. Ele gemeu alto, quadril mexendo involuntário.
— Vai me fazer gozar...
— Ainda não. Espera.
Subi na cama. Masturbando devagar com mão melada de saliva. Rocei mamilos duros no peito suado dele.
— Goza agora. Na minha barriga. Quero ver te derramar quente.
Então ele gozou. Forte. Jatos grossos e quentes cobrindo barriga, subindo pros peitos, respingando entre seios. Gemeu descontrolado, corpo tremendo. Mantive ritmo até última gota, com o cheiro doce-amargo de sêmen no ar. Desci. Lambi tudo devagar: base, glande sensível e trêmula, bolas. Engoli cada traço salgado, recolhendo tudo que encontrei.
— Pronto. Nem uma gota perdida. Tá limpo pra me foder de novo se quiser.
Ele riu exausto:
— Você é inacreditável... isso devia ser crime.
Deitei do lado. Corpo suado, barriga pegajosa de gozo seco, buceta ainda pulsando inchada, pele ardendo nas marcas das algemas e tapas. Viva pra caralho.
# Silêncio final – Respiração e segredo
Ficamos quietos um tempo. Até que ele falou:
— Você fode como puta linda e sagrada ao mesmo tempo. Nenhuma aguenta meu pau como você... geme, rebola assim, olha querendo mais com esses olhos pequenos e essa boca faminta.
Sorri sem olhar direto. Mão no peito dele, sentindo batimentos desacelerando e o suor salgado na pele. Levantei devagar. Mais um banho, água morna limpando minha pele sensível, misturando com resquícios de sexo. Voltei com trench coat na mão, nua. Vestir foi um ritual lento: tecido fresco roçando barriga pegajosa, seios sensíveis. Retoquei batom no espelho, reflexo de mulher saciada e marcada.
Ele ficou na cama, lençol na coxa, corpo exposto suado e satisfeito, olhar dizendo que me teria de novo.
Abri a porta. Saí sem olhar pra trás. Nosso segredo. Até a próxima…
PS: fotos, meu visual. A foto do trench coat foi tirada em outro momento, sem a lingerie (por motivos óbvios, fotos transformadas em desenho rabiscado)


Hummm... safadeza gostosa! Transbordando luxúria de uma casada louca pela sedução e pelo prazer 🔥🔥🔥