Léo estava voltando de SP, onde passou a semana com a família — a mulher e os filhos, porque sim, ele é casado. Vinha direto do aeroporto, e eu cheguei cedo de propósito, pra me instalar no território dele enquanto ele ainda tava em trânsito. Girar a maçaneta e ouvir o clique da fechadura me deu um frio na espinha — invasão safada, mas me sentindo dona. O lugar estava quieto. Fechei a porta devagar, tirei os sapatos na entrada e joguei a bolsa no sofá.
No quarto, abri o armário. Peguei uma camisa branca dele. Tirei minha blusa e saia ali mesmo, ficando só com a calcinha preta de renda mínima. Seios livres, bicos duros de tesão. Vesti por cima da calcinha, sem abotoar quase nada. Mangas cobrindo as mãos, barra no meio da coxa. Olhei no espelho: o pano colava nos peitos, marcando os mamilos tesos, e dava pra ver a renda preta da calcinha por baixo quando eu mexia. Perfeito. Provocação de vadia.
Prendi o cabelo num coque frouxo, daqueles que desmancham com um puxão. Descalça, andei pelo apartamento, o piso frio nas solas dos pés. Cada passo fazia a camisa roçar nos mamilos sensíveis, na parte interna das coxas, lembrando que eu estava quase pelada debaixo. Meu coração batia forte, não de medo — de fome de pau. Sabia que quando ele abrisse a porta e me visse assim, usando a roupa dele, no espaço dele, eu ia ser comida como uma puta. Deu tempo de fazer umas fotos, como gosto, com o smartphone em função timer.
Olhei o relógio: 9:47. Ele disse que chegava por volta das 10h, direto do aeroporto. Cheguei cedo pra ele me encontrar já molhada, pronta pra ser fodida. Sentei na beira da cama, levantei, andei até a janela, voltei. Cruzei os braços debaixo dos peitos, abrindo a camisa no colo. Respirei fundo. A calcinha grudava na buceta, o tecido fino encharcado de excitação.
Quando ouvi a chave na porta, minha buceta piscou de desejo. Não era medo. Era tesão puro. Ele entrou. Levantei devagar, deixando a camisa cair aberta nas laterais. Nossos olhares se cruzaram. Ele parou na porta, a mala de viagem ainda na mão, o paletó aberto. Vi o maxilar dele travar, os olhos descerem pelo meu corpo — da camisa dele em mim, pelos peitos livres marcando o tecido, mamilos duros visíveis, até as coxas nuas.
# Parte 1: A chegada dele, a amarração e o oral demorado na cama
Ele largou a mala com um baque e veio direto, olhos fixos nos meus peitos marcando a camisa — **dele**. O ar no quarto ficou pesado, como se o tesão tivesse engrossado tudo.
— Você chegou cedo, sua vadia — murmurou, parando a centímetros de mim. A mão dele subiu devagar, dedos roçando a barra da camisa na coxa, subindo até a renda da calcinha.
— Vestindo minha camisa sem nada nos peitos. Veio pra foder mesmo, né?
Mordi o lábio, olhando nos olhos dele.
— Queria que você me pegasse assim. Pronta. Buceta molhada te esperando.
Ele deu um sorriso torto, daqueles que me deixam pingando.
— Então espera mais um pouco, sua puta. Como combinamos, hoje vai ser diferente.
Sem aviso, pegou minha nuca firme e me guiou pra cama. Sentei na beira, coração acelerado. Ele tirou o paletó, jogou no canto, desabotoou as mangas da camisa e desfez o nó da gravata devagar. Eu olhava fixo para aquela gravata preta fina, sabendo pra onde ia.
— Braços pra cima — ordenou.
Obedeci. A camisa subiu. Ele passou a gravata pelos pulsos, deu voltas, me arrastou para cima da cama, e amarrou na cabeceira — apertado o suficiente para me sentir presa. Braços esticados, peitos empinados sob o tecido. A camisa abriu na frente, mamilos roçando o algodão a cada respiração.
Ele se ajoelhou na cama entre minhas pernas, abrindo-as com as mãos.
— Olha pra mim — disse rouco.
Obedeci. Ele desceu o rosto devagar, nariz na coxa interna, subindo até a renda úmida. Lambida lenta por cima do tecido, provando o mel que vazava. Gemi baixo, puxando os pulsos — a gravata segurou.
— Você já tá encharcada, Tania. Só de esperar meu pau.
Puxou a calcinha pro lado, expondo a buceta.
— Agora vc vai gozar pra mim amarrada, sem se mexer, sua safada.
