Diário de uma Casada 27: ele veio de Goiânia para me comer...

# Prólogo - O Encontro no Playtime
Era sábado, 24 de junho de 2023, e eu acordei com uma mistura de expectativa e aquele frio na barriga. Na quinta-feira, Wander, o personal para quem dei em Goiânia (Diário de uma Casada 26) tinha me mandado uma mensagem dizendo que estaria em Anápolis a trabalho, mas que no sábado passaria por Brasília e queria me ver. Com meu marido viajando de novo, agenda livre e a cabeça cheia de pensamentos sobre a noite que passamos juntos, não tive dúvidas: "Tô dentro," respondi, sentindo um calor subir só de lembrar. “Que tal o Motel Playtime? Fica no meu caminho, 10h?”, ele escreveu. “Perfeito, eu vou”, foi minha última resposta.

Na sexta, fui cuidar do cabelo, das unhas, me depilei. Um cuidado extra do qual não tive tempo da primeira vez que nos encontramos. No sábado, acordei cedo, tomei um banho rápido, me arrumei com cuidado, escolhendo um vestido bem curto, justo e preto, tomara-que-caia, bastante ousado, admito. O tecido era macio, quase sedoso, e o comprimento curto me fazia sentir poderosa. Nos pés, sandálias de salto alto pretas, com tiras finas que subiam até o tornozelo. Me maquiei, uma base que deixava minha pele morena clara impecável, um blush suave nas bochechas, um batom vermelho vibrante que destacava meus lábios grossos, e uma camada generosa de rímel que realçava meus olhos castanhos, com as sobrancelhas bem delineadas para completar o look.

Dirigi até Taguatinga. O Playtime era um motel conhecido. Cheguei exatamente às 10h, e Wander já estava lá, esperando próximo ao estacionamento, encostado no carro dele. Aos 39 anos, ele parecia ainda mais atraente sob a luz do dia: camiseta preta justa, jeans escuro e aquele sorriso largo que me desarmava.

Entramos no motel no meu carro. Ao sair do carro, a mão dele nas minhas costas já fazia minha buceta molhar.
— Pronta pra começar o dia bem? ele perguntou, fechando a porta e me puxando pra perto, o olhar brilhando com aquele mesmo fogo que eu vi em Goiânia.

Eu sorri, sentindo o corpo já responder ao tom da voz dele.
— Depende de você, Wander... respondi, provocadora, enquanto ele me puxava para um beijo que dizia que a manhã ia ser tão quente quanto a noite que passamos juntos.

# Parte 1 - O Reencontro Íntimo -
Seus lábios pressionaram os meus com uma avidez que fez meu coração acelerar. Meu vestido preto justo subiu um pouco enquanto ele me guiava até a cama, as mãos firmes na minha cintura.
— Você tá ainda mais linda do que aquela noite, Tânia… ele disse, enquanto me deitava de costas, os olhos percorrendo meu corpo com um brilho faminto.
— E você tá com aquele jeito que me deixa louca," respondi, sentindo o calor subir.

Ele sorriu, e se posicionou entre minhas pernas, levantando o vestido devagar até expor a calcinha fio-dental preta.
— Pqp, que coisa mais linda… olha só esse corpinho e essa lingerie… murmurou, deslizando os dedos pela borda do tecido antes de afastá-lo com cuidado, o toque leve me fazendo suspirar.
— Vai com calma, hein? provoquei, mordendo o lábio enquanto ele se inclinava. — Quem pode ter calma com essa maravilha da natureza ao seu alcance… ele retrucou, antes de afundar a cabeça entre minhas pernas.

A sensação da língua dele foi imediata, quente, traçando movimentos lentos ao redor do meu clitóris.
— Caralho, Wander, isso tá bom demais… gemi, as mãos agarrando os lençóis macios enquanto ele chupava de leve, os lábios firmes contra mim.
— Gosta assim, né? ele perguntou, levantando o olhar por um instante.
— Continua, por favor… eu pedi, a voz saiu trêmula enquanto o prazer começava a se acumular, um ciclone se formando no meu baixo ventre.

Ele obedeceu, a língua dançando com uma cadência que me deixava à beira, mas ainda sem me levar ao limite.
— Que buceta saborosa… ele repetia, enquanto meus gemidos começavam a amplificar.

