Diário de uma Casada 34: Dei para od dois (de novo) e fui banhada por esperma

# Prólogo
Já haviam se passado duas semanas desde aquele primeiro ménage com os dois homens que me trouxeram de volta à vida dupla. Que me fizeram trair de novo, sentir como se o mundo girasse em torno da minha buceta. Duas semanas de mensagens ardentes rolando quase diariamente no grupo que criamos. Mensagens de visualização única com fotos provocantes, áudios de lembranças, promessas sujas do que fariam comigo da próxima vez. Léo mandava vídeos curtos do pau dele duro só de pensar em mim; Luis enviava mensagens precisas, descrevendo exatamente como me dominaria de novo. Eu respondia com fotos do vestido que usaria, ou deitada na cama lembrando da sensação de ter os dois em mim ao mesmo tempo.

A vontade acumulada era absurda. Trabalhei até às 19h naquela sexta-feira, o corpo já inquieto desde o meio da tarde só de imaginar o que viria. Corri para casa, tomei banho rápido, passei hidratante. Escolhi o vestido preto sem alças de propósito: justo, curto, sem calcinha nem sutiã, seios livres. Salto alto para alongar as pernas e dar aquele rebolado chamativo
.
Às 21:50 já estava no carro, coração acelerado, buceta latejando com a expectativa. Cheguei no Condomínio pouco depois das 22h. Luis abriu a porta com aquele sorriso dominante, camisa social aberta no peito, cheiro de colônia fresca. Léo estava logo atrás, de calça jeans e camiseta colada marcando o corpo forte, olhos já devorando meu corpo inteirinho
.
# Parte 1:
Quase não houve conversa. Nem precisava. Beijei Luis primeiro – beijo quente, pegajoso, a língua dele invadindo minha boca, controlando o ritmo. Depois virei para Léo, que me puxou pela cintura, beijo mais selvagem, mão já subindo pela coxa e apertando minha bunda nua com força.
— Duas semanas foi tempo demaaaaais…— sussurrei contra a boca de Léo, voz já rouca.

Luis fechou a porta atrás de mim com o pé e, sem dizer nada, os dois me guiaram pela sala. O vestido subiu pelas coxas enquanto eu movia entre eles, mãos já por todo lado – Luís apertando um seio por cima do tecido, Léo deslizando os dedos entre minhas pernas e encontrando a buceta já molhada.
— Porra, já veio assim, sem nada por baixo… — Léo grunhiu no meu ouvido, com o dedo médio roçando o clitóris de leve.

Chegamos ao sofá. Luis tirou a camisa rapidamente, Léo já abria o zíper da calça. Eu me posicionei de quatro apoiada no encosto do sofá sem precisar de ordem – joelhos no assento, quadril empinado, vestido subindo até a cintura, expondo tudo.

Luis se posicionou atrás de mim primeiro. Abaixou, segurou minha bunda e abriu. Lambeu meu cuzinho e forçou a língua como se fosse penetrá-lo, e ficou só nele. Disse:
— Só vou tocar nessa buceta com meu pau, porque ela tá do jeito que eu gosto, secretiva, molhadinha.

Léo só olhava, já de pau pra fora, segurando aquele monstro com a mão direita. Então Luís levantou. Senti a cabeça do pau dele – reto, rígido, quente – roçando o buraquinho da minha buceta, antes de entrar de uma vez, num movimento firme e controlado. Faziam 5, ou 10 minutos que eu havia chegado, e já tinha um pau duro dentro da minha buceta
— Caralho, como você tá apertada hoje… — ele gemeu baixo, segurando firme nos meus quadris, começando a meter num ritmo constante. Eu só gemia, sentindo tudo aquilo.

Ao mesmo tempo, Léo ficou de pé nas costas do sofá, na minha frente, aquele pau grosso e enorme livre, glande larga na minha altura. Segurei a base com uma mão e levei à boca, sentindo o peso e a grossura preenchendo imediatamente. Comecei a chupar devagar, enquanto Luis acelerava atrás.
— Isso, engole ele todo… mostra pra gente o quanto você sentiu falta — Léo disse, voz grave, apoiando as mãos na cintura e me deixando manejar aquela coisa estúpida.

