Diário de uma Casada 23 : primeiro encontro com um DOM, e como me senti submissa

O Encontro com Dom Augusto
# Prólogo
Minha aventura começou no chat do Uol (de novo). Foi lá que conheci Augusto, ou melhor, Dom Augusto, como ele se apresentava. O nome já carregava um peso, uma conotação que me fez parar e ler com atenção. Ex-militar, 50 anos, viúvo (mais um), morador do Espírito Santo, mas vivendo entre missões de segurança privada em Brasília. Ele me ajudou a desvendar algumas curiosidades a respeito do mundo BDSM, que eu só conhecia por leituras de romances: controle, entrega, submissão… coisas que pareciam fortes, mas rachadas por uma palavra que me acalmava: consensual. As conversas se alongaram por horas, entre mensagens carregadas de intenções e silêncios. Fiquei fascinada, mas o medo me segurou. Era um território novo, perigoso demais para uma primeira incursão. Desisti, deixei a conexão esfriar.

Meses depois, o destino — ou o trabalho dele — o trouxe de volta a Brasília. Uma mensagem inesperada reacendeu o papo: "Tô aqui de novo," ele escreveu. Eu hesitei, insegura, sentindo aquele frio na barriga que mistura desejo e dúvida. Ele percebeu. Com paciência, sugeriu algo casual: um encontro só para nos vermos, sem pressão. Uma exposição no CCBB, A.R.L. Vida e Obra, que explorava a vida e a arte do artista, seria o pretexto perfeito. Domingo, 07 de maio de 2023. Aceitei, ainda que relutante.

Meu marido viajara pela manhã. Ficaria a semana fora. Tomei a decisão e fui. De Uber. Cheguei ao CCBB com o coração na boca, vestindo um vestido vinho justo, alças finas, decote em V com discretos detalhes em renda, que deixavam expostos a parte interna dos meus seios, e uma fenda que subia pela coxa, destacando minha pele morena clara, aliás, mais morena naquele dia pois havia pegado sol no dia anterior. Ele estava lá. Camisa preta de mangas longas, calça escura, sapatos polidos — a postura de ex-militar, a barba grisalho, bem aparada, marcando o rosto sério. Nosso olhar se cruzou, discreto, como combinado. Ele se apresentou como um guia, um disfarce caso algum conhecido meu estivesse ali. Ele falava pouco, mas o jeito como me olhava, com uma mistura de respeito e desejo contido, foi derretendo minha insegurança.

A confiança dele me envolveu, e entre uma pintura e outra, ele sugeriu ir além."Tenho um quarto no Brasil 21. Nada além do que você quiser," disse, a voz baixa, quase um convite hipnótico. Hesitei por um momento, mas algo na firmeza dos olhos dele me fez assentir. Saímos da galeria, separadamente, ele antes que eu. Me deu a dica de onde estava o carro dele, modelo, cor, placa. Perambulei por mais alguns minutos, e saí, tensa e apressada, até o carro dele. Seguimos para o hotel, onde a promessa de algo novo já pulsava entre nós.

Chegamos ao Brasil 21 por volta das 16 horas, o sol ainda alto no céu de Brasília, mas com aquela luz alaranjada que anuncia o fim da tarde. Augusto caminhava ao meu lado, discreto, sem toques desnecessários, mas sua presença era como uma sombra pesada. Subimos no elevador em silêncio, meu coração batia forte, uma mistura de empolgação e pânico. O que eu estava fazendo ali? Com um estranho que se autodenominava Dom?

# Parte 1: explorando a ideia
Entramos no quarto dele — suíte padrão, cama king size com lençóis brancos impecáveis, uma poltrona no canto, uma mesa em tamanho mediano com garrafa d'água e uma vista da cidade pela janela. Ele fechou a porta com um clique suave, e o som pareceu ecoar como um ponto final na minha vida normal.
---Sente-se, disse, apontando para a poltrona.

A voz dele era grave, controlada, como se já estivesse no comando. Eu obedeci, cruzando as pernas, sentindo a fenda do vestido se abrir um pouco mais, expondo a coxa. Ele se sentou na beirada da cama, de frente pra mim, as mãos nos joelhos, postura ereta de ex-militar.
— Vamos conversar primeiro, ele começou, os olhos castanhos fixos nos meus, sem piscar. Você parece nervosa. Me conta o que te aflige.

Eu respirei fundo, sentindo o peito subir e descer sob o decote. A aflição era real — medo de me machucar, de perder o controle, de me arrepender. Mas também havia curiosidade, um fogo baixo que queimava desde nossas conversas no chat.
— Eu... eu tenho medo do desconhecido, admiti, a voz saindo mais baixa do que pretendia. Você fala de entrega, de controle, mas e se for demais para mim?

