Diário de uma Casada 45: beijo no marido, e correndo para dar para o amante (amor por um pau grande)



Prólogo – Encontro 45
Transar alcoolizada, daquela forma que relatei no DC44, tinha sido diferente. O tesão que eu havia sentido pelos colegas foi passageiro, pois o temor de uma repercussão maior na minha vida, me fizeram pôr o pé no freio. Tipo, caí na real. Mas eu ainda tinha meus amantes, e naquele momento da minha vida, meu tesão era tão alto, que eu precisava transar com eles toda semana.

Meus contatos com o Léo continuavam, meu marido retornou de viagem na segunda-feira, apenas para embarcar novamente na quinta pela manhã. Era 20 de fevereiro de 2025. Após deixá-lo no aeroporto, fui ao Salão de beleza, depilar, fazer as unhas, cuidar da beleza (rs). Saí de lá por volta das 13h20, com o cabelo recém-lavado, hidratado e brilhante, preso em um rabo de cavalo alto bem puxado. A maquiagem estava fresca: olhos bem marcados, pele luminosa e o batom vinho escuro.

Vestia um vestido preto justo de alcinhas, extremamente curto. Por baixo, uma calcinha rendada preta. Me sentia sexy, desejada e um pouco ansiosa, porquê as conversas anteriores prometiam algo mais safado. Léo estava ficando mais safado comigo, com a liberdade de quem já havia me comido nove vezes desde meados de outubro/24.

Sai do salão e me dirigi ao motel. Havíamos combinado de nos encontrar no Colorado. Passei alí pelo estacionamento do McDonalds, pouco antes do motel, onde ele embarcou no meu carro, e seguimos para lá. Ele saiu diretamente do escritório, tirando a tarde de folga. Adentramos ao Motel Flamingo pouco depois das 14h. A suíte tinha espelhos no teto, cama redonda, banheira de hidromassagem e uma poltrona erótica no canto.
Assim que fechou a porta, ele veio devagar, me avaliando de cima a baixo.
— Porra, Tânia… você tá uma delícia — murmurou rouco, passando a mão pela minha cintura e descendo até a bunda. — Você veio exatamente como eu queria… — rosnou contra minha boca, mordendo de leve meu lábio inferior. — Tá cheirosa, arrumada… e com esse vestidinho que mal cobre essa bunda gostosa.

Ele me puxou para um beijo profundo, possessivo, enquanto suas mãos subiam por baixo do vestido, apertando minha bunda. Em um movimento rápido e firme, tirou as alças dos meus ombros e puxou o vestido todo para baixo, deixando meus seios à mostra.
Seus olhos brilharam ao ver o conjunto.
— Linda pra caralho… — disse, passando a mão pelos meus seios…. Eu adoro esses teus peitos deliciosos.

# Parte 1
Ali mesmo ele me virou de costas e começou a beijar meu pescoço e minha orelha, me deixando toda arrepiada, enquanto acariciava meus peitos. Me empurrou devagar para ca cama, onde me deitou de costas, e depois de beijar muito minha boca, desceu e passou a se dedicar aos meus peitos. Só então ele tirou todo meu vestido, e desceu minha calcinha, me deixando nua e exposta. De joelhos na cama, ele começou a se despir, até que aquele pau imenso e maravilhoso saltou todo para fora.

Léo subiu sobre mim, em posição invertida. Enquanto a boca descia para beijar o interior das minhas coxas (eu estava com as pernas dobradas), aquele pau delicioso pendia pesado e duro na frente do meu rosto.

Minha buceta já estava encharcada de tesão. Esfreguei devagar contra o rosto dele, sentindo a barba roçando minha pele sensível. Léo agarrou minha bunda com as duas mãos, abrindo bem e enfiando a língua fundo em mim, chupando com fome.
— Ai, Léo… assim… — gemi, voz rouca, rebolando contra a boca dele.

Então peguei aquele pau grosso de 22 cm na boca. Era sempre um desafio. Chupei babando bastante, e tentei engolir o máximo que conseguia, fazendo barulhos molhados e obscenos. Subia e descia a cabeça, usando a mão na base enquanto chupava. Em um movimento súbito, rolamos na cama, eu ficando por cima. Léo gemeu contra minha buceta, vibrando na minha carne:
— Isso, engole mais… que boca gulosa. Rebola pra mim, vai…

Eu obedeci, rebolando mais forte, esfregando minha buceta molhada e inchada no rosto dele, espalhando meus sucos pela barba. O prazer aumentava e eu sentia que ia gozar.
— Hmmm… tá tão bom… chupa meu clitóris… — pedi, voz embargada, boca cheia do pau dele.