Luis apertou mais os quadris, metendo fundo a cada estocada, o pau dele deslizando fácil pela umidade, acertando exatamente o ponto que me faz perder o ar.
— Olha como ela rebola… quer mais forte, né? — Luis provocou, dando um tapa leve na minha bunda. Depois outro, mais outro.. Metia e me estapeava…
E eu adorava. Gemia com a boca cheia, o som abafado na grossura de Léo, e empinei mais, pressionando os quadris contra Luis. O prazer acelerou com muita rapidez pela sensação de ser tomada pelos dois lados ao mesmo tempo, dominada completamente, boca e buceta cheias, sem escapatória.

Léo puxou meu cabelo de leve pra trás, fazendo eu olhar pra cima enquanto chupava. Ao mesmo tempo, acariciava meus seios que a essa altura já estavam livres do tecido do vestido tomara-que-caia.
— Goza pra gente, Tania… goza com a boca cheia do meu pau.

Não demorou. O orgasmo veio forte, como sempre, corpo tremendo inteiro, quadris batendo contra Luis, gemido longo e abafado vibrando no pau de Léo que não saía da minha boca. Luis segurou firme meus quadris, metendo fundo até eu parar de tremer. Léo deixou eu sugar devagar enquanto recuperava o fôlego.
Foi só o começo da noite. E foi muito rápido. sei lá, quinze ou vinte minutos desde que havia chegado, e já gozava loucamente.

# Parte 2:
O lugar estava uma bagunça. Luis pingava de suor devido à performance atlética. Eu ainda de quatro no sofá, tremendo levemente, com o vestido preto embolado na cintura e os seios livres balançando a cada respiração ofegante. Luis saiu de mim devagar, o pau ainda meio duro, molhado de mim. Léo se afastou da minha boca, o pau grosso latejando, mas sem gozar ainda.

Os dois se sentaram no sofá, um de cada lado meu, e eu me joguei entre eles, praticamente deitada com os pés apoiados no chão e as pernas semiabertas, rindo baixinho enquanto tentava recuperar o fôlego.
— Caralho, Tania… mal chegaste e já tá tudo assim — Léo disse, voz rouca de riso, passando a mão pelos meus cabelos emaranhados. — Chegou, abriu a porta, beijou, e em cinco minutos já tava de quatro levando pau dos dois lados.
Luis riu também, encostando o ombro no meu, o corpo quente colado ao meu.
— Foi tipo… “oi, tudo bem?” e já entrou — ele brincou, imitando minha voz. — “Duas semanas foi tempo demais”… e aí, sem mais nem menos, vestido levantado e buceta pronta.
Eu sorri, cobrindo o rosto com as mãos por um segundo, sentindo o calor subir nas bochechas.
— Vocês são uns safados… mas eu que cheguei querendo isso. Trabalhei o dia todo pensando nisso, corri pra casa, me arrumei e vim direto. Nem deu tempo de conversar direito.

Léo pegou uma garrafa d’água na mesinha e me ofereceu, enquanto Luis se inclinava para pegar uma toalhinha e limpar a gente com cuidado – ele sempre higiênico, mesmo no meio da loucura.
— Pois é, a gente tava aqui esperando, ansioso, e tu chega e… bum! — Léo continuou, gesticulando. — Nem deu pra tirar o vestido todo.

Eu olhei pra baixo: o vestido preto realmente só estava enrolado na cintura, sutiã nenhum pra tirar (porque não tinha), seios livres e mamilos ainda duros do tesão, coxas marcadas levemente das mãos deles. Eu ri de novo.
— Pois é… eu vim preparada pra facilitar. Sem calcinha, sem sutiã… só o vestido pra vocês levantarem e pronto.
Luis deu um tapa leve na minha coxa, sorrindo.
— E funcionou. Mas agora vamos respirar um pouco, senão a gente acaba antes da hora.

A pausa durou uns 20 minutos. Eles se jogaram no sofá pelados, paus ainda meio duros (Luis relaxado, Léo mais firme por natureza), corpos suados brilhando na luz baixa da sala. Eu me sentei entre eles, pernas cruzadas, seios expostos sem pudor. Bebemos água, comemos uns salgadinhos que tinham na mesa, e conversamos animadamente.

# Parte 3
Depois daqueles 20 minutos, os paus deles já estavam endurecendo de novo só de olhar pra mim. Eu me levantei, puxando o vestido pra baixo (mas ainda sem intenção de tirar), e disse com voz baixa:
— Pronto… a pausa acabou. Quem quer o próximo round?
Léo levantou primeiro, pau já quase no ponto.
— Eu quero ver tu sentada no meu rosto.
Luis sorriu, se levantando também.
— Então vamos pro quarto… vai ser melhor.

