Diário de uma Casada 29: traí de novo, mas foi o fim de um ciclo

Prólogo – A última vez (ou assim eu achava)
Eu tinha jurado que Aquiles seria o ponto final. Depois dele, naquela noite quente de setembro de 2023, sentei no meu carro, as pernas ainda tremendo, a buceta latejando de tanto levar vara, e pensei: “Chega. Foi lindo, foi intenso, foi mais do que qualquer mulher comum sonharia em viver numa vida inteira.”

Em 451 dias eu tinha transado com 12 homens diferentes. Até o primeiro encontro (DC1), com Murilo, eu nunca havia tido outro homem. Meu marido fôra o primeiro e único. Até que rolou, naquela sexta-feira, 17 de junho de 2022, de eu sentir outro pau dentro de mim. E gostei. Não levou três semanas para que eu repetisse, com outro homem, Luís Carlos (DC2), e assim passei a me descobrir e a me entregar em novas e variadas aventuras. Doze paus que não eram do meu marido. Doze bocas que não eram a dele me chupando até eu gritar. Paus diversos, maioria deles grossos, um de 23cm. Oitenta e quatro orgasmos que eu nem sabia que meu corpo era capaz de dar. Quarenta e nove gozadas que eu arranquei deles, algumas na minha boca, outras dentro de mim, quentinhas, escorrendo pelas coxas enquanto eu voltava pra casa fingindo que era só mais uma esposa fiel.

Eu tinha dado o cu três vezes. Tinha chupado pau em estacionamento, em motel de luxo, em hotéis, flats. Tinha gemido “me fode, me fode mais forte” para homens que mal conhecia. Tinha dado para dois homens ao mesmo tempo, praticamente estranhos para mim. Tinha sido uma putinha safada, sem culpa, sem arrependimento.
E eu parei.

Durante três meses inteiros, resisti. Aquiles mandava mensagem de vez em quando, sempre delicado, sempre safado na medida certa:
“Você ainda pensa nesse velho te comendo, princesa?”
Eu respondia com educação, mas firme: “Pensei, sim. Mas acabou, Aquiles. Foi perfeito assim.”

Até que, certo dia, ele disse que estava de mudança definitiva para Portugal. Antes de ir, queria uma despedida. Só uma. “Última vez, meu amor. Depois eu sumo de verdade. Te quero porque vc foi a buceta mais impressionante que passou pela minha longa vida.” Eu sabia que não devia. Sabia que era cilada. Mas mesmo assim, eu aceitei. Era sábado, 9 de dezembro de 2023.
Respirem fundo, meus amores…
Porque agora vem o relato inteiro dessa noite.
E eu prometo: vai ser sujo, longo e sem cortes, exatamente como vocês gostam.

# Parte 1 – A espera (19h00)
Entrei no flat com a chave que ele tinha deixado na portaria. O silêncio do lugar me deu um arrepio gostoso: era só eu, e a certeza de que, em poucos minutos, eu ia virar putinha de novo.

Fechei a porta com cuidado, como se alguém pudesse me ouvir. Coloquei a bolsa no canto, tirei o vestido leve que usava, e fiquei só de salto alto. No meio da cama, dobradinha com carinho, a camisola. Bege quase pele, tão fina que dava pra ver a sombra dos meus mamilos. Curta o suficiente pra, quando eu me inclinasse, mostrar o começo da bunda (desenho rabiscado das fotos, abaixo).

Fui pro banheiro, tomei banho. Entre as pernas já estava inchada, latejando de expectativa. Depois o perfume: uma gotinha atrás de cada joelho, uma no pescoço, duas bem no monte de vênus, pra quando ele enfiasse a cara ali sentir meu cheiro o dia inteiro na memória.

Sequei o corpo devagar, passei creme hidratante nas coxas, na bunda, nos seios. Os mamilos já estavam tão duros que doíam de tão sensíveis. Vesti a camisola. Olhei no espelho: a renda mal cobria as auréolas, a barra ficava alguns dedos abaixo da virilha. Quando me mexi, a luz bateu e mostrou o contorno da buceta lisinha, já brilhando de tão molhada. Voltei pro quarto, acendi só o abajur dourado. Sentei na beira da cama, cruzei as pernas, senti o tecido subir e o ar fresco bater no grelo inchado. Peguei o celular: 19h14. Ainda faltavam 15 minutos para ele chegar.

