E mais nada. Pediu que eu não respondesse, como fazia quando voltava para casa. Mas a entrelinha estava clara — ele estava deixando espaço. Abrindo passagem. Autorizando. Logo depois, Léo apareceu.
“Posso te mandar mensagem?”
Respondi que “uai, já mandou” dizendo então que sim, que eu estava sozinha. Eu sabia que ele estava só esperando o sinal verde. A conversa começou com educação — quase tímida — mas logo deslizou para algo mais quente. Ele se desculpou pela forma como havia aparecido na porta naquela noite em que me viu montando Luis.
Disse que tinha se arrepiado, que nunca tinha sentido algo tão excitante.
“Luis já me contou tudo sobre vocês. Ele falou que você é… espetacular.”
Sorri. A vaidade bateu direto. Ele sabia jogar.
“E quando eu vi a aliança no seu dedo, Tania… tive uma ereção imediata.”
A forma direta como ele disse isso me pegou desprevenida. E me molhou.
Conversamos o dia todo. Mensagens espalhadas entre tarefas, risadas, elogios. Ele era bem-humorado, cativante, gentil. Tinha leveza, do tipo que te dá confiança e segurança. No fim da tarde, veio o convite:
“Sei que você trabalhou o dia inteiro… mas queria muito te ver hoje. Que tal um vinho aqui em casa?”
Eu já sabia que diria sim antes mesmo de terminar de ler a frase. E aceitei!
O relógio marcava oito e meia da noite quando toquei a campainha do apartamento. Vestia um vestido branco justo e um leve batom rosado. Estava quente, úmida por dentro. Quase nervosa. Mas segura.
Léo abriu a porta com um sorriso lento.
— Entra, Tania.
# Parte 1: a brincadeira
O apartamento, que eu já conhecia estava em penumbra. Ele vestia uma camiseta preta simples, jeans escuros e estava descalço. A barba por fazer e o olhar que me escaneava com cuidado, mas sem pudor.
— Eu abri um vinho.
— Boa ideia.
Sentamos na sala. Conversamos. E a conversa… foi gostosa. Começou leve, rindo das mensagens ao longo do dia, e aos poucos ganhou um tom mais quente. Falamos de fetiches, desejos, transgressões.
Uma garrafa depois, o ambiente estava mais quente. O vestido subia um pouco a cada movimento meu. Ele percebia. E eu deixava perceber. Foi então que ele disse:
— Tania... eu sei que você não vai fazer nada comigo hoje.
Levantei as sobrancelhas. Estava testando.
— Não?
— Não. E eu respeito. Mas… topa um jogo?
Inclinei a cabeça, sorrindo de lado.
— Que tipo de jogo?
— "Verdade ou desafio". Conhece?
Soltei uma risadinha.
— Sério?
— Sério. Eu prometo ser respeitoso. Mas... ousado.
— Tá bom — respondi. — Verdade ou desafio?
— Começa você — ele disse, relaxando no sofá, como se estivesse prestes a se expor por completo.
Nos primeiros minutos, o jogo foi leve. Ele me desafiou a dizer a que horas do dia eu mais gostava de transar, qual minha posição favorita, quanto orgasmos já tive em uma noite, e etc…” Rimos juntos.
Depois eu pedi uma pose sexy para eu fotografar. Ele hesitou, mas aceitou com charme. Se esticou no sofá, apoiando o braço atrás da cabeça, deixando a camiseta subir até mostrar um pedaço do abdômen. Tirei a foto como quem registra um segredo.
— Agora é minha vez — disse eu, o tom mais firme. — Desafio.
— Tem certeza?
— Absoluta.
Ele me encarou por um instante. Respirou fundo.
— Então tá. Quero que você faça um strip.
Ele piscou, surpreso. Mas não fugiu.
— Posso mesmo?
— Deve.
Ele se levantou devagar, ainda rindo, e foi até o centro da sala. Ficou a uns dois metros de mim. Eu estava sentada no sofá, com as pernas cruzadas, o queixo apoiado nas mãos, o tronco levemente inclinado para frente. Observando.
Começou tirando a camiseta. Não tinha jeito de stripper, mas o gesto foi carregado de algo mais puro — de entrega. O tronco dele era firme, bronzeado, pelos aparados, o peito levemente marcado. Quando soltou a calça, revelou coxas grossas, fortes, que sustentavam com segurança a cueca preta que moldava tudo com perfeição.
Fiquei ali. Só olhando. Sentindo o calor subir por entre minhas coxas. Então ele virou de costas para mim, como se estivesse num palco particular. Lentamente, tirou a cueca. Primeiro revelando os glúteos. Bunda bonita. Arredondada, firme, provocante.
— Quer que eu vire? — perguntou, sem olhar pra trás.
A resposta estava no meu silêncio.
Ele se virou.
E ali estava ele.
A surpresa da qual Luís falara.