Antes que eu gozasse, ele subiu e me beijou, o meu gosto nos lábios dele me deixando ainda mais excitada.
— Você é um perigo, sabia?... disse, rindo contra minha boca enquanto passava a mão pelo meu cabelo solto.
— Você que tá me deixando louca… respondi, puxando ele pra mais perto, sentindo toda a pressão do corpo dele contra o meu, o pau esfregando em mim por sobre a roupa.

# Parte 2 - A Dança na Poltrona
Nessa hora eu já estava ofegante e pronta para ser penetrada, mas ele se levantou, os olhos me devorando.
— Levanta, Tânia, vamos tirar esse vestido… disse ele, enquanto me puxava pela mão.

Arrancou meu vestido preto justo subindo-o pelo meu tronco, me deixando apenas com a calcinha. Ele me abraçou, acariciou meus peitos, e se abaixou para mamá-los. O silêncio dizia tudo. O afastei um pouco, tirei a camiseta dele, revelando o peito bronzeado e esculpido, os músculos definidos se contraindo sob meus dedos.
— Tira essa calça também… mandei, desabotoando o jeans dele com pressa, sentindo o calor da pele dele enquanto jogava tudo pro canto.

Ansiosa, me agachei, abaixei a cueca, segurei o pau com a mão e levei minha boca até ele, começando a chupar com pressa e muito, mas muito desejo. Depois de alguns segundos, ele me afastou:
— Caralho Tânia, eu não aguento tua boca…pára!

Então me agarrou pela cintura e me levou direto para poltrona de veludo cinza.
— Vai sentar aqui, de frente pra mim, vai me foder agora… disse, jogando-se na poltrona com as pernas abertas, o corpo relaxado mas tenso de desejo, e me puxando pro colo com um puxão firme.

A poltrona era larga o suficiente para nos acomodar, ele estava levemente inclinado para trás, os músculos do abdômen se destacando sob a luz suave da suíte. Subi em cima dele, as pernas abertas de cada lado dos quadris dele, os joelhos afundando enquanto eu me equilibrava, o peso do meu corpo distribuído entre os pés e os joelhos. A calcinha já estava no chão, e eu, senti o pau de 17 cm, grosso na base, a glande afunilada, roçar minha entrada.
— Pronto pra me comer, hein?... provoquei, inclinando-me para beijá-lo, a língua invadindo a boca dele.
— Quero te ver gozar nessa porra toda, ele grunhiu, segurando meu quadril com as mãos grandes, os polegares pressionando a pele logo acima dos ossos da pélvis enquanto me guiava pra baixo.

O pau dele entrou devagar, abrindo caminho com uma firmeza que me fez gemer, o calor dele me preenchendo enquanto eu descia até a base, sentindo cada centímetro contra minha buceta. Comecei a cavalgar, os quadris subindo e descendo num ritmo firme, os joelhos deslizando no veludo enquanto eu usava os braços apoiados nos ombros dele para me impulsionar.
— Caralho, Wander, você me fode tão fundo, gemi, as unhas cravando nos ombros dele.
— Vai, Tânia, me fode direito, me engole com essa buceta… ele rosnou, as mãos apertando meu quadril com força, os dedos afundando na carne enquanto me guiava num ritmo mais bruto, o corpo dele se inclinando pra frente pra encontrar meus movimentos, o peito roçando meus seios nus.

O som da minha bunda batendo contra as coxas dele ecoava na suíte, misturado ao barulho úmido da penetração.
— Porra, você me mata assim, ele murmurou enquanto eu acelerava, o suor começando a pingar dos nossos corpos.

