Na quarta-feira à tarde, Léo me mandou uma mensagem direta: “Quinta à noite. Te quero no Motel Colorado. Quero te foder com calma… e com força. Te espero às 20h.” Não pensei duas vezes. Respondi só com um emoji de fogo.
O resto do dia passou em câmera lenta. No trabalho, eu mal conseguia me concentrar. Toda vez que cruzava as pernas sentia um latejar gostoso entre elas. Meu corpo já estava pedindo.
Quinta-feira, depois do expediente, fui para casa tomar um banho caprichado. Passei óleo corporal com cheiro doce na pele, me arrumei com intenção clara: o vestidinho laranja curto e justo (vide fotos) que marca todas as curvas, sem sutiã, sem calcinha nenhuma. O tecido fino roçava direto na minha buceta já molhada só de imaginar o que ia acontecer. Salto alto preto, cabelo solto, batom cor de fogo.
Saí de casa um pouco mais cedo. Dirigi até o prédio onde o Léo trabalha e parei na saída. Quando ele apareceu, de camisa social com as mangas dobradas e aquela cara de quem já estava pensando em me comer, meu tesão subiu de vez. Ele entrou no carro, e saímos dali discretamente, eu morrendo de medo de ser vista com ele. Já na saída, a mão dele subiu pela minha coxa por baixo do vestido.
— Tania, vc tá tão gostosa… caramba, sem calcinha? Quer me deixar louco? — murmurou, com os dedos roçando de leve na minha buceta lisinha e molhada.
Eu sorri, mordi o lábio e arranquei com o carro. Durante todo o trajeto até o Motel Colorado o clima ficou pesado, o ar-condicionado gelado contrastava com o calor que eu sentia. A mão dele não saía da minha perna, subindo e descendo, às vezes apertando, às vezes só roçando os dedos bem perto onde eu queria. Eu abria um pouco mais as coxas, gemendo baixinho, sentindo a excitação molhar o banco do carro. Conversamos pouco. O silêncio era cheio de expectativa.
Quando chegamos ao Colorado, pegamos a chave da Suíte Luxo Temática, que ele havia reservado e solicitado que preparassem. Assim que entramos, observei o ambiente: luzes baixas e coloridas, decoração sensual, cama grande com espelho enorme no teto, banheira de hidromassagem já ligada borbulhando, cheiro bom de ambiente. Espelhos nas paredes laterais também. O lugar gritava sexo.
Ele veio até mim, segurou meu queixo com firmeza e me deu um beijo possessivo, enfiando a língua fundo enquanto a outra mão descia pelas minhas costas e
apertava minha bunda já por baixo do vestido curto.
— Vestidinho bem puta hoje… gostei pra caralho — murmurou, mordendo meu lábio.
Eu sorri, já com a voz manhosa e o corpo queimando:
— Vim pra você me usar como quiser, Léo…
Ele sorriu de canto, desceu a boca para o meu pescoço, beijando e chupando, e então puxou a alça do vestido para baixo, expondo meu seios e apertou um deles com vontade.
— Então vamos começar.
# Parte 1: Na hidro
Lentamente, enquanto me beijava e apertava meus seios, Léo tirou meu vestidinho laranja pelo corpo, deixando ele cair no chão. Fiquei só de salto alto preto, completamente nua na frente dele. Seus olhos percorreram meu corpo com fome. Ele tirou a camisa rapidamente, abriu o cinto e a calça, e tirou, ficando só de cueca. Voltou para me beijar, e desceu abocanhando meus seios, um a um. Depois, me pegou pela mão e me levou até a banheira de hidromassagem.
A água estava quente, borbulhando com força. O vapor subia misturado com as luzes coloridas da suíte, criando um clima quase irreal. Entrei primeiro, gemendo baixinho com o contraste da água quente na minha pele arrepiada de tesão. Léo então tirou a cueca, e aqueles 22cm estavam lá, quase duro. Ele entrou, sentou e me puxou com força para cima dele, me fazendo sentar de frente, cavalgando suas coxas.
Assim que encostei, senti o pau dele já duro roçando na minha buceta por baixo da água. Ele não perdeu tempo: segurou meus seios com as duas mãos, juntando eles, e começou a chupar com fome voraz. A língua quente circulava os mamilos, depois ele mordia de leve, puxando, sugando forte. Cada mordida mandava um choque direto pro meu clitóris.
— Delícia… — murmurei, jogando a cabeça pra trás.