Meu olhar desceu sem pressa. E parou. Era... enorme. Muito grosso. Mas muito mesmo. Seguramente o mais grosso que eu já vira na vida. Longo. Um conjunto imponente que me fez arregalar discretamente os olhos. Mesmo em semi repouso,
o volume era impressionante. Impossível de ignorar.
Eu não disse nada. Apenas observei. Ele ficou ali por alguns segundos, nu, completamente exposto. E eu... apenas o devorei com os olhos, em silêncio.
Fiquei ali parada, olhando. Sorrindo sem mostrar os dentes. Ele parecia se divertir com meu espanto silencioso.
# Parte 2: saboreando o impossível
A uns dois metros de mim, ele começou a se aproximar. Devagar. Como quem testa limites. Como quem quer ter certeza de que não vai assustar a presa antes de tocá-la. Cada passo revelava mais firmeza nos músculos, mais desejo no ar. Eu continuei sentada, observando, o coração acelerando no peito, mas sem fugir.
Quando ele chegou perto o bastante, o pau estava quase na altura do meu rosto. Pesado, começando a apontar pra frente. Ligeiramente ereto, inclinado pela gravidade, pela tensão, pelo clima entre nós.
Inclinei o rosto.
E beijei.
Um beijo simples, casto até. Um gesto que fez ele soltar o ar pela boca. Depois outro beijo. Mais próximo da base. Depois outro. E mais um. O pau pendia enorme, tocando meu ombro. O cheiro dele era bom. De pele limpa, levemente perfumada.
Aos poucos, fui abrindo a boca. Tive que abrir bastante. Envolvendo a glande com os lábios, ainda com delicadeza. Nada apressado. Nada direto. Era exploração. Era descoberta.
— Tania… — ele sussurrou, a voz baixa, quase reverente. — Essa sua boca…
Fiquei alternando entre beijos e toques com a ponta da língua. Até qu elevei minha mão até ele. Passei-a pela base, sentindo o peso real daquilo entre meus dedos. Fechei a mão: não abraçava ele todo.
22 centímetros. Hoje eu sei. Na hora, eu só sabia que aquilo me deixava nervosa. Excitada. Curiosa. Assustada também, confesso. Mas não parei.
Ele me olhava como se eu fosse um presente raro. Me acariciava o cabelo, gentil, sem forçar. De vez em quando, deixava os dedos tocarem de leve meu rosto enquanto eu o chupava com carinho, ritmo lento, tentando entender como lidar com tudo aquilo. Eu sorria entre um beijo e outro. Nervosa, mas entregue.
# Parte 3: me entregando
Depois de alguns minutos que pareceram uma eternidade, eu me afastei devagar, soltando-o da boca com um último beijo suave na ponta. Levantei o olhar para ele. Léo me observava com os olhos escuros de desejo, a respiração acelerada, o pau bem mais ereto, pulsando no ar entre nós.
Sem dizer nada, me levantei do sofá. Ele estava de pé na minha frente. O espaço entre nós desapareceu num instante. Nossos corpos se colaram, e o beijo veio selvagem, faminto. Línguas se entrelaçando, dentes roçando lábios, mãos possessivas. Minhas mãos desceram direto para ele, envolvendo aquele pau grosso com firmeza, bombeando devagar enquanto sentia o peso e o calor na palma. Ele gemeu na minha boca, as mãos grandes explorando meu corpo por cima do vestido — apertando minha bunda, subindo para os seios, roçando os mamilos que já endureciam sob o tecido fino.
O beijo não parava. Era intenso, quase agressivo, como se estivéssemos descarregando toda a tensão acumulada do dia. Ele me prensou contra a parede da sala por um momento, o corpo pesado contra o meu, Então, as mãos dele desceram para a barra do vestido branco. O tecido era levemente elástico, justo o suficiente para moldar minhas curvas. Ele o puxou para cima devagar no início, depois com mais pressa, passando pelos quadris, pela cintura, expondo minha pele aos poucos. Eu levantei os braços para ajudar, e o vestido saiu por cima da cabeça num movimento fluido, caindo ao chão.
Eu não usava sutiã. Meus seios ficaram livres imediatamente, os mamilos duros apontando para ele. Só a calcinha branca lisa, simples, já encharcada no meio das pernas. Léo deu um passo atrás só para me olhar, os olhos devorando cada detalhe: os seios médios, em formato de meia taça, subindo e descendo com a respiração ofegante, a barriga lisa, as coxas tremendo levemente de excitação.
— Porra, Tania... — ele murmurou, com voz excitada.
Voltamos a nos beijar, ainda mais selvagem. As mãos dele agora livres para explorar pele nua — apertando os seios, beliscando os mamilos com a força exata para me fazer gemer alto. Eu continuei masturbando ele, sentindo-o latejar na minha mão.
Ele me pegou no colo de repente, as mãos firmes na minha bunda, e eu enlaçei as pernas na cintura dele. Caminhamos assim até o quarto, nos beijando o tempo todo, quase tropeçando. E assim, eu conhecia o segundo quarto do apartamento.
