Fazia uma semana do ménage, quando o Luís tinha me comido o cu enquanto o Léo me masturbava. Sete dias sentindo o cuzinho sensível, a memória daquilo me torturando cada vez que eu me mexia de um jeito errado na cadeira do plantão. Eu não via a hora de transar com algum deles de novo. Somente Léo estava em BSB. Só mandei uma mensagem no domingo à noite:
“Amanhã depois do plantão. Posso ir aí?”
A resposta veio rápida:
“Vem. Porta destrancada.”
Agora, subindo no elevador do prédio dele, eu sentia o calor entre as pernas a cada passo. Estava molhada. Não daquele jeito leve de antecipação. Estava encharcada. O cheiro do meu próprio tesão subia junto com o perfume. Eu sabia o que ia acontecer. Sabia que ele ia me comer sem camisinha, que ia me botar pra mamam, que ia me virar de quatro mais de uma vez. E eu queria exatamente isso.
A porta do apartamento estava entreaberta, como ele tinha prometido. Entrei sem bater. O ar-condicionado estava ligado num nível suave, as cortinas do quarto fechadas, uma playlist instrumental baixa tocando. Léo apareceu no corredor da sala para o quarto. Estava só de calça de moletom cinza, sem camisa. O corpo forte, o peito largo, a barriga levemente protusa, sem exagero. O olhar dele desceu pelo meu vestido laranja e parou entre as minhas pernas, como se já soubesse que eu não estava de calcinha.
— Veio direto do plantão — constatou, a voz grave.
— Direto.
Ele se aproximou sem pressa. Parou na minha frente, passou o polegar pelo meu lábio inferior e depois desceu a mão pela frente do vestido, apertando um seio por cima do tecido.
— Tá cheirando a hospital e a fêmea no cio ao mesmo tempo — disse, sem nenhum tom de julgamento. Só constatação. — Tira isso.
Eu puxei o vestido pela barra e tirei por cima da cabeça. Fiquei nua na sala dele, de rasteirinha ainda, o cabelo caindo nos ombros. Ele olhou meu corpo inteiro, e então segurou meu queixo e me beijou. Foi um beijo de quem já estava duro e não pretendia demorar. A mão dele desceu, passou pela minha barriga e enfiou dois dedos entre as minhas pernas. Eu soltei um som baixo quando ele os empurrou para dentro. Estava tão molhada que o barulho molhado ficou evidente.
— Porra, Tânia… — ele murmurou contra minha boca. — molhada assim….
Ele tirou os dedos, levou à boca, chupou e me olhou nos olhos.
— Vai pro quarto. De quatro na cama. Agora.
Eu virei e fui. O coração batia forte, a buceta piscando, o cu ainda com a memória da semana passada se contraindo só de imaginar o que ele poderia fazer. Entrei no quarto, subi na cama e fiquei de quatro, como ele tinha mandado, a bunda erguida, as costas arqueadas, esperando.
Ouvi o barulho da calça dele caindo no chão. Depois os passos se aproximando. A mão dele pousou na minha lombar e deslizou até a nuca, segurando meu cabelo com firmeza.
— Hoje eu vou te foder até você esquecer do caralho do teu marido — falou baixo, quase no meu ouvido. — E você vai pedir, não vai?
Eu fechei os olhos, sentei o quadril um pouco mais para trás, oferecendo, e respondi com a voz já rouca:
— Então para de falar e me come.
# Parte 1
O colchão afundou quando Léo subiu atrás de mim. Eu esperava sentir a cabeça do pau dele na entrada, mas o que veio primeiro foi a respiração quente contra a minha bunda e, logo depois, a língua.
Ele abriu minhas nádegas com as duas mãos e passou a língua inteira de baixo pra cima, bem devagar, começando na buceta e subindo até o cu. Eu soltei um gemido baixo, surpresa. A língua dele era quente, larga, e ele não tinha nenhuma pressa. Chupou meus lábios de fora, puxou com a boca, depois enfiou a língua dentro da buceta e fodeu ela, molhando ainda mais o que já estava encharcado. O barulho era obsceno. Molhado, sujo, gostoso pra caralho.
— Porra, Léo… — gemí, o rosto enterrado no travesseiro.