Ele sorriu de leve, e inclinou o corpo pra frente, sem invadir meu espaço. Era calculado, como tudo nele.
— Entrega não é sobre dor, sofrimento, a menos que você queira. É mais sobre confiança. Sobre soltar as rédeas e deixar alguém guiar. Eu sou Dom porque gosto de comandar, mas só com consentimento. Nada acontece sem sua palavra.

Os comentários dele me acalmavam, mas também acendiam algo. Ele descrevia situações leves — amarras suaves, comandos verbais, toques que testam limites.
—Se você concordar, vamos começar light, sugeriu. Nada de chicotes ou algemas. Só palavras, toques, e você no controle do 'pare'.

Eu reagia com um misto de alívio e tesão. Mas meu corpo traía — as coxas se apertando, o calor subindo entre as pernas.
—E se eu quiser mais? perguntei, provocativa, testando o terreno.
— Então você pede, ele respondeu, a voz ficando mais rouca. Mas lembre: entrega é se render, não lutar. Deixe eu te mostrar como é se sentir cuidada, mesmo no comando.

A conversa fluiu assim, entre aflições minhas e respostas dele. Falamos de situações passadas dele — nada gráfico, só o suficiente pra me fazer imaginar: uma submissa que se entregava completamente, gemendo sob ordens sussurradas. Eu sentia inveja e medo.
—Eu nunca fiz isso, dessa forma. Já tive algo próximo, mas nunca com um Dom, confessei. Meu casamento é baunilha, como vocês dizem, previsível. Isso... isso é novo.
— Novo pode ser bom, ele disse, estendendo a mão pra tocar meu joelho de leve, um teste. Deixe eu te guiar.

# Parte 2: A Entrega Começa - Comandos e Obediência
O quarto parecia menor agora, o ar mais denso, como se as palavras dele tivessem peso físico. Augusto se levantou da beirada da cama e foi até a poltrona no canto oposto, a alguns metros de distância. Ele se sentou devagar, pernas afastadas, braços nos apoios, o olhar fixo em mim como um predador avaliando a presa.
—Agora, tire as sandálias, devagar, disse, a voz baixa mas firme, sem espaço para hesitação.

Eu obedeci, deslizando os saltos pelos pés, sentindo o chão frio do quarto tocar minhas solas. Meu coração acelerava, um misto de vergonha e excitação subindo pelo corpo. Ele observava tudo, sem piscar, os olhos escuros traçando cada movimento.
—Boa garota, murmurou, e aquelas palavras simples me arrepiaram inteira. Agora, tire a calcinha. Mantenha o vestido.

A ordem veio seca, sem rodeios. Meu rosto queimou. Levantei devagar, ergui a saia do vestido vinho pela fenda. Deslizei a calcinha pelas coxas, preta, com renda, deixando-a cair no chão. O ar fresco tocou minha buceta, já úmida, e eu senti um pulsar baixo, traidor. Ele não se moveu, só assistia..
— De quatro no chão. Agora. E venha engatinhando até mim, devagar. Mostre que quer isso, sua putinha curiosa.

As palavras pesadas saíram naturais da boca dele, consentidas desde nossas conversas — e me atingiram como um tapa leve. Putinha. Parecia degradante, mas no contexto, era excitante. Meu corpo reagiu de imediato: ajoelhei no chão, mãos e joelhos no carpete macio. Engatinhei devagar, os quadris balançando, sentindo o olhar dele queimar na minha pele. Cada movimento era uma entrega, o chão frio contrastando com o calor entre as pernas.
— Mais devagar, ordenou. Quero ver você se rastejando pra mim, implorando com o corpo.

Cheguei aos pés dele, ofegante, o rosto perto das pernas dele. Ele se inclinou um pouco, a mão estendendo para dar um tapinha leve no meu rosto — não doía, mas era um lembrete de quem mandava.
— Boa, disse, a voz rouca. Agora, tire minha camisa e a calça. Sem tocar no meu corpo. Só as roupas.

Minhas mãos tremiam de leve enquanto obedecia. Desabotoei a camisa preta devagar, revelando o peito largo, salpicado de grisalhos, músculos firmes de anos de treino militar. Tirei pelos ombros, sem roçar na pele. Depois, o cinto, o zíper da calça — puxei pra baixo, ele erguendo os quadris só o suficiente para facilitar. A cueca preta esticada, o volume evidente.
— Pare aí, mandou. Agora, me chupa! Só a boca. Nada de mãos. E olhe pra mim enquanto faz.

Puxei a cueca com os dentes, devagar, e com dificuldade, expondo o pau dele. Era uma delícia: dezenove centímetros de carne grossa e reta, a glande larga e lisa brilhando de pré-gozo, num tom mais escuro que o resto do corpo dele — quase marrom contra a pele clara. A ereção era firme, estável, veias aparentes pulsando como cordas sob a pele. Encaixei a boca devagar, sentindo o calor e o salgado na língua. Ele gemeu baixo, a mão no meu cabelo guiando sem forçar.
— Chupa direito, sua vadia. Engole tudo.

