Diário de uma Casada 05: Primeira vez no Motel

# Prólogo – Quinze dias de fogo

Quinze dias. Caramba, só quinze dias desde a última vez e meu corpo já tava gritando. Desde aquele domingo 7, cada mensagem dele era uma tortura lenta: áudio sussurrado à noite, respiração pesada, “tô pensando em você agora”, e eu ali, sozinha na cama, mão entre as pernas, imaginando ele me rasgando. A gente se provocava sem dó, mas sem marcar nada... até que o marido viajou. Aí lascou. O desejo tinha transbordado. Nem era questão de querer — era uma necessidade bruta, me apertando por dentro.

Decidimos: nada de apartamento, nada discreto. Motel mesmo. Eu nunca tinha ido com outro cara que não fosse meu marido, fazia tempo que não pisava num desses lugares. Lucas falou: “Sairei direto do trabalho. Chego primeiro, te deixo a vaga da garagem coberta”. Ele sabia que eu gostava de chegar já pronta.

Escolhi o vestido vermelho envelope de propósito. Justinho, transpassado e amarrado na frente, curto, nada por baixo. Nem calcinha, nem sutiã. Só perfume forte, salto alto que ele vive elogiando, e aquela certeza idiota: ele vai arrancar isso em dois segundos, mas vai me sentir por dias.

# Chegada – Contra a janela

Entrei no quarto do Hotel Flamingo, e fechei a porta devagar, quase sem barulho. Eram 17:30. Ele já tava lá, encostado na janela, luz do fim de tarde batendo no rosto. Camisa preta, manga dobrada, olhar de quem já tava me comendo antes de encostar. Meu corpo reagiu na hora: bico duro roçando no vestido, buceta latejando, molhada de só olhar pra ele. Tirei o salto com um chute, caminhei descalça até ele.
“Gostou da cor? “— joguei, já sabendo.

Ele nem respondeu. Me virou de costas, me colou no vidro gelado. O frio do vidro contra meus peitos me arrepiou toda. Corpo dele grudado atrás, pau duro apertando minha bunda por cima do vestido. Uma mão na cintura, a outra subindo pela coxa, descobrindo que eu tava sem nada.
“Sem calcinha, sua puta?”— murmurou na minha orelha, voz rouca, quase rindo.
“Pra quê? Vim pra levar pau mesmo”.

Beijo veio violento. Língua brigando, dentes mordendo lábio. Mão dele já apertando minha buceta nua, dedo médio roçando o clitóris. Eu gemi na boca dele. Senti o pau pulsar contra minha barriga. Ele tava louco de tesão.
“Vem pro banho. Tô suado o dia todo.”

# No chuveiro – Boca e água quente

Entramos no box quase tropeçando. Antes de entrar, ele puxou o laço do vestido e o tecido caiu no chão. Ficou olhando meu corpo nu como se fosse a primeira vez.
“Puta merda... você me mata com essa cara de safada. Vadiazinha gostosa!!!”

Entrei debaixo da água quente. Ele veio atrás, já pelado. O som forte do chuveiro abafava o mundo. Mas não abafava meus gemidos enquanto ele me beijava e passava a mão na minha buceta. Ajoelhei no piso molhado sem pensar. Segurei aquele pau grosso com as duas mãos — precisava mesmo — e comecei lambendo devagar, da base até a cabeça. Depois engoli. Fundo. Até sentir a garganta apertar. Salivei, lambuzei, chupei com força enquanto a água escorria no meu corpo.
“Isso, engole tudo, sua vadia... porra… Aiii que delicia, chupa direito, sua safada”

Ele segurou meu cabelo, fodeu minha boca um pouco. Depois me puxou pra cima, me virou de frente pro vidro.
“Abre as pernas.”

Afastei os pés, dobrei levemente os joelhos, empinei a bunda. Expus tudo — minha buceta molhada, meu rabo arrebitado, minha vulnerabilidade suada. Senti a cabeça grossa com a pele ainda sobre a glande roçando, esfregando, me abrindo devagar. Ele não enfiou de uma vez. Ficou me torturando, só a cabecinha entrando e saindo.
“Tá implorando, né? Essa buceta tá babando…”
“Enfia logo, caralho! Me fode, tô com saudade!”