A boca dele veio toda. Lábios no clitóris, língua girando devagar, depois rápida, forte. Arqueei as costas, braços puxando, camisa roçando nos mamilos. Ele chupava, lambia, enfiava a língua fundo, voltava pro clitóris com sucção. Uma mão subiu, apertou meu peito pela camisa, polegar no bico duro.
— Por favor… Léo… — gemi.
Ele levantou o rosto, boca brilhando.
— Não pede. Goza, vadia.
A língua dele me levava à loucura, e após mais alguns segundos, gozei como uma louca, contorcendo, gemidos altos. Ele continuou lambendo devagar, prolongando, me deixando ofegante, trêmula.
Quando relaxei, ele se levantou, abrindo a calça. O pau dele saiu monstruoso. Para meu corpo mignon, com buceta apertada, aquilo era um desafio, mas eu amava. Segurou na base, aproximou da minha boca.
— Abre, puta.
Abri. Entrou devagar, cabeça pesada, quente, salgada. Depois mais fundo, mão na nuca. Chupei com fome, língua na glande, sentindo pulsar. Ele gemia controlado, maxilar travado.
— Assim, boa menina… pensei nessa boquinha o voo todo, caralho como é quente… engole quando eu gozar, pq eu vou gozar nessa boca de casada safada.
Acelerou, fodendo minha boca firme. Saliva escorrendo, pau inchando. Travou, gemeu rouco e gozou — jatos quentes enchendo minha boca. Engoli devagar, olhos nos dele, gosto forte descendo pela minha garganta. Ele saiu devagar, semi-mole agora. Passou o polegar no meu lábio, limpando.
— Caralho que tesão… Fomos rápidos hoje, hein? Agora espera eu me recuperar, sua gulosa.
Fiquei amarrada, ofegante. Ele sentou na cama, respirando pesado, pau amolecendo. Uns minutos passaram — ele bebendo água da garrafa que trouxe, olhos me comendo. Eu me mexia de leve, gemendo baixinho, roçando as coxas pra mostrar a buceta ainda molhada.
— Vem, Léo… olha como tô pingando por você.
Puxei os pulsos, arqueando os peitos. Ele riu, pau começando a endurecer de novo.
— Sua vadia, sabe me deixar louco. Vem, vamos fazer diferente.
*Parte 2: Transição para o closet, de quatro no chão
Ele desamarrou meus pulsos devagar, roçando as marcas vermelhas — quentes, como selo de posse. Baixei os braços, músculos doendo gostoso, misturado ao formigamento na buceta. Camisa aberta, peitos expostos, ainda de calcinha, encharcada e grudada.
— Levanta, vadia — disse firme, puxando minha mão.
Apoiei nele, pernas tremendo.
— Você me deixou mole já.
Riu baixo, mão nas costas me guiando pro closet.
— Aquecimento só, Tania. Sei que vc tá implorando pau. E eu ainda nem meti direito nesse cu apertado seu… quer dizer, nessa buceta.
As palavras me acertaram, calor subindo. Pensei: no cuzinho, esse monstro, nem pensar.
— Quando você manda, minha buceta obedece — sussurrei, entrando no closet.
Espelho na parede, roupas dele, cheiro de couro e perfume. Chão de madeira fria. Ele parou no centro, tirou a calça — pau endurecendo de novo, monstruoso, reto, veias pulsando.
— De quatro. Agora, puta.
Obedeci devagar, ajoelhando, inclinando pra frente, mãos no chão, bunda empinada. Camisa aberta, peitos balançando. Olhei no espelho: cabelo solto, rosto corado, calcinha puxada pro lado. Ele ajoelhou atrás, mãos nas coxas, abrindo mais. Pensei comigo mesma: “vai começar me pegando de 4? Tenho que ser firme e aguentar”.
— Olha no espelho, Tania. Veja como fica linda aberta pro meu pau.
Olhei, mordendo o lábio. Ele roçou a glande na entrada, sentindo o mel.
— Tá pingando… buceta apertada pronta pro meu caralho grosso. Diga o que quer.
— Me fode, Léo… forte, como sua puta. Mas começa devagar, por favor — gemi, empurrando o quadril.
O safado riu.
— Você é minha puta. Vou te comer até gritar.
Ao contrário do que pedi, ele entrou de uma vez, sem delicadeza, fundo, o pau monstruoso me esticando toda. Doeu um pouco, mas estava bem lubrificada. Gritei baixo, sentindo a pressão no fundo — que ele chama de "macio", mas pra minha buceta apertada, era como ser rasgada gostoso por aquele pau enorme. Segurou minha cintura, meteu ritmado, forte, cada estocada batendo fundo. Ele resistia, metendo demorado, uns 10 minutos sem parar, variando a velocidade, às vezes tirando ele todo e elogiando minha buceta por receber ele inteirinho. Suor pingando, me fazendo tremer.
