O segundo ménage, no dia 22/12/2024, tinha sido o pico de tudo que eu já vivi até então. Luis e Léo me usaram como quiseram, me encheram de porra por dentro, e os dois gozaram na minha cara e na boca aberta – jatos grossos, quentes, misturados, escorrendo pelo queixo enquanto eu engolia o que dava e olhava pra eles com os olhos vidrados.
Pensei que ia precisar de semanas para processar aquilo.
Mas não.
Foram só seis dias.
Seis dias e um feriado em família, em que aquela imagem não saía da minha cabeça: os dois de pé na minha frente, paus latejando, gozando, enquanto eu ajoelhada recebia tudo. Acordava com o gosto de porra na boca. Tomava banho e sentia a água escorrendo como se fossem os jatos deles de novo.
O pior – ou o melhor – era que o Léo tinha ficado mais marcado do que nunca. Aquele pauzão de 22 cm, o mais grosso que já me abriu, batendo fundo, me arrombando com calma e depois com força. A forma como ele me olhava enquanto metia, sabendo o estrago que causava. E, principalmente a forma como ele bateu aquele pauzão no meu rosto, me humilhando e deixando mais faminta ainda.
Luis voltara para SP desde o dia 24. Léo ficou em Brasília. E as mensagens começaram.
Primeiro sutis. Depois diretas. No dia pós feriado, tomei a decisão. Meu marido viajaria dia 27, pela manhã, para retornar dia 28, final da tarde. Eu estava alucinada naquele pau grosso.
Os dois dias seguintes foram uma tortura gostosa. Escolhi a roupa com calma: vestido preto justo, curto, alcinhas finas, decote em V profundo que exibia parte dos seios. Sem lingerie, claro. Salto alto preto, cabelo solto, sedoso, um pouco ondulado, batom vinho escuro, perfume floral doce.
No sábado, 28/12/2024, saí de casa às 12h40. O coração já batia forte no elevador do prédio na Asa Norte, o mesmo apartamento onde tudo tinha acontecido das outras vezes. Às 13h em ponto parei na frente da porta. Respirei fundo, ajeitei o decote, senti a buceta já úmida roçando nas coxas sem nada por baixo.
Bati.
A porta abriu.
Léo estava lá, sozinho, camiseta de algodão colada no peito forte, bermuda moletom, barba aparada, olhos escuros me devorando da cabeça aos pés.
— Entra, Tânia — disse, a voz demonstrando tesão. — Hoje você é toda minha.
#Parte 1 – Só ele e eu.
A porta mal fechou e Léo já estava em cima de mim.
Me encostou na parede da entrada com força suficiente pra eu sentir a firmeza das costas no concreto frio, as mãos subindo direto pela minha cintura, apertando o vestido contra a pele. Nossas bocas se encontraram em um beijo faminto, quente, intenso, línguas se tocando, enrroscando. Eu gemi baixinho na boca dele, trêmula de tesão.
— Seis dias pensando nessa boca — ele murmurou contra meus lábios, mordiscando o inferior antes de descer pro pescoço. — E nessa buceta que não sai da minha cabeça.
Eu sorri e gemi, inclinando a cabeça para dar mais espaço.
— Eu também pensei em você toda hora. Principalmente nas porradas que vc me deu com esse pau grosso e enorme…
Ele gemeu de tesão, uma mão descendo pra apertar minha bunda por baixo do vestido curto, confirmando que eu estava sem nada.
— Safada… veio sem calcinha pra mim de novo...
As provocações continuaram ali mesmo, na entrada. Ele me virou de costas um segundo, colou o pau duro na minha bunda por cima da calça, sussurrando no ouvido o quanto queria me foder de novo.
De repente, me virou de frente de novo, me prensando contra a parede com o corpo inteiro. As mãos dele desceram pras minhas coxas, levantando o vestido até a cintura, abrindo minhas pernas com os joelhos fortes. Depois se ajoelhou devagar, os olhos escuros subindo pra me encarar enquanto a barba por fazer roçava a parte interna das coxas.
— Abre mais pra mim — ordenou.
Obedeci, as pernas tremendo já de expectativa, me equilibrando nos saltos altos. Ele segurou minhas coxas com firmeza, mantendo-as afastadas, e a boca encontrou o clitóris imediatamente.
Começou explorando – lambidas longas, da entrada até o grelo, provando tudo que já escorria. Eu gemi alto, as mãos indo pro cabelo dele, puxando sem querer.