Ele não respondeu. Só desceu de novo e agora concentrou no cu. Passou a ponta da língua em círculos em volta do buraco, apertando de leve com os polegares para abrir um pouco. Eu contraí por reflexo, e ele riu baixo contra a minha pele.
— Relaxa. Não vou meter aqui… ainda — murmurou, a voz vibrando contra meu cu. — Só quero sentir o gosto adocicado.
Ele lambeu de novo, mais fundo dessa vez, a língua pressionando a entrada. Eu gemi mais alto, as coxas tremendo. A sensação era suja e boa demais. Depois de um tempo ele voltou pra buceta, chupou o clitóris com força, puxou com os lábios, e só então se afastou.
Ouvi o barulho dele cuspindo na mão e passando no pau. Depois senti a glande larga e quente se encaixando na minha entrada. Ele não empurrou de uma vez. Passou a cabeça pra cima e pra baixo, espalhando o líquido que já escorria de mim, até que eu mesma empinasse mais a bunda, pedindo.
— Mete, porra — falei, a voz já alterada.
Léo segurou meu quadril com uma mão e o cabelo com a outra. Em vez de se ajoelhar, ele ficou meio agachado atrás de mim, o corpo ereto, e começou a enfiar o pau de cima pra baixo. A primeira estocada foi profunda. Aqueles 22 cm grossos entraram inteiros de uma vez só, a glande larga batendo fundo, pressionando o ponto que sempre me fazia ver estrelas. Eu gritei no travesseiro. O peso dele vinha de cima, as estocadas eram longas e fortes, o quadril dele batendo no meu com um som seco e molhado ao mesmo tempo.
Ele puxava meu cabelo com força, obrigando minha cabeça a erguer, enquanto a outra mão segurava meu quadril e me puxava pra trás a cada estocada. Não era carinhoso. Era bruto. Cada vez que ele descia, eu sentia o pau inteiro, a grossura abrindo, a pressão no fundo. Minha buceta fazia barulho. Alargando, sucção, pele batendo em pele.
— Isso… toma — ele rosnava, a voz grave. — Toma esse pau.
Eu gozei rápido demais. O primeiro orgasmo da tarde veio gritado, o quadril batendo sozinho contra ele, a buceta apertando o pau grosso em espasmos fortes. Ele não parou. Continuou me fodendo no mesmo ritmo enquanto eu gozava, obrigando meu corpo a aguentar a sobra de prazer até eu quase pedir arrego. Quando os espasmos diminuíram, ele diminuiu a velocidade, mas não tirou. Ficou dentro, fundo, respirando pesado, a mão ainda no meu cabelo.
— Te ter gozando é uma delícia Tania. Mas ainda não terminei com você — falou baixo. — Longe disso.
Eu só conseguia ofegar, a bunda ainda erguida, o pau dele latejando dentro de mim.
#Parte 2
Eu desabei de lado na cama quando ele finalmente tirou o pau. O corpo inteiro ainda tremia. A buceta latejava, aberta Léo se deitou ao meu lado, ofegante também, uma mão pesada descansando na minha coxa. Por alguns minutos só ouvimos a playlist instrumental baixa e a nossa respiração.
Ele quebrou o silêncio primeiro, a voz ainda rouca:
— Porra, Tânia… você goza gritando pra caralho quando eu te como de quatro.
Eu ri, cansada, virando o rosto pra ele.
— É porque você mete como se quisesse me partir no meio. E eu gosto.
Ele passou a mão pela minha bunda, os dedos deslizando devagar entre as nádegas, parando bem na entrada do cu. Não enfiou. Só pressionou de leve com a ponta do dedo, sentindo.
— Semana passada o Luís comeu esse cu — falou sem rodeios. — Eu vi. Vi você gemendo com o pau dele enterrado aqui atrás. Fiquei duro pra porra só de lembrar.
Eu engoli em seco. A memória voltou inteira: o peso do Luís nas minhas costas, o pau dele entrando no cu, o Léo do lado me masturbando enquanto eu gozava em silêncio.
— Ele meteu gostoso — admiti, olhando nos olhos dele. — Foi a primeira vez em muito tempo que alguém me comeu o cu. Doeu um pouco no começo, mas depois… depois eu só queria que ele fodesse mais fundo.
