Diário de uma Casada 38: sendo fodida de novo em uma semana insana

# Prólogo
Já faziam três dias que eu tinha saído daquele mesmo apartamento com as pernas ainda moles e o corpo carregando o sêmen do Léo. Três dias. Desde aquela segunda de manhã.
Lembrava de tudo, da forma como ele me amarrou com a gravata, mãos pra cima. Do gosto da porra dele invadindo minha boca e garganta no primeiro orgasmo, na forma selvagem com que enfiou aquele pau de 22 cm e grosso dentro da minha buceta, quando fiquei de quatro no closet. Os tapas leves que ardiam gostoso na bunda, e depois o jeito que ele gozou dentro de mim, gemendo no meu ouvido enquanto eu apertava o lençol e tentava não gritar alto demais. Saí de lá andando devagar até o elevador, e fui trabalhar. O corpo não esquece.

Naquela quinta-feira, 18 de janeiro, quando o Luís me chamou de novo, eu já sabia que ia ceder. Não era só tesão — era quase uma necessidade. E eu gosto disso. Gosto de me sentir pequena e desejada ao mesmo tempo. E ser chamada alternadamente, por dois homens safados e gostoso que me dividiram, me dava ainda mais tesão.

Passei o dia inteiro pensando no que ia vestir. Escolhi o vestido preto canelado, aquele bem colado que marca a cintura e deixa as costas quase inteiras de fora. Sem sutiã, só a calcinha fio dental bege que some entre as nádegas. Sandália rasteira de tiras finas, cabelo solto, batom nude, delineado preto nos olhos. Maquiagem leve, mas ressaltando minha boca carnuda, que ele adorava.

Cheguei perto das 20h. Ele abriu a porta de camisa jeans azul, calça jeans. Me olhou de cima a baixo.

— Olha quem voltou… — ele disse, voz baixa, quase sorrindo. — E você ainda veio com essa cara de quem não fez nada de errado, me traíndo né?
Eu ri nervosa, entrei e deixei a bolsa no sofá.
— Não fiz nada de errado. Fiz o que você já sabe que eu faço às vezes.

Ele fechou a porta com calma, passou o trinco e veio até mim. Parou bem perto, sem me tocar ainda.
— Sei. O Léo te comeu bem gostoso aqui mesmo. Três dias atrás. E você foi trabalhar com a bucetinha ainda melada, não foi?
Senti o rosto esquentar, mas não desviei o olhar.
— Foi.

Ele abriu um sorriso lento.
— Então hoje você vai dar de novo. Mas agora é comigo. Só comigo. Entendeu, sua putinha gostosa?
Eu assenti, já sentindo o calor subir entre as pernas.
— Entendi.

Ele me puxou e fomos até o sofá, onde começamos a namorar bem gostoso, com muitos beijos e pegação. Havíamos combinado um registro deste momentos, com um tripé armado e fotos com timer pré-programado (ver abaixo, rs). O beijo era forte, voluptuoso, e as mãos dele exploravam meu corpo com vontade. Quando soltou, sussurrou:
— Então tira essa roupa devagar pra mim. Quero ver tudinho que vc esconde aí
E foi aí que tudo começou.

#Parte 1 – A entrega inicial
Ele me soltou da nuca devagar, mas manteve os olhos cravados nos meus. Meu coração batia forte no peito, e entre as pernas eu já estava quente, úmida, traindo qualquer tentativa de fingir controle.
— Devagar, como eu pedi — ele repetiu, voz baixa e firme, cruzando os braços enquanto se encostava na parede da sala, me observando como se eu fosse um presente.

Eu dei um passo para trás, só o suficiente para ter espaço. Levantei as mãos devagar até as alças finas do vestido preto. Desci a primeira alça pelo ombro direito, depois a esquerda. O vestido escorregou fácil, revelando os seios nus, a barriga lisa, a curva dos quadris. Parei na cintura por um segundo, olhando pra ele.
— Continua — ele mandou, sem piscar. — Quero ver tudo.

Deixei o vestido cair até os pés. Fiquei só de calcinha fio dental bege e sandália rasteira. A calcinha já estava escurecida no meio, o tecido fino colado na buceta inchada. Ele notou na hora.
— Nem três dias e você já chega assim pra mim? Molhada antes mesmo de eu te tocar? — Ele deu um passo à frente, parou bem na minha frente.
— Abre as pernas um pouco.
Obedeci. Ele passou a mão aberta pela frente da calcinha, só roçando, sem pressionar. Senti o calor da palma dele através do tecido fino e soltei um suspiro baixo.
— Caralho, Tânia… que buceta molhada e inchada. É por mim? — Ele sorriu de lado, malicioso. — Ou é só saudade do pau do Léo que te deixou assim?
— É você agora — respondi, voz saindo mais rouca do que eu queria. — É você que eu quero hoje.