Ele sugou meu ponto mais sensível com força, e quando meteu os dois dedos em mim ao mesmo tempo, meu corpo inteiro convulsionou. Apertei as coxas com força em volta da cabeça dele, tremendo violentamente.
— Léo… tô gozando… ai, caralho… tô gozando!! — gritei abafado, com o pau grosso ainda enchendo minha boca. Gozei forte, gemendo com a boca cheia, baba escorrendo pelo canto dos lábios.

Ele continuou chupando até eu parar de tremer, depois me puxou e me beijou, misturando meu gosto com o dele.
— Porra mulher, tu goza gostoso demais… Caralho, vou me segurar, ainda tenho muito pra te dar hoje.

# Parte 2
Assim que recuperei meu fôlego, Léo levantou-me da cama e me arrastou até a poltrona erótica no canto da suíte. Os espelhos no teto refletiam tudo.
Ele me sentou na poltrona, ajustou as tiras de couro macio e prendeu meus pulsos acima da cabeça. Depois abriu bem minhas pernas, prendendo-as nas laterais. Fiquei exposta, buceta molhada brilhando.
— Olha pra cima — ordenou

No espelho do teto eu me via: cabelo bagunçado, batom borrado, corpo amarrado e entregue. Léo pegou o vibrador que já estava na suíte, ligou no modo médio e encostou direto no meu clitóris. Ao mesmo tempo, ajoelhou na minha frente e enfiou a língua novamente em mim.
— Ahhh… Léo… tá forte demais… — gemi, puxando as tiras, o corpo arqueando.

Ele não teve piedade. Alternava a língua grossa entrando em mim com o vibrador circulando meu clitóris inchado. Eu me contorcia na poltrona, gemendo cada vez mais alto.
— Eu quero ouvir você… goza pra mim de novo — mandou, enfiando dois dedos fundo enquanto aumentava a velocidade do vibrador.

Eu não tinha escapatória, e meu segundo orgasmo veio rápido e violento. Tentei fechar as pernas, mas as tiras me impediam. O corpo travou, puxando as amarras, gemendo alto e descontrolado:
— Tô gozando… Léo… por favor… ai, meu Deus! Pára!!!!

Gozei jorrando um pouco, molhando a poltrona e o queixo dele. As pernas tremiam sem parar. Léo tirou o vibrador, mas deixou os dedos dentro de mim, sentindo as contrações.

Ele se levantou, abriu a calça e colocou aquele pau grosso na minha boca enquanto eu ainda recuperava o fôlego.
— Lubrifica ele pra mim… — disse, segurando meu cabelo.

Eu obedeci, chupando com vontade, ainda zonza do orgasmo.
Ele soltou minhas amarras, me virou de bruços na poltrona, passou a cabeçorra do pau na minha entrada e começou a empurrar. Sóo quem já sentiu um pau muito grosso sabe a sensação. Muito molhada, minha buceta carnuda recebia toda aquela virilidade aos poucos, e Léo meteu devagar, mas fundo. Senti cada centímetro daquele pau grosso me invadia, abrindo toda.
— Isso… ai que loucura… isso é gostoso demais…. vemmmm — pedi, voz manhosa.

Léo começou a meter com mais força, uma mão me forçando pra baixo, e a outra dando tapas firmes na bunda enquanto eu me via no espelho da parede. O barulho ecoava pelo quarto. Ele metia, metia, metia, mas não gozava nunca!

# Parte 3
Léo me fodeu com força na poltrona por alguns minutos, metendo fundo e dando tapas ritmados na bunda. Cada estocada fazia meu corpo tremer e meu cérvix beijar a glande do pau dele. Depois ele me levantou, ainda com as pernas fracas, e me levou até a pia do banheiro da suíte.

Me inclinou sobre a bancada de mármore, peito colado na superfície fria. Puxou meu cabelo para trás com firmeza, chegando a doer, e obrigando-me a olhar para o espelho grande à nossa frente.
— Olha pra você… olha como tá gostosa sendo comida — rosnou no meu ouvido, metendo fundo de uma vez.