Ele testava: círculos lentos, sugadas leves, língua batendo rápido, observando cada reação minha – o jeito que eu arqueava, o gemido que escapava mais alto, as coxas que tremiam.
Quando encontrou o ponto ideal – língua firme, pressão constante, sugando o clitóris inteiro enquanto a ponta batia ritmada embaixo –, ele percebeu na hora. Meu corpo deu o sinal: quadris se mexendo sozinhos pra frente, gemido virando súplica.
A partir daí, não mudou nada.
Ritmo constante, intensidade perfeita, como uma máquina feita pra me levar ao limite. As mãos dele cravadas nas minhas coxas, me segurando aberta contra a parede, impedindo que eu fechasse as pernas ou fugisse da sensação.
Eu peguei fogo.
— Léo… caralho… assim… não para…
O prazer concentrou tudo no clitóris, uma bola de fogo que crescia, crescia, sem escapatória. As costas escorregavam na parede, os saltos rangendo no chão, a respiração falhando.
Gozei forte. O mundo escureceu nas bordas – vista embaçando, pontinhos pretos dançando, um zumbido nos ouvidos enquanto a onda explodia. As pernas falharam de vez, formigando da coxa até os dedos dos pés, joelhos cedendo como se os ossos tivessem sumido. Um gemido longo, rouco, quase um grito abafado, saiu da garganta enquanto a buceta pulsava na boca dele.
Se ele não estivesse me segurando firme pelas coxas, eu teria deslizado pro chão.
Só então ele subiu, me segurando pela cintura pra não cair, beijando minha boca com gosto de mim mesma.
— Que delícia… achei que vc fosse desmaiar na minha boca.
Eu ri sem fôlego, as pernas ainda formigando.
— Tô mole… me carrega pro quarto, porque eu não consigo andar.
# Parte 2: no quarto
Ele me pegou no colo, carregou para o quarto. A luz da tarde entrava pela janela entreaberta, iluminando a cama king que eu já conhecia tão bem. Léo me colocou no chão, fiquei em pé com esforço, ele me olhou, olhos escuros me comendo inteira.
— Tira pra mim — pediu, voz baixa.
Eu obedeci devagar: alcinhas finas deslizando pelos ombros, o vestido preto escorregando pelo corpo até cair no chão. Fiquei só de salto alto, nua, os mamilos já duros, a buceta brilhando de tão molhada.
Ele me olhou um segundo em silêncio, como se estivesse gravando.
— Porra, Tania… você é linda pra caralho.
Depois foi a vez dele. Tirei a camiseta devagar, passando as mãos pelo peito moreno claro, pelos pelos aparados, descendo pelo tronco todo. A bermuda moletom caiu fácil – sem cueca, claro. O pauzão balançou, 22 cm de grossura apontando para mim.. Léo se deitou de costas e me chamou com um olhar que não aceitava não.
— Agora sobe em mim. Quero te ver me fodendo de verdade.
Subi devagar, as coxas ainda tremendo, mas o tesão já queimando de novo. De frente pra ele, abri minhas pernas, apoiei os joelhos dos dois lados das coxas dele, segurei aquela base impossível com as duas mãos e encaixei a cabeça larga na entrada. Desci num movimento único, lento, sem parar, mas não sem dificuldade, com um gemido alto – sentindo a buceta se abrir de uma vez, engolindo os 22 cm até o talo, a glande batendo lá no fundo com um impacto que me arrancou um “aiiiiiiii” real e verdadeiro.
— Puta que pariu, Léo… esse pau enorme… — gemi, as mãos cravadas no peito dele.
Ele sorriu safado, as mãos subindo direto pros meus quadris, dedos segurando forte.
— Então mete gostoso putinha. Cavalga esse pau que eu sei que tu gosta!
Comecei sem delicadeza. Primeiro rebolado rápido, curto, só pra sentir a grossura roçar as paredes de todos os ângulos – quadril girando em círculos apertados. A sensação era inacreditável. Depois mudei: subi alto, quase saindo, e desci com força, “ploc” pesado, bunda batendo nas coxas dele, o pau batendo no colo do útero com um choque que me fazia ver estrelas.
Ele acompanhava tudo: uma mão subiu pros peitos, apertando um, depois o outro, a outra desceu pra bunda, enquanto eu quicava mais forte.
— Isso, sua safada… fode esse pau grosso… me fode todo… — ele rosnava, os quadris subindo pra encontrar minhas descidas, metendo de baixo com força, me empalando ainda mais fundo, se é que isso era possível.
