Diário de uma Casada 28: 65 anos, e me comeu tããããoooo gostoso

Prólogo: O Chamado Irresistível
Faziam quase três meses desde que eu havia sentido o calor de outro homem me preenchendo. Wander fora o último, um fogo rápido, mas delicioso, que se apagou após dois encontros. Tentamos reacender a chama, combinamos encontros que não se concretizaram, e flertei com outros caras promissores nas sombras do chat UOL. Nada. Absolutamente nada rolou. Porque, aqueles que frequentam, sabem que lá você precisa ter sorte, e ser muito seletiva (o). Eu estava subindo pelas paredes, o corpo latejando de desejo reprimido, a mente vagando por memórias que faziam minha pele arrepiar só de lembrar.

Mas o destino, caprichoso como sempre, trouxe de volta Aquiles. Aquele homem que conheci, com seus 64 anos, agora 65, viúvo, advogado aposentado que se reinventara como empresário bem-sucedido. Rico, elegante, com um porte corpulento que exalava autoridade e charme. Sua fala pausada, modos refinados, um cavalheiro à moda antiga. Havíamos nos encontrado uma única vez, no último dia de março — uma sexta-feira chuvosa, há quase seis meses —, em um encontro que surpreendentemente me marcou. Ele ficara distante, de volta a sua rotina em BH, até que, em setembro, ele precisou voltar a Brasília.

As mensagens começaram inocentes, mas logo escalaram para o inevitável. Meu celular vibrou na manhã de sábado, 9 de setembro de 2023:
- Aquiles: Tania, querida. Acabo de aterrissar em Brasília. Estarei em um flat discreto próximo ao lago. Amanhã você estaria livre para um café... ou algo mais?
Meu coração acelerou. Meu marido viajava no início da tarde do domingo, para São Paulo. A oportunidade perfeita.
- Eu: Aquiles... Que surpresa deliciosa. Domingo à tarde, sim. Meu marido sai por volta das 13h. Posso estar aí às 16h?
- Aquiles: Perfeito. Traga aquele sorriso que me emociona. Mal posso esperar para te ver novamente.

No domingo, 10 de setembro, o sol de Brasília castigava o asfalto enquanto eu dirigia para a Vila Planalto. Meu marido já estava em São Paulo, alheio a tudo. Escolhi com cuidado: um conjunto de lingerie vinho, rendada, transparências sutis prometendo revelações. Por cima, um vestido acetinado cor creme, justo ao corpo, marcando cada contorno dos seios, da cintura e das coxas. Salto médio, cabelos soltos ondulados e um perfume floral discreto.

Cheguei às 16h em ponto. O flat era luxuoso, discreto, com vista para o lago Paranoá ao fundo. Toquei a campainha, o coração martelando. A porta se abriu, e lá estava ele: Aquiles, impecável em uma camisa social aberta no colarinho, calça social ajustada ao corpo forte, o sorriso gentil que eu já conhecia
— Tania...murmurou, a voz pausada como um convite ao pecado. Seus olhos percorreram meu corpo, demorando-se no decote do vestido. — Você está linda.

Eu sorri. O ar condicionado gelado contrastava com o calor que já subia entre nós. Seis meses de espera estavam prestes a explodir.

# Parte 1: Preliminares
O flat estava em penumbra suave, cortinas semi-cerradas. O jazz, que ele adorava, flutuava baixo, o ar fresco do ar condicionado deixava o ambiente agradável. Aquiles me levou até o sofá, serviu um Português tinto em taças de cristal fino e sentou-se ao meu lado, a uma distância educada de meio metro. Conversamos. Sobre o calor de Brasília, sobre a última viagem dele a Lisboa, sobre a solidão elegante de quem já viveu muito. Ele falava pausado. Eu cruzava as pernas, o vestido creme subindo um centímetro a mais na coxa. Ele percebia, mas não desviava o olhar do meu rosto. Ainda.
Depois de uma taça e meia, ele pousou a mão no meu joelho.
— Posso?

Eu apenas assenti. O primeiro beijo veio como o vinho: encorpado, quente, sem pressa. A língua dele explorou a minha com paciência. Suas mãos grandes subiram pelas minhas costas, chegando aos ombros, onde desceram as alças do vestido com a lentidão de quem desembrulha um presente raro. O tecido deslizou pelos ombros e caiu até a cintura. A lingerie vinho brilhou contra minha pele.