Eu gemi alto, vendo meu próprio reflexo: maquiagem borrada, boca entreaberta, seios balançando a cada estocada. Léo segurava minha cintura com uma mão e meu cabelo com a outra, metendo forte e ritmado.
— Tá gostando, Tânia? Fala pra mim — exigiu, acelerando.
— Sim… tá tão fundo… me fode mais forte… — respondi, voz entrecortada, quase gemendo. — Eu adoro isso…. ahhhh

Ele sorriu no espelho e meteu ainda mais fundo, a base grossa do pau batendo contra mim. Meu terceiro orgasmo veio olhando nos próprios olhos no espelho — corpo tremendo, pernas bambas, gemendo o nome dele enquanto apertava o pau dele dentro de mim.

# Parte 4
Léo não gozou na pia. Me tirou de lá ainda tremendo e me carregou de volta para o quarto, me jogando de bruços no meio da cama redonda. Mal toquei o colchão e ele já subiu por trás, abrindo minhas pernas com os joelhos.

Senti a cabeça grossa do pau roçando minha entrada encharcada, provocando. Então ele posicionou a cabeça na entrada da minha buceta e entrou só um pouco. E me perguntou, com a fala cerrada entre os dentes:
— O que vc quer, Tania.. diz, vai…. o que devo fazer?
— Ahhh, porra… Léo… — gemi alto contra o lençol. Enfia logo essa porra dentro de mim!!!!

Ele deitou o corpo sobre o meu, peito colado nas minhas costas, boca colada na minha orelha, e entrou de vez. A pressão era absurda.
— Isso… toma esse pauzão todo, sua putinha — rosnou, mordendo minha orelha com força. — Sente como ele te abre inteira? Essa bucetinha gulosa foi feita pra levar pau….e te digo, ela leva pau como nenhuma outra, puta gostosa!!!!.

Enquanto ele metia fundo e devagar, os espelhos mostravam tudo: eu de bruços, completamente rendida, bunda empinada, e ele por cima, dominando cada movimento e me comendo gostoso demais
— Olha pro lado, caralho — ordenou, puxando meu cabelo. — Quero que você veja como tá sendo fodida como uma vadia.

Eu olhei. A imagem era obscena: meu corpo suado, rosto de prazer, cabelo bagunçado. Léo metia fundo, circulando os quadris, pressionando aquele pau grosso e veioso contra minhas paredes.
— Tá tão fundo… me mata assim, devagar… — choraminguei, voz desesperada. — Me fode mais forte, por favor…
— Mais forte? — ele riu baixo, mordendo meu ombro. — Hoje não, safada. Você vai gozar sentindo só a pressão. Essa buceta é minha. Fala que é minha.
— É sua… minha buceta é toda sua, Léo… usa ela como quiser — gemi, quase chorando de tesão.

Ele acelerou um pouco, ainda mantendo o ritmo profundo e torturante, uma mão apertando meu seio com força, a outra segurando meu quadril.
— Isso mesmo. Caralho Tania… tua buceta tá contraíndo… apertando… vai gozar de novo é?
— Vou, seu puto.. olha o que esse pau faz comigo.. eu não… não.. consigo… resistir….
— Então goza pra mim, sua puta. Goza no meu pau enquanto eu te encho.

O orgasmo veio forte e longo. Apertei o lençol com força, enquanto ondas de choque emanavam da minha buceta em todas as direções
— Léo… tô gozando… ai, caralho… tô gozando no seu pau!! — gritei, voz rouca e desesperada. — Não para… me fode enquanto eu gozo!

Meu corpo convulsionou, buceta apertando ele com força em espasmos longos, gozando abundantemente enquanto gemia o nome dele sem parar. Léo continuou metendo devagar, prolongando meu prazer, gemendo no meu ouvido:
— Nunca vi uma mulher gozar tanto assim… putinha gostosa!!!

# Parte 5
Depois do quarto orgasmo, eu estava destruída. Corpo suado, pernas tremendo sem controle, respiração pesada. Mal conseguia me mexer.
Léo me virou de frente para ele na cama e me puxou com força para o colo, encostando minhas costas na parede espelhada. Meus seios pressionados contra o peito dele, testa colada na dele, bocas quase se tocando. Ele segurou minha bunda com as duas mãos grandes e me desceu devagar no pau grosso.
— Olha pra mim — ordenou rouco. — Quero ver sua cara enquanto eu te encho de novo.