Eu variava sem parar: rebolado largo e lento, depois quicada rápida e curta, depois descida brutal até o talo, parando lá embaixo pra contrair a buceta em volta dele, apertando forte enquanto rebolava o quadril pra frente e pra trás, esfregando o grelo na base.
O suor escorria entre meus peitos, pingava nele. Os gemidos saíam altos, descontrolados, misturados com xingamentos baixos.
— Me arromba, caralho… bate fundo… me faz gozar nesse pauzão…
Ele perdeu a paciência de vez. Agarrou minha bunda com as duas mãos, abriu tudo e começou a meter de baixo com violência – socadas rápidas, fundas, o pau saindo metade e voltando inteiro, batendo no fundo sem parar, o som molhado ecoando alto no quarto.
Eu por outro lado, gemia soluçando. E eu gozei assim –com intensidade e brutalidade, convulsionando em cima dele, a buceta apertando em espasmos descontrolados, enquanto eu gritava “me fode que tô gozando”, as unhas cravando o peito, visão embaçando de novo.
Ele segurou firme, metendo rápido, até eu cair pra frente, ofegante, o rosto no pescoço dele, ainda sentada até o talo, latejando em volta daquela grossura toda.
— Já gozou duas vezes, safadinha gostosa… que tesão vc! — ele sussurrou rouco no meu ouvido, uma mão acariciando minhas costas suadas, a outra ainda apertando minha bunda. — Saiba que é quase impossível não gozar junto, mas eu quero que essa foda dure bastante
# Parte 3 – De quatro e ajoelhada pra ele
— Me dá um tempo… — murmurei, a voz fraca, rindo baixinho. — Tô mole demais, Léo…
Ele riu, as mãos acariciando minhas costas devagar, descendo pra apertar a bunda de leve.
— Tá bom, safada. Descansa um pouco.
Me ajudou a sair de cima com cuidado – senti o vazio imediato quando aquele pau grosso deslizou pra fora. Ele se levantou rápido, pegou uma garrafa de água gelada na mesinha e voltou pra cama. Bebi direto no gargalo, gole longo, a água escorrendo pelo queixo e pingando nos peitos. Ele observava tudo, o pau grande balançando, sorrindo de canto. Depois de uns 15 minutos, ele perguntou:
— Melhor?
Assenti, ainda ofegante.
— Melhor. Mas meio zonza.
Ele deu um tapa leve na minha bunda.
— Então fica de quatro. Agora.
Meu corpo reagiu. Me posicionei na beira da cama, joelhos no colchão, bunda empinada. Olhei por cima do ombro pra ele. Léo estava em pé atrás, passou a cabeça grossa na entrada melada, provocando.
— Olha essa buceta gostosa… toda vermelha, molhadinha e inchada… — murmurou sujo, empurrando só a glande e saindo de novo. — Quer esse pau te fodendo forte, né? Pede, Tania.
— Me fode, Léo… forte… eu quero muito…
Ele encaixou, segurando com a mão, empurrou a cabeça, esperou, e então entrou de uma vez, fundo até o talo. Eu baixei o trono e gritei no travesseiro, o corpo delirando com o impacto. Começou a meter ritmado, firme, saindo quase todo e voltando com força, o saco com as bolas cheias batendo na minha buceta a cada estocada. Ele estava mais agressivo que das outras vezes:
— Toma pau, sua putinha… toma esse pau grosso que te adora… pqp, como engole gostoso… — ele rosnava, segurando firme com as mãos na minha cintura,
— Isso… me chama de putinha… me fode sem dó… — eu gemia alto, empurrando a bunda pra trás, encontrando cada socada.
Ele acelerou, frases sujas saindo sem filtro:
— Essa buceta é minha hoje, caralho… engole delícia… olha como você molha meu pau… vadia casada safada…
E então me estapeou. A mão cheia, em concha, acertou minha nádega esquerda, fazendo aquele som característico. Eu não resisti.
O gozo veio rápido, forte – a buceta contraindo de forma ritmada, o corpo tremendo e os gemidos ecoando no quarto.
Assim que minhas contrações passaram, ele saiu de dentro de mim com um barulho molhado. Eu desci da cama na hora, ajoelhando no chão de madeira fria, olhando pra cima pra ele com olhos pidões.