Ele se levantou, tirou a camisa. O peito largo, coberto por pelos grisalhos, subia e descia com calma. A calça foi a seguir. O volume na cueca era evidente, mas não rígido. Aquiles sorriu, quase pedindo desculpas.
— Demoro um pouco, Tania, vc sabe. Mas quando vem... fica.

Eu me aproximei, e minha roupa desceu até os pés. Beijei seu pescoço, desci até o peito. Minhas mãos desceram a cueca devagar. O pau dele estava lá. Ainda semi-ereto, pesado na palma da minha mão. Enquanto nos beijávamos, comecei a acariciá-lo com movimentos longos, sem pressa, sentindo-o engrossar aos poucos. Ele fechou os olhos, soltou um suspiro grave.
— Deite-se, vamos até a cama… ele pediu.

Obedeci. Ele se deitou ao meu lado, depois subiu em mim, mas sem peso. Apenas o calor dos corpos. Beijamo-nos longamente enquanto ele esfregava a glande contra minha entrada, ainda por cima da calcinha rendada. Eu gemia baixinho, empurrando os quadris. Ele afastou a calcinha com os dedos, mas não entrou. Apenas roçava, provocava, semiduro, desenhando círculos lentos com a cabeça rosada contra meu clitóris.

Minhas mãos subiram até seus cabelos grisalhos, puxando-o para mais beijos. Ele desceu a boca até meus seios, beijando por cima da renda, mordiscando levemente o mamilo endurecido. A outra mão deslizou por dentro da calcinha, quando dois dedos deslizaram facilmente para dentro da buceta úmida e inchada, me explorando com calma, entrando e saindo num ritmo hipnótico. Viramos de lado. Ele por trás, braço forte envolvendo minha cintura, mão acariciando meu clitóris com círculos suaves, alternando com penetração dos dedos. A outra mão subiu até meu pescoço, apertando levemente, guiando meu olhar para o espelho na parede oposta.
— Veja como você fica linda assim — sussurrou.

Eu via: cabelos desgrenhados, lábios inchados, lingerie vinho escorregando de um ombro. Eu estava pronta, respiração entrecortada, corpo tremendo. Aquiles gemeu baixo, sentindo. Aumentou levemente o ritmo:
— Não goza ainda, querida.

Ele se afastou apenas o suficiente para me virar de frente. Ajoelhou-se entre minhas pernas, desceu a calcinha devagar, beijando cada centímetro da pele que se revelava. A boca dele encontrou meu clitóris, a língua passou a trabalhar lentamente, dura, quase reverente. Dedos dentro de mim, curvados, procurando o ponto exato.
-- Aquiles, eu vou gozar.

Parou, me olhou brevemente, subiu, beijou minha barriga, meus seios, meu pescoço. O pênis agora totalmente ereto, duro como pedra, pulsando contra minha coxa.
— Ainda não — disse, sorrindo. — Temos tempo.

E assim seguimos: beijos, carícias, toques, sussurros. O relógio marcava 17h37. As preliminares estavam demoradas, penetração ainda estava por vir.

# Parte 3 : A Primeira Entrada
Aquiles ergueu-se sobre os joelhos, o corpo forte projetando-se sobre mim. Com um gesto lento, desabotoou meu sutiã e o deixou cair ao lado da cama. Meus seios livres, biquinhos salientes. Ele se inclinou, beijou cada um, língua rodando em círculos me deixando louca.
— Agora sim — murmurou, com o Jazz ao fundo. — Quero te sentir inteira, Tania.

Se posicionou entre minhas coxas abertas, o pau duro, pulsando contra minha buceta. Ainda não entrou. Apenas esfregou a cabeça úmida contra meus lábios, de baixo para cima, de cima para baixo, num vai-e-vem torturante. Eu gemia, empurrando os quadris, tentando puxá-lo para dentro.
— Paciência, safadinha — ele sorriu — Vou entrar devagar. Quero que você sinta cada pedaço desse pau velho te abrindo. E hoje, vai ser na pele mesmo, né? Está tudo certo, como combinamos?

Eu assenti com a cabeça, emitindo um ruído de satisfação “uhummm”. A primeira pressão foi suave. A glande rosada forçou passagem, abrindo meus lábios com facilidade, graças à umidade que já escorria. Ele parou ali, apenas a ponta dentro, deixando meu corpo se ajustar.
— Respira, querida — sussurrou, beijando minha orelha.