Luis, sorriu, gostou da resposta. Passou os dedos por baixo da borda da calcinha, puxou de leve pro lado e tocou direto nos lábios molhada. Dois dedos deslizaram devagar entre os eles, sentindo o quanto eu estava ensopada.
— Porra, que delícia… tão molhada que escorre na minha mão. Olha essa consistência, clarinha, grudenta… que delícia — Ele levou os dedos à boca, chupou devagar, me olhando nos olhos. — Gosto de saber que você vem pra cá já pronta pra ser comida. QUe mulher tesuda do caralho vc é!.

Eu mordi o lábio, sentindo o corpo tremer de leve. Ele se abaixou, pegou o vestido do chão e jogou no sofá. Depois voltou, me puxou pela cintura e me guiou até a parede da sala. Encostou minhas costas ali, frio do reboco contrastando com o calor da pele.
— De joelhos, putinha. Quero sua boca primeiro.

Ajoelhei devagar, sentindo o piso frio nos joelhos. Ele abriu o zíper da calça social com calma, tirou o pau pra fora. 18 cm retos, veias discretas, glande rosada e bem delineada, já duro e quente. O cheiro dele me invadiu —cheiro de macho com tesão masculino puro. Encostei os lábios na ponta, beijei devagar, lambi a glande em círculos lentos.
— Assim… ah menina deliciosa — ele murmurou, passando a mão no meu cabelo, não puxando ainda, só guiando. — Chupa gostoso, como você sabe fazer. Mostra pra mim que três dias atrás não apagou o que você aprendeu comigo.

Abri a boca e engoli devagar, sentindo ele deslizar na língua, preenchendo até a garganta. Ele gemeu baixo, segurou minha nuca com mais firmeza. Comecei a subir e descer, babando bastante, deixando o pau brilhando de saliva. Ele olhava pra baixo, vendo tudo.
— Olha pra mim enquanto chupa, Tânia. Quero ver esses olhos de casada safada me encarando.
Levantei o olhar. Nossos olhos se encontraram e ele sorriu, satisfeito.
— Você fica linda assim… de joelhos, boca cheia do meu pau, sabendo que daqui a pouco vou te encher de porra de novo.

Aumentei o ritmo, sentindo a glande bater no fundo da garganta. Ele começou a foder minha boca devagar, segurando minha cabeça com as duas mãos agora. Gemidos roucos saíam dele, controlados, mas cada vez mais intensos.
— Caralho… assim… engole tudo, vai…

Senti ele inchar na minha boca. Ele parou de repente, puxou pra fora, segurou o pau na base e bateu de leve na minha língua esticada.
— Ainda não. Quero gozar na sua boca depois de te fazer gozar primeiro.

Me levantou do chão com facilidade, me virou de costas e me empurrou de leve até a beira da cama — a mesma cama de três dias atrás. Me inclinou para frente, mãos apoiadas no colchão, bunda empinada.
— De quatro, como você gosta.

Puxou a calcinha pro lado, sem tirar. Senti a cabeça do pau roçando na entrada, devagar, provocando.
— Pede, Tânia. Pede pro seu amante te comer gostoso.
— Me come, Luís… por favor… mete fundo…

Ele empurrou de uma vez, inteiro. Soltei um grito abafado no lençol. Ele segurou minha cintura com força e começou a meter sem pressa.
— Assim? É assim que você quer, sua vadia casada?
— Sim… gostoso… assim…

Ele acelerou, batendo a pelve na minha bunda, o som ecoando no quarto. Era incrível o que aquilo fazia comigo, em pouco tempo eu estava prestes a gozar, e ele sentia.
— Goza pra mim, vai… goza no pau que te fode melhor que o do marido.
E eu gozei. Forte. O corpo empinou, gemi baixo, as pernas tremendo. Ele, como sempre, continuou metendo enquanto eu gozava, prolongando, me segurando firme pra eu não desabar.
Quando parei de tremer, ele saiu devagar, pau brilhando do meu gozo.

— Que delicia de gozada Tania…. que lindo…. Aguenta continuar….. Vem, nada de descanso… assim…..