# Parte 4: sendo devorada… e devorando
No quarto, Léo me deitou na cama com cuidado, mas sem perder o ritmo. A luz fraca do abajur iluminava nossos corpos tensos e excitado. Ele se posicionou entre minhas pernas, abrindo-as com as coxas fortes. Beijou meu pescoço, desceu pelos seios — chupando-os alternadamente —, pela barriga, até chegar lá.
As mãos dele puxaram a calcinha para baixo, me deixando totalmente nua. A boca encontrou meu clitóris imediatamente, a língua quente e precisa circulando, chupando, explorando cada dobra. Eu empinei as costas, gemendo alto, as mãos no cabelo dele puxando com força. Ele era bom — paciente e intenso ao mesmo tempo, alternando lambidas lentas com sucções que me faziam tremer inteira.
Não demorou muito para eu sentir o orgasmo se aproximando, mas ele parou de repente, subindo o corpo para me beijar de novo. Eu provei meu próprio gosto na boca dele.
— Quero te sentir na minha boca também — eu sussurrei, ofegante.
Ele entendeu na hora. Viramos na cama, ele deitando de costas, eu subindo por cima dele. O 69 perfeito. Minha boca desceu naquele pau enorme novamente, tentando engolir o máximo que conseguia, a mão ajudando na base. Ele gemeu contra mim, as mãos abrindo minha bunda enquanto a língua voltava ao ataque — agora mais fundo, mais rápido.
O prazer era duplo, avassalador. Eu chupava com vontade, babando, gemendo com ele na boca. Ele me devorava como se fosse a última coisa que faria na vida. Meu corpo começou a tremer, as coxas apertando a cabeça dele. O orgasmo veio forte, o primeiro da noite — tremores me fizeram soltar um gemido abafado contra o pau dele, que não tirei da boca, o corpo convulsionando enquanto ele continuava me engolindo.
Eu desabei por um instante, ofegante, ainda estava por cima dele, o corpo mole, a respiração ofegante contra a coxa dele. Meu rosto estava bem perto daquele pau latejante, brilhando com minha saliva. Léo passou a mão devagar pelas minhas costas:
— Tania… não para — ele pediu, a voz rouca, quase suplicante. — Continua chupando. Por favor.
Eu sorri, ainda recuperando o fôlego. Adorei ouvir aquele pedido. Levantei o quadril um pouco para dar mais espaço a ele e desci a boca de novo, envolvendo a cabeça grossa com os lábios. Ele gemeu alto, as mãos voltando para minha bunda, abrindo-me com os polegares.
Enquanto eu chupava com mais ritmo — agora mais fundo, mais rápido, a mão ajudando na base que mal cabia nos meus dedos —, ele brincava com minha buceta ainda sensível e encharcada. Dedos deslizando pelas dobras, circulando o clitóris inchado, entrando devagar com um, depois dois dedos, me fodendo com calma enquanto eu o mamava com vontade.
— Isso… assim… caralho, que boca gostosa — ele murmurava, o quadril começando a se mover levemente, acompanhando meu ritmo.
Eu sentia ele ficandocada vez mais duro, mais tenso. Os gemidos dele eram mais graves, mais urgentes. As coxas dele tremiam de leve. Eu não parei. Pelo contrário, acelerei, querendo sentir tudo. Queria dar isso a ele. De repente, ele soltou um gemido longo, profundo.
— Vou gozar… Tania… agora…
O primeiro jato veio forte, quente, direto no fundo da minha garganta. Era muito. Muito mesmo. Engoli o que consegui, sentindo o gosto salgado e denso inundar a boca, mas era tanto que uma parte escapou pelos cantos dos lábios, escorrendo devagar pelo pau abaixo. Continuei chupando devagar, ordenhando cada gota, lambendo o que havia vazado, limpando-o com a língua enquanto ele tremia inteiro, o corpo relaxando aos poucos.
Ele soltou o ar com força, as mãos agora acariciando minhas coxas, minha bunda, como quem agradece em silêncio. Eu me afastei devagar, lambendo os lábios, sentindo o gosto dele ainda na boca. Virei o corpo para deitar ao lado dele, o rosto no peito dele, ouvindo o coração disparado. Léo me puxou para mais perto, me beijou:
— Você é… inacreditável — sussurrou, a voz ainda trêmula.
# Parte 5 - um breve interlúdio
Ficamos ali deitados, lado a lado, corpos entrelaçados, o quarto cheirando a sexo e desejo. Eu ainda sentia o gosto dele na boca. Denso, quente, marcante. Depois de um tempo, ele quebrou o silêncio:
— Caralho, Tania… você engole gostoso pra porra.
Eu ri baixinho, mordendo de leve o mamilo dele.
— Nem tudo, viu? Você goza demais. Escorreu um bocado.
Ele riu também, apertando minha bunda.
— É que faz tempo que eu não gozava assim… e você é foda. Essa boca é criminosa.