Começou a meter, levantando e descendo meu corpo no colo dele. Cada estocada fazia a cabeça grossa bater lá no fundo. Eu rebolava devagar, gemendo no ouvido dele:
— Você me fode tão bem… ninguém me preenche como você… esse pau é perfeito pra mim…

Léo acelerou o ritmo, respirando pesado contra minha boca, apertando minha bunda com força.
— Isso mesmo, safada. Rebola gostoso no meu pau. Vai querer meu leitinho nela, vai? Tô quase Tania… me diz como quer…. — grunhiu, mordendo meu lábio inferior.
— Vem, me dá tua porra, dá.. quero sentir vc derramando dentro de mim.. me dá Léo.. por favor….

Beijou-me com fome, língua invadindo minha boca enquanto metia mais forte, batendo fundo. Eu gemia dentro do beijo, unhas cravadas nas costas dele.
— Vou gozar dentro… vou te encher toda — avisou, voz rouca e urgente.
— Goza… me enche toda, por favor… quero sentir você pulsando dentro de mim — pedi desesperada, apertando ele por dentro com força.

Léo gemeu alto, segurando minha bunda com firmeza e metendo fundo. Senti ele inchar ainda mais e então gozar forte, jatos quentes e grossos me enchendo. Pulsava bastante, gemendo meu nome enquanto eu tremia no colo dele, sentindo o calor se espalhando dentro.
— Isso… toma Tania.. toma tudo… — ele rosnou, ainda pulsando.

Ficamos alguns segundos colados, testa na testa, respirando juntos. Depois ele me tirou do colo e me colocou de joelhos no chão, na frente da poltrona erótica.
Eu já sabia o que ele queria. Segurei aquele pau ainda grosso e semi-duro, lambi completamente, limpando nossos caldos misturados. Olhei pra ele o tempo todo, olhos pidões.
— Isso… chupa tudo, minha putinha — disse ele, segurando meu cabelo com firmeza.

Eu chupei com devoção, usando boca e mão, gemendo baixinho. Léo começou a foder minha boca com movimentos curtos, segurando minha cabeça.
— Porra Tania.. continua… eu vou gozar de novo…. Olha pra mim vai… eu vou…. caralhoooo

Segundos depois ele gemeu alto, puxando meu cabelo, e gozou pela segunda vez. Jatos quentes encheram minha boca enquanto eu engolia tudo, devagar, sorvendo as últimas energias do meu dotado delicioso, lambendo até a última gota.

Depois disso, ficamos alguns minutos deitados na cama. Eu com a cabeça no peito dele, corpos suados. O corpo todo doía gostoso.
Léo passou a mão nas minhas costas lentamente e falou baixinho, quase carinhoso:
— Você foi perfeita hoje… minha putinha favorita, nenhuma me obedece e goza assim como você.

Então levantei, tomei um banho, me vesti.

# Epílogo
Saímos do motel quase às 17h30. Passamos novamente pelo Mc Donalds, onde ele desceu do carro e se despediu. Segui para casa, feliz e satisfeita. Sentia o corpo deliciosamente dolorido: buceta inchada, marcas leves das mãos dele na cintura e na bunda, e o gosto dele ainda presente na boca.

Dirigi devagar de volta pra casa, o ar-condicionado ligado no máximo. Entre as pernas, sentia a umidade da lingerie preta rendada e o resto do que ele deixou dentro de mim. Quando me mexia, uma fisgada gostosa me lembrava das quatro vezes que gozei — especialmente o último orgasmo, olhando para os meus próprios olhos no espelho enquanto ele me dominava. Léo tinha sido intenso, carinhoso e dominante na medida certa. Como sempre, ele sabia exatamente como me tirar do sério.

Cheguei em casa, tomei um banho demorado, ainda sentindo o corpo sensível. Enquanto a água quente caía, sorri sozinha ao lembrar das frases dele no meu ouvido e dos meus próprios gemidos ecoando na suíte.

Mais uma vez, Léo havia marcado presença.
E eu já sabia que não ia demorar muito pra querer repetir.

Foto 1 do Conto erotico: Diário de uma Casada 45: beijo no marido, e correndo para dar para o amante (amor por um pau grande)

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Diário de uma Casada 45: beijo no marido, e correndo para dar para o amante (amor por um pau grande)

Codigo do conto:
266906

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
11/07/2026

Quant.de Votos:
3

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