Diário de uma Casada 43: dando uma rapidinha no carro, no intervalo do plantão



# Prólogo
Terça Feira, 11/02/25. Cinco dias após Léo ter me destruído no Motel Colorado. Estava no meio do plantão noturno, daqueles tranquilos que, se por um lado não lhe cansam, por outro lado também parecem nunca acabar. Eu trocava mensagens com Luis fazia uns 40 minutos. Me fazia contar, e relembrar a última foda com Léo. E insistente, safado, dizendo o quanto queria me foder logo.

Eu tentava me concentrar no pouco trabalho que tinha, mas cada mensagem dele fazia minha buceta latejar. Estava molhada desde o começo do plantão. Quando ele mandou: “Você tem 30 minutos de intervalo, né? Vem dar uma rapidinha no carro”, meu corpo inteiro reagiu.

Nunca tinha transado no carro. A ideia me deixou nervosa e absurdamente excitada ao mesmo tempo. Olhei o relógio: 1h10. Perguntei para ele quanto tempo levaria para chegar ali. Ele respondeu secamente “15 minutos”. Respirei fundo, menti para as colegas que ia passar rapidinho em casa (meu apartamento ficava perto, e era algo que eu fazia eventualmente) e esperei a confirmação de que ele já estava lá fora. Assim que soube, saí pela lateral do hospital.

O coração batia forte. Uma chuva leve caía lá fora. Eu ainda vestia o uniforme scrubs verde, blusa justa marcando os mamilos duros, calça folgada. O rabo de cavalo já estava bagunçado.

Quando vi o Corolla Altis preto dele estacionado, senti um frio na barriga. Entrei no carro e o cheiro dele misturado com o meu perfume me invadiu.
— Oi… — falei baixinho, já sentindo a voz excitada, com tesão.
E aí, Luis me olhou com aquele sorriso safado e perguntou:
— Mal posso esperar por isso, Tania… Vc tá linda nesse uniforme.

# Parte 1
Ele ligou o carro e começou a dirigir. O Memorial JK ficava perto, uns 5 minutos dali. Durante o trajeto, eu não conseguia ficar quieta. Minha mão foi direto para o meio das pernas dele, sentindo o pau já duro por baixo da calça jeans. Apertei devagar, massageando enquanto ele dirigia.
— Tô louca pra te chupar… — sussurrei no ouvido dele.

Luis sorriu e acelerou um pouco. A chuva apertou, estava forte naquele momento, o que deixava tudo ainda mais excitante. Chegamos no estacionamento do Memorial JK. Ninguém no local. Ele escolheu um canto escuro. Desligou o motor. O barulho da chuva ficou ainda mais alto.

Mal o carro parou e eu já estava abrindo o cinto dele. Abaixei a cabeça sem dizer nada e coloquei o pau na boca. Estava quente, grosso, com aquele cheiro de homem que me deixava doida. Chupei com vontade, lambendo da base até a cabeça, sentindo ele latejar na minha língua.
Luis gemeu, segurando meu rabo de cavalo com uma mão:
— Caralho, Tania… que boca gostosa…

Eu gemia baixinho enquanto chupava, sentindo minha buceta latejar de tesão dentro da calça scrubs. Sabia que o tempo era curto. Queria ele dentro de mim logo.

# Parte 2:
Luis reclinou o banco do passageiro todo para trás. Ele passou para o banco e deitou, já sem a calça. Eu abaixei a calça scrubs às pressas, juntamente com a calcinha, deixando ela toda embolada nos tornozelos. Subi em cima dele, mas quando tentei sentar de costas, mas não deu muito certo.
— Espera… — murmurei, já sem paciência.

Tirei a calça completamente, virei de frente para ele, abri bem as pernas e ajoelhei com ele entre elas. Ele segurava o pau grosso com a mão, ajeitou na entrada da minha buceta, e quando senti que tava bem posicionado, desci devagar, sentindo cada centímetro me abrindo. Soltei um gemido longo e baixo quando ele entrou todo:
— Nossa… como é gostosooo, tá me enchendo toda…

Depois de encaixar ele todo dentro de mim, começei a contraia a buceta, apertando o pau gostoso dele. Depois, passei a cavalgar com pressa. O banco reclinado rangia levemente a cada movimento. Luis segurava minha bunda com uma das mãos, apertando forte, enquaunto a outra subia a blusa scrubs, permitindo que ele chupasse meus peitos com fome. Seus dentes roçavam nos mamilos duros e eu sentia arrepios subindo pela espinha.