— Assim? Gostando de ser comida no chão como vadia? — perguntou.
— Sim… caralho, sim! Mais fundo… me usa toda — respondi, gemendo alto, olhos no espelho vendo ele atrás, músculos tensos. Peitos balançando, camisa suada.
Acelerou, mão apertando a bunda, roçando clitóris.
— Buceta tão apertada… feita pro meu pau. Porra Tania, tô quase gozando, não aguento mais segurar...
— Então goza Léo, porque eu também vou…
Orgasmo veio violento, grito ecoando, corpo tremendo, buceta apertando ele. Via no espelho meu rosto contorcido, lágrimas de tesão, pernas fraquejando.
Ele não parou, meteu mais forte, gemendo.
— Porra, apertando assim… vou encher sua buceta.
— Sim… goza, Léo… me enche — implorei, ainda gozando.
Travou, mãos cravadas, gozou forte — jatos quentes, pau pulsando. Senti o volume escorrendo dentro de mim, enquanto ele gemia. Ficou ali alguns segundos, depois saiu devagar. Desabei no chão, ofegante. Ele se levantou, respirando pesado, pau amolecendo.
— Que foda sensacional… preciso de um intervalo, sua gulosa.
Sentou no banquinho do closet, bebendo ar, olhos me devorando. Uns minutos — eu me virei de barriga pra cima, abrindo as pernas, dedando a buceta devagar, mostrando o sêmen vazando.
— Olha o que você fez… Aposto que tua mulher não te satisfez nesses dias todos. Vem, endurece pra mim de novo.
Gemi baixinho, roçando os peitos. Ele riu, pau inchando.
— Sua vadia, vc não para né.
Me puxou, e mandou
— Usa a boquinha aqui, vem...
Fiquei de 4, igual uma cadela, e chupei ele, sentado no banquinho. O pau tava mole, mas ainda assim grande. Caprichei, e senti ele ganhar vida, inchando na minha boca. Então ele me ajudou a levantar, puxando a camisa.
— Pra cadeira agora.
*Parte 3: Posição na cadeira – sentada no colo dele, de frente
Ele me levantou do chão do closet, pernas tremendo, sêmen escorrendo pela coxa — viscoso, marcando. Sentia o vazio na buceta, mas uma saciedade safada. A camisa grudada no suor, ainda no lugar.
Léo me guiou de volta para o quarto. Na cadeira perto da janela, sentou primeiro, pernas abertas, pau semi-duro. Olhou-me de cima a baixo.
— Vem, puta. Senta no colo. De frente. Quero ver sua cara de vadia gozando.
Aproximei, tirei a camisa, senti o ar condicionado frio na pele quente e molhada. Subi na cadeira, pernas de cada lado, joelhos no assento. Ele segurou minha cintura, posicionando. Peitos expostos. Baixou olhar pros mamilos, subiu pros olhos.
— Tá linda… suada, marcada, cheia do meu gozo. Ainda aguenta mais pau?
Assenti, mordendo lábio.
— Aguento você o dia todo. Me fode até acabar.
Sorriso dominante. Mão no pescoço, polegar no queixo.
— Senta devagar. Sente meu caralho te abrindo.
E assim eu fiz. Desci, guiando o pau — monstruoso, quente, escorregadio. Glande abriu caminho, esticando minha buceta apertada de novo. Soltei um gemido longo enquanto sentava nele todo, sentindo a pressão no colo do útero, pau batendo onde me derrete.
— Assim… porra — murmurou rouco. — Engole tudo, pequena apertadinha.
Mexi devagar, subindo e descendo, sentindo... Ele controlava o ritmo no começo — lento, profundo. Depois soltou, mãos nos peitos, apertando, girando mamilos, beijando e sugando alternadamente.
— Olha pra mim enquanto fode, vadia.
Claro que eu obedeci. O suor escorria entre os peitos, pingando nele. A cadeira rangia. Ele gemia, peito acelerado.
— Gosta de ser assim? Sentada no pau do teu macho, rebolando como puta?
— Adoro… quando fala assim, gosto mais ainda.
Contraí buceta, apertando. Ele gemeu alto.
— Caralho, Tania… acelera. Goza.
Acelerei, rebolando forte, clitóris roçando base. Prazer subia quente. Ele apertou meus peitos com força, puxando os mamilos. Inclinei, colando peito no dele, misturando nosso suor e o cheiro de foda.
— Vai gozar? Sinto você contraindo… goza no pau
.
Meu orgasmo explodiu com gemidos abafados. Mordi ombro dele forte — dentes na pele, gosto salgado. Corpo tremendo, buceta contraída, pernas fraquejando, pés formigando. Ele me segurou, forçando continuar.