— Goza na minha boca… quero engolir tudo…
Ele ficou de pé na minha frente, o pau brilhando. Antes de qualquer coisa, segurou o pau pela base e bateu com ele na minha cara umas cinco ou seis vezes:
— Ahhhh sua puta safada e gostosa.. olha esse rosto lindo apanhando de vara.
Rapidamente segurei a base com as duas mãos, abocanhei fundo, sugando forte, língua rodando na glande enquanto uma mão bombeava o resto. Ele segurou meu cabelo, guiando.
— Isso… mama gostoso… engole essa pica toda…
Não demorou. Ele tensionou, gemeu, e gozou. Jatos densos, quentes, uma quantidade enorme de porra direto na minha garganta que eu engoli com vontade, sentindo pulsar na boca, lambendo a cabeça pra limpar cada gota até ele tremer e soltar o ar com força.
Fiquei ajoelhada ali um segundo, olhando pra ele. Ele me puxou pra cima, beijando fundo.
— Tu é a putinha mais gostosa que já comi….
Para alguns, pode parecer xingamento. Mas é um dos maiores elogios que posso receber.
#Parte 4 – Sentada no colo dele na poltrona da sala
Depois deste terceiro gozo e daquela boca cheia de porra quente que eu engoli ajoelhada no chão, ficamos um tempo recuperando o fôlego na cama. Léo me abraçava por trás, beijando minha nuca, a mão passeando preguiçosa pela minha barriga suada.
Fechei os olhos, quase dormi . Depois de um tempo, onde ele me deixou arrepiada com beijos na nuca e na orelha, e molhada com o trabalho do dedo no meu clitóris, ele me chamou, e puxou pela mão de volta à sala.
A sala era ampla, clean, com aquele toque masculino: sofá de couro cinza escuro em L, mesa de centro de vidro com alguns livros e uma garrafa de uísque pela metade, tapete grande bege no chão. Mas ele me conduziu até a poltrona larga de couro preto, posicionada de lado perto da janela panorâmica – vista direta para Asa Norte, prédios modernos e árvores balançando com a brisa da tarde, que podia ser vista através da cortina fina.
Ele sentou na poltrona, pernas abertas, o pauzão já duro apontando pro teto, brilhando:
— Senta aqui no meu colo — mandou, batendo de leve na própria coxa. — Quero te sentir rebolando de frente pra essa janela.
Eu subi em cima dele, de costas pro peito largo, pernas abertas sobre as coxas dele, os pés apoiados no chão dos lados da poltrona. Segurei o pau com uma mão, posicionei a cabeça grossa na entrada e desci devagar – sentindo de novo aquela pressão insana, a buceta se abrindo até engolir tudo, encostando no fundo com um gemido baixo que saiu sem controle.
Corpos colados, ele abraçou minha cintura por trás imediatamente, mãos subindo até os peitos, apertando possessivo, dedos rolando os mamilos devagar enquanto eu começava a rebolar.
Encaixei lá no fundo e rebolei em círculos lentos, a glande massageando meu cérvix a cada movimento. A poltrona de couro rangia levemente com o peso dos dois, o encosto alto me dando apoio pra arquear as costas contra ele.
— Isso… rebola gostoso no meu pau… — ele sussurrou rouco no meu ouvido, mordiscando o lóbulo, uma mão descendo pro clitóris, esfregando leve enquanto eu mexia.
A janela estava aberta só uma fresta, a brisa da tarde entrando, batendo na pele suada, arrepiando os mamilos que ele apertava sem parar. A cidade lá fora seguia indiferente – ninguém imaginando que ali, no alto, eu estava sentada até o talo naquele pauzão, rebolando devagar, gemendo baixo contra o peito dele.
O prazer subia tranquilo, quase silencioso – só a respiração pesada, o som molhado dos corpos, meus gemidos baixos misturados com os grunhidos dele.
E assim eu gozei de novo – silencioso, profundo, o corpo tremendo, a buceta apertando em ondas calmas enquanto eu fechava os olhos e deixava a sensação me levar inteira, o rosto virado pro lado pra encontrar a boca dele num beijo molhado.
— Quatro gozo safada. Você é a mulher que qualquer homem queria ter — ele sussurrou contra meus lábios, ainda duro dentro de mim, as mãos apertando minha cintura como se não fosse me soltar nunca.
Eu sorri, ofegante, o corpo mole na poltrona.
— E vc, não quer gozar?— perguntei
Ele apenas assentiu com a cabeça, levantou, e me chamou.