Léo apertou um pouco mais o dedo contra a entrada, ainda sem penetrar.
— E agora? Quer que eu meta também?
Eu balancei a cabeça na hora, quase em pânico.
— Não. Não, Léo. Teu pau é grosso demais. O dele já me deixou sensível. Se você meter esse negócio aqui… eu não aguento. Vai rasgar.
Ele riu baixo, um som grave e safado, e tirou o dedo. Deu um tapa leve na minha bunda.
— Relaxa. Não vou meter. Mas vou ficar provocando. Toda vez que eu quiser, vou encostar a cabeça do pau bem aqui, e você vai ter que aguentar a vontade sem poder levar.
Eu soltei um gemido frustrado, o corpo reagindo mesmo contra a minha vontade. A provocação dele era cruel. E boa.
— Filho da puta — murmurei.
— Exato.
Ele se deitou de costas no meio da cama e me puxou pelo braço.
— Sobe. Quero que você sente na minha cara agora.
Eu obedeci. Montei em cima do rosto dele, de frente, as coxas abrindo em volta da cabeça. A língua dele encontrou minha buceta imediatamente, quente e faminta. Eu segurei a cabeceira da cama e comecei a rebolar, sem delicadeza, esfregando a buceta inteira na boca dele.
Ele segurava minhas coxas com força, me puxando pra baixo, me obrigando a sentar de verdade. Eu rebolava sem parar, gemendo alto, o quadril se movendo sozinho. O prazer foi demais. Eu puxei o cabelo dele com as duas mãos, apertei as coxas contra o rosto dele e gozei com o corpo inteiro em espasmo, o líquido escorrendo na boca e no queixo dele enquanto eu tremia e xingava baixo.
— aiiii, filho da mãe me fez gozar de novoooo…
Quando os tremores passaram, eu ainda continuei sentada no rosto dele por alguns segundos, ofegante, até ele me dar um tapa na coxa e me empurrar de leve pra lado.
— Agora vc vai tomar pau — falou, a boca brilhando. — Desce e abre essa boca.
# Parte 3
Léo me empurrou de lado com firmeza e se sentou na beira da cama, as pernas abertas, o pau duro apontando pra cima — grosso, latejando, a glande larga.
— Ajoelha — mandou, a voz grave. — Agora você vai mamar.
Eu desci da cama e fiquei de joelhos no chão, entre as pernas dele. Segurei o pau com as duas mãos. Era pesado. Grosso demais pra fechar os dedos direito. Passei a língua de baixo pra cima, bem devagar, sentindo a textura das veias, até chegar na glande. Chupei só a cabeça primeiro, sugando forte, olhando pra cima, como ele gostava. Léo segurou meu cabelo com uma mão e puxou um pouco, obrigando minha cabeça a erguer.
— Isso… olha pra mim enquanto chupa.
Eu mantive o contato visual e fui descendo a boca. A glande larga abriu minha garganta. Engoli o máximo que consegui, sentindo os olhos marejarem. Ele gemeu baixo, a mão apertando mais meu cabelo, e começou a mover o quadril, fodendo minha boca com estocadas curtas e controladas. Eu babava. O pau dele brilhava de saliva. Cada vez que eu subia, puxava com força os lábios, e cada vez que descia, tentava engolir mais fundo.
— Porra, Tânia… essa boca — ele rosnou. — Chupa direito. Mais fundo.
Afundei até a garganta reclamar, segurei ali alguns segundos, depois subi quase soltando só pra descer de novo. A mão livre desceu e massageou as bolas dele, apertando de leve. Léo jogou a cabeça pra trás por um segundo, depois voltou a me olhar, o maxilar travado.
— Vou gozar — avisou, a voz já falhando. — Não tira a boca.
Eu segurei firme na base do pau e continuei chupando, agora mais rápido, a língua pressionando a parte de baixo da glande. Ele puxou meu cabelo com força, segurou minha cabeça no lugar e gozou. O jato veio quente e grosso, batendo no fundo da minha garganta. Eu engoli na hora, sem parar de olhar pra ele, sentindo o gosto forte e a quantidade generosa escorrendo pela garganta. Ele gemeu e continuou pulsando na minha boca enquanto eu sugava até a última gota.