Levantei o rosto pra olhar pra ele. Nossos olhares se cruzaram, cheios de malícia.
— E isso foi só a boca… — eu disse, descendo a mão devagar até o pau dele, que já dava sinais claros de vida outra vez. — Imagina quando esse monstro entrar em mim de verdade.
Ele gemeu com o toque, endurecendo rápido na minha mão.
— Você tá com medo? — perguntou, provocador, os olhos brilhando.
Eu fiz cara de pensativa, apertando ele com mais força.
— Medo não… um puta respeito. Esse pau é uma arma de destruição em massa. Nunca peguei nada tão grosso.
— Mas quer, né?
Eu mordi o lábio, olhando pra baixo, vendo ele ficar duro de novo.
— Quero muito. Hoje eu vou dar. Não aguento mais esperar. Quero sentir esse troço me preenchendo todinha.
Ele soltou um grunhido rouco, os olhos escurecendo ainda mais.
— Sério? As outras mulheres que pegaram isso aqui… nem todas aguentam, sabia? Algumas até choram, pedem pra eu parar no meio. Você acha mesmo que vai conseguir engolir tudo?
Eu ri, safada, apertando a base com força.
— Não sei se vou aguentar, mas quero tentar. E se conseguir, posso querer mais.
Ele me puxou mais pra perto, a mão descendo pra minha buceta ainda molhada, dedilhando de leve enquanto falava no meu ouvido:
— Então o teu marido… ele não chega perto disso?
Eu gemi com o toque, o corpo já reagindo de novo.
— Não… nem de longe. Aliás, você sabe que quase ninguém chega perto disso, falei rindo. Ele é bom, mas isso aqui… isso é outro nível. Você vai me estragar pra ele, seu filho da mãe.
Ele riu baixo, mordendo meu ombro.
— Era exatamente o que eu queria ouvir.
# Parte 6 - finalmente sendo penetrada
Então, sem mais conversa, ele virou o corpo pra cima do meu num movimento rápido, me prendendo na cama com o peso dele.
— Tem certeza, Tania?
Eu abri as pernas, encaixando ele entre elas, sentindo a cabeça grossa já roçando minha entrada encharcada.
— Certeza absoluta. Me fode, Léo. Me fode forte. Quero sentir tudo desse pau me abrindo.
Ele não precisou de mais convite. Beijou minha boca com fome, posicionou aquele pauzão na entrada e começou a empurrar — devagar, mas sem parar. Eu soltei um gemido longo, meio dor, meio prazer insano, enquanto sentia minha buceta se alargar ao limite, engolindo ele devagar.
— Porra… que buceta mecia… — ele rosnou no meu ouvido
.
Mas ali, com parte dele já dentro de mim, eu parei tudo. Coloquei as mãos no peito dele, empurrando de leve pra interromper o movimento.
— Espera, Léo… para um segundo — eu disse, ofegante, o corpo tremendo. Não era medo, mas eu precisava controlar aquilo. Aquela grossura toda era nova pra mim, e eu não queria que doesse mais do que o necessário. Queria saborear cada segundo.
Ele congelou imediatamente, os olhos preocupados, mas cheios de tesão.
— Tá tudo bem? Doeu? Eu paro se você quiser…
Eu ri baixinho, mesmo com a respiração acelerada, e balancei a cabeça.
— Não, não… só que eu quero ficar por cima. Quero comandar isso aqui. Senão você me rasga no meio antes que eu consiga curtir.
Ele piscou, surpreso, mas um sorriso safado se abriu nos lábios dele.
— Porra, Tania… você é safada. Tá bom, vem cá.
Ele saiu de cima de mim devagar — e eu senti o vazio imediato quando ele se retirou, minha buceta piscando de saudade. Viramos na cama num movimento rápido: ele deitou de costas, o pau duro como uma torre imponente, brilhando com meus fluidos. Eu subi por cima dele, as coxas abertas, posicionando-me bem em cima daquela coisa.
Sentei devagar no colo dele primeiro, sentindo o pau roçando na minha bunda, quente e duro. Minhas mãos no peito dele pra me apoiar. Ele segurou minha cintura, mas sem forçar — só guiando, como se soubesse que eu estava no comando.
— Vai devagar, tá? — ele murmurou, os olhos cravados nos meus, a voz baixa e rouca. — Não quero te machucar. Mas puta que pariu, você tá tão molhada que escorre…
Eu mordi o lábio, pegando o pau dele com uma mão. Posicionei a cabeça na entrada da minha buceta, sentindo ela se abrir só com o toque.
— Eu sei… mas eu decido o ritmo. Você só fica aí, quietinho, e me diz como tá se sentindo enquanto eu sento nesse pauzão.
Ele gemeu só com as palavras, o quadril se mexendo de leve por instinto.
— Tá bom… senta, porra. Me usa como você quiser
.
Comecei devagar. Desci um pouquinho, sentindo a glande forçando entrada de novo. Doía um pouco — uma queimação boa, que misturava com o prazer de me sentir preenchida. Soltei um suspiro longo, os olhos fechados por um segundo.