Uma das mãos dele desceu pelas minhas costas, entre minhas pernas e sem cerimônia dois dedos grossos entraram em mim facilmente — eu já estava
encharcada desde o carro. Voltou a mão pela frente, e então começou a me masturbar com vontade, o polegar pressionando e circulando meu clitóris inchado enquanto os dedos entravam e saíam, fodendo minha buceta dentro da água quente. Os jatos da hidromassagem batiam nas minhas costas e na bunda, aumentando tudo que eu sentia..
Eu gemia alto, sem vergonha, segurando na borda da banheira com força. O barulho da água, meus gemidos e a respiração rouca dele enchiam a suíte.
— Isso… geme pra mim, Tânia. Tá molhada pra caralho… essa buceta tá piscando nos meus dedos — rosnou ele, chupando meu seio esquerdo com mais força, quase marcando.
— Léo… ai, porra… assim… mais fundo… — implorei, rebolando contra a mão dele.
Ele acelerou o ritmo, enfiando os dedos com vontade, curvando eles pra acertar aquele ponto que me fazia ver estrelas. A água chapinhava com o movimento. Eu sentia o orgasmo subindo rápido, quente, quase incontrolável. Apertei os olhos, o corpo inteiro tensionando.
— Goza pra mim, vai… quero sentir você apertando meus dedos.
Não aguentei mais. Gozei forte na mão dele, gemendo alto, o corpo tremendo dentro da água quente. Minhas pernas apertaram em volta dele, a buceta pulsando e contraindo nos seus dedos enquanto ondas de prazer me atravessavam. Ainda com a respiração pesada, ele tirou os dedos, levou até a boca e chupou, me olhando nos olhos com aquele sorriso safado.
— Essa bucetinha não aguenta ser provocada, hein? Que delicia…… — murmurou.
— Não aguenta, safado…. Mas agora ela quer coisa maior. Me dá?
# Parte 2: De quatro no sofá
Saímos da hidro pingando água quente pelo chão da suíte. Meu corpo ainda tremia do orgasmo, as pernas fracas, mas o tesão longe de acabar. Léo me pegou pelo braço, me virou de costas e me jogou de quatro no sofá largo da suíte. Ele empinou minha bunda, deu um passo pra trás e ficou admirando a visão por um segundo.
Dois tapas fortes estalaram na minha bunda, um de cada lado. O ardor subiu gostoso pela coluna.
— Abre bem essa buceta pra mim — ordenou, com voz cheia de tesão.
Eu obedeci, empinando e abrindo mais as pernas, tudo pra ele. Sentia minha buceta inchada, molhada e piscando de tesão. Léo alinhou a cabeça grossa do pau na minha entrada e empurrou devagar, mas sem parar. Os 22 cm grossos me abriram centímetro por centímetro, esticando minhas paredes. Soltei um gemido longo e arrastado quando ele chegou até o fundo, a virilha batendo na minha bunda.
— Aaaahh… Léo… que delícia…
Ele segurou minha cintura com firmeza e começou a meter com estocadas pesadas, ritmadas. O barulho molhado da buceta ecoava junto com o som dos tapas que ele dava ritmados na minha bunda, que já estava ficando vermelha.
— Porra… como você aperta essa buceta… tá engolindo meu pau todo — grunhiu ele, acelerando um pouco.
Eu empurrava a bunda para trás, encontrando as estocadas, completamente entregue.
— Mete mais forte… me fode, Léo… usa essa buceta como quiser! — pedi, quase implorando, com voz manhosa.
Ele não se fez de rogado, e acelerou de vez. As estocadas ficaram brutas, fundas, o saco batendo contra mim. Cada vez que ele entrava até o talo eu soltava
um gemido alto. O sofá rangia, meu corpo inteiro balançava. Eu sentia outro orgasmo se formando, mais forte que o primeiro.
— Isso… assim… não para… vou gozar de novo!
Léo meteu ainda mais forte, dando tapas na bunda enquanto me fodia sem piedade. Meu segundo orgasmo veio de forma violenta. Gozei, a buceta apertando o
pau dele com força enquanto gozava. Ele continuou estocando fundo, até eu praticamente desabar no sofá, ofegante e gemendo baixinho.
Mesmo assim, ele continuou metendo mais devagar, saboreando o aperto da minha buceta sensível, as mãos apertando minha bunda marcada pelos tapas.