Fiz por longos quinze minutos, a boca trabalhando ritmada, língua traçando as veias, glande tocando a garganta. Ele dava tapinhas leves no rosto de vez em quando, incentivando.
– Assim, porra... me chupa como se fosse teu alimento.

Meu corpo doía de joelhos no chão, o vestido todo no lugar, mas sem a calcinha, e a buceta melada escorrendo pelas coxas. Mas o tesão crescia com cada ordem, cada tapa, cada centímetro engolido.

# Parte 3: Inspeção e Controle - O Prazer Negado
Depois daqueles quinze minutos intermináveis com a boca no pau dele, minha mandíbula doendo de leve, a saliva escorria pelo queixo. Augusto se recostou na poltrona, o pau duro e brilhante da minha baba. Ele respirava fundo, controlado.
— Levanta, ordenou, a voz ecoando no quarto quieto. Fica em pé na minha frente. E tira esse vestido devagar. Quero ver tudo que essa putinha casada esconde.

Obedeci, as pernas moles do tempo ajoelhada, mas o corpo era obediente. Levantei devagar, o vestido vinho ainda colado na pele suada. Puxei as alças finas pelos ombros, sentindo o tecido deslizar pelo corpo, revelando os seios firmes, a barriga lisa, as marquinhas de biquíni na pele morena. Ele observava tudo, sem tocar, mas as palavras saíam sujas, cortantes.
— Olha só esses peitinhos durinhos... aposto que seu marido não sabe o quanto eles ficam tesudos para um estranho. Continua, vadia. Mostra essa buceta molhada que tá pingando desde que engatinhou pra mim.

O vestido caiu no chão, me deixando nua, exposta sob a luz da tarde que filtrava pela janela. Meu corpo ardia, os mamilos eriçados, a buceta inchada e úmida. Ele se levantou devagar, tirando o resto da roupa — cueca no chão, pau balançando grosso e reto, 19 centímetros de rigidez veiada. Nu, andou ao meu redor, mas não tocou. Só olhava, comentando baixo.
—Que corpo de puta casada... bunda empinada, coxas grossas... você nasceu pra ser usada, não é? Pra trair e gozar no pau de outro.

Fiquei calada, imóvel.
— Agora, sobe na mesa, mandou, apontando pra pequena mesa de madeira no canto do quarto, com garrafa d'água e copos. De quatro. Empina esse rabo pra mim. Quero inspecionar minha nova submissa.

Subi com cuidado, os joelhos na madeira fria, mãos apoiadas, bunda empinada pro ar. A posição era humilhante, exposta, — cu e buceta abertos para ele. Ele andou em volta devagar, nu, pau duro apontando pra cima. Parava, observava, murmurava.
—Olha esse cu apertadinho... virgem? Aposto que sim. E essa buceta... inchada, vermelha, implorando por língua. Você tá toda molhada, putinha. Seu marido te deixa assim?

Andava devagar, o pau roçando de leve na minha perna uma vez, acidentalmente — ou não. A inspeção durou minutos que pareciam horas, o tesão crescendo com cada palavra suja.
— Corpo perfeito para ser dominado... pele macia, mas feita para marcas. Abre mais as pernas, vadia. Deixa eu ver direito.

Então, parou atrás de mim, as mãos grandes finalmente tocando — segurou minha bunda com firmeza, abrindo as nádegas como se fosse dono.
— Agora sim, rosnou.

Inclinou o rosto e começou a lamber, a língua quente e larga traçando do cu à buceta, devagar, fundo. Lambia o cu primeiro, circulando o anel apertado, forçando a ponta pra dentro, me fazendo gemer abafado contra a mesa.
— Que cu delicioso... apertado, mas molhado de tesão. Você gosta, né? De ser lambida como uma puta no cio.

A língua descia pra buceta, chupando os lábios inchados, sugando o clitóris com pressão, depois voltava pro cu, alternando, devorando. Falava entre lambidas, a voz vibrando na minha pele.
— Tá escorrendo toda, vadia casada... olha como sua boceta me quer. Eu vou te comer com a língua até você implorar, mas não goza. Entendeu? Seu orgasmo é meu pra dar.

O prazer crescia rápido, o corpo tremendo na mesa, quadris se mexendo involuntariamente contra a boca dele. Lambia fundo, a barba roçando na pele sensível, os dedos abrindo mais pra língua invadir:
— Porra, que gosto bom... cu e boceta misturados, tudo pra mim. Geme mais alto, mostra que é minha agora.

Eu gemia, ofegante, o quase orgasmo chegando — pernas travando, barriga contraindo, o clímax a um toque de distância:
— Não, ele parou de repente, a boca se afastando, um tapa leve na bunda ecoando. Eu disse que não. Segura esse gozo, putinha. Ainda não merece.