Meu gozo explodiu forte, com aquela convulsão gostosa me fazendo tremer enquanto eu gemia alto, as coxas apertando ao redor dos quadris dele, o clitóris pulsando contra ele e o prazer me rasgando por dentro.
— Isso, goza no meu pau, Tânia… safadinha gostosa… ele rosnou, enquanto as mãos me seguravam firme, prolongando a sensação até eu desabar no peito dele, ainda meio tonta: — Caralho, que gozada boa…. você me fodeu gostoso falei, tentando respirar.
— E vou foder mais, sua delícia, ele retrucou, o sorriso safado voltando enquanto as mãos deslizavam pelas minhas costas suadas

# Parte 3 - A Intensidade na Cama
Eu estava desabada sobre ele, o pau ainda dentro de mim.
— Deixa de preguiça, Tânia, vem pra cama agora… disse, me levantando, o pau duro roçando minha coxa enquanto me guiava. Eu sorri, as pernas trêmulas do orgasmo, e me joguei na cama, o lençol macio recebendo meu corpo nu enquanto ele se posicionava atrás de mim.
— Quer continuar me fodendo, hein?... provoquei, deitando de bruços e olhando pra ele por cima do ombro, o cabelo solto caindo sobre o rosto.
— Quero te pegar fundo, sua delícia… ele respondeu, subindo na cama e me puxando de quatro com um puxão firme nos quadris. A posição era crua, meus joelhos afundando no colchão, as mãos apoiadas no lençol enquanto eu sentia ele se ajustar atrás de mim.

Segurou minha nuca com uma mão, os dedos longos envolvendo minha pele com força, e com a outra mão guiou o pau, grosso e quente, contra minha entrada.
— Tá pronta pra isso?... perguntou, antes de me penetrar com uma estocada forte, me enchendo de uma vez. "
— Aiiii… Porra, Wander, vai devagar….. ooohhh… gemi, o corpo inteiro reagindo ao impacto, o atrito intenso me fazendo cerrar os dentes.
— Calma nada, vou te abrir inteirinha… ele grunhiu, começando com movimentos lentos, o pau deslizando para dentro e para fora, a glande afunilada roçando minha buceta sensível enquanto ele segurava minha nuca com mais firmeza.

O som dos nossos corpos se chocando começou a ecoar, naquele ritmo úmido e bruto que me fazia gemer alto.
— Caralho, que buceta gostosa e apertada você tem, Tânia… ele disse, acelerando, as coxas dele batendo contra minha bunda a cada estocada.
— Fode mais, porra… pedi, a voz abafada enquanto eu enterrava o rosto no travesseiro, o prazer subindo a cada estocada.

Ele obedeceu, mudando o ângulo e me empurrando de bruços, meu peito agora pressionado contra o colchão enquanto ele continuava por trás, a mão na nuca me mantendo no lugar.
— Gosta de levar rola assim, né?... disse, metendo com força, o pau alcançando fundo enquanto eu sentia o calor dele se espalhar por mim.

Wander meteu por alguns minutos, e eu não resisti: mais um orgasmo explodiu, intenso e animal, um gemido abafado escapando do travesseiro enquanto meu corpo tremia, e a buceta contraía.
— Isso, goza pra mim, Tânia… ele repetia, segurando minha nuca até o último espasmo, o suor pingando da testa dele nas minhas costas.

Exausta, fiquei desabada no colchão, o corpo ainda pulsando enquanto ele se deitava ao meu lado, rindo baixo.
— Porra, você me mata assim… falei, virando o rosto pra ele, o cabelo grudado na testa de suor: — Vc não vai gozar?..., perguntei.
— Só depois de te dar muito prazer, sua safada gostosa. Vim preparado pra isso… ele retrucou, passando a mão pela minha bunda.

# Parte 4 - O Abraço de Conchinha
Alguns minutos se passaram, enquanto eu tentava me recompor. A voz dele cortou o silêncio, e se aproximou, rolando meu corpo com cuidado pra me virar de lado.
— Vem cá, Tânia, eu quero te foder mais… disse, a voz carregada de desejo enquanto se encaixava atrás de mim. — Vou te foder devagar, sua gostosa… ele murmurou, roçando os lábios no meu pescoço, deixando um rastro de beijos quentes que me fizeram suspirar.