Deitei de lado, a camisola subiu até a cintura sozinha. Passei a mão por cima do tecido, apertando os seios, descendo até entre as pernas. Só uma roçadinha de leve, pra acalmar. Mas foi pior: senti o mel escorrendo, a camisola já com uma manchinha transparente onde o grelo roçava. Tirei a mão rápido.

19h28. Levantei, andei pelo quarto descalça,. Parei na frente da janela alta, cortina entreaberta. Ouvi o elevador parar no andar. Passos no corredor. Chave na fechadura. Respirei fundo, voltei pra cama, sentei de novo, abri ligeiramente as coxas. A camisola subiu mais um pouco. O grelo latejava visível, inchado, pedindo língua.

A porta abriu devagar. E ali estava ele. Paletó no braço, camisa social branca, olhar faminto me devorando inteira.
— Boa noite, minha garotinha favorita.
Eu abri as pernas mais um pouco, deixei ele ver o brilho do mel escorrendo pela parte interna da coxa.
— Boa noite, meu coroa safado… chega logo, que eu já tô há meia hora morrendo de vontade de te sentir me fodendo inteira.

Ele fechou a porta com o calcanhar e ficou parado ali um segundo, só me olhando. Eu não aguentei. Levantei da cama devagar, a camisola roçando nos mamilos duríssimos, e fui até ele rebolando como se já tivesse com um pau dentro. Quando cheguei perto, ele largou o paletó no chão e me pegou pela cintura com as duas mãos, me erguendo do chão como se eu não pesasse nada.

# Parte 2 - O início
Nossas bocas se chocaram antes mesmo dos corpos. Beijo molhado, safado, língua brigando, dentes batendo de tanta fome. Ele gemeu dentro da minha boca quando sentiu meus mamilos roçando o tecido da camisa dele. Eu enrosquei uma perna na cintura dele, senti o volume já duríssimo roçando minha buceta por cima da calça social. Era uma novidade. Aquiles duro de imediato, onde antes eu tinha um certo trabalho para colocar de pé.
— Caralho, Tânia… três meses sentindo falta dessa bucetinha apertada, ele rosnou contra meu pescoço, já mordendo, chupando, deixando marca.

Eu só consegui gemer e esfregar mais forte, mel escorrendo pela coxa dele, manchando a calça. Ele me carregou até a cama sem desgrudar a boca, me jogou de costas no colchão. A camisola subiu até os seios, deixando tudo à mostra. Ele ficou de pé na minha frente, desabotoando a camisa com uma calma irritante enquanto eu abria as pernas bem escancaradas, mostrando o grelo inchado, a buceta latejando.
— Olha o estado que você me deixa, seu filho da mãe… olha como eu tô molhada pra você.

Ele sorriu de canto, tirando a camisa, revelando o peito largo, pelos grisalhos, barriga de homem vivido que eu apertava enquanto ele me fodia. A calça marcando o pau latejando, uma mancha úmida onde eu tinha esfregado.
— Tá vendo isso aqui? Ele apertou o volume por cima do tecido. — Isso é saudade acumulada, princesa. Três meses sem meter em você… hoje eu vou te deixar arrombada.
o comportamento dele mudara. Estava mais selvagem, mais safado. E eu gostei. Desceu o zíper devagar. O pau saltou pra fora, já babando na cabecinha, veias grossas, 17,5cm latejando apontados pra mim. Eu lambi os lábios sem nem perceber. Ele veio pra cima de mim, ainda de calça aberta, só o pau de fora. Se ajoelhou entre minhas pernas, segurou meu rosto com as duas mãos e me deu um beijo mais lento, mais fundo, mais carinhoso. Depois desceu chupando meu pescoço, clavícula, até chegar nos seios. Puxou a camisola pra baixo com os dentes, mamilo saltou direto pra boca dele. Chupava forte, mordia, puxando, eu arqueava as costas, gemendo alto, já esfregando a buceta na barriga dele.
— Puta que pariu, Aquiles… me chupa gostoso assim que eu já gozo na tua boca…

Ele riu contra meu peito, desceu beijando a barriga, chegou no monte de vênus, respirou fundo.
— Olha essa buceta linda. A mais saborosa, minha favorita, Tânia. Sempre foi. E hoje eu vou comer você pra levar de lembrança.