Aí ele socou. Fundo. Forte. Ritmo bruto, sem dó. Corpo batendo no meu, água espirrando, gemidos misturados com o barulho molhado. Ele segurava minha cintura com força, dedos marcando a pele. Minhas pernas bambearam. Me apoiei com mais força no vidro. Os seios, molhados, balançavam com o impacto. Eu gemia alto, pedindo mais.
“Porra, Tania... tua buceta aperta demais…”
“G-gosta, né, seu filho da puta? M-mete mais…. m-mais, mete com força, enche minha buceta.. Goza dentro de mim!”

Ele acelerou. Estocadas pesadas. Testículos batendo no clitóris. E então afundou uma última vez. Até o limite. O quadril dele colado no meu, os 20cm inteiros dentro, os braços me puxando com mais força.
“Toma... porra... toma tudo, caralho.”

Gozou afundado até o talo, gemendo rouco na minha nuca, mordendo minha pele. Senti cada jato quente enchendo tudo. Fiquei ali, tremendo, absorvendo. De olhos fechados. Ele saiu de mim, aquele pau babado do orgasmo, grande, impositivo.
“Caralho, gozei rápido dessa vez”

Eu sorri, enquanto entrava embaixo da água para me lavar.
“Mas sei que você não está satisfeito, não é?” — provoquei — “quero que me coma muito ainda.

# Depois do primeiro – De ladinho

Saímos do banho meio molhados ainda. Fui pra cama de bruços, corpo pesado. Ele me virou de lado, me encaixou nele como conchinha. Pau já endurecendo de novo, roçando entre minhas coxas. A cabeça encostava bem ali, na entrada da minha buceta, escorregando como se já soubesse o caminho. E sabia.
“Que buceta gulosa... mal saiu e já quer mais.”
“Cala boca e enfia, seu desgraçado”.
“Vagabunda atrevida… adora que eu te trate assim, né? Quer ser usada de novo? Quer meu pau cravado nessa sua buceta de safada?”
“Quero. Quero essa porra toda bem fundo… até eu me acabar de tanto gozar, Lucas”.

Ele riu baixo. Encaixou devagar dessa vez, mas fundo. Braço ao redor do meu pescoço, não apertando, só segurando. Outra mão no quadril, me puxando contra ele. Ritmo lento, mas forte. A cada estocada, meu quadril batia no dele, e o pau entrava mais fundo. Eu sentia a curva do tronco dele colado nas minhas costas, os músculos tensos, o som da respiração pesada no meu ouvido.
“Porra, Lucas… assim eu vou gozar, caralho…”
“Vai, vadia. Goza pra mim. Goza bem linda com meu pau socando com força. Porque essa buceta é minha, e você também.”
“Eu sou tua puta, porra. Só tua…”

Ele acelerou, ritmado. E aí aconteceu. Gozei, gemendo, implorando por mais, mesmo enquanto tudo queimava lá dentro. As vistas escureciam, as pernas formigavam. Lucas continuou metendo por alguns segundos, sentindo meu gozo escorrer em volta do pau dele, até parar. Me beijou na nuca. Eu tremia. Satisfeita, fodida, completamente dele.

# De quatro – Sem limite

Nem sei quanto tempo fiquei ali, deitada de ladinho, com o corpo ainda pulsando depois daquele gozo lento e intenso. Mas Lucas não me deu muito tempo pra me recuperar.
“Vira. Quero ver essa bunda empinada.”

Ajoelhei, na cama de 4, pernas bem afastada, cabeça baixa, bunda alta. Ele ficou olhando um tempo, só admirando.
“Olha essa buceta melada ainda…”

Senti a cabeça do pau roçando meus lábios, provocando. Não resisti:
“Vai enfiar ou vai ficar se exibindo, seu puto?” — provoquei, com a voz rouca de tesão.