Senti todo meu corpo arrepiar, os mamilos saltarem duros, enquanto ele levantava minha perna de leve com a mão, abrindo espaço. Senti o pau dele, ainda firme e quente, deslizar para dentro com uma penetração lenta, cada centímetro me preenchendo com uma suavidade que contrastava com a força de antes.
— Caralho, como é gostoso assim… gemi, a cabeça tombando para trás contra o ombro dele, sentindo o ritmo dele começar a se estabelecer.
— Vc gosta disso… ele sussurrou, a mão livre subindo pra segurar meu seio, o polegar roçando o mamilo enquanto ele movia os quadris num vaivém cadenciado.
— Continua, porra, tá bom demais… pedi, a voz tremendo enquanto eu me entregava ao movimento, a respiração dele sincronizando com a minha. Ele beijava meu pescoço, mordiscando de leve, e o calor da boca dele contra minha pele me fazia gemer baixo, o corpo inteiro respondendo ao toque.

De repente ele se posicionou diferente, meio sentado na minha coxa da perna de baixo, enquanto empurrava a de cima de encontro ao meu tronco, segurando minha nádega. Deslizou o pau para dentro da minha buceta molhada, e ficou metendo assim, aumentando a intensidade em uma dança para frente e para trás que provocava um alcance novo dentro do meu canal vaginal.

Eu não resisti, e quando dei por mim estava gozando de novo. Sim, mais uma vez! Desta vez um orgasmo calmo, longo, que se espalhou devagar pelo meu corpo, começando no ventre e se derramando pelas pernas enquanto eu apertava as coxas, os músculos se contraindo ao redor dele.
— Porra, vc tá gozando de novo…. Delícia … Isso, goza assim, Tânia, ele murmurou surpreso, a voz rouca contra meu ouvido, os movimentos ficando mais suaves enquanto ele prolongava a sensação. Quando o prazer finalmente cedeu, respondi, meio que rindo
— Eu não resisti, tava gostoso demais…

Ele riu, me abraçando mais forte, a mão ainda no meu seio.
— E você que me faz querer te foder o dia todo," retrucou, o sorriso safado voltando..

# Parte 5 - O Oral na Poltrona
Ele deslizou a mão devagar pelo meu quadril, mas eu me virei pra ele com um sorriso travesso, sentindo uma ideia crescer na mente.
— Sabe, Wander, metendo assim parece que você não goza nunca, falei, a voz baixa e provocadora, rolando pra fora do abraço. — Quero te chupar agora, te fazer gozar na minha boca…

O safado ergueu uma sobrancelha, um sorriso se formando enquanto se levantava da cama, o corpo bronzeado reluzindo sob a luz suave.
— Porra, Tânia,quem pode resistir a um pedido desses?... disse, enquanto me deixava guiá-lo de volta à poltrona, o pau semi-duro balançando à minha frente.

Eu me aproximei de joelhos, sentando-me nos calcanhares, o olhar fixo nele, me inclinando pra começar. Passei a língua lentamente desde a base grossa, traçando o contorno até a glande afunilada, saboreando o gosto salgado da pele dele enquanto ele soltava um gemido profundo.
— Caralho, Tânia, tu sabe como chupar, pqp… disse, a voz tremendo enquanto eu envolvia o pau com os lábios, chupando com uma lentidão provocante, a mão subindo e descendo num ritmo que o fazia cerrar os punhos.
— Gosta assim?" perguntei, levantando os olhos para encontrar os dele, mantendo o contato visual enquanto o levava mais fundo, a garganta se ajustando ao tamanho dele.
— Porra, sim, continua… ele respondeu, enquanto eu acelerei, a língua dançando ao redor da glande, sentindo-o pulsar contra meu palato enquanto o chupava com mais intensidade, os gemidos dele enchendo a suíte como uma música crua.
— Tá tão bom, caralho," murmurou, enquanto o corpo se tensionava, as coxas tremendo de leve.

Quando ele gozou, foi um jato quente e abundante, escorrendo pela minha garganta enquanto eu engolia tudo, me deixando ainda mais excitada.
— Isso, engole tudo, sua gostosa… ele disse, a voz entrecortada, o corpo relaxando enquanto eu lambia os últimos vestígios, com um sorriso satisfeito nos lábios.

Recostei-me nos calcanhares, rindo baixinho, o gosto dele ainda na boca enquanto ele desabava na poltrona, ofegante.
— Você é um perigo, Tânia, já te falei isso… super apaixonante... falou, me puxando pra um beijo que misturava nosso prazer, o sabor dele ainda presente.
— É você que me deixa com essas ideias, retruquei, o corpo quente e saciado.