— Ah… caralho, Léo… isso aqui é grosso demais… tá me abrindo toda…
— Isso, Tania… vai devagar… você tá aguentando bem, porra… olha como você tá piscando em volta de mim…
Desci mais um centímetro, rebolando de leve pra ajudar. Meu corpo se adaptava aos poucos, meus fluídos facilitando, mas ainda assim era um desafio. Senti ele pulsar dentro de mim, e isso me incentivou. Abri os olhos pra olhar pra ele — o rosto dele contorcido de prazer, mordendo o lábio inferior.
— Me diz… as outras aguentam isso tudo? — perguntei, gemente e provocadora, descendo mais um pouco, agora com metade dele dentro.
Ele riu rouco, as mãos apertando minha bunda.
— Já te disse que nem todas… algumas desistem no meio, pedem pra eu sair. Mas você… você tá indo bem. Continua, vai… senta mais.
Eu gemi alto, descendo mais, sentindo as paredes da minha buceta se esticando ao máximo..
— Ahhhh Léo… você tá me abrindoooo… ah, fode…
— Eu sei… vai, senta tudo, Tania. Mostra que você aguenta.
Com um último impulso, desci o resto, sentando até o talo. Meu clitóris roçando na base dele, os pelos pubianos dele tocando minha pele. Soltei um grito abafado, o corpo inteiro tremendo com a sensação de ser totalmente invadida. Fiquei parada ali por uns segundos, ajustando, respirando fundo.
— Porra… entrou tudo… — eu sussurrei, incrédula, começando a rebolar devagar.
Ele grunhiu, os olhos semicerrados.
— Sim… caralho, você é perfeita… agora me cavalga, Tania. Me fode caralho.
E eu obedeci. Estava completamente empalada nele, sentada até o fundo, sentindo aquela grossura me esticar de um jeito que eu nunca tinha experimentado. Léo me olhava com os olhos vidrados, as mãos firmes na minha cintura, mas sem mexer — respeitando que eu estava no comando.
— Tá tudo dentro… — eu murmurei, quase sem acreditar, começando a mexer o quadril devagar, em círculos pequenos. — Caralho, Léo… você tá batendo lá no fundo…
Ele gemeu baixo, a cabeça caindo um pouco pra trás.
— Eu sei… sinto o colo do útero encostando na cabeça… porra, que delícia…
Comecei a subir devagar, sentindo cada centímetro saindo, depois descendo de novo, mais forte. O ritmo foi aumentando aos poucos: subia quase até a ponta, depois descia com tudo, o barulho dos corpos se chocando começando a encher o quarto. Meus seios balançavam livres, os mamilos duros, e eu apoiava as mãos no peito dele pra ter mais força.
— Isso… cavalga, Tania… me fode gostoso — ele rosnava, os dedos cravando na minha bunda, ajudando a guiar os movimentos, mas ainda me deixando ditar o ritmo.
Eu acelerava cada vez mais, rebolando no fundo, sentindo a cabeça do pau dele bater direto no cérvix a cada descida. E o mais louco: não doía mais. Pelo contrário. Era um prazer profundo, intenso, que irradiava pelo ventre inteiro. Lembrei na hora do que meu ginecologista tinha me dito uma vez, numa consulta de rotina: “Algumas vaginas são mais elásticas que outras, Tânia. E tem mulheres que, quando o pênis toca no colo do útero, não sentem desconforto — sentem prazer. É uma questão de anatomia mesmo. Pelo que vc diz, parece ser desse tipo.”
Naquele momento, eu entendi exatamente o que ele queria dizer.
— Léo… — eu gemi alto, jogando a cabeça pra trás enquanto cavalgava mais rápido, o suor escorrendo entre meus seios. — Você tá batendo no meu colo… e eu tô adorando… caralho, eu adoro isso…
— Porra, sério? — ele perguntou, os olhos arregalados de tesão, empurrando o quadril pra cima pra encontrar minhas descidas. —você tá pirando de tesão…
— Porque eu sou assim… — respondi entre gemidos, agora cavalgando com força, sem piedade, o clitóris roçando na base dele a cada movimento. — ohhhhh… ah, fode… tá vindo…
Meu corpo começou a tremer. Os músculos internos embora estirados, apertavam ele com força, como se quisessem ordenhá-lo. Eu cavalgava alucinada, gemendo alto, sem me importar com o barulho. As ondas vinham de dentro, profundas, diferentes de qualquer orgasmo que eu já tinha tido. Era como se o prazer nascesse lá no útero e explodisse pra todo lado.
— Goza, Tania… goza nesse pau… — ele mandava, alternando mãos e boca nos meus seios
E eu gozei. Forte. Gritei meio que em choro “tô gozaaandoooo” o corpo convulsionando inteiro, as coxas tremendo, a buceta apertando e soltando ele em espasmos ritmados. Foi longo, intenso, me deixou sem ar, sem força, desabando sobre o peito dele ainda com ele todo dentro de mim, sentindo as contrações pós-orgasmo pulsarem em volta daquele pauzão.