Abriu minhas pernas até doer os tendões, segurou firme as coxas e enfiou a cara. Primeira lambida larga, da entrada até o grelo. Eu gritei. Segunda lambida mais lenta, chupando os lábios pra fora. Terceira já com a língua inteira dentro, me fodendo com a boca. Eu agarrei o cabelo grisalho dele, rebolando na cara, gemendo sem vergonha nenhuma. Ele chupou meu grelo, sugando de leve, batendo a língua rápido. Eu senti o primeiro orgasmo subir rápido demais, pernas tremendo, corpo inteiro se retesando.
— Aquiles… eu vou… já vou…

Ele meteu dois dedos grossos de uma vez, curvou pra cima, continuou chupando sem parar. Gozei na boca dele. Onda após onda, corpo convulsionando, gritando “porra!” enquanto ele lambia tudo, gemendo satisfeito. Quando terminou, ele subiu, pau babando na minha coxa, rosto brilhando com meu mel.
— Gozou gostoso, minha putinha? Ainda tem mais viu?..

Eu ainda estava ofegante, pernas abertas, buceta latejando, ele com o pau roçando minha entrada, já pronto pra me arrombar de vez.

# Parte 3 – De joelhos pra ele
Ele se levantou da cama, pau duro apontando pro teto. Olhou pra mim, ainda deitada de pernas abertas, camisola embolada na cintura, peito subindo e descendo rápido.
— Vem cá, Tânia. Eu sonho com esses lábios grossos. Vem mostrar pro teu coroa como essa boca deliciosa mama gostoso.

Eu nem pensei. Desci da cama, joelhos no tapete macio, bem entre as pernas dele. O cheiro dele (pau quente, pele limpa, um restinho de colônia) me deixou tonta. Segurei a base com as duas mãos e olhei pra cima, olhos nos olhos.
Primeira lambida: da base até a cabeça, bem devagar, língua larga, sentindo pulsar. Ele soltou um “puta merda” rouco e segurou meu cabelo com as duas mãos, sem puxar… Comecei a chupar de verdade…. Boca aberta o máximo que conseguia, engolindo centímetro por centímetro, garganta relaxando.. Quando chegou no fundo, segurei ali, olhando pra ele, saliva já escorrendo pelos cantos. Ele gemeu alto, cabeça caindo pra trás.
— Isso Tania… olha pra mim, safada. Quero ver esses olhos lindos enquanto você engole meu pau inteiro.

Voltei a subir e descer, ritmo lento no começo, língua rodando na cabeça toda vez que chegava em cima, chupando forte como se quisesse arrancar o gozo dele ali mesmo. Depois acelerei. Mão acompanhando a boca, torcendo levinho, a outra massageando as bolas pesadas.

Ele começou a mexer o quadril, fodendo minha boca com cuidado, mas firme. Cada estocada batia no fundo da garganta e eu só gemia, vibrando no pau dele. Lágrimas escorrendo (de prazer, de ser usada assim), rímel borrando, saliva pingando nos meus peitos, molhando a camisola transparente.
— Caralho, Tânia… ninguém mama como você, porra… ninguém…

Eu tirei da boca um segundo, pau latejando na minha mão, fios de saliva ligando meus lábios à cabeça vermelha.
— Então goza na minha boquinha, amor…

Voltei a engolir, mais rápido, mais fundo, garganta apertando em volta dele. Ele segurou minha nuca com mais força, metendo até eu engasgar de leve, gemendo alto, pernas tremendo. De repente ele puxou meu cabelo pra trás, tirando o pau da minha boca com um “ploc” molhado.
— Para. Se continuar assim eu gozo agora e ainda nem te comi…

Eu ri, rosto todo babado, respiração ofegante.
— Então me come, Aquiles. Me joga nessa cama e mete até acabar comigo…

Ele me pegou pelos braços, me levantou do chão como se eu fosse pluma e me jogou de costas na cama de novo. Subiu por cima, pau roçando minha barriga, beijando minha boca com gosto de mim mesma.
— Vou te foder agora, minha princesa. Quero olhar nos teus olhos quando você gozar pela segunda vez hoje.

Eu abri as pernas até onde consegui, joelhos quase na altura dos ombros, buceta escancarada, mel escorrendo até o cuzinho.
— Então vem, coroa… me fode com tudo que você tem… E ele veio.