Fiquei ali, ofegante, frustrada, o corpo latejando de necessidade, mas obedecendo. O controle dele era absoluto, e isso só me deixava mais molhada.

# Parte 4: Foda na Beira da Cama - Entrega Total
Ainda tremendo da frustração do quase orgasmo, ouvi a voz dele cortar o ar como uma ordem.
—Levanta da mesa, putinha. Vai pra cama. Deita e abre essas pernas pra mim. Quero ver tudo que vou foder.

Minha buceta pulsava, molhada e inchada, enquanto obedecia, as pernas bambas me levando até a cama king size. Deitei de costas, abrindo as coxas devagar. Ele se aproximou, o pau balançando duro, aquela glande larga e escura pingando de pré-gozo. O olhar dele era puro desejo. Augusto me puxou pela cintura até a beirada da cama, as pernas abertas pendendo.
— Olha só essa buceta casada, toda molhada pra um estranho, rosnou, segurando o pau com uma mão e começando a pincelar a glande entre meus lábios. O movimento era lento, deliberado, esfregando a cabeça larga e lisa contra meus lábios inchados, subindo e descendo, sem entrar.
— Sente isso, vadia? Seu marido nunca te deixou assim, né? Chorando por pau.

Sim, ele me humilhava com o fato de eu ser casada e estar doida pelo pau de outro homem. Era humilhante ouvir isso sobre meu marido, mas incrivelmente isso me excitava. Eu gemia baixo, o corpo se contorcendo, o clitóris pulsando com cada roçar. Ele continuou por minutos, torturando, o líquido dele misturando com o meu, tudo escorregadio, quente.
— Porra, que boceta gulosa... já tá tentando me sugar, hein?

Finalmente, ele encaixou a ponta e empurrou devagar, abrindo caminho com aquela grossura que me fazia delirar.
— Tá sentindo, putinha? Meu pau te abrindo inteira.

Ele estava por cima, veio para frente, os braços apoiados na cama, o peito largo suado pairando sobre mim. Começou a meter, primeiro lento, cada centímetro entrando fundo, batendo no colo do útero, me fazendo gemer alto.
— Geme mais, vadia. Mostra que gosta de trair com um macho de verdade - ele afirmou, aumentando o ritmo, os quadris batendo contra os meus, o som molhado enchendo o quarto.

Mudou minha posição sem sair de dentro — me virou de lado na beirada, uma perna levantada no ombro dele, a outra pendendo, me deixando toda aberta
— Olha como tua boceta engole tudo, grunhiu, metendo mais fundo, o ângulo fazendo o pau roçar de um jeito novo, interno, quase insuportável.

Depois, me colocou de costas de novo, mas agora com as pernas dobradas até o peito, ele se apoiando nos joelhos pra socar com força.
— Tá toda aberta, putinha... olha como teu cu fica empinado assim. Feito pra mach usar. Cada estocada era bruta, precisa, o pau grosso alargando tudo, a carne raspando dentro de mim.

Eu não me aguentava, o corpo tremendo, o orgasmo se formando, prestes a quebrar.
— Porra... eu vou gozar, sussurrei, a voz entrecortada, os olhos fechados. Ele parou por um segundo, ainda dentro, e deu um tapa leve no rosto.
— Não, vadia. Só goza quando eu mandar. Segura essa porra.

Voltei a gemer, frustrada, o corpo implorando, e não sei como, obedecendo. Segurar era uma dificuldade absurda. Ele continuou, mudando pra uma posição mais profunda — me puxou mais pra beirada, as pernas abertas ao máximo, ele em pé, segurando meus quadris, levantando-os da cama e metendo com raiva.
— Pede, putinha. Pede pra gozar no meu pau. Eu não aguentava mais, o clitóris latejando, a buceta contraindo em volta dele.
—Por favor... me deixa gozar... por favor, Augusto, me deixa gozar nesse pau gostoso, implorei, a voz rouca, quase chorosa.

Ele grunhiu, os olhos cravados nos meus, e acelerou as estocadas, brutas, molhadas.
— Vai, sua vadia casada. Goza pra mim então. Mostra que é minha putinha safada.

Foi o que bastou. O orgasmo explodiu, o corpo travando, as pernas tremendo, um grito escapando da garganta enquanto a onda me atravessava. Ele ficou dentro, sentindo as contrações, o pau pulsando, mas sem gozar ainda.
—Isso, putinha… olha como essa buceta pisca… caralho.. goza toda… que tesão de vagabunda…

Fiquei ali, ofegante, suada, o corpo mole na beira da cama, o prazer ainda ecoando enquanto ele tirava o pau de dentro de mim, e batia com ele contra meu clitóris hiperssensível. Ele me observava, satisfeito, o controle absoluto nas mãos.