Quando ele finalmente afrouxou a mão no meu cabelo, eu soltei o pau devagar, ainda com um fio de saliva e gozo ligando minha boca à glande. Passei a língua nos lábios, engolindo o que tinha sobrado, e continuei olhando pra cima.
— Filha da puta — murmurou, a respiração ainda pesada. — Engoliu tudo.
Eu sorri de lado, a boca formigando, o gosto dele ainda forte na língua, e fiquei ajoelhada esperando o que ele ia mandar a seguir.
# Parte 4
Léo me puxou para a beira da cama. Eu ainda estava com as pernas moles quando ele me virou de costas para ele e ergueu minha perna direita, apoiando o pé na borda do colchão. A posição me abria, e eu precisei segurar na cabeceira da cama com as duas mãos para não perder o equilíbrio.
Ele se posicionou atrás de mim. O Pau começava a perder rigidez, mas dado o tamanho, ainda assim ele conseguia enfiar aquele troço. E uma vez dentro de mim, ele sempre endurecia novamente. Senti a glande grossa deslizar na minha buceta, pegando todo o molhado, e depois subir até encostar de novo na entrada do cu. Ficou ali alguns segundos, só pressionando, provocando de propósito.
— Léo… — avisei, a voz já falhada.
— Sei. Não vou meter — respondeu, a respiração quente na minha nuca. — Só quero que você sinta.
Ele desceu o pau de novo e encaixou na buceta. Empurrou fundo . O ângulo em pé, com a perna levantada, fazia ele ir fundo pra caralho. Eu soltei um gemido abafado, os olhos fechando na mesma hora. Léo segurou meu quadril com uma mão e passou o braço na frente do meu corpo, apertando meu peito.
Começou a meter. Estocadas profundas, ritmadas, o quadril batendo na minha bunda com força controlada. Eu estava aberta demais. Exposta demais. O pau grosso entrava fácil por causa de tanto molhado, mas a pressão no fundo ainda era intensa.
— Isso… levanta essa perna — ele mandou. — Abre mais pra mim.
Eu forcei a perna a abrir um pouco mais sobre a cama. Ele aproveitou e meteu ainda mais fundo. O gemido que saiu da minha garganta ficou preso, abafado. Eu não conseguia gritar. Só gemer com a boca semi-fechada, os olhos apertados, a testa encostada no braço que segurava a cabeceira.
Léo acelerou. O barulho da pele batendo era constante. Molhado e Sujo. Eu sentia o pau dele latejar dentro de mim, a glande esmagando meu útero toda vez que ele ia até o fim.
O orgasmo veio com os olhos fechados e a respiração presa. Eu gozei em silêncio primeiro, o corpo inteiro travando, a boceta apertando o pau dele com força. Depois o ar voltou e saiu em gemidos abafados, curtos, enquanto os espasmos continuavam. As pernas tremeram tanto que eu quase perdi o equilíbrio. Léo me segurou firme, continuando a meter até eu não aguentar mais e tentar fechar a perna por reflexo.
Ele não deixou. Segurou a coxa levantada no lugar e só tirou o pau quando os tremores diminuíram de verdade. A glande saiu fazendo um barulho molhado. Eu continuei de pé, a perna ainda apoiada na cama, ofegante. Léo passou a mão entre minhas pernas, pegou o excesso de gozo com os dedos e passou nos meus lábios. Eu chupei sem ele precisar pedir.
— Safada gozou de novo, nem me esperou— falou, a voz baixa e carregada. — De quatro de novo. E dessa vez eu vou gozar dentro.
# Parte 5
Eu desci a perna da cama com dificuldade. As coxas tremiam de verdade. Léo não esperou eu me recompor. Me virou de frente para a cama, me empurrou para frente e me colocou de quatro de novo, desta vez mais perto da beira. Eu apoiei os antebraços no colchão, a bunda erguida, a buceta ainda latejando e aberta.
Ele se posicionou atrás. Dessa vez não provocou o cu. Só encaixou o pau na buceta e enterrou tudo de uma vez, até o saco bater em mim. Eu soltei um gemido alto. Segurou meu quadril com as duas mãos e começou a meter de verdade.