Ele me abraçou forte, esperando eu voltar à Terra.
— Você é… inacreditável — sussurrou de novo, ainda duro dentro de mim. — Agora me diz… quer que eu goze também? Porque eu tô louco pra te encher.
Eu só sorri, ainda ofegante, e mexi o quadril devagar de novo.
— Pode vir… me enche toda. Quero sentir, só não me peça esforço… não consigo.. vc vai ter que fazer…
Meu corpo mole estava mole demais depois daquele orgasmo avassalador, as contrações internas ainda apertando e soltando o pau dele em ondas lentas. Meu rosto enterrado no pescoço dele, respirando o cheiro de sexo e suor. Ele acariciou minhas costas por um instante, mas logo apertou minha bunda com as duas mãos, me levantando um pouco.
— Tá… mas não vai ser assim — ele disse, a voz grave, cheia de tesão renovado. — Quero te comer de quatro. Você deixa?.
— Claro que deixo. Me come do jeito que você quiser, mas seja cuidadoso.. ele é muito grosso
.
# Parte 7: a foda que me arrebentou
Ele grunhiu de satisfação, me ajudando a sair de cima dele. Meu corpo reclamou do vazio quando o pau saiu — senti um filete de fluido escorrendo pelas coxas. Me posicionei de quatro no meio da cama, joelhos bem abertos, bunda empinada, o tronco baixo, rosto virado de lado no travesseiro. Olhei pra trás por cima do ombro, vendo ele se ajoelhar atrás de mim, aquele pauzão brilhando, apontando direto pra mim.
— Porra, Tania… olha essa bunda — ele murmurou, passando as mãos pelas nádegas, abrindo-as com os polegares pra ver tudo. — Tô louco pra te encher.
— Então vem — provoquei, rebolando de leve. — Me fode forte. Quero sentir você batendo fundo de novo.
Ele não esperou mais. Posicionou a cabeça na entrada e empurrou de uma vez, firme, mas controlado. Eu soltei um gemido longo quando ele deslizou inteiro pra dentro — agora mais fácil, minha buceta já moldada ao tamanho dele, mas ainda apertada o suficiente pra fazer nós dois gemermos alto.
— Caralho… assim é perfeito — ele rosnou, segurando minha cintura com força e começando a meter no mesmo ritmo que eu tinha imposto antes: fundo, ritmado, sem pressa no início, mas logo acelerando.
As estocadas eram profundas, a cabeça do pau batendo direto no colo do útero a cada investida, exatamente como eu adorava. O prazer vinha em ondas fortes, aquele ponto lá no fundo sendo estimulado sem parar. O som dos corpos se chocando — pá, pá, pá — misturado com o barulho molhado da minha buceta engolindo ele inteiro.
— Isso… bate aí… bate no fundo, Léo… — eu gemia alto, empurrando a bunda pra trás pra encontrar cada estocada. — Eu amo isso… amo quando bate no colo…
Léo acelerou ainda mais, uma das mãos descendo pra apertar meu clitóris, esfregando rápido enquanto metia sem dó.
— Você é uma putinha safada, né? Aguenta tudo e ainda quer mais… tô quase gozando, Tania… tô quase te enchendo…
— Goza… goza dentro… me enche toda com tua porra…
Ele deu um último grunhido animal, cravou fundo e parou, o pau pulsando dentro de mim. Senti cada jato quente, forte, me inundando— muito, escorrendo, enchendo tudo. O calor, a pressão, o fato de saber que ele estava me marcando por dentro… aquilo me levou junto. Eu não acreditava, mas estava gozando novamente, a buceta apertando ele em espasmos ritmados, como se quisesse sugar cada gota. Foi mais um um orgasmo profundo e visceral.
Então desabou sobre minhas costas por um segundo, ainda dentro, os dois ofegantes, suados, tremendo juntos. Depois saiu devagar, e eu senti a porra escorrer abundante pelas coxas, pingando na cama.
Fiquei ali de quatro por mais alguns segundos, o corpo mole, satisfeita como nunca. Ele se deitou do meu lado, me puxando pra deitar no peito dele.
— Luís vai pirar quando souber que eu te enchi de porra assim — ele sussurrou, beijando minha testa.
Eu só sorri, ainda recuperando o fôlego.
# Parte 8: o fogo inapagável
Depois daquele gozo intenso, ficamos ali deitados por um tempo, suados e satisfeitos. A porra dele ainda escorria devagar de dentro de mim, quente nas coxas, marcando os lençóis.
— Preciso de água — murmurei, rindo baixinho. — Você me desidratou
Ele riu também, beijando minha nuca.