# Parte 5 – O quinto orgasmo: Missionário profundo que me desmontou
Léo me carregou da poltrona de volta pro quarto. Me deitou no centro da cama, lençóis cinza-escuros já bagunçados, e ficou olhando pra mim por alguns segundo – nua, pernas abertas, buceta vermelha, inchada e brilhando, peito subindo e descendo rápido, mamilos duros, rosto corado, cabelo espalhado no travesseiro.
— Agora eu te quero assim — ele disse, voz baixa, quase reverente. — De frente, olhando pra mim.
Ele subiu na cama, se posicionou entre minhas coxas e levantou minhas pernas devagar. Pegou meus tornozelos com uma mão só, colocou os dois nos ombros dele, me dobrando ao meio – joelhos quase no peito, bunda um pouco levantada, buceta completamente exposta e a mercê ele. A posição me deixava sem escapatória: cada centímetro dele ia entrar fundo, sem chance de fugir do impacto. E eu não queria fugir.
Segurei o pauzão com uma mão trêmula, guiei a glande até a entrada e ele empurrou – devagar no começo, me deixando sentir a grossura me abrir de novo, centímetro por centímetro, até encostar no fundo com um gemido longo que saiu rasgando da minha garganta.
— Ai, Léo… assim… tão fundo… — gemi, os olhos já marejados de prazer.
Ele começou a meter ritmado, mas forte – saía até a metade, voltava inteiro com força controlada, a cabeça grossa batendo direto no colo do útero a cada estocada. O ângulo era perfeito: cada impacto mandava um choque quente que subia pelo ventre, pelos peitos, pela espinha, até a nuca. Meus tornozelos nos ombros dele faziam minha bunda ficar ligeiramente suspensa, então o pau entrava ainda mais fundo, roçando lugares que me faziam tremer inteira.
Ele se inclinou pra frente, o peso do corpo dele me dobrando mais, peito moreno quase colado nos meus peitos, uma mão entrelaçando nos meus dedos acima da cabeça, a outra segurando meu quadril pra guiar as metidas. Olhos nos olhos o tempo todo – aquele olhar escuro, dominante, que me fazia sentir completamente dele.
— Olha pra mim enquanto eu te fodo, Tania… sente esse pau te arrombando fundo… você foi feita pra levar assim…
Eu não conseguia desviar o olhar. Cada estocada era um trovão lá dentro, o saco dele batendo no meu cuzinho, o som molhado alto, obsceno. O prazer subia rápido, denso, diferente dos outros – não era só clitóris, era tudo: útero, paredes internas, ponto G, o cérvix sendo estimulado sem parar.
— Mais forte… por favor… me fode até eu gozar… — implorei, a voz quebrada, apertando os dedos dele com força.
Ele obedeceu. Acelerou, metendo fundo e rápido, o quadril batendo na minha bunda levantada, cada impacto me empurrando pro colchão.
O quinto orgasmo veio. Começou lá no fundo do útero, um calor que explodiu de repente, subiu pelo ventre, apertou o peito, travou as coxas. A buceta pulsou violentamente em volta daquele pau grosso, apertando em espasmos longos, ritmados.
— Isso… goza forte, Tania… goza nesse pau… aperta tudo… — ele rosnava, metendo durante cada onda, prolongando o gozo até eu ficar sem ar, visão embaçada, lágrimas de prazer escorrendo pelos cantos dos olhos.
Durou segundos que pareceram minutos – onda após onda, a buceta sugando ele, o corpo todo tremendo, gemidos virando suspiros, até eu desabar mole, ofegante, completamente destruída.
Ele cravou fundo uma última vez, segurou meus tornozelos nos ombros, e gozou.
Senti cada jato – 6 ou 7 pulsações jorrando direto no fundo, enchendo tudo. Quando terminou, baixou minhas pernas devagar, deitou em cima de mim, ainda dentro, peito no meu peito, testa na minha testa.
— Caralho — sussurrou, beijando minha boca. — Você é perfeita, Tania.
Eu só consegui sorrir, o corpo latejando, cheio dele, os olhos marejados de prazer puro.
Três horas tinham passado. E eu me sentia tão satisfeita que não havia espaço para nenhum outro pensamento. Saí de lá, correndo, fui para casa, tomei banho, me recompus o melhor que pude. Ainda precisava buscar meu marido no aeroporto, e me comportar como a esposa fiel e dedicada que eu era (ou não).... Na minha cabeça, nenhuma dúvida: eu iria voltar para a Asa Norte, mas não mais em 2024…..