— É a buceta mais gostosa que já comi, pqp!
# Parte 3: Em pé contra o espelho
Léo ainda não tinha gozado. Seu pau continuava duro, latejando dentro de mim. Ele me deu uma folga curtíssima — só o tempo de me virar de frente, me dar um beijo molhado e roubar meu ar. Meu corpo estava mole, sensível, mas ainda cheio de desejo.
Ele me levantou do sofá com facilidade, me carregou até o espelho grande que ocupava quase toda a parede da suíte. Me virou de costas pra ele, posicionou meu corpo e ordenou baixinho:
— Abre as pernas e apoia as mãos no espelho.
Eu obedeci, pernas tremendo um pouco. Apoiei as duas mãos no vidro frio. Léo se encaixou atrás de mim, uma mão segurando meu quadril, a outra subindo pro meu pescoço.
— Se olha no espelho… — rosnou no meu ouvido, a voz grossa de tesão. — Vê como tá pedindo mais com essa cara de puta.
Ele alinhou o pau grosso e enfiou tudo de uma vez. Soltei um gemido longo quando ele me preencheu novamente. A visão no espelho era obscena e deliciosa: eu de pernas abertas, seios balançando a cada estocada, o cabelo bagunçado, o rosto completamente tomado de prazer. Ver ele atrás de mim, musculoso, metendo com força, só aumentava tudo.
Léo começou a foder com vontade. Uma mão apertava meu pescoço (sem sufocar, só o suficiente pra me dominar), a outra segurava meu quadril com força, puxando meu corpo contra ele. As estocadas eram fundas, ritmadas, o barulho molhado da buceta ecoando alto na suíte. Cada vez que ele entrava até o fundo eu via meus seios sacudirem no reflexo.
— Olha pra você… olha como tá gostosa sendo comida — ele sussurrou rouco no meu ouvido, acelerando.
Eu não conseguia tirar os olhos do espelho. O terceiro orgasmo veio diferente — mais contido, quase silencioso. Meus olhos semicerraram, a boca abriu num gemido preso. Minha buceta apertou o pau dele com força, pulsando. Léo sentiu e apertou minha cintura com brutalidade, metendo fundo algumas vezes mais.
Com um gemido rouco e longo, ele gozou logo depois. Senti o pau pulsar forte dentro de mim, enchendo minha buceta com jatos quentes de porra. Ele ficou bem fundo, pressionando o corpo contra o meu, gozando tudo enquanto mordia meu ombro de leve.
Ficamos alguns segundos assim, ofegantes, colados, meu corpo ainda tremendo contra o espelho embaçado pela respiração.
# Parte 4 – 69 montada no rosto
Depois do terceiro gozo contra o espelho, Léo me deu um beijo demorado e me puxou para o banheiro da suíte. Tomamos um banho quente juntos, rindo, ensaboando um ao outro com calma. Ele lavou meu corpo com as mãos grandes, passando bastante tempo entre minhas pernas e nos meus seios. Eu retribuí, ensaboando o pau dele. Saímos do banho revigorado, pele limpinha e cheirosa.
No tempo que terminamos o banho, o jantar chegou. Um espaguete simples, apenas para recuperar as energias. Depois disso, voltamos a nos beijar, nus.
Léo se levantou, e deitou na cama, completamente relaxado. Era a primeira vez que usávamos a cama, por incrível que isso possa parecer. Me puxou por cima dele, virando-me de frente para os pés, na posição 69. Sentei no rosto dele, minha buceta lisinha e fresca encostando direto na sua boca.
— Senta gostoso… quero lamber você enquanto você me chupa — murmurou.
Eu desci devagar, sentando com mais pressão. Léo começou a me devorar com fome. A língua circulava meu clitóris, entrava fundo na buceta, lambia tudo com vontade. Ele segurava minha bunda com as duas mãos, abrindo e pressionando meu corpo contra o rosto, chupando e gemendo contra mim.
Ao mesmo tempo, segurei o pau dele com as duas mãos e desci a boca, chupando com vontade. Babava bastante, subindo e descendo, girando a língua na cabeça e tentando chegar o mais fundo possível. O gosto dele limpo só me deixava mais safada.
A posição era deliciosamente insana. Eu rebolava devagar no rosto dele, sentindo a barba por fazer roçando na pele sensível, enquanto engolia o pau grosso até onde conseguia. Os gemidos dele vibravam direto no meu clitóris.