# Parte 5 - Cavalgada e Submissão - Segundo Orgasmo
Meu corpo ainda tremia na beira da cama, suado e mole, a buceta pulsando com os ecos do gozo intenso. Augusto se inclinou sobre mim, o pau ainda duro roçando minha coxa, mas o tom dele mudou.
— Tá tudo bem, putinha? perguntou, a voz agora mais suave, quase carinhosa, enquanto passava a mão pelo meu rosto. — Posso continuar? Seus olhos buscavam os meus, um contraste com a rudeza de antes, me dando espaço para respirar. Assenti com a cabeça, o peito subindo rápido.
— Tá muito bom, murmurei, sentindo o calor dele me envolver.

Ele sorriu de leve, mas logo o olhar endureceu.
—E se eu continuar mais rude? Quer que eu te foda como minha vadia de verdade?

A pergunta veio com um peso, testando meus limites. Concordei com um aceno, sentindo um arrepio novo subir pela espinha.
— Então vem, ordenou, deitando de costas na cama, segurando o pau grosso e reto apontando pro teto. — Cavalga meu pau, sua putinha casada. De frente pra mim, deixa eu ver tua cara de tesão.

Subi devagar, as pernas ainda trêmulas, e me posicionei sobre ele. Encaixei a buceta molhada naquele pau largo, descendo com cuidado, sentindo ele abrir tudo de novo.
— Porra, tá apertada ainda, grunhiu, as mãos segurando meus quadris.

Comecei a cavalgar, subindo e descendo, o som molhado da carne se chocando enchendo o quarto. Ele me puxou pra baixo, a boca colando na minha, o beijo bruto, língua invadindo, sugando meu lábio como se quisesse me devorar.
— Beija direito, vadia, rosnou entre os beijos, as mãos subindo para os meus seios.

Apertou os peitos com força, os dedos cravando na pele morena, depois os sugou, a boca quente e faminta chupando os mamilos duros.
— Esses peitinhos são meus agora, putinha, disse, dando um tapa leve no seio direito, o som ecoando, a pele avermelhando. Outro tapa, no rosto, não forte, mas o bastante pra me fazer gemer.
— Tá gostando, né, sua safada traidora? xingou, a voz carregada de tesão, enquanto apertava minha bunda, espalmando as nádegas com força.

Eu cavalgava com meus joelhos mais à frente, subindo e descendo. Levantei um pouco o tronco, apoiando as mãos no peito dele, cavalgando mais fundo, sentindo o pau dele bater onde doía de prazer. Ele grunhiu, as mãos subindo pra apertar meus seios de novo, os polegares roçando os mamilos.
— Rebola mais, sua puta casada... faz meu pau sentir esse rabo empinado, ordenou, dando um tapa forte na bunda, o som reverberando.

Augusto me puxou para baixo, a boca dele voltou para os meus seios, chupando com força, mordiscando a pele sensível, enquanto eu gemia alto, o corpo se entregando ao ritmo bruto.
— Porra, tua boceta tá me esmagando... vadias como você são as melhores… feitas pra foder, xingou, os olhos cravados nos meus, cheios de fogo.

Mudou o ritmo, segurando meus quadris e me guiando para um movimento mais circular, o pau roçando cada canto dentro de mim.
— Levanta um pouco, vadia, deixa eu te meter de baixo, mandou, erguendo os quadris pra socar de baixo pra cima.

Cada estocada era profunda, o som molhado misturado aos meus gemidos, a cama rangendo. Ele deu mais um tapa no rosto, leve mas firme, e cuspiu as palavras:
— Toma, sua putinha nojenta... sente como te fodo direito. As mãos apertaram minha bunda, abrindo mais, enquanto eu rebolava, o tesão subindo outra vez, o corpo tremendo de tanto prazer.

Troquei de posição, virando de lado sobre ele, uma perna dobrada, a outra esticada, cavalgando num ângulo que fazia o pau dele roçar ainda mais fundo. Ele deu mais um tapa no seio, depois no rosto de novo, o som misturado aos meus gemidos.
— Toma, sua puta... cavalga direito, me dá esse rabo pra eu usar.

Não resisti. O prazer subiu rápido, os tapas, os xingamentos, os beijos — tudo me levando ao limite.
— Augusto... eu vou gozar de novo, gemi, o corpo tremendo, as coxas contraindo.

Ele riu baixo, dando outro tapa no rosto.
— Vai, sua putinha nojenta, goza no meu pau. Mostra que é minha vadia. E assim o orgasmo explodiu, ainda mais forte que o primeiro, o corpo travando sobre ele, a buceta apertando o pau dele enquanto eu gritava, os olhos fechados, o mundo sumindo. Ele segurou meus quadris, mantendo-me no lugar, sentindo cada contração.
— Isso, goza toda, sua safada... que putinha gostosa, porra.

Fiquei ofegante sobre ele, suada, o corpo mole, o segundo orgasmo me deixando à deriva enquanto ele ainda pulsava dentro, satisfeito com tudo aquilo.