Nos levantamos devagar, pernas ainda bambas. Ele pegou uma garrafa de água gelada na geladeira da cozinha, e a gente bebeu ali mesmo, pelados, encostados na bancada, trocando olhares cúmplices e risadas. Depois, tomamos banho separadamente — ele primeiro, rápido, enquanto eu esperava; depois eu, deixando a água quente levar embora o suor e o cheiro de sexo, mas não o tesão que ainda latejava entre minhas pernas.
Quando voltei pro quarto, enrolada numa toalha, ele já estava deitado de lado, nu, me esperando com aquele sorriso preguiçoso. Eu soltei a toalha no chão e me deitei ao lado dele, a pele ainda úmida do banho.
A conversa começou leve, mas logo deslizou pro terreno perigoso de sempre.
— Sabe, Tania… — ele começou, a mão já passeando pela minha coxa — o Luís e
eu já falamos sobre isso algumas vezes. Um ménage com você. Os três juntos.
Eu ergui uma sobrancelha, fingindo surpresa, mas o coração já acelerou.
— Sério? E o que vocês imaginam exatamente?
Ele riu, se aproximando mais, o pau já dando sinais de interesse só com o assunto.
— Tudo. Eu te comendo enquanto você chupa ele. Ou ele te fodendo enquanto eu te como a boca. Ou… os dois te pegando ao mesmo tempo. Um na buceta, outro no rabinho.
Eu mordi o lábio, sentindo o calor subir de novo.
— Já fiz ménage, sabia? — confessei, olhando nos olhos dele. — Num congresso em Poços de Caldas, há um tempinho. Dois caras que conheci lá. Foi bom. Intenso.
Os olhos dele brilharam de curiosidade e tesão.
— Conta. Como foi?
— Um me comia enquanto eu chupava o outro. Depois trocaram. Fiz DP. Eles gozaram os dois em mim. Foi uma loucura. Mas… — fiz uma pausa, descendo a mão devagar até o pau dele, que já estava semi-duro — a soma da grossura de vocês dois é bem maior que daqueles dois juntos. Imagina só… eu não sei se aguento vocês dois ao mesmo tempo.
Ele gemeu baixo com o toque, o pau endurecendo rápido na minha mão.
— Mas quer tentar, né? Aposto que quer. Aposto que tá molhada só de pensar.
Eu sorri, safada, apertando ele com mais força.
— Talvez. Um dia. Se o Luís topar de verdade. Mas hoje… hoje você ainda tem que me foder mais uma vez sozinho.
— PQP, Tânia… vc quer foder mais? ele perguntou, incrédulo.
— Claro que quero, respondi, já pegando o pau dele.
O tesão cresceu rápido. Ele me puxou pra cima, mas eu escorreguei pra baixo, me posicionando entre as pernas dele.
— Primeiro eu quero saborear isso aqui de novo — falei, lambendo a cabeça devagar.
Ele se apoiou nos cotovelos pra me ver melhor, os olhos escuros de desejo.
— Chupa, Tania. Me deixa todo duro pra te comer outra vez.
Eu obedeci. Desci a boca devagar, envolvendo aquela grossura toda, a língua rodando na glande, depois descendo o máximo que conseguia. A mão ajudando na base, bombeando enquanto eu chupava com vontade, babando, gemendo baixo com o peso dele na boca. Ele crescia rápido, pulsando, ficando rígido como pedra em segundos…
— Isso… assim… caralho, que boca gostosa — ele murmurava, me olhando.
Em pouco tempo ele estava todo duro de novo, latejando, pronto pra mais. Eu subi o olhar para ele, a boca ainda cheia, e sorri com os olhos.
Ele me deitou de costas na cama, abriu minhas pernas com as coxas fortes e se posicionou entre elas. O pauzão já latejava, apontando direto pra minha buceta que ainda pulsava do round anterior.
— Agora vou te foder do meu jeito — ele rosnou, esfregando a cabeça grossa na minha entrada molhada. — Olha que buceta macia, Tania.
— Então mete logo, caralho — eu respondi, puxando ele pela nuca. — Me fode forte, vai… te quero… Quero sentir você me destruindo.
Ele entrou de uma vez, fundo, sem dó. Eu gritei alto, levantando as costas, as unhas cravando nos ombros dele. A primeira variação foi exatamente assim: papai-mamãe clássico, pernas abertas ao máximo, ele metendo ritmado e profundo, o peso do corpo dele me prensando na cama a cada estocada. Eu delirava:
— Isso, Léo… assim… mete tudo… bate no meu colo, ahh… eu amo quando você bate lá no fundo, me faz sentir tua puta…
Ele xingava no meu ouvido, acelerando, o suor pingando no meu peito
— Você é uma vadia safada… pequena, mas aguenta meu pau inteiro e ainda pede mais…
Depois de alguns minutos assim, ele mudou. Agarrou minhas pernas, jogou as duas sobre um ombro só, virando meu quadril de lado. A penetração ficou ainda mais profunda e apertada, o pau entrando num ângulo que roçava um ponto novo dentro de mim. Eu gemi louca, os olhos revirando.