*Parte 2 – Cavalgada no sofá e o segundo gozo*
Eu ainda estava ofegante, o corpo mole depois daquele primeiro orgasmo de quatro, mas não podia recusar.. O pau dele brilhava todo, coberto do meu caldinho, pulsando reto na frente do meu rosto. Levantamos, e saímos do quarto, ele sentou na beira do sofá da sala — aquele sofá onde a gente já tinha feito tanta coisa — e me chamou
— Vem cá. Senta em mim. Quero te ver cavalgando meu pau.

Levantei, as pernas tremendo um pouco, e fui até ele. Tirei a calcinha de vez e joguei no chão. Ele segurou o pau, apontando pra cima, e eu subi no colo dele, joelhos dos dois lados das coxas. Posicionei a entrada da buceta bem na cabeça, rocei devagar, sentindo a glande quente abrindo caminho. Encaixou. Ele segurou minha cintura com as duas mãos, firme, mas sem forçar.
— Desce devagar, Tânia. Quero sentir cada centímetro entrando em você.

Desci olhando pra ele, com cara de pidona. O pau entrou inteiro de uma vez só, deslizando devagar, mas constantemente, preenchendo tudo, me fazendo soltar um gemido longo e baixo. Fiquei parada um segundo, só sentindo ele lá dentro, quente, duro, latejando.
— Porra… como você fica mais apertada ainda depois de gozar — ele murmurou. — Três dias atrás o Léo te abriu bem gostoso aqui, e você continua… toda gulosa.

Comecei a mexer devagar, subindo e descendo, sentindo ele roçar em toda a parede da minha vagina. Ele não tirava os olhos do meu rosto — via cada expressão, cada mordida no lábio, cada suspiro. Coloquei as mãos nos ombros dele pra me apoiar e acelerei um pouco, rebolando no final de cada descida.
— Assim… rebola gostoso, vai… mostra pra mim como você gosta de ser fodida.

Gemidos suaves saíam da minha boca, olhos semicerrados, boca entreaberta. Ele levou uma mão até o meu peito, apertou o mamilo devagar, depois desceu pro clitóris e começou a circular com o polegar. O toque dele era perfeito — pressão certa, ritmo que combinava com o meu.
— Sente isso? Meu pau te enchendo… você vai gozar de novo pra mim, não vai?
— Vou… caralho, Luís… vou sim…

Aumentei o ritmo, cavalgando mais forte, sentindo o pau bater fundo a cada descida. O sofá rangia de leve, o som das nossas peles se chocando misturado com os gemidos. Ele segurou minha bunda com as duas mãos agora, ajudando no movimento, me fazendo quicar mais rápido, apertando com força.
— Olha pra mim quando gozar. Quero ver sua cara de safada gozando no meu colo.

Nem precisava pedir. O segundo orgasmo veio mais devagar, mas mais profundo. Joguei a cabeça pra trás, gemendo o nome dele baixinho. Ele sorriu, satisfeito, e acelerou as estocadas de baixo pra cima, me fodendo enquanto eu gozava.
— Assim menina… goza tudo… aperta meu pau… nossa, que delicia isso….

Quando as contrações diminuíram, ele me segurou firme pela cintura e começou a meter mais rápido, mais forte, usando meu corpo como queria. Senti ele inchar dentro de mim, a respiração dele acelerando.
— Quero gozar na sua boca agora. Abre a boca, Tânia.. vai, faz isso por mim…

Desci do colo dele rápido, ajoelhei no chão entre as pernas dele. Ele sentou na ponta do sofá, segurou o pau perto da base, bateu de leve na minha língua esticada, depois enfiou na minha boca. Fechei os lábios em volta, chupei forte, sentindo o gosto de mim mesma.
Ele gemeu alto, segurou minha nuca e gozou. Jatos quentes e grossos encheram minha boca — e naquele momento eu só sentia o volume, o calor, o gosto salgado e forte. Engoli devagar, olhando pra ele com um sorriso maroto no rosto, e um fogo enorme entre as pernas.

#Parte 3 – Pausa, lanche e o ladinho na cama
Depois que ele gozou na minha boca, ficamos ali no sofá por uns minutos, corpos colados, respiração pesada se acalmando. Eu sentia o gosto dele ainda forte na boca.
— Você é foda, Tânia… literalmente — ele murmurou contra minha boca, voz rouca de quem tinha acabado de se esvaziar. — Mas agora preciso de uns minutos. Meu pau não é de ferro.