Empurrou mais. Talvez dois centímetros, três. O corpo do pau se alargava, e começou a me abrir, uma sensação de preenchimento lento, quase doloroso de tão bom. Ele parava a cada avanço, recuava um pouco, voltava mais fundo. O ritmo era hipnótico: entra um pouco, sai um pouco, entra mais. Eu gemia alto agora, sem pudor, as unhas cravadas nos lençóis.
— Isso, geme pra mim. Mostra como essa buceta tá faminta.

As palavras dele eram mais ousadas do que da primeira vez, e isso também me excitava. Quando finalmente a base larga se alojou toda dentro de mim, ele parou. Completamente enterrado. Eu sentia cada centímetro: a curva sutil do corpo afinado roçando minhas paredes, a glande pressionando fundo, quase tocando o colo do útero. Ele não se movia. Apenas olhava nos meus olhos, respirando fundo, deixando meu corpo se moldar ao dele.
— Olha pra mim, Tania. Sente esse pau te preenchendo. Todo ele.

Começou a se mover. Estocadas longas, lentas, quase contemplativas. Saía até quase a glande, voltava até o fundo com um estalo suave de pele contra pele. Meus seios balançavam a cada impacto, e ele os segurava com a mão livres, apertando, chupando, mordiscando. O contato visual era constante: olhos nos olhos, bocas entreabertas, respirações sincronizadas.
— Mais rápido? — perguntei, ofegante.
— Não. Assim. Devagar. Quero que você goze sentindo cada centímetro te fodendo.

E assim foi. Demorou um pouco, mas o orgasmo veio, preguiçoso. Começou no clitóris, subiu pela barriga, explodiu no peito. Meu corpo inteiro tremeu, as paredes internas se contraindo em volta daquele pau vivido, apertando com força. Gemi, as pernas trêmulas, os dedos dos pés curvados. Ele não parou. Apenas diminuiu ainda mais o ritmo, prolongando o prazer, deixando cada contração me sugar mais fundo.
— Isso, goza no meu pau. Aperta ele. Todo. Que delícia Tania… ahhh que delicia.

Quando o orgasmo finalmente cedeu, ele ainda estava lá. Duro. Estável. Sem sinal de cansaço. Beijou minha testa suada, sorriu.

# Parte 3: O Intervalo que Virou Sinfonia
O meu gozo ainda latejava dentro de mim quando Aquiles deslizou devagar para fora, o pau reluzindo com meus fluidos. Ele me puxou de lado, encaixando-se atrás como uma conchinha. Seu braço forte envolveu minha cintura, a mão aberta sobre a barriga, dedos espalmados, me ancorando.
— Respira, safadinha — sussurrou no meu ouvido, mordiscando o lóbulo. — Deixa eu te comer de ladinho, bem devagarinho.

O pau, ainda duro como pedra, roçou a entrada de novo. Dessa vez, ele deslizou a perna, abrindo-me de um jeito diferente: minha coxa direita erguida sobre a dele, para trás, a esquerda esticada um pouco para frente. O braço dele passou sob meu pescoço, a mão segurando meu seio direito, polegar roçando o mamilo. A outra mão desceu pela curva da minha cintura, parando no quadril, guiando.
— Assim, safadinha — sussurrou, a boca roçando minha nuca. — Abre mais. Quero te foder bem gostoso…

A glande rosada roçou meus lábios inchados, mas ele não entrou. Apenas pressionou, recuou, pressionou de novo, deixando a tensão crescer como um fio esticado. Devo confessar: ele sabia como enlouquecer uma mulher. Eu empurrei os quadris para trás, desesperada, mas ele segurou firme.
— Não. Fica quietinha. Sente o quanto eu tô duro pra você.

A penetração veio em seguida. O pau encontrou a entrada de novo, deslizando de volta, centímetro por centímetro, até eu sentir a glande pressionar fundo outra vez. A posição era íntima demais: sentia cada veia, cada pulsação.
— Caralho, como você é apertada assim? — ele gemeu, começando um balanço lento, quase ondulante.