— Boa vadia… morde mais. Me marca.
Mordi de novo, gemendo, convulsionando. Ele gemeu no ouvido:
— Perfeita… minha puta.
Quando parei, levantei rosto, vendo marca vermelha no ombro.
— Não vai gozar? — perguntei.
Ele sorriu.
— Ainda não… vamos pra cama. Quero meter demorado e gozar junto, sussurrando como gosto de vc.
Me levantou devagar, pau saindo molhado. Me levou pra cama, deitando de lado. Pernas bambas, corpo exausto mas querendo mais.
*Parte 4: Posição final – de ladinho, beijos na nuca, sussurros e clímax conjunto
Ele me deitou de lado na cama, devagar, sabendo que eu mal aguentava. Corpo latejava do prazer acumulado.
Léo deitou atrás, peito colado nas costas, pau roçando as coxas. Braço por baixo, abraçando, mão cobrindo o peito, apertando. Outra mão na barriga.
— De ladinho… como gosto de te foder mais — sussurrou no ouvido, hálito quente arrepiando. — Vulnerável… aberta pro meu pau, sem fugir.
Virei o rosto, procurando a boca.
— Me pega assim… vai… ahhh, como amo esse pau monstruoso.
Ele beijou minha nuca devagar, deu mordidinha na pele.
— Pede bonitinho, mas quer forte. Diga: quer meu caralho te enchendo?
— Quero… por favor, enche minha buceta — gemi, empurrando quadril.
Dessa vez, entrou devagar, centímetro por centímetro, esticando tudo. Parou fundo, pressionando — pressão que me fazia tremer. Ele resistia, metendo demorado, uns 15 minutos de estocadas longas, profundas, sem pressa, me levando ao limite. Cada saída e volta, o sêmen misturado ao meu caldo escorrendo. Mão no peito apertando ritmado, polegar no mamilo.
— Sua… só minha puta — sussurrou rouco. — Aperta quando falo isso. Goza devagar… sem gritar.
Meu prazer subia lá do fundo, das entranhas, do útero, da buceta. Era profundo, em camadas. Mordi meu lábio, gemendo baixo, tremendo. O safado celerou um pouco, e levou a mão no clitóris, fazendo círculos perfeitos.
— Vai gozar comigo… sente pulsar? Vou encher sua buceta de novo.
— Sim… goza comigo — sussurrei, boca na dele, com beijos molhados.
Foi inevitável. O orgasmo veio silencioso, como uma onde espalhando na praia, meu corpo tremendo contra ele, sentindo os suspiros no ouvido. Buceta contraída apertando pau. Ele gemeu:
— Porra, assim… Gozou junto — jatos quentes enchendo, pulsando fundo, corpos tremendo unidos.
Ficamos imóveis, respirando pesado, grudados. Beijou minha nuca várias vezes.
— Perfeita… minha vadia — murmurou suave.
Sorri ofegante.
— Você me comeu exatamente como gosto…
Saiu devagar, deixando o vazio, e o gozo escorrendo. Virou-me de frente, abraçou forte. Ficamos assim, pernas entrelaçadas, cheiro de foda no ar.
Depois, levantei — pernas bambas, corpo leve. Peguei a calcinha encharcada, dobrei na bolsa. Olhei no espelho: marcas leves nos pulsos, vermelhidão no ombro dele, cabelo bagunçado, rosto corado. Adorei.
Ele se aproximou por trás, beijou o ombro.
— Vai embora com meu gozo na buceta… vai deixar o dia todo.
Ri baixo.
— Tô sentindo… e iria sentir por horas. Mas preciso de um banho, vou daqui direto para o trabalho.
*Epílogo
Saí do apartamento dele por volta das 13h, já atrasada. Sentia a buceta ainda inchada, sensível, o interior macio e cheio do gozo dele. Mesmo lavando, sabia que ia continuar sentindo ele lá dentro por horas. Os mamilos ainda continuavam duros de tesão residual. Perfeito. Parecia uma mulher normal saindo pro trabalho… mas não era.
Desci de elevador sozinha. No espelho do elevador me olhei de novo: rosto corado, lábios meio inchados, cabelo ainda úmido nas pontas, olhar de quem acabou de ser muito bem comida. Sorri sozinha. O ombro dele devia estar marcado com a mordida que dei; ele ia olhar no espelho depois e lembrar que me fodeu como puta numa segunda de manhã, voltando do aeroporto.
No carro, ar condicionado no máximo. Mesmo assim o cheiro de sexo ainda escapava de mim — sutil, mas presente. Cheguei no trabalho às 13:20. Desci do carro, bolsa no ombro. No elevador lotado