Não tinha mais delicadeza. O ritmo era brutal. Estocadas longas, fortes, rápidas. O quadril dele batia na minha bunda com força, o som ecoando no quarto junto com o barulho molhado da minha buceta engolindo o pau grosso. De vez em quando ele dava tapas firmes na minha bunda, o suficiente para arder e deixar marca.
— Isso… toma — rosnava ele, a voz já falhada. — Toma esse pau até o fundo. Aguenta Tânia…
Eu gritava. Não conseguia mais segurar. Cada estocada me empurrava para frente e ele me puxava de volta pelo quadril, me obrigando a receber tudo. O cabelo grudava no rosto suado. As unhas cravavam no lençol. Eu sentia o pau dele latejar cada vez mais forte dentro de mim. Não gozei mas a sensação era indescritível. Gemidos longos e quebrados saiam da garanta. As lágrimas escorriam sem eu conseguir impedir. Não era dor. Era excesso. Era o corpo não aguentando mais tanto prazer de uma vez. Léo sentiu e acelerou ainda mais. As estocadas ficaram mais profundas, mais descontroladas. Ele segurou meu quadril com força quase dolorida, meteu até o fim e gozou. O jato veio, preenchendo. Ele pressionou o quadril contra o meu e ficou ali, pulsando, gemendo grave, despejando tudo dentro de mim.
Ficamos travados daquele jeito por longos segundos. Ele dentro, eu contraída em volta dele, os dois ofegantes. Só quando o pau começou a amolecer ele se retirou devagar. O gozo escorreu imediatamente, quente, escorrendo pela minha coxa e pingando no lençol. Desabei na cama, o corpo completamente mole, as pernas sem força, a respiração ainda descompassada. Léo se deitou atrás de mim, o peito colado nas minhas costas. Nenhum dos dois falou nada por um tempo. Eu fechei os olhos, ainda sentindo o gozo dele escorrer.
Ficamos mais um pouco daquele jeito. Depois eu me levantei com dificuldade, as pernas realmente bambas. As marcas dos tapas dele ainda ardiam na minha bunda, enquanto eu vestia meu vestido justo. Léo me acompanhou até a porta. Me beijou uma última vez, demorado, e abriu a porta sem dizer mais nada.
# Epílogo
Eu desci o elevador ainda sentindo as pernas tremerem. A cada degrau que eu descia no estacionamento, parecia que um pouco mais do gozo dele escorria, me lembrando exatamente do que tinha acabado de acontecer. Entrei no carro, sentei com cuidado e fiquei alguns segundos parada, as mãos no volante, respirando. O corpo inteiro doía de um jeito gostoso. A buceta estava inchada, sensível, ainda aberta.
Liguei o motor e saí. O trânsito estava pesado naquela hora da tarde. Dirigia em silêncio, sem música, só com o barulho do carro e a sensação constante de estar cheia dele
Na cabeça, as frases dele ainda ecoavam.
“Você nasceu pra ser comida de quatro por mim.”
E a minha resposta, dita sem pensar:
“Quando você me segura assim, eu esqueço de tudo.”
Era verdade. Naquelas horas, não existia marido, não existia plantão, não existia a semana passada com o Luís comendo meu cu. Existia só o Léo, o pau grosso, a mão no meu cabelo. Parei num sinal e olhei o retrovisor. Meu cabelo estava bagunçado, a boca um pouco inchada. Eu parecia exatamente o que eu era naquele momento: uma mulher que tinha acabado de ser bem comida e que já estava pensando na próxima vez.
Cheguei em casa quase uma hora depois. Tomei banho demorado. Lavei com cuidado entre as pernas, sentindo o excesso dele sair. Quando saí do box, me olhei no espelho. Havia marcas vermelhas no quadril, uma leve vermelhidão nos seios, e nos olhos aquele brilho cansado e satisfeito de quem tinha gozado muito. Deitei na cama de casal vazia, fechei os olhos e passei a mão devagar pela buceta sensível, só para sentir o latejar que ainda restava.
Sorri sozinha.
A tarde tinha acabado.
Mas o que ele tinha feito comigo — de quatro, em pé, me provocando o cu sem meter, me obrigando a engolir, me fodendo até as lágrimas — ia ficar no corpo por dias.





Muito bom