# Parte 4 – PPMM dos olhos nos olhos
Ele se posicionou entre minhas pernas abertas, pau latejando na mão, cabeça vermelha e molhada roçando de leve na entrada da minha buceta.
— Olha pra mim, Tânia…

A voz dele saiu baixa, quase um sussurro, mas firme. Eu obedeci. Nossos olhos se prenderam e não soltaram mais. Ele empurrou devagar. Só a cabeça entrou, me abrindo, me esticando. Eu soltei um gemido longo, rouco, sentindo cada centímetro me invadindo depois de três meses de saudade de outro pau. Ele parou ali, só pulsando, deixando meu corpo se acostumar de novo com aquele tamanho.
— Respira, amor… respira fundo que eu vou entrar todo.

Eu inspirei, soltei o ar tremendo, e ele deslizou mais, lento, sem parar, até eu sentir as bolas dele encostadas na minha bunda.
Cheia.
Arrombada.
Perfeita.
— Puta que pariu, Aquiles… como isso me faz falta…

Ele se abaixou devagar, peito colando no meu, boca na minha orelha.
— Eu também, minha putinha… eu sonhei com essa bucetinha apertada todas as noites.
E começou a mexer.
Lento.
Profundo.
Saindo quase tudo e voltando até o talo, ritmo constante, sem pressa. Cada estocada batia no fundo e eu sentia o grelo roçando no osso dele, fogo subindo pela barriga.

Eu agarrei as costas dele, unhas cravando, pernas enroscadas na cintura. A camisola ainda estava embolada na minha cintura. Ele segurava meu rosto com as duas mãos, polegar acariciando minha bochecha, olhos cravados nos meus.
— Você é linda pra caralho fodendo, sabia?

Nem consegui responder. Só gemi mais alto, sentindo o segundo orgasmo já se formando, quente, inevitável. Ele acelerou um pouquinho, só um pouquinho, mantendo fundo, batendo certinho naquele ponto que enlouquece. Eu comecei a tremer, buceta apertando em volta dele, mel escorrendo pelos lados.
— Vai, amor… goza no meu pau olhando pra mim… quero ver tua cara quando você se desfazer.

Foi o gatilho. Olhei fundo nos olhos dele, boca aberta, e gozei. Gozei forte, corpo inteiro convulsionando, gemendo o nome dele enquanto a buceta pulsava sem parar em volta daquele pau grosso. Ele continuou metendo, me arrancando cada espasmo até eu ficar mole, ofegante, lágrimas de prazer nos cantos dos olhos.

Depois, beijou minha testa, minha boca, meu pescoço.
— Segunda gozada hoje, princesa? Tu gosta mesmo desse caceta velho, hein?
— Me vira de bruços, Aquiles. Me fode como animal agora. Quero sentir você me rasgando até eu gritar…

Ele sorriu, saiu de dentro de mim com um barulho molhado obsceno, me virou de barriga pra baixo como se eu fosse boneca. Eu empinei a bunda, rosto no travesseiro, pernas abertas. A noite ainda era uma criança.

# Parte 5 – De bruços e de quatro: a foda animal
Ele nem precisou falar.
Só segurou meus quadris com as duas mãos, ergueu minha bunda até eu ficar bem empinada, rosto afundado no travesseiro, camisola embolada nas costas.
Senti a cabeça do pau roçando de leve na entrada.
— Respira fundo, Tânia… agora eu vou te comer de verdade.
E meteu tudo de uma vez.
Fundo.
Sem piedade.
O ar saiu dos meus pulmões num grito abafado contra o travesseiro. Ele segurou firme, unhas cravadas na carne dos meus quadris, e começou a socar, ritmo firme, constante, cada estocada fazendo meus peitos balançarem loucamente, o som dos corpos batendo ecoando no quarto.
— Caralho… como essa buceta continua tão apertada, hein? Uma hora fodendo e ainda me aperta como virgem…

Eu só conseguia gemer alto, babar no travesseiro, empinando mais, querendo mais fundo ainda. Ele variava: às vezes saía quase todo e voltava com força, outras vezes ficava fundo e rebolava, esfregando a cabeça lá dentro até eu ver estrelas. Eu sentia o terceiro orgasmo subindo rápido, quente, violento.
— Aquiles… mais forte… me fode mais forte, porra!