A cada estocada, o corpo dele colava no meu, pele suada deslizando, o peito peludo contra minhas costas. A mão no quadril apertava, puxando-me para trás a cada entrada, aprofundando. Entrava até o talo, saía até a ponta, voltava. Sua mão livre descia até meu clitóris, círculos leves, perfeitos. O ritmo continuava lento, mas agora com um leve tranco no final, arrancando gemidos curtos e naturais da minha boca. Eu virei o rosto, procurando sua boca. Beijamo-nos desajeitados, línguas se encontrando, gemidos abafados. A respiração dele no meu pescoço era quente, ritmada. A mão no seio desceu até meu clitóris, dois dedos esfregando em círculos rápidos, contrastando com o ritmo lento das estocadas. Eu estava à beira do abismo, o corpo tremendo, mas ele parava toda vez que eu me aproximava.
— Vai gozar comigo, Tania? — perguntou, voz rouca. — Quando eu gozar dentro dessa buceta, quero você gozando junto.

Aumentou o ritmo, mas ainda controlado. Senti o orgasmo crescendo de novo, mais rápido dessa vez. Minhas paredes internas começaram a pulsar, apertando-o.
— Isso... aperta... — ele grunhiu, empurrando fundo. — Tô quase, querida.
— Agora — ordenou, a voz quebrada. — Goza comigo, porra.

Meu segundo orgasmo explodiu em silêncio: respiração entrecortada, corpo tremendo, um aperto longo em volta dele. No mesmo instante, senti o calor dele se derramar. Jatos pulsantes, quentes, enchendo-me por dentro, em sincronia com minhas contrações. Ele se enterrou até o fim, gemendo baixo no meu ouvido, o corpo rígido.
— Toma... tudo dentro dessa buceta... sussurrou, ainda gozando, cada jato prolongando meu prazer. — Porra... gozei tudo dentro de você... sussurrou, ainda pulsando.

# Parte 4: O Descanso que Falava Sozinho
O silêncio pós-gozo era denso, mas não vazio. O jazz ainda sussurrava, e o ar-condicionado soprava frio contra a pele quente. Aquiles deslizou devagar para fora, o sêmen quente escorrendo por minha coxa como uma lembrança líquida. Minha perna direita ainda tremia, apoiada na dele.
Por um minuto inteiro, ninguém falou. Só respirávamos.
— Caralho, Tania… Você goza tão gostoso. Parece que ela mastiga ele, eu sinto tudo. Cada aperto.
Eu ri, virando o rosto para ele.
— Você que é um filho da mãe controlado. Eu tava implorando por dentro pra você me foder mais rápido, e você aí, “ainda não”.

Ele sorriu, os olhos semicerrados, linhas de expressão marcadas pelo prazer.
— Gosto de ver você tendo prazer. Quando você goza, é como se o mundo parasse. E eu dentro, sentindo tudo.
Ele agora descia, a mão até minha coxa, espalhando o sêmen que ainda escorria. Eu me virei de lado, encarando-o.
— Quanto sêmen, hein? Olha, estou encharcada e tá saindo até agora? — brinquei, erguendo a sobrancelha.
Ele riu, o peito vibrando.
— E você... tomou tudo. Mereceu cada gota da minha porra.
Puxei-o para um beijo lento, preguiçoso.
— Quantas você acha que ainda aguenta hoje? perguntei, ousada.
— Mais uma, com certeza, só depende de vc me acender de novo, linda — respondeu sem hesitar. — Mas te quero por cima..
— Combinado — susurrei

E assim ficamos: nus, suados, o sêmen secando na pele, conversando sobre cada estocada, cada gemido, cada olhar. O relógio marcava 18h12. Ainda tínhamos mais pela frente.

# Parte 5: O Ritmo que Volta a Subir
O relógio marcava 18h27 quando Aquiles se ergueu, o corpo ainda firme, o pênis semi-ereto balançando pesado contra a coxa. Ele se inclinou sobre a mesa de cabeceira, serviu mais uma taça de vinho (só um dedo) e me entregou.
— Bebe. Vai precisar de energia, menina.

Tomei um gole, o vinho descendo quente pela garganta. Ele se ajoelhou na cama, entre minhas pernas, e me puxou pelos tornozelos até eu ficar deitada de costas, coxas abertas.
— Quero sentir teu sabor de novo — disse, com voz de desejo renovado.