Fomos para o quarto. Léo foi o primeiro a se jogar na cama, deitando de costas no centro, pauzão já totalmente duro de novo. Ele me olhou com aquele sorriso possessivo:
— Vem cá, senta na minha cara. Quero lamber essa buceta que o Luís inaugurou hoje.
Luis, atrás de mim, não perdeu tempo. As mãos dele subiram pelas minhas costas, dedos enroscando na barra do vestido preto embolado. Me virou de frente pra ele, me beijando com calma agora, língua lenta invadindo minha boca enquanto puxava o tecido pra cima. O vestido deslizou pelos meus quadris, pelos seios livres, e caiu no chão ao lado da cama.
— Porra, olha esses peitos… tão durinhos — ele murmurou contra meus lábios, baixando a boca pro meu pescoço, depois pro colo. Sugou o mamilo esquerdo com força, enquanto a mão apertava o outro seio. Eu gemi baixo, cabeça caindo para trás, sentindo o calor da boca dele me deixar ainda mais molhada.

Ele chupou os dois seios alternando, lambendo, mordiscando, até os mamilos ficarem vermelhos e latejando. Depois me virou de costas, ainda beijando meu ombro, e deu um tapinha firme na minha bunda.
— Vai. Senta no rosto dele. Quero ver você rebolar enquanto eu fodo essa boca gostosa.

Subi na cama devagar, joelhos de cada lado da cabeça de Léo, na posição de 69. Ele segurou minhas coxas com as mãos, puxando meu quadril pra baixo até eu sentar completamente no rosto dele. A primeira lambida foi longa, da entrada até o clitóris, e eu soltei um gemido alto, mãos apoiadas nas coxas dele pra me equilibrar.
— Isso… senta direito, Tânia. Afoga ele aí — Luis disse, voz baixa e dominante, subindo na cama de joelhos na frente de mim. O pau dele, reto e rígido, já na altura da minha boca.

Léo começou a chupar com vontade, língua firme no clitóris, sugando, enquanto as mãos apertavam minha bunda, abrindo mais. Eu desci o corpo, ficando quase que de quatro, e minha boca encontrou o pau de Luís imediatamente. Chupei a cabeça primeiro, lambi a glande, e depois engoli tanto quanto conseguia.

Ao mesmo tempo, minha mão direita desceu naturalmente até o pau de Léo – grosso, quente, pulsando logo ali ao meu alcance, debaixo do meu corpo. Masturbei devagar no ritmo das lambidas dele, subindo e descendo a mão enquanto sentia a glande larga roçar nos meus peitos. Apertei levemente, sentindo as veias discretas, acelerando quando ele gemia contra minha buceta.

Luis enroscou os dedos nos meus cabelos, guiando a cabeça com firmeza.
— Devagar… assim, engole mais. Quero sentir essa garganta. Eu avançava até onde conseguia, sentindo a cabeça enroscar perto da glote.

Léo, embaixo, intensificou: língua entrando, invadindo minha buceta em pulsos ritmados, barba rala roçando a parte interna das coxas. Eu rebolava sem controle, quadril rodando no rosto dele, gemidos abafados pelo pau de Luís na boca, enquanto minha mão não parava de punhetar Léo – firme, ritmada, sentindo ele inchar ainda mais na palma.
— Olha como ela tá molhada… escuto daqui — Luis provocou, empurrando mais fundo a cabeça. — Rebola mais forte, vai. E não para de masturbar ele… faz ele gemer mais na tua buceta.

O prazer crescia rapidamente, de novo. Eu acelerava os movimentos no rosto de Léo, sentindo a língua dele implacável, mão voando no pau grosso dele, enquanto Luís fodia minha boca com controle. Meu gemidos intensificaram, e Luís percebeu:
— Goza, Tânia… goza safada gostosa, que eu sei que vc quer… — Luís ordenou.

Não aguentei. Meu segundo orgasmo da noite veio forte, quadril pressionando para baixo, esmagando o rosto de Léo com força, mão apertando o pau dele sem parar, um gemido longo vibrando no pau do Luis. Léo segurou firme minhas coxas, lambendo tudo, bebendo enquanto eu tremia inteira, pau latejando na minha mão. Luis soltou minha cabeça para que eu pudesse me esvair e respirar.

Quando me afastei um pouco, ofegante, Léo limpou a boca com o dorso da mão e riu:
— Delícia… agora troca. Quero ver tu cavalgando o Luís enquanto eu chupo esses peitos.