Ele obedeceu. Segurou minha cintura com uma mão só, a outra desceu até meu grelo e começou a esfregar em círculos rápidos enquanto socava sem parar.
Foi demais.
Gozei gritando no travesseiro, buceta apertando tanto que ele grunhiu alto.
— Puta merda, Tânia… tá me sugando, caralho…

Não parou. Me puxou pelos cabelos, me colocou de quatro no meio da cama, bunda bem empinada, costas arqueadas. Entrou de novo, agora mais lento, mas fundo, segurando firme nos quadris, me puxando contra ele a cada estocada. Eu olhava por cima do ombro, cabelo grudado na cara de suor, boca aberta, gemendo sem parar.
— Isso… olha pra mim enquanto eu te como, safada linda….

Nossos olhares se cruzaram pelo espelho da cabeceira. Ele sorria suado, barba grisalha brilhando, olhos de predador. Eu parecia uma puta em filme pornô: rosto vermelho, boca inchada, camisola arregaçada de tanto puxar.

Ele inclinou o corpo sobre o meu, peito colado nas minhas costas, mão descendo pra apertar meu peito com força, boca no meu ouvido.
— Vou gozar agora, Tânia… vou encher essa bucetinha até transbordar… quer?
Eu empinei mais, rebolando contra ele.
— Quero… goza dentro, amor… me enche todinha…

Ele acelerou, estocadas curtas e fundas, grunhindo alto, mão apertando meu quadril até deixar marca. Senti o pau inchar mais ainda dentro de mim. Ele cravou até o talo, corpo inteiro tenso, e gozou. Jatos quentes, grossos, profundos. Eu senti cada mililitro me enchendo, escorrendo pelo canal vaginal Ele ficou ali, latejando dentro de mim, respirando pesado no meu ouvido, beijando minhas costas suadas.
— primeira carga da noite, minha putinha… hoje vai ter mais… prometo que vai…

Eu ainda tremia do terceiro orgasmo, quando ele saiu devagar.
Ele me virou de frente, beijou minha boca com gosto de sexo, pegou meu queixo.
— Descansa alguns minutos, amor… porque eu ainda quero te foder muito até eu gozar de novo dentro de você.

# Parte 6 – Sentada no colo do meu coroa (22h20 – 00h15)
Uma pausa se fez necessário. Lanche, conversa, espumante, banho. Nesta ordem. Então, ele me chamou. Eu estava de pé em frente à poltrona, pelada, gotinhas d’água ainda escorrendo entre os peitos. Ele sentado, pernas abertas, pau semi-duro repousando pesado na coxa, cabeça brilhando.
Fui até ele de joelhos no tapete mais uma vez. Segurei aquele pau com a mão, senti o peso, o calor, as veias pulsando de novo.
— Antes de sentar, vou deixar você em ponto de bala, safado.

Enfiei na boca de uma vez, até o fundo da garganta, sem aviso.
Ele soltou um “porra, Tânia!” rouco e segurou meu cabelo.
Chupei com vontade: língua rodando na cabeça, mão torcendo a base, a outra massageando as bolas cheias.

Babei bastante, deixei fios de saliva escorrendo até o saco, engasguei gostoso duas vezes só pra ouvir ele gemer alto. Em menos de dois minutos ele já estava duro como pedra, latejando, cabeça roxa, babando pré-gozo na minha língua. Tirei da boca, olhei pra cima lambendo os lábios.
— Agora sim. Agora tá pronto pra me foder de novo…

Subi na poltrona, joelhos apoiados ao lado das coxas dele, segurei o pau em pé e desci devagar.
Primeiro só a cabeça abrindo os lábios, me esticando. Depois metade do corpo, sentindo cada centímetro me abrindo. Por fim sentei até o talo, bolas coladas na minha bunda, gemendo alto dos dois lados.
— Caralho, Aquiles… que delicia… como isso é gostoso.. tá sentindo?

Ele segurou minha cintura.
— Sinto tudo dentro de vc… essa bucetinha foi feita pra engolir caralho, princesa.

Comecei devagar. Rebolado curto, redondinho, subindo só uns 5-6 cm e descendo pesado, sentindo a cabeça bater bem no fundo. A cada descida fazia barulho molhado de porra velha sendo empurrada pra fora e escorrendo pelas coxas dele.