# Parte 6 - Confissões na Banheira
Ele se virou pra mim com um sorriso preguiçoso, os olhos castanhos semicerrados de satisfação.
— Vem, Tânia, vamos relaxar na banheira um pouco… disse, a voz convidativa enquanto se levantava, oferecendo a mão. O pau dele, agora amolecido depois do orgasmo, balançava de leve enquanto ele se movia, e eu ri, sentindo uma onda de conforto misturada ao desejo.

Ele ligou os jatos da banheira de hidromassagem, que era ampla, com bordas largas e jatos borbulhantes, e eu entrei primeiro. Wander se juntou a mim, sentando-se atrás, as pernas dele se ajustando às minhas enquanto me puxava para recostar no peito dele.
— Sério, Tânia, já deu pra outros caras além de mim?... perguntou, a voz baixa e direta, com um tom de curiosidade que não tinha julgamento. Eu abri os olhos, virando o rosto pra ele com um sorriso travesso.
— Olha só, quer saber dos meus segredos, hein? Hummmm, tá bom: confesso, já tive umas aventuras por aí… respondi, rindo enquanto jogava uma gota d'água nele com a mão.

Ele deu uma gargalhada, o som ecoando na banheira enquanto me apertava mais contra ele.
— Já peguei umas malucas, mas tu, Tânia, tu é outro nível. Essa tua energia na cama me deixa doido… disse, enquanto a água quente borbulhava ao nosso redor.

A conversa fluiu, crua e honesta, o vapor da banheira envolvendo-nos enquanto trocávamos confissões e risadas, o clima se tornando uma mistura de relaxamento e tensão crescente, como se estivéssemos nos preparando para o próximo round sem pressa.
— Tá bom, mas agora me diz, o que tu quer fazer comigo aqui? perguntei, mordendo o lábio, sentindo o desejo reacender enquanto a água continuava a nos acolher.

# Parte 7 - O Êxtase na Borda da Banheira
Ele me olhou com um sorriso lento, os olhos castanhos brilhando com uma intenção clara. — Sai um pouco daí, Tânia, vem sentar na borda… disse, ajudando-me a me levantar com mãos firmes na minha cintura.

Eu, com corpo escorregadio pela água, sentei na borda larga da banheira, as pernas abertas de leve, o ar fresco da suíte contrastando com o calor da minha buceta.
— Quer me comer de novo, é? provoquei.
— Quero te chupar até te fazer gemer, caralho… ele respondeu, ajoelhando-se na água diante de mim, as mãos subindo pelas minhas coxas com uma lentidão que me fez prender a respiração.
— Vai com calma, hein?... pedi, inclinando-me pra trás e apoiando as mãos para me equilibrar.
— Calma porra nenhuma, vou te lamber com gosto… retrucou, antes de baixar a cabeça, a língua me tocando diretamente na buceta com uma suavidade inicial que me fez suspirar.

A sensação foi avassaladora, a língua dele quente e firme explorando meu clitóris com movimentos lentos e circulares.
— Porra, Wander, isso tá bom demais… gemi, as coxas tremendo enquanto eu abria mais as pernas, dando-lhe mais acesso.
— Gosta assim, né, sua gostosa?... ele repetiu, mais uma vez, a voz abafada enquanto chupava de leve, os lábios se fechando ao redor do ponto mais sensível.
— Assim, continua, por favor… implorei, a cabeça tombando para trás, enquanto o prazer subia, e o calor inundava minha buceta.

Ele obedeceu, a língua dançando com uma cadência deliberada, aumentando a intensidade até que eu mal conseguia me segurar. Gozei de novo, uma sensação que se espalhou devagar pelo meu corpo, começando no centro e deslizando pelas pernas enquanto eu apertava as coxas ao redor da cabeça dele, os músculos se contraindo suavemente.
— Isso, goza pra mim, goza na minha boca, Tânia… ele sussurrou enquanto prolongava o prazer com movimentos suaves da língua. Meu gemido escapou baixo, prolongado, o corpo inteiro tremendo enquanto eu me apoiava na borda, o prazer me levando a um estado de entrega total. Quando o êxtase finalmente se dissipou, eu desabei contra a borda.
— Caralho, como eu precisava gozar assim, falei, olhando pra ele, o rosto ainda molhado da água e do meu prazer.