Tentei protestar, dizendo que minha buceta estava sensível demais, mas Luís já estava deitado na cama, de costas, pau reto e rígido apontando pro teto como se estivesse me desafiando. Ele me olhou com aquele olhar dominante puro, sorriso safado, estendendo a mão pra me puxar.
— Vem cá, sua putinha… sobe aqui e cavalga no meu pau. Quero sentir de novo essa buceta macia e gostosa.

Não tive como negar, e subi nele com as pernas moles. Me posicionei de joelhos sobre ele, uma perna de cada lado dos quadris. O corpo dele quente embaixo do meu, pele suada colando, e o pau roçando a parte interna da coxa enquanto eu me ajeitava. Segurei a base com a mão – rigidez perfeita, glande delineada brilhando – e posicionei na entrada da buceta ainda inchada e escorrendo.
— Isso… desce devagar, vai. Deixa eu sentir você engolindo tudo — Luis grunhiu quando eu desci de uma vez, sentando fundo, gemendo alto com a sensação dele me fodendo toda. Comecei a rebolar, devagar primeiro, depois acelerando um pouco.

Léo se posicionou do meu lado direito, pau grosso balançando pesado perto do meu rosto. Ele não esperou, e levou suas mãos para acariciar meus peitos, já doloridos de tesão.
— Caralho, olha esses peitos perfeitos… vou mamar enquanto você fode ele — Léo falou, inclinando-se para sugar o mamilo esquerdo com fome. Alternava entre os dois, chupando um com força, lambendo o suor, mordiscando o outro enquanto a mão torcia o bico.

Eu acelerei, subindo e descendo no pau de Luís com mais força, quadril batendo alto a cada descida, buceta fazendo barulho úmido. Costas arqueadas pra empinar os peitos na boca de Léo, gemidos saindo sem controle.
— Porra, rebola mais forte nessa vara, Tania…assim delicia… engole meu pau com essa buceta gostosa — Luis mandou, mãos nos meus quadris batendo pra cima, encontrando cada movimento meu com estocada funda. — Tá toda molhada, escorrendo… quer gozar nele, né, sua safada?

Léo sugava como louco, deixando os seios brilhando de saliva, mamilos vermelhos e latejando. Ele se masturbava com uma mão enquanto chupava, gemendo contra a pele, pau cada vez mais inchado.

De repente ele se afastou dos seios, subiu, pau na mão, batendo a glande larga e achatada no meu rosto – primeiro na bochecha, depois nos lábios, deixando um rastro úmido de pré-gozo. Sim, eu estava apanhando. Literalmente apanhando com uma vara pesada na minha cara.
— Abre essa boca, vadia… toma pau na cara enquanto cavalga ele.

Eu continuei rebolando forte em Luís, mas virei o rosto pro pau dele, língua saindo pra lamber a cabeça a cada batida. Léo acelerou a punheta, batendo mais forte na minha cara, pau pulsando.
Eu provoquei, voz rouca e safada entre os movimentos:
— Nem meteu em mim hoje e já tá gozando, hein? Só de chupar peito e bater na cara já chega ao limite?
Léo riu, mas os olhos escureceram de tesão, mão voando mais rápido no pau.
— Cala essa boca, sua puta safada… vai tomar porra na cara pra aprender a não provocar.
Ele perdeu o controle logo em seguida: gozou gemendo, pau pulsando forte, sete ou oito jatos de porra quente e pegajosa espirrando no meu rosto, na bochecha, nos lábios, no colo, escorrendo pros seios enquanto ele rosnava baixo, ainda batendo o pau na minha cara pra espalhar o gozo.
— Toma, vadia… toda suja de porra agora, continua cavalgando sua puta safada.

O gozo quente no rosto e nos seios me deixou ainda mais louca, rebolando forte em Luís, sentindo o pau dele pulsar dentro de mim. Luis riu grave, mãos apertando meus quadris.
— Olha a cara dela toda melada… pára agora, Tânia, tô quase… mas não quero gozar ainda…ou não.
Léo, ofegante, passou o pau ainda meio duro no meu rosto pra espalhar mais, depois se deitou ao lado, sorrindo possessivo. Ele deu o comando com aquela voz grave que não deixa espaço pra dúvida:
— Agora ajoelha no chão, Tania. Vem cá linda….