Ele levou as duas mãos pros meus peitos, apertou forte, puxou os mamilos até eu inclinar as costas e gemer alto. Depois desceu uma mão pro grelo e começou a esfregar em círculos rápidos, sem dó.
— Aaah… assim… não para…

Aumentei o ritmo. Subia mais alto (quase saía tudo) e descia batendo bunda na coxa dele com força, peitos balançando na cara dele. Ele chupava um mamilo, mordia de leve, sugava forte, trocava pro outro. O quarto orgasmo veio subindo quente, lento, gostoso. Eu parei de subir e desci até o talo, rebolando fundo, grelo esfregando na base dele, corpo inteiro tremendo.
— Lá vem amor… tô quase… ahhh, agora… assimmmmm…

E gozei, me derretendo.
Ele sorriu contra meu peito, língua ainda no mamilo.
— Não pára não, putinha… continua, continua…. só para quando eu mandar…. falta eu te encher de novo…

Voltei a cavalgar com vontade. Agora rápido, desesperado.
Subia até quase sair, descia com força, bunda batendo “clap clap clap” nas coxas dele. Ele segurou minha bunda com as duas mãos, abriu as nádegas, dedo médio roçando meu cuzinho só de leve. Eu sentia o pau dele inchar mais, latejar forte dentro de mim.
— Vai, Tânia… rebola gostoso… me faz gozar fundo…

Acelerei tudo: quadril rodando loucamente, grelo sendo esmagado na base, peitos sendo apertados até doer gostoso. E antes dele, meu quinto orgasmo me pegou de surpresa, violento.

Gritei o nome dele, corpo travando, buceta apertando ritmada, jatos de mel escorrendo pelos lados. No mesmo segundo ele cravou as mãos na minha cintura, puxou pra baixo com força e gozou. Quatro, cinco, seis jatos grossos e quentes, me enchendo até transbordar, escorrendo em rio pelas bolas dele, pingando na poltrona.

Ele ainda tremia dentro de mim quando desabou pra trás, me puxando junto. Ficamos grudados, eu sentada no colo, pau latejando os últimos espasmos, porra escorrendo sem parar, bocas coladas num beijo longo, molhado, quase carinhoso.

Depois da meia-noite, a verdade nua e crua. Quando o relógio marcou 00h15, eu ainda estava sentada no colo dele, o pau dele amolecendo dentro de mim, a segunda carga de esperma escorrendo devagar pelas minhas coxas.

A gente se beijava devagar, quase sem fôlego, quase sem voz. Ele acariciou meu rosto, olhou fundo nos meus olhos e disse, baixinho:
— Fica mais um pouco… dorme aqui…

Eu sorri, beijei a testa dele, senti um aperto no peito que não era só tesão.
— Não posso, amor. Tem hora que a gente tem que saber parar no auge.

Levantei devagar, o pau dele saiu com um barulhinho molhado, porra ainda pingando no chão. Fui pro banheiro, lavei o rosto, passei um lencinho umedecido entre as pernas. Ele ficou me olhando da poltrona, pelado, suado, com aquele olhar de quem queria implorar.

Eu vesti o vestido simples que tinha trazido na bolsa, sem calcinha.
A camisola bege rasgada ficou jogada no chão do quarto. Antes de sair, voltei até ele, me abaixei, beijei sua boca devagar, com gosto de sexo, espumante e adeus.
— Obrigada por tudo, Aquiles. Você foi uma experiência muito boa, mas preciso parar…

Ele segurou minha mão, apertou forte.
— Você foi a melhor buceta da minha vivência. E sempre vai ser…

Eu abri a porta às 00h38. Desci de elevador com as pernas ainda tremendo, buceta inchada, sêmen dele dentro de mim, cinco orgasmos latejando no corpo inteiro.

Entrei no carro, olhei o celular, já tinha mensagem dele, me pedindo pra voltar e ficar até de manhã. Mas segui meu caminho. Cheguei em casa às 01h22, tomei banho rápido, deitei, e dormi.

Na semana seguinte Aquiles embarcou para Portugal de verdade.
A gente trocou duas ou três mensagens carinhosas, depois silêncio.
Foi despedida.
Foi perfeita.
Foi um ponto final lindo que eu coloquei naquela fase da minha vida.

Foto 1 do Conto erotico: Diário de uma Casada 29: traí de novo, mas foi o fim de um ciclo

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Ficha do conto

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tania32

Nome do conto:
Diário de uma Casada 29: traí de novo, mas foi o fim de um ciclo

Codigo do conto:
259793

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
19/04/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
3