Ele subiu da água, sentando-se ao meu lado na borda, e me puxou pra um beijo lento, o gosto de mim nos lábios dele misturando-se ao calor do momento.
— Tu é foda, Tânia… olha o meu pau como te quer… olhei para baixo e vi aquele pau duro, gostoso, e ele saiu da banheira.

# Parte 8 - O Fogo Contra a Parede
— Vem comigo, Tânia, quero te pegar de um jeito diferente, disse. Sai da banheira meio mole e intrigada, os pés descalços sentindo o azulejo frio, a água pingando do meu corpo, enquanto ele me guiava até a parede oposta da suíte, arrepiando minha pele molhada.
— Quero te foder contra essa parede, ele falou, enquanto me virava de frente pra ele.

Sem aviso, ele levantou minha perna direita com facilidade, apoiando meu joelho contra seu quadril, a outra perna ainda firme no chão me equilibrando, enquanto ele se posicionava, o pau, quente e grosso, roçando contra mim.
— Segura em mim… ordenou, e eu obedeci, as mãos agarrando os ombros largos dele.

Ele me penetrou com um movimento firme, o pau de 17 cm deslizando para dentro com uma profundidade que me fez soltar um grito abafado,
— Aiii delicia.. vem… me come, Wander, mete em mim, gemi, a cabeça tombando contra a parede enquanto ele começava a se mover, cada estocada um choque de prazer que reverberava pelo meu corpo.
— Tu aguenta isso, né, sua safada? ele provocou, enquanto segurava minha perna levantada, mantendo-me aberta pra ele, e metendo em um ritmo intenso:
— Vai, mete mais fundo, delicia… pedi, com uma tempestade se formando no meu ventre.

Ele grunhiu, acelerando, o quadril batendo contra o meu com uma força controlada, o suor começando a escorrer pela testa dele enquanto me mantinha firme. O clímax não veio, mas a tensão erótica me deixou à beira, o corpo tremendo de antecipação.

Então desacelerou, enquanto me soltava com cuidado, deixando minha perna voltar ao chão. — Tu é fogo, Tânia,... disse, beijando meu ombro com um toque leve.
— Cansou querido?... retruquei, o fôlego curto, recostando-me na parede por um momento, o coração disparado e a buceta entumecida querendo gozar.

# Parte 9 - O Delírio de Lado
Desafiado, ele riu de leve:
— Cansei as pernas, caralho… mas quero te foder ainda, vem pra cama de novo, Tânia… — Vai me surpreender agora, é?... provoquei, deitando de lado com uma lentidão deliberada, o corpo nu exposto.
— Quero te foder devagar e te sentir se desfazer, ele disse, subindo na cama e se alinhando atrás de mim.

Me puxou pela cintura com uma firmeza gentil. Senti o pau dele, quente e duro passear pela minha entrada, e ele penetrou com uma lentidão torturante, deslizando para dentro como se quisesse me marcar inteira.
— Caralho, tu é tão apertada assim," gemeu, o hálito quente me fazendo estremecer.

Eu me contorci contra ele, as mãos agarrando o lençol enquanto ele começava a se mover, os quadris ondulando num ritmo pausado que contrastava com a rapidez anterior.
— Vai fundo, porra, me enche, pedi, a voz entrecortada enquanto sentia o pau grosso pressionar, explorando-me com uma precisão que me deixava à beira.
— Tu quer tudo, né, sua safada? provocou, aumentando a pressão da mão na minha coxa, mantendo-me aberta enquanto se enterrava mais fundo, o atrito lento e deliberado me levando a um estado de desejo febril.
— Tá gostoso demais.. mete vai…., murmurei, virando o rosto pra tentar alcançá-lo, mas ele segurou meu queixo, guiando-me pra um beijo profundo, a língua dançando com a minha num ritmo que espelhava os quadris. Eu estava muito excitada, mas o orgasmo não vinha, não sei porquê, a tensão erótica me deixou ofegante, o corpo tremendo de enquanto ele desacelerava, gemendo contra meu ouvido.