# Parte 6: Descanso e Desafio - O Julgamento
Depois do segundo orgasmo que me deixou quase desfalecida, Augusto me deu um momento para respirar, com meu corpo suado, mole, trêmulo. Ele se recostou na cama com o pau ainda duro, sem ter gozado ele mesmo.
— Tá viva aí, putinha? perguntou, a voz agora mais leve, quase brincalhona, enquanto passava a mão pelo meu cabelo emaranhado.

Eu assenti devagar, ofegante, sentindo o coração desacelerar aos poucos.
— Apenas... dando um tempo, murmurei, o corpo colapsado ao lado dele, a pele pegajosa de suor e tesão.

Por um instante, a conversa fluiu como se fôssemos dois amigos pós-sexo, quase normal.
— Você aguentou bem, ele disse, sorrindo de lado. — Nunca vi uma casada se entregar assim tão rápido.

Eu ri fraco, a voz rouca.
— E eu… nunca… nunca fiz isso antes… assim, desse jeito…

Ele assentiu, pegando a garrafa d'água da mesa e me oferecendo um gole, o gesto simples contrastando com a intensidade de minutos atrás. Falamos de trivialidades — o calor de Brasília, o trânsito, como ele gostava de trabalhar em segurança privada. Era um respiro, um momento de humanidade que me fez sentir segura, mesmo nua ao lado dele.

Mas o tom mudou de repente, como se uma sombra caísse sobre o quarto. Ele se virou pra mim, os olhos endurecendo, o pau ainda erguido como uma arma.
— Agora, vamos falar sério, vadia, começou, a voz voltando ao peso bruto de antes. — Você acha que merece meu sêmen? Depois de dois gozos, implorando como uma puta qualquer, acha que tem valor pra carregar minha porra?

A pergunta me pegou desprevenida. Ele se aproximou, o rosto perto do meu, o hálito quente contra minha pele.
— Responde, putinha. Convence esse Dom que tua boceta casada é digna do meu gozo. Ou vou te usar mais e te deixar vazia, implorando de novo.

Fiquei em silêncio por um segundo, o coração acelerando, o corpo reagindo ao tom rude, já sentindo o calor voltar entre as pernas. Respirei fundo, o corpo ainda sensível, mas a excitação voltando com as palavras dele.
—Eu mereço, Augusto, comecei, a voz trêmula mas firme. Minha buceta te recebeu inteiro, aguentei tudo que você mandou, gozei pra você como uma boa mulher. Quero tua porra, quero sentir ela me marcando por dentro. Provei que sei ser tua... me dá o que eu pedi. Meu olhar buscou o dele, desafiador, sentindo o poder da entrega.

Ele grunhiu baixo, satisfeito com a resposta, e se levantou da cama.
— De quatro, agora. Na cama. Vou te foder até decidir se tu merece mesmo.

Obedeci rápido, virando o corpo, apoiando mãos e joelhos no colchão, a bunda empinada pra ele. Augusto se posicionou atrás, o pau duro roçando minha buceta molhada antes de entrar com um único golpe fundo, me fazendo gemer.
— Toma, putinha!, rosnou, começando a meter com força, os quadris batendo contra minha bunda, o som ecoando no quarto.

Fodeu por muito tempo, minutos que pareciam horas, o pau grosso rasgando tudo, a cabeça batendo fundo a cada estocada. Ele dava tapas na minha bunda, um de cada lado, a pele esquentando, avermelhando sob as mãos grandes.
— Toma, vadia casada... aguenta esse pau como merece" xingava, outro tapa, mais forte, me fazendo gemer alto.

O ritmo passou a ser brutal, ele segurando meus quadris para me manter no lugar, o corpo suado pingando sobre o meu.
— Tá sentindo, né? Meu pau te fodendo... tu nasceu pra isso, sua puta nojenta.

Os tapas continuavam, a bunda ardendo, a buceta contraindo em volta dele, o prazer subindo de novo.
— Porra... Augusto, eu vou gozar, gemi, as pernas fraquejando. Ele deu mais um tapa, rindo baixo.
— Vai, sua safada... goza de novo, tô vendo que é só meter bem que tu goza fácil, caralho…

Não teve jeito. O terceiro orgasmo me acertou como um raio, o corpo eletrificado travando, a buceta apertando ele inteiro enquanto eu gritava, o prazer me rasgando por dentro. Como das outras vezes, ele segurou o pau dentro, me sentindo gozar, com controle absoluto nas mãos.

Logo depois, Augusto intensificou o ritmo, os quadris batendo contra mim com uma força selvagem, o pau grosso pulsando dentro da minha buceta já exausta e sensível.
— Agora tu vai ter o que pediu, sua vadia, ele rosnou, a voz carregada de um desejo bruto, enquanto suas mãos agarravam meus quadris com tanta força que deixariam marcas, e o pau batia no colo do meu útero.