— Ai, caralho… assim… assim você me mata… mete mais forte, me fode até eu não aguentar mais… me usa, Léo… mais…
— Toma, então… toma pau… olha como essa buceta engole tudo… você foi feita pra isso, né? Pra levar rola grossa até o talo…
Eu estimulava sem parar, palavras sujas saindo sem filtro, porque eu sabia que aquilo o deixava louco.
— Isso… me estraga… meu marido nunca me fode assim… você tá me viciando nesse pau, seu filho da mãe… vai me deixar arrombada…
Então ele variou de novo: puxou minhas pernas pra cima, dobrou meu corpo ao meio, joelhos quase no peito, mãos apoiadas atrás das minhas coxas, bunda levantada. papai -mamãe profundo, brutal. Agora cada estocada batia direto no colo do útero com força, sem escapatória. Eu sentia ele inteiro, cada veia, cada pulsação.
— Aiii Léo, que delicia…. mete assim… me fode como se eu fosse só uma putinha pra você gozar… mete, mete, mete… eu quero sua porra bem fundo, me enche de novo…
Eu já estava no limite, o clitóris inchado, o prazer acumulando rápido, insuportável.
— Tô quase… não para… me faz gozar nesse pau, Léo… me faz gozar forte, caralho…
Ele perdeu o controle ali. Os movimentos ficaram descompassados, mais rápidos, mais animais.
— Porra, Tania… você falando assim… eu não aguento… vou gozar… vou te encher toda…
— Goza, goza dentro… me inunda, porra… agora!
Eu gozei primeiro, gemendo alto, o corpo convulsionando inteiro, a buceta apertando, prazer explodindo do fundo do ventre. Ele veio logo em seguida, cravando até o fundo com um rugido, o pau pulsando forte enquanto despejava jato após jato quente dentro de mim, enchendo tudo, transbordando.
# Prólogo
Ficamos assim, colados, tremendo juntos, ele ainda dentro, eu sentindo cada gota escorrer quando ele amoleceu devagar.
— Caralho Tania, você acabou comigo — ele sussurrou, beijando minha boca com força.
Eu só sorri, as pernas ainda tremendo.
— E você me arrebentou. Do jeito que eu queria.
Depois daquele último ato brutal, ficamos ali estirados na cama, corpos exaustos, suados, a respiração ainda descompassada. Ele me abraçou por trás, o pau amolecido encostado na minha bunda.. Nenhum de nós queria mexer. O quarto cheirava a sexo puro, pesado, inconfundível.
Ficamos em silêncio por um tempo, só sentindo o coração do outro bater. De vez em quando ele beijava meu ombro, eu apertava a mão dele na minha barriga. Era uma intimidade estranha e deliciosa com alguém que, horas antes, eu mal conhecia de verdade.
— Você me destruiu, Léo — murmurei, a voz rouca de tanto gemer.
Ele riu baixinho no meu ouvido.
— Você que me destruiu, Tania. A anos que eu não metia tanto, e tão fundo. Que loucura gostosa
Eu sorri, virando o rosto pra trás pra roubar um beijo lento. Olhei pro relógio no criado-mudo. Uma da madrugada.
— Merda… já tá tarde. Preciso ir embora.
Ele apertou mais forte a cintura.
— Fica mais um pouco. Só mais uma rapidinha.
Eu ri, me desvencilhando com esforço.
— Não aguento mais nem andar, seu safado. Minha buceta tá latejando. Amanhã eu ainda tenho que trabalhar.
Levantei devagar, pernas bambas, sentindo o corpo inteiro dolorido de um jeito bom. Fui até o banheiro, limpei o que dava com papel, vesti a calcinha que demorei a encontrar, e o vestido branco por cima. O tecido colou na pele ainda úmida. Meu cabelo estava bagunçado, o batom borrado há muito tempo, mas eu nem liguei.
Léo se levantou também, vestiu só o jeans sem cueca e me acompanhou até a porta. No corredor, me encostou na parede mais uma vez, me beijando fundo, as mãos subindo por baixo do vestido pra apertar minha bunda uma última vez.
— Me manda mensagem quando chegar em casa — pediu, a voz baixa.
— Pode deixar.
Desci no elevador sozinha, o corpo pesado, satisfeita até os ossos. No carro, senti o cheiro dele ainda na minha pele, na minha boca, dentro de mim. Dirigi devagar pelas ruas semi desertas , o sorriso não saindo do rosto.
Cheguei em casa quase duas da manhã. Tomei um banho rápido, deitei na cama e antes de apagar peguei o celular. Apaguei a luz, ainda sentindo o corpo marcado por dentro e por fora. Aquela noite tinha sido intensa. E eu mal podia esperar pela próxima.
PS: na primeira foto, em outro momento, com o vestido branco do relato (sim, precisei esconder a caneca, pois ela me denunciaria). As outras duas fotos, o pau dele, mas não sou eu quem está sendo penetrada. Só uma lembrança que ele me deu mais tarde....