#Parte 4: da cama para o chão
Eu desci da cama ainda ofegante, o rosto melado do gozo dele, seios brilhando com saliva e porra. Ajoelhei no tapete macio do quarto, entre as pernas dos dois que já estavam de pé na minha frente. Luis à esquerda, pau reto e rígido; Léo à direita, o pau grosso latejando, meio mole, mas ainda assim imponente.
Olhei pra cima, batom borrado, cabelo bagunçado, e segurei um pau em cada mão – esquerda no Luis, direita no Léo – masturbando devagar enquanto alternava a boca. O pau do Léo, lambuzado de porra. O do Luis, lambuzado dos meus líquidos.

Comecei com Luis: engoli fundo, garganta relaxada, sentindo a rigidez constante bater no fundo da boca. Ele gemeu baixo, mão na minha nuca guiando firme.
— Isso, engole tudo, sua puta gulosa… chupa forte.

Depois passei pro Léo: mesmo semi ereto, mal cabia na boca, a grossura esticando os lábios, glande achatada preenchendo tudo. Eu lambia a base, mão subindo e descendo o que não entrava, enquanto ele segurava meu cabelo com as duas mãos.
— Porra, essa boca… mama esse pau, vai. Mostra o quanto você gosta disso, safada. Quer mais porra, né?

Eu alternava rápido agora – boca num, mão no outro, língua rodando glande, sugando bolas, lambendo a extensão toda. Os dois gemendo juntos, quadris se mexendo levemente para frente, me fodendo a boca em revezamento.
Até que Luís perdeu o controle. Puxou minha cabeça com força pra ele, pau fundo na garganta.
— Ahhh não consigo segurar mais… Tania.. vou gozar… ahhhh, tô gozando… gozando na tua boca, engole tudo, vadia — ele rosnou, jatos firmes de porra salgada enchendo minha boca. Eu engoli o que deu, mas uma pequena parte escorreu pelo canto dos lábios enquanto ele segurava a nuca até a última pulsada.

Nem deu tempo de respirar direito. Léo me puxou pra ele, mas em vez de gozar na boca, me virou de quatro no chão mesmo, joelhos no tapete, mãos apoiadas.
— Fica assim, empina essa bunda.
Ele se posicionou atrás, pau grosso a entrada da buceta ainda molhada e inchada. Mesmo sem estar 100% duro, o volume do pau e a pressão fez com que entrasse de uma vez, fundo, a grossura me fazendo gemer alto. Começou a estocar firme, em pé de cima para baixo, mãos nos meus quadris puxando com força, bolas batendo na minha buceta a cada metida.
— Caralho, como essa buceta aperta… toma pau, toma — ele grunhia, ritmo rápido, estocada descendo pesada, glande larga batendo no fundo e me fazendo gemer como louca.

Luis, ainda ofegante, se ajoelhou na minha frente, pau meio mole pingando o resto do gozo, segurou meu rosto e enfiou o pau na minha boca, enquanto Léo me fodia por trás.

Não consegui gozar dessa vez – o prazer era intenso, mas o foco era neles. Léo meteu forte por alguns minutos, suor pingando nas minhas costas, até que saiu de dentro de mim de repente, pau latejando.
— Vira, ajoelha de frente.

Eu virei rápido, ainda de joelhos, rosto levantado para eles. Luis já estava punhetando de novo, pau endurecendo rápido. Léo bateu de novo o pau na minha cara algumas vezes – bochecha, lábios, testa – deixando rastro úmido.
— Abre essa boca, vadia… vai tomar porra dos dois.

Os dois punhetaram rápido na minha frente. Léo gozou primeiro: três ou quatro jatos no rosto, na boca aberta. Gemido silencioso dele, só respiração pesada, olhos cravados nos meus enquanto pulsava.
Luis veio logo depois, apontando pros seios e barriga: gozo quente, mas ralo, dado ter sido o segundo em sequência, espirrando na pele já melada.
— Toma, sua safada… era isso que vc queria né? Ficar toda suja de porra? Então toma…..

Eu fiquei ali ajoelhada, ofegante, corpo brilhando de porra dos dois, rosto e seios melados, sorrindo enquanto lambia os lábios.
— Agora sim olha que coisa mais linda… Luis disse, enquanto eu me limpava meu rosto com os próprios dedos… que tal uma pausa para um banho?

#Parte 5 e Epílogo: eu pensava que tinha acabado
Léo me puxou pelo braço, me ajudando a levantar e me manter em pé.
Levantei do tapete com as pernas ainda bambas, o corpo inteiro brilhando de suor e porra dos dois. Rosto melado, seios e colo escorrendo a porra que em alguns locais já começavam a secar na pele. Caminhei nua até o banheiro do quarto, sentindo o sêmen escorrer pelo corpo enquanto os dois me seguiam com o olhar, sorrisos safados no rosto.