# Parte 10 - O Desfecho de quatro
Wander me observava com um brilho satisfeito nos olhos castanhos, o peito subindo e descendo, mas logo se moveu com determinação.
— Vem cá, Tânia, quero te pegar de quatro, disse, puxando-me gentilmente pelo quadril.

Eu senti uma faísca de excitação reacender, e me posicionei de quatro no colchão,os joelhos afundando no tecido macio enquanto erguia o quadril pra ele.
— Vai me deixar sem forças outra vez, é?... provoquei, ajustando-me na posição, o corpo ansioso por mais, as mãos apoiadas à frente e as costas arqueadas em convite.
— Quero te foder até acabar, caralho… ele respondeu, alinhando-se atrás de mim com uma lentidão que prometia intensidade.

Seus dedos fortes seguraram minha cintura, puxando meu quadril contra o dele enquanto ajustava minha postura, as mãos firmes nos meus glúteos para abrir espaço, o corpo dele se inclinando sobre o meu. Senti o calor do pau dele, firme e pulsante, entrar com um movimento profundo, o pau me preenchendo de uma vez, o ângulo da posição intensificando tudo.
— Porra, que gostoso assim… gemi, a cabeça tombando pra frente, os cabelos caindo sobre o rosto enquanto sentia o ritmo dele começar a se estabelecer, cada estocada um golpe lento e poderoso que fazia meu corpo balançar para a frente.
— Tu aguenta isso, né, sua gostosa?... ele sussurrou, enquanto sua mão livre deslizava pela curva do meu seio pendente, acariciando e apertando.

O movimento era deliberado, os quadris dele ondulando num vaivém que parecia desenhar círculos dentro de mim, o som dos nossos corpos se encontrando — a batida ritmada da pele contra pele — misturado ao crepitar da tensão no ar.
— Vai mais fundo, caralho, pedi, a voz tremendo enquanto cravava as unhas no lençol à frente, o prazer subindo como uma maré irresistível, a posição de quatro permitindo que ele me tomasse com uma profundidade avassaladora.

Em resposta, ele acelerou o ritmo, o suor escorrendo pela testa dele e pingando nas minhas costas enquanto me penetrava com força controlada, os quadris colidindo contra meus glúteos em um compasso frenético.

De repente, ele se retirou com um movimento rápido, e antes que eu pudesse reagir, senti o jato quente do gozo dele na minha lombar escorrendo pelas costas, enquanto ele gemia alto — Caralho, olha quanto leite… ele gemeu, por fim se deixando cair ao meu lado, ofegante.

Eu ri, o corpo ainda vibrando do prazer acumulado, e me virei para encará-lo, o suor brilhando em nós dois.
— E tu que sabe como me deixar gozada… respondi, traçando um dedo no líquido quente nas minhas costas antes de me aconchegar contra ele, o coração disparado, sabendo que aquela manhã no Playtime havia chegado ao seu ápice ardente.

Epílogo - O Adeus com Sabor de Quero Mais
O silêncio da suíte do Playtime se assentou como uma cortina pesada após o clímax intenso. Meu corpo repousava contra o de Wander, o calor dele diminuindo lentamente enquanto nossas respirações se equilibravam. O gozo dele ainda marcava minha lombar, uma sensação pegajosa e quente que me fazia sorrir. Ele me olhou e passou a mão pelo meu cabelo solto, bagunçado e úmido.
— Tu é um furacão, Tânia… disse, a voz carregada de admiração.
— Foi tão bom transar contigo.. respondi, enquanto me levantava, o corpo protestando com uma mistura de exaustão e satisfação.

Caminhei até o banheiro, e tomei uma ducha rápida. Vesti o vestidinho preto devagar, o tecido colando à pele ainda úmida, e ao me olhar no espelho, vi o reflexo de uma mulher com um sorriso calmo, os lábios vermelhos ligeiramente borrados, os olhos castanhos brilhando com uma mistura de paz e desejo reprimido.

Wander já se vestia, a camiseta preta abraçando o peito definido enquanto ele me observava com um olhar que dizia que não esqueceria aquele dia.
— Vai voltar pro teu mundo assim, toda fodida por mim?" perguntou, a voz brincalhona enquanto se aproximava para me dar um beijo leve na testa.
— Vou, fazer o quê?... retruquei, ajustando a bolsa, sentindo o peso do momento me acompanhar. Eram 12:30 da manhã de sábado, 24 de junho de 2023, e o sol lá fora prometia um dia claro.