De repente, ele soltou um gemido abafado, vindo da garganta, e gozou com uma violência que me impressioou — jatos quentes e abundantes de porra me inundaram, enchendo cada canto, escorrendo para fora enquanto ele continuava a estocar, como se quisesse me impressionar, só que não. A sensação era avassaladora, o calor espesso da sua porra me preenchendo até transbordar, pingando pelas coxas, o excesso molhando os lençóis, enquanto eu tremia, o corpo colapsando sob o peso daquele gozo intenso e descontrolado.

# Parte 7: Desfecho e Exploração - Conversa Pós-Sexo
Depois que gozou fundo dentro de mim, Augusto saiu devagar, o pau pingando enquanto se afastava, deixando um rastro quente escorrer pelas minhas coxas.
— Caralho, olha isso, que bagunça… disse enquanto voltava para a cama, deitando ao meu lado, os corpos suados e exaustos. Por um tempo, ficamos ali, apenas sentindo o calor um do outro, o cheiro de sexo impregnado no ar.

Então, ele se virou para mim, o rosto relaxado mas com um brilho curioso nos olhos. A voz saiu mais calma, amigável, denunciando dois adultos pós-sexo que acabaram de compartilhar algo intenso.
— Você foi além do que eu esperava, disse, sorrindo de lado. Gostei de te ver se entregar assim.

A conversa fluiu leve no início, trocando impressões sobre o que rolou — o calor do quarto, a intensidade dos tapas, como meu corpo reagiu a cada ordem. Mas logo ele mudou o tom, a curiosidade de Dom voltando aos poucos.
— Tá vendo que dá pra ir mais fundo nisso tudo? começou, os olhos me analisando. Quero saber até onde você toparia ir comigo. Vamos devagar, responde só quando quiser, ok?
Eu assenti com a cabeça, esboçando um “uhum”...

Primeira coisa: você aceitaria amarras? Tipo, cordas ou algo pra te prender enquanto te fodo?
Respondi que sim, que não seria a primeira vez que seria amarrada, mas que precisaria da segurança de que não seria ferida. Ele assentiu devagar, o olhar pensativo, passando a mão no queixo como se processasse minhas palavras. Entendido, disse, a voz firme mas com um toque de respeito. Segurança é base. Usaria cordas macias, nada que corte, e te soltaria se pedisse. Gosto de ver uma submissa se debater, mas não machucada. Fez uma pausa, o sorriso voltando de leve.

Segunda coisa, então: você toparia ser cegada? Tipo, venda nos olhos pra sentir tudo sem saber o que vem?
Ele ficou quieto, esperando minha resposta, o corpo ainda nu ao meu lado, o pau agora meio mole mas ainda imponente sobre a coxa. Novamente eu respondi que sim, a voz saindo um pouco mais confiante, embora o coração acelerasse com a ideia. "Já experimentei uma vez, e gostei da sensação” expliquei, sentindo o calor subir pelo rosto. "Mas, como nas amarras, preciso saber que você vai parar se eu pedir." Ele me olhou por um momento, os olhos brilhando com aprovação, como se testasse meu limite e gostasse do que via. "Boa garota," murmurou, a mão roçando de leve meu ombro.

Terceira coisa: você aceitaria um brinquedo? Algo como um vibrador ou plug enquanto te fodo?
Sabendo que ele estava me testando, respondi com a voz firme apesar do leve tremor de excitação. "Também já usei brinquedos antes," respondi, sustentando o olhar dele, sentindo o peso do jogo que ele jogava. Ele ergueu uma sobrancelha, o sorriso se alargando, como se aprovasse o desafio. "Interessante, putinha," disse, a mão deslizando até minha coxa, um toque leve mas carregado.

Quarta coisa: você toparia levar um tapa mais forte? Nada que machuque de verdade, mas pra sentir a marca?" “Eu não sei, poderia experimentar, mas não sei ao certo como sentiria”, disse, hesitando um pouco, o tom misturando curiosidade e cautela. Ele me observou por um instante, o olhar penetrante, como se avaliasse minha incerteza. Tá certo, putinha, isso tem que ser testado devagar, só o que você aguentar.

Quinta coisa: você toparia uma surra leve com as mãos ou algo como uma palmatória, só pra aquecer a pele?
“Se for de leve, sem machucar muito, talvez.. mas a palavra surra é um pouco assustadora parra mim”, respondi, o tom hesitante mas aberto, sentindo o peso da decisão enquanto o encarava. Ele deu um aceno lento. "Gosto dessa cautela, putinha. Seria só pra aquecer, nada que deixe marca.

Sexta coisa: você toparia um anal? Algo leve… “Se você for cuidadoso, eu topo”, respondi, já envergonhada de não estar negando nada que ele me pediu até então, a voz baixa enquanto sentia o rubor subir pelo rosto. Ele riu baixo, um som rouco que misturava satisfação e provocação. "Olha só, putinha... tá se entregando de bandeja," disse, a mão apertando minha coxa de leve. “Vou ser cuidadoso, prometo.”