Parei na frente do espelho grande iluminado, virei o rosto de lado, passei os dedos pelas bochechas e lábios melados, depois desci pros seios, espalhando um pouco mais só pra ver o reflexo.
— Nossa… olha como eu tô lambuzada — disse alto pro quarto, voz carregada de tesão satisfeito. — Cara, colo, peitos… vocês me sujaram toda.
Léo, encostado na porta do banheiro, sorriu:
— Ficou linda assim, Tânia. Toda meladinha…
Luis apareceu atrás de mim no reflexo, mãos nos meus ombros, beijando minha nuca.
— Perfeita. Agora vem, vamos tomar banho antes que seque tudo.

Entramos os três no box amplo, água quente caindo forte. Eles me ensaboaram devagar. Era impressionante o entrosamento deles, e tive a certeza de que eu não era a primeira ali. As mãos deslizavam pelo meu corpo, limpando o sêmen do rosto, dos seios, das coxas, mas também provocando de novo – dedos roçando clitóris, apertando mamilos, beijos molhados sob a água. Eu retribuí, ensaboando os paus deles, masturbando devagar.

Saímos do banho uns 15 minutos depois, corpos limpos e vaporosos, toalhas enroladas. Fizemos uma pausa rápida: deitamos os três na cama, eu no meio, pernas entrelaçadas, conversando baixo, rindo das bagunças da noite, tomando água, recuperando o fôlego.
Depois de uns 20 minutos, percebendo que eles ainda estavam a fim, baixei para beijar os dois caralhos. O desafio era, quem levantar primeiro, me come, o outro filma. Só aceitei que a filmagem fosse feita no meu celular, pois teria a certeza de apagar logo depois. Por precaução, desliguei wi-fi e dados móveis, e começei. Chupei e punhetei os dois alternadamente. Luis venceu e falou:
— Deita de costas. Quero te foder igual namoradinho, beijando tua boca enquanto soco tua buceta.
Léo pegou o meu celular, já sabendo o papel dele.
— Eu filmo. Quero registrar essa carinha gozando pra gente ver depois.

Deitei de costas no centro da cama, pernas abertas, Luis subiu em cima de mim, posicionou o pau reto na entrada, já molhada de novo só da expectativa, e entrou devagar, fundo, olho no olho.
— Isso… que delícia, Tania — ele gemeu, começando um ritmo firme, estocadas profundas, mãos apoiadas dos lados da minha cabeça.
Léo se posicionou do lado, celular filmando de perto: meu rosto, os seios balançando a cada metida, o pau de Luis entrando e saindo, depois focando no meu clitóris inchado.
— Olha pra câmera, safada… mostra como você gosta de levar pau — Léo provocava, voz rouca, pau dele endurecendo de novo só de assistir. — Conta pra gente o quanto tá gostando de ser fodida assim, toda aberta.

Eu gemi alto, pernas envolvendo a cintura de Luis, trançando em volta das costas, quadril subindo pra encontrar cada estocada.
— Ai, Luis… mete fundo… tô quase…
Luis acelerou, suor pingando no meu peito, pau pulsando dentro de mim.
— Goza, Tania… goza no meu pau enquanto ele filma tua cara de puta.

Foi mais um gozo forte, intenso. Nem sei de onde ainda tirava forças. A buceta apertava o pau dele, oq ue fez com que ele gozasse logo em seguida: era mais porra quentes dentro de mim, corpo colapsando sobre o meu por alguns segundos.
Léo continuou filmando até o último tremor, depois baixou o celular, sorrindo.
— Perfeito. Agora se vc quiser, tem uma lembrança pra sempre.

Ficamos os três abraçados na cama, ofegantes, risadas baixas, carinhos preguiçosos. Fui tomar mais um banho, destruída, pernas doloridas e amolecidas. Saí dali já era meia madrugada, quase 3 da manhã, e voltei para casa, com a certeza de que a noite tinha sido exatamente o que eu pedi: intensa, suja, completa. E de que havia tomado uma quantidade inesquecível de porra em mim, na minha boca, meu rosto, meu corpo, e minha buceta. Só faltava um lugar, que eu ainda não havia cedido para eles…

Foto 1 do Conto erotico: Diário de uma Casada 34: Dei para od dois (de novo) e fui banhada por esperma

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Diário de uma Casada 34: Dei para od dois (de novo) e fui banhada por esperma

Codigo do conto:
262160

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
16/05/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
3