A boca dele desceu devagar: beijos na barriga, na virilha, na parte interna da coxa. Quando a língua finalmente tocou meu clitóris, trabalhou com círculos largos, depois pequenos, depois uma sucção suave que me fez gemer fundo. Dois dedos entraram de novo, curvados, procurando o ponto que me fazia tremer.
— Caralho, você tá encharcada — murmurou contra minha buceta, a vibração da voz me fazendo gemer. — Gosto disso.
Aumentou o ritmo da língua, mas ainda controlado. Eu agarrei os lençóis, os quadris se movendo sozinhos.
— Aquiles... eu vou...
— Goza na minha boca — ordenou, sem parar. — Quero engolir tudo.

Ele abriu minha buceta e enfiou a língua lá dentro. Gozei gemendo forte, olhos fechados, pernas tremendo em volta da cabeça dele. Ele não parou até eu empurrar sua testa, pois minha buceta estava sensível demais. Subiu, beijou minha boca, me fazendo provar a mim mesma misturada com o gosto do sêmen dele, ainda presente.
— Três gozadas, hein safadinha — sussurrou, o pênis agora totalmente ereto de novo, pulsando contra minha barriga. — Esse velho ainda sabe das coisas, não acha?

Ele então se deitou de costas, mãos atrás da cabeça, me convidando. Eu subi sobre ele, joelhos ao lado dos quadris. Segurei o pau pela base, por trás do meu corpo, posicionei a glande na entrada e desci devagar. A posição era perfeita: eu controlava o ritmo, o ângulo, a profundidade.
— Isso, senta no pau — ele grunhiu, mãos subindo até meus seios, apertando. — Mexe esse quadril, Tânia. Me fode.

Comecei com movimentos circulares, lentos, sentindo a glande roçar o fundo. Olhos fixos nos dele, como ele gostava. Aumentei o ritmo, subindo e descendo, o som de pele contra pele enchendo o quarto. Ele gemia baixo, os dedos cravados nos meus quadris.
— Tô quase de novo — avisou, a voz falhando. — Goza comigo. Quero gozar na sua mão dessa vez.

e assim foi. No último instante, puxei-o para fora, sentei sobre as pernas dele, mão rápida no pau. Ele gozou com um gemido longo, a porra jorrando quente sobre minha mão, alguns jatos subindo mais. Eu então levei minha mão ao meu clitóris, que manipulei furiosamente, e gozei junto, o quarto orgasmo pleno e pausado, corpo convulsionando. Incrível: era a primeira vez que eu gozava me masturbando, sem penetração, defronte a um homem.

Fiquei ali, o sêmen dele escorrendo pela minha mão. Ele passou o dedo, espalhou, levou à minha boca. Chupei. Ficamos assim, colados, ofegantes. Me puxou para o banho, água quente, sabonete, mãos gentis limpando cada centímetro.
— Volte sempre que quiser, Tania — disse, secando meu cabelo. — Esse flat é seu o tempo que eu estiver aqui.

Eu sorri, beijei sua boca. A ideia de um novo amante regular, que passava dias em local muito próximo de onde desfrutei de Lucas por várias vezes, invadia minha mente, enquanto eu dirigia de volta para casa, na noite quente do domingo de Brasília. Mas, diferente de Lucas, Aquiles não exercia em mim tanta atração. Ela era algo diferente, um homem mais velho, até mais velho que meu pai, e como fantasia, eu curti. Mas, para algo recorrente, tinha quase certeza de que não queria. Por outro lado, era algo seguro. Buscar aventuras sexuais novas, sempre foi um desafio, não livre de riscos. Até aquele momento, havia tido sorte na maior parte das escolhas, que refletia o ritual claro e organizado com o qual buscava e selecionava meus parceiros (creio que mais de 9 em cada 10 com quem levei conversas adiante, não se tornaram meus amantes reais). Outras coisas também martelavam minha mente, e que contribuíram para os três meses sem aventuras, até àquela tarde de domingo. Assim, o futuro ficava em aberto.

(PS: sim, são desenhos rabiscados de fotos reais minhas, com a roupa que vesti no encontro. E sim, a foto é do pau do Augusto, mas não era eu quem estava chupando....)

Foto 1 do Conto erotico: Diário de uma Casada 28: 65 anos, e me comeu tããããoooo gostoso

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Comentários


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afim2 Comentou em 18/04/2026

Sempre deliciosa em cada detalhe 💋




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Diário de uma Casada 28: 65 anos, e me comeu tããããoooo gostoso

Codigo do conto:
259664

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
18/04/2026

Quant.de Votos:
3

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4