Saí do Playtime com o vento brincando com meu cabelo solto, e por um instante, imaginei Wander me chamando de volta. Mas segui em frente, sabendo que a única coisa que ficaria, seria aquele sabor na minha memória.

Foto 1 do Conto erotico: Diário de uma Casada 27: ele veio de Goiânia para me comer...

Foto 2 do Conto erotico: Diário de uma Casada 27: ele veio de Goiânia para me comer...


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


259545 - Diário de uma Casada 27: Dei para o Personal do Hotel - Categoria: Confissão - Votos: 6
259376 - Diário de uma Casada 25: 5 orgasmos em duas horas... e nem estava apaixonada. - Categoria: Confissão - Votos: 8
259293 - Diário de uma Casada 24: continuação (Parte 2) - Categoria: Confissão - Votos: 9
259103 - Diário de uma Casada 24: uma experiência BDSM real, e sendo fodida pra valer (parte 1) - Categoria: Confissão - Votos: 6
258998 - Diário de uma Casada 23 : primeiro encontro com um DOM, e como me senti submissa - Categoria: Confissão - Votos: 9
258853 - Diário de uma Casada 22: Dei para um viúvo de 64 anos, e adorei! - Categoria: Confissão - Votos: 16
258600 - Diário de uma Casada 21: Meu Primeiro Menage - como fui ensanduichada! - Categoria: Confissão - Votos: 13
258438 - Diário de uma Casada 20: fui a um congresso e dei para o palestrante do pau cabeçudo - Categoria: Confissão - Votos: 15
258285 - Diário de uma Casada 19: a noite em que minha buceta destruiu a timidez dele - Categoria: Confissão - Votos: 11
258117 - Diário de uma Casada 19: Ele tinha 23 centímetros - e eu, suada, fodida e satisfeita - Categoria: Confissão - Votos: 13
258006 - Diário de uma Casada 17: fui no Hotel dar para o Engenheiro - Categoria: Confissão - Votos: 10
257899 - Diário de uma Casada 16: fui atravessada por 23 centímetros de pau - Categoria: Confissão - Votos: 18
257842 - Diário de uma Casada 15: Ele broxou - Categoria: Confissão - Votos: 18
257725 - Diário de uma Casada 13: A despedida do meu amante do pau delicioso - Categoria: Confissão - Votos: 14
257633 - Diário de uma Casada 13: plugada para ser fodida - Categoria: Confissão - Votos: 11
257294 - Diário de uma Casada 12: um caso de quase amor, assim..... - Categoria: Confissão - Votos: 12
257088 - Diário de uma Casada 11: Gozando com sexo anal de novo - Categoria: Confissão - Votos: 20
256983 - Diário de uma Casada 10: Meu primeiro anal - Categoria: Confissão - Votos: 24
256808 - Diário de uma Casada 09: Um animal domado, e uma buceta feliz - Categoria: Confissão - Votos: 13
256684 - Diário de Uma Casada 08: Eu no controle da Transa - Categoria: Confissão - Votos: 13
256394 - Diário de uma Casada 07: No carro, no motel, risco e prazer profundo! - Categoria: Confissão - Votos: 15
256224 - Diário de uma Casada 06: Amarrada, chupada e fodida. - Categoria: Confissão - Votos: 20
256045 - Diário de uma Casada 05: Primeira vez no Motel - Categoria: Confissão - Votos: 20
255865 - Diário de um Casada 04: Fodendo com os 20cm do Lucas novamente. - Categoria: Confissão - Votos: 22
255504 - Diário de Uma Casada 03: Matando a curiosidade com um Bem Dotado - Categoria: Confissão - Votos: 25
255373 - Diário de uma Casada 02: A Noite Bruta com o Executivo do Sul - Categoria: Confissão - Votos: 34
255291 - Diário de uma Casada 01: A primeira transa fora do casamento. - Categoria: Confissão - Votos: 59

Ficha do conto

Foto Perfil tania32
tania32

Nome do conto:
Diário de uma Casada 27: ele veio de Goiânia para me comer...

Codigo do conto:
259621

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
17/04/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
2