Sétima coisa: você toparia um trio? Outro cara ou uma mulher, comigo no comando?"
Outro cara, nessas condições, acho que não. E outra mulher, nem pensar, respondi rindo, o som leve quebrando a tensão. Ele riu junto, balançando a cabeça como se respeitasse a decisão. "Tá bem, putinha, respeito isso," disse, a mão ainda repousando na minha coxa.

Oitava coisa: você toparia um jogo de controle total? Tipo, eu decidindo cada movimento seu por um dia inteiro, sem você ter voz ativa?"
“Ah Augusto, isso não. Eu entendo que possa te satisfazer, mas quero ficar com as quatro paredes como limite”, respondi, a voz firme mas com um toque de ternura, traçando meu próprio limite enquanto o encarava. Ele ergueu as mãos em rendição brincalhona, rindo baixo. "Tá certo, putinha, as quatro paredes são nossas então," disse, a mão voltando a roçar minha pele. "Gosto de te ver sabendo o que quer.

Nona coisa: você toparia repetir tudo isso, mas com uma sessão mais longa, tipo um fim de semana inteiro?"
“Algo mais demorado seria bom”, eu ri... “mas não consigo disponibilizar tanto tempo fora de casa”, respondi, rindo de leve, o tom misturando desejo e praticidade enquanto o encarava. Ele deu uma risada curta, balançando a cabeça como se entendesse a situação. "Tá bem, putinha, entendo tua vida,"

Décima coisa: você toparia um jogo de ordens escritas? Tipo, eu te mando mensagens com tarefas pra fazer sozinha, antes de nos encontrarmos de novo?"
“Vc de novo está saindo das quatro paredes”, respondi, rindo e apontando o dedo pra ele, o tom leve mas firme, reafirmando meu limite. Ele deu uma gargalhada alta, levantando as mãos em sinal de rendição. "Tá certo, putinha, me pegou de novo," disse, o sorriso largo. "Vamos manter tudo aqui dentro mesmo.

Décima primeira coisa: você toparia uma sessão com mais ordens verbais aqui mesmo, tipo eu te guiando passo a passo enquanto estamos juntos?"
“Isso, eu acho que sim”, respondi, o tom hesitante mas curioso, sentindo um leve arrepio com a ideia enquanto o encarava. Ele assentiu, o olhar acendendo com interesse. "Boa, putinha, gosto de te ouvir assim,"

Décima segunda coisa: você toparia uma sessão com gelo ou cera quente, só pra brincar com tua pele?"
“Gelo talvez, cera quente não”, respondi, o tom cauteloso mas aberto, traçando meu limite enquanto o encarava. Ele deu um aceno lento,"Tá bem, putinha, gelo é mais fresco e seguro, posso usar pra te arrepiar toda.

Décima terceira coisa: você toparia ficar amarrada a objetos, como uma cruz de Santo André ou uma guilhotina, pra eu te foder enquanto você tá presa?"
“Isso poderia ser excitante”, respondi, o tom carregado de curiosidade e um leve tremor de antecipação, os olhos fixos nos dele. Ele riu, um som grave e satisfeito, levantando-se da cama com um movimento fluido. "Tá bom, putinha, sem mais perguntas por agora, vem comigo.

As "coisas" pararam por aí. Me puxou com firmeza, guiando-me pro banheiro, onde a luz suave revelava um espaço amplo com azulejos brancos, onde uma ducha nos aguardava. Ele, com suas mãos grandes e cuidadosas lavando meu corpo suado. Passou o sabonete pela minha pele morena, traçando os contornos com dedos firmes mas gentis, lavando o rastro de sexo e suor.
— Relaxa agora, você mereceu, murmurou, a voz mais suave, quase carinhosa, enquanto a água escorria sobre nós.

Depois do banho, saí envolta numa toalha, o corpo relaxado mas ainda vibrando da experiência. Vesti meu vestido vinho lentamente, sentindo os olhos dele me acompanharem enquanto calçava os sapatos. Ele ficou na porta do banheiro, nu, com aquele sorriso torto de satisfação.
— Vai com cuidado, putinha, disse, um tom de despedida sem promessas.

Saí do hotel, o ar da noite de Brasília me recebendo, as pernas ainda trêmulas enquanto seguia para casa, carregando o peso e o prazer daquele dia dentro de mim.

Foto 1 do Conto erotico: Diário de uma Casada 23 : primeiro encontro com um DOM, e como me senti submissa

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Ficha do conto

Foto Perfil tania32
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Nome do conto:
Diário de uma Casada 23 : primeiro encontro com um DOM, e como me senti submissa

Codigo do conto:
258998

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
09/04/2026

Quant.de Votos:
2

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4