Vcs já devem ter percebido que uma língua ágil me enlouquece tanto quanto um pau grosso. Não demorou muito para o quarto orgasmo chegar. Tremi
violentamente montada no rosto dele, pressionando a buceta com força contra sua boca, gemendo alto com o pau na boca. A sonoridade disso é safadamente deliciosa. Minhas coxas apertaram a cabeça dele enquanto o gozo me atravessava. Léo segurou minha bunda com firmeza, continuando a chupar até meu orgasmo terminar.
Quase ao mesmo tempo, senti o pau dele pulsar forte, e gozou na minha boca, enchendo com jatos quentes e grossos. Eu suguei, masturbei, e engoli tudo devagar, lambendo o que dava daquela porra adstringente.
# Parte 5: De ladinho (Final)
Depois disso, ficamos um tempo abraçadinhos na cama grande da suíte. Eu estava exausta, o corpo mole, a buceta sensível e latejando. Achei que tínhamos encerrado a noite. Fechei os olhos, encostada no peito dele, sentindo o cheiro da pele e o calor gostoso. Já pensava em me vestir e voltar pra casa.
Uns dez minutos se passaram. Estávamos de conchinha, ele abraçado por trás, uma perna entre as minhas. Ele começou a beijar minha nuca, meus ombros. De repente, senti o pau dele começar a endurecer novamente contra minha bunda. Não estava 100% duro, mas o suficiente para pressionar e querer mais.
Léo me puxou um pouco mais contra ele, beijou minha nuca e murmurou rouco:
— Ainda não acabei contigo…
Com uma mão levantou minha perna de cima. Eu segurei o pau dele, semiduro, e posicionei na minha buceta, segurando. Ele então empurrou e entrou devagar, bem fundo. Naquela posição o pau dele pressionava todos os pontos certos lá dentro. Soltei um gemido longo e baixo quando ele me preencheu completamente.
O ritmo era diferente agora — lento, profundo, quase preguiçoso. Ele metia com calma, saboreando cada centímetro entrando e saindo. O pau endureceu mais e mais. Uma mão acariciava meu seio, apertando o mamilo de leve. A outra descia entre minhas pernas e circulava meu clitóris inchado com os dedos. Eu sentia a pressão subir cada vez mais.
— Você me fode tão gostoso… e eu gosto tanto assim… — sussurrei, a voz embargada de tesão e cansaço.
— Isso… aperta meu pau… goza pra mim mais uma vez, delícia — respondeu ele baixinho no meu ouvido, mordendo de leve o lóbulo.
Ele então levantou o tronco, sentou por cima da minha perna debaixo, ainda me deixando de lado, e começou a meter mais rápido. O pau, já totalmente duro, me atravessava, e obrigava minha buceta a flexibilizar ainda mais. Ele meteu com intensidade, suor aflorando do rosto e pingando sobre mim.
Não aguentei: o quinto orgasmo foi o mais emocional da noite. Veio devagar, crescendo como uma onda quente. Lágrimas escorreram dos meus olhos enquanto eu gozava, contraindo forte ao redor dele. Gemi o nome dele baixinho, quase soluçando de prazer. Léo me apertou ainda mais contra o corpo, metendo fundo algumas vezes mais, e gozou pela terceira vez, enchendo minha buceta com mais porra quente. Ficamos assim por um bom tempo, conectados, ofegantes, sem pressa de nos separar. A suíte estava silenciosa, mas era testemunha da noite de sexo intenso que tivemos.
Epílogo
Meu corpo estava destruído de prazer: buceta inchada, cheia de porra, pernas fracas, marcas dos dedos dele na cintura. Tomei um banho rápido com ele. Vesti o vestido tubinho laranja colado no corpo que, mesmo após o banho, ainda exalava um pouco de suor.
A volta foi quase silenciosa. Dois corpos exaustos e satisfeitos. Deixei ele próximo ao prédio dele, em uma parada de ônibus. Dirigindo de volta pra casa, sentia uma mistura estranha de satisfação profunda e desejo renovado. Léo tinha um jeito de me foder que me deixava em torpor — alternando força bruta com momentos de controle quase sádico.
Eu estava cada vez mais viciada.
Não só no pau grosso dele.
Mas na sensação de ser completamente usada e desejada.
Sorri sozinha no carro, sentindo o gosto dele ainda na boca.
Sabia que não ia demorar para chamar (ou ser chamada) de novo.