Então o Alpha se manifestou. Encaixou de uma vez. Um movimento só, aquele pau grosso me atravessou inteira. Gritei abafada no travesseiro. Ritmo selvagem. Mãos cravadas nos meus quadris, puxando forte. Pele batendo, cama rangendo, foda selvagem..
“Tu gosta de ser fodida assim, né? No limite. Gosta desse pau grosso te enchendo até a garganta.”
”Gosto! Eu amo! Me fode, caralho! Goza comigo, porra!”

Senti ele começar a pulsar lá dentro.
“Vai gozar, vadia?” — ele perguntou, socando fundo.
“Vou... caralho, eu vou gozar! Me enche, Lucas, goza comigo!”

A gente gozou junto. Eu tremi inteira, um orgasmo que me fez perder o ar, gritando de verdade, a pele suando. E ele afundou até o talo, segurou meu quadril com tanta força que parecia que ia me fundir nele, e gozou. Jatos quentes, longos, grossos, preenchendo minha buceta com tudo o que ele tinha.

# Final – Aberta e marcada

O quarto ficou em silêncio por alguns segundos. Eu ainda estava de quatro quando ele saiu de dentro de mim. Devagar. O pau escorregando molhado, grosso, lambuzado da porra que ele tinha acabado de gozar dentro de mim. Me virei com dificuldade — as pernas moles. Ele ficou me olhando, pingando suor:
“Caralho, que foda intensa, vc acaba commigo, Tania”
“Você também. Minha perna tá tremendo até agora.”

Ele veio, me beijou Depois me deitou de costas. Abriu minhas pernas, olhou minha buceta vermelha, inchada, escorrendo.
“Tá destruída e ainda pede mais, né sua doente?”
“Se vc tiver mais para dar, eu aceito”

Ele se ajoelhou entre minhas pernas, segurou o pau com uma mão, manipulou, estava a 80%, a outra mão escorregando pelo meu seio, apertando com firmeza. E então, com um gemido baixo, encaixou de novo. A cabeça do pau pressionou a entrada com aquela pele ainda sobre a glande, deslizando quente, molhada. Mesmo sem estar totalmente duro, ele mantinha a capacidade de guerrear. Penetrou devagar — dessa vez não era pressa, era domínio absoluto. Um movimento contínuo, até o fundo.
“Isso, porra… abre essa buceta pra mim “— ele gemeu. — “Toma tudo de novo, sua puta linda”.

Lucas fodeu controlado, fundo, me olhando nos olhos. O pau endureceu um pouco mais. Gozei mais uma vez, pernas tremendo, corpo todo contraindo. Ele saiu, se masturbou rápido entre minhas pernas abertas. Gozou na minha barriga, nos peitos, jatos quentes respingando até o pescoço. Fiquei ali, lambuzada, sorrindo.

Depois caiu do meu lado. Me puxou pro peito. Ficamos quietos um tempo, só respirando. Ele limpou minha pele com a toalha, mas brincando, apertando o mamilo de leve.
“Marcada. Toda minha.”
“Tô exausta... mas feliz pra caralho.’

Depois de um pouco de descanso, palavras carinhosas trocadas, nos levantamos e fomos nos vestir. Eu estava realmente feliz. Me descobria a cada encontro, me realizava. Antes de sair, na porta, ele lançou o desafio:
“Da próxima vez, quero algo mais safado. Quero te amarrar, Topa?”
“Com você? Me sinto segura. Tô dentro.”

Saí do motel com a perna bamba, o corpo marcado, e um gosto de “quero mais” queimando por dentro. A muito tempo eu não transava em motel, e minha primeira vez com outro homem ali. Pensei: puxa, como isso é gostoso, e como faz bem. Eram 19:45h. Pouco mais de duas horas transando. Foi o fim daquele encontro. Mas entre nós… não era fim. Só intervalo.

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Comentários


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marques1971 Comentou em 03/03/2026

Mas que bela mulher te estás a transformar

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hottnts Comentou em 03/03/2026

gostei imenso do conto... quente e intenso

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afim2 Comentou em 03/03/2026

Wow! Que conto lindo. Delicioso!




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Ficha do conto

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tania32

Nome do conto:
Diário de uma Casada 05: Primeira vez no Motel

Codigo do conto:
256045

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
03/03/2026

Quant.de Votos:
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