Dei uma risada gentil, ainda sentada no colo dele. Depois desci devagar, sentei ao lado, no sofá. Ele se ajeitou e me puxou pra encostar a cabeça no seu ombro.
— Vamos fazer uma pausa decente. Tô morrendo de fome depois de te comer assim.

Levantei, nua. Fui até a cozinha , que eu já conhecia. Ele tinha deixado tudo preparado: uma tábua com queijos leves, uns tomates-cereja, pão integral cortado em fatias finas, azeitonas e uma garrafa de água com gás gelada. Nada pesado, nada que fosse atrapalhar o que viria depois. Servi dois pratos pequenos, peguei guardanapos e voltei pra sala.

Sentamos no sofá de novo, eu ainda pelada, ele de cueca. Comemos devagar, conversando bobagem. Mas entre as frases, os olhares safados voltavam. Ele passava a mão na minha coxa de leve, eu roçava o pé na perna dele. Era uma pausa, mas o tesão não ia embora — só ficava em banho-maria.
— Três dias atrás você saiu daqui com o Léo ainda escorrendo na sua buceta, né? — ele disse de repente, pegando uma azeitona e levando à minha boca. Eu abri e mordi devagar.
— É… saí andando devagar até o elevador, sentindo a coxa melar, mesmo depois do banho.

Ele riu, olhos brilhando.
— Segunda-feira de manhã. Fodeu antes de trabalhar, safada deliciosa….E hoje você veio pra mim já molhada antes de eu te tocar. Acho que você gosta mesmo de ser a putinha dos dois.
Eu não respondi com palavras. Só sorri, inclinei pra frente e dei um beijo nele, deixando o gosto de azeitona sua boca. Quando terminamos o lanche — uns 15, 20 minutos no máximo —, ele se levantou, estendeu a mão.
— Vem. Quero te comer na minha cama, devagar, sentindo você apertar meu pau com essa buceta linda até eu gozar de novo.

Voltamos pro quarto. Ele tirou a cueca, ficou nu também. O pau já estava meio duro de novo, recuperando bem. Deitei de lado na cama, de costas pra ele. Ele se encaixou atrás, perna dele sobre a minha, braço envolvendo minha cintura.
— Relaxa… vou entrar devagar dessa vez.

Senti a cabeça do pau roçando na entrada, ainda sensível do gozo anterior. Ele empurrou devagar, centímetro por centímetro. Quando entrou inteiro, ficamos parados um segundo, só sentindo. Ele quente, grosso, preenchendo gostoso.. Eu soltei um gemido baixo, longo.
— Assim… devagarinho… sente meu pau te enchendo de novo.

Começou a mexer ritmado, fundo. Cada estocada saía quase todo e voltava inteiro, roçando em pontos que me faziam tremer. A mão no clitóris não parava. Eu gemia baixinho, abafado no travesseiro, corpo se movendo junto com o dele.
— Tua buceta fica tão molhada Tania… que delícia.. eu me acabo dentro de ti…
— É… caralho, Luís… continua assim… não para…

Ele acelerou um pouquinho, mas manteve o ritmo controlado. Beijava meu pescoço, mordia de leve a orelha, sussurrava coisas que me deixavam ainda mais louca.
— Eu sei que o Léo te comeu forte aqui… mas eu vou te encher devagar… gozando devagar dentro dessa bucetinha gulosa.

Senti o orgasmo subindo devagar, diferente dos anteriores — mais profundo, mais demorado. Meu corpo começou a contrair em volta dele, apertando o pau a cada estocada. Ele gemeu abafado no meu pescoço, acelerou só o suficiente.
— Goza pra mim… vai… aperta meu pau enquanto goza…

Gozei assim, gemendo baixo, corpo tremendo devagar contra o dele. As contrações me faziam apertar ele forte, e isso o levou junto. Ele empurrou fundo uma última vez, gemeu rouco no meu ouvido e gozou devagar dentro de mim — enchendo tudo de novo. Ele não saiu de imediato — ficou dentro, amolecendo um pouco, mas não totalmente, beijando minhas costas.
— Acho que eu consigo mais um, Tânia… vira pra mim antes que meu pau amoleça.

Fiquei surpresa, mas não podia negar o convite. Eu virei o rosto pra trás, sorri pra ele, ainda mole de prazer.
— Então me vira… tô pronta pra você de novo.