A chuva batia forte no teto do carro, abafando nossos gemidos. Eu rebolava mais rápido, sentindo o pau dele me esticando por dentro. Estava absurdamente molhada.
— Me fode… — sussurrei no ouvido dele, quase implorando. — Preciso gozar logo…

Ele começou a meter por baixo com mais força, segurando minha cintura. O barulho molhado da minha buceta batendo nele ficava cada vez mais alto. Eu sentia o orgasmo chegando rápido. Cravei as unhas no peito dele, tremendo inteira, e gozei forte, apertando o pau dele enquanto mordia o ombro dele pra não gritar.

Poucos segundos depois, Luis gemeu rouco e gozou fundo dentro de mim. Senti ele pulsando, enchendo minha buceta com porra quente enquanto me segurava firme contra ele.

Ficamos uns segundos colados, respirando pesado, o vidro do carro todo embaçado. Meu corpo ainda tremia. O sêmen dele começou a escorrer da minha buceta quando eu me mexi um pouco.

Eu sorri, exausta e satisfeita, e falei baixinho:
— Tenho que voltar pro plantão…

# Epílogo
Eu me afastei devagar, dando espaço para ele retornar ao banco do motorista. Girei o corpo devagar, sentindo as pernas moles. Peguei a roupa, pulando no banco enquanto tentava me ajeitar. A blusa estava um pouco amassada e meus mamilos ainda duros marcavam o tecido fino. O rabo de cavalo estava completamente bagunçado.

Enquanto me arrumava e tentava ajeitar o rabo de cavalo, olhei para Luis e sorri. Ele ainda respirava pesado, com aquele olhar de quem tinha acabado de foder a mulher de outro homem no carro, no meio da chuva. Ele me olhava com um sorriso satisfeito, ainda com a calça aberta, o pau brilhando do nosso gozo..
— Você é foda, Tania… ele murmurou

Enquanto eu tentava vestir a calça, correndo, Luis passou a mão na minha buceta melada, espalhando a mistura e enfiando dois dedos devagar. Eu soltei um gemido baixo.
—- Olha só como está toda gozada
— E eu adorei… agora vou passar o resto do plantão com sua porra escorrendo de mim.

Olhei o relógio no painel: ainda tinha uns 5 minutos para bater meu ponto de volta. No caminho, um pensamento me veio: *“O que eu estou fazendo? Sou casada… estou trabalhando… se alguém ver, descobrir…”... *“E se alguém perceber que estou com cara de quem acabou de gozar?”*,... *“E se eu estiver com o cheiro dele?”*

O medo era real. Medo de ser vista saindo do carro, medo de uma colega estranhar, medo de o cheiro de sexo ficar no uniforme. Mas era exatamente esse medo que tornava tudo tão intenso. A adrenalina corria forte nas veias, misturada com um tesão quase insuportável. Era como se o risco amplificasse cada sensação: cada toque, cada gemido, cada pulsação dentro de mim.

Entrei pela lateral, forcei um rosto normal. Ninguém desconfiou. Sentei na cadeira, o coração ainda acelerado, a buceta sensível e melada. Cada vez que me mexia, sentia ele escorrendo um pouco mais.

Durante o resto do plantão, a mente não parava. O risco me excitava de um jeito perigoso, dividida entre a boa moça, a profissional séria e essa mulher que, no meio da madrugada, foi capaz de sair do hospital para sentar no pau de outro homem no banco de um carro.

Foi assustador.
Foi libertador.
Foi minha primeira rapidinha no carro.
E, apesar de sentir que eu ainda precisava de mais pau, eu tinha amado


Foto 1 do Conto erotico: Diário de uma Casada 43: dando uma rapidinha no carro, no intervalo do plantão

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Diário de uma Casada 43: dando uma rapidinha no carro, no intervalo do plantão

Codigo do conto:
265759

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
30/06/2026

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