*Parte 4 – O papai-mamãe final
Ele saiu de mim devagar, o pau ainda quente e melado escorregando pra fora, deixando um rastro de sêmen misturado com meu gozo. Eu me virei de costas na cama, olhando pra ele com um sorriso cansado, mas cheio de vontade. Luís se inclinou sobre mim, beijou minha boca devagar, depois desceu pro pescoço, pros seios, lambendo os mamilos que ainda estavam duros e sensíveis.
— Você tá linda assim… toda suadinha e fodida — ele sussurrou, voz baixa e rouca. — Agora abre as pernas pra mim. Vou meter gostoso em vc, vou te foder inteira.

Abri as pernas devagar, expondo minha buceta inchada, brilhando de tesão e sêmen, os lábios abertos, esperando. Ele se posicionou entre minhas coxas, segurou o pau quase duro na base e roçou a glande na entrada, encaixando ela entre os grandes lábios, provocando, sem entrar ainda.
— Tania, tu tem a buceta mais linda que eu já vi, puta que o pariu, olha isso…

Nossos olhares se prenderam. Ele empurrou devagar, até entrar inteiro, macio. Soltei um suspiro longo, sentindo ele me preencher de novo, fundo, quente. Ele se deitou sobre mim, corpos colados do peito até os quadris, peso delicioso me prendendo na cama.
Começou a mexer devagar, estocadas longas e profundas, saindo quase todo e voltando até o fundo. Endureceu completamente. Cada movimento era como uma tortura gostosa, repleta de significado. Eu gemia baixinho, quase sussurrando, boca entreaberta perto da dele.
— Assim… devagar… sente meu pau te fodendo fundo, colado em você…
— Luís… caralho… continua assim… não muda…

Essa foda durou mais do que as outras. Estava muito delicioso, ninguém queria parar. Ele manteve o ritmo lento, controlado, mas intenso. Beijava minha boca entre as estocadas, língua devagar, depois descia pro pescoço, mordia de leve a clavícula. Uma mão soltou a minha e desceu pra minha bunda, segurando firme e apertando, ato que combinava com as metidas.

Até que senti o prazer subindo de novo, diferente dos outros — mais lento, mais profundo, como uma maré que vai crescendo sem pressa. Meu corpo começou a tremer de leve, contrações suaves em volta dele, apertando o pau a cada descida.
— Goza pra mim de novo… devagar… goza morena gostosa…

]Eu obedeci. O orgasmo veio, espalhando calor do ventre aos seios, e fazendo meus pés formigarem totalmente. Ele gemeu, sentindo as contrações.
— Porra… assim… aperta meu pau… goza gostoso…

Continuou metendo durante o meu orgasmo, até que eu comecei a relaxar, mole de prazer. Aí ele acelerou só um pouquinho, estocadas mais fortes, mais fundas, corpos suados colados.
— Vou gozar dentro de você agora… fundo… olhando pra você…
Senti ele inchar, pulsar. Ele empurrou uma última vez, bem fundo, e gozou. Naquele momento eu só sentia o calor se espalhando, o pau pulsando dentro de mim enquanto ele gemia baixo no meu ouvido.
— Gozar com você assim me esvazia e me completa…

As palavras saíram roucas, quase um sussurro, enquanto ele tremia em cima de mim. Ficamos assim, ofegantes, ele ainda dentro, amolecendo devagar. Ele beijou minha boca, devagar.
— Você não precisa fazer muito quando me toca desse jeito — eu respondi, voz fraca, sorrindo contra os lábios dele.

Ele sorriu, saiu devagar de mim, o sêmen escorrendo devagar pela entrada, melando o lençol. Me puxou pro colo dele, me abraçou por trás, corpos ainda quentes.
Ficamos ali uns minutos, em silêncio, só respirando juntos. Depois levantei devagar, pernas moles, corpo relaxado como nunca. Peguei o vestido no chão da sala, vesti sem calcinha — a bege ainda estava jogada em algum canto, encharcada. Ele me acompanhou até a porta, beijou minha nuca uma última vez.

— Vai com cuidado, putinha casada. E volta amanhã,,, te quero logo.
Eu sorri, sentindo o gosto dele ainda nos lábios, o corpo leve, satisfeito.
— Volto.
Passavam das 22h. Saí do apartamento, entrei no elevador com um leve sorriso no rosto, o corpo todo relaxado e o calor dele ainda pulsando entre as pernas. Três dias depois do Léo, e agora era o Luís que me deixava assim de novo. E eu amava isso.

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Comentários


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moubarato Comentou em 01/06/2026

Tesão completo é você, Tania...deliciosa, linda e safada... beijos voadores...




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Diário de uma Casada 38: sendo fodida de novo em uma semana insana

Codigo do conto:
263462

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
01/06/2026

Quant.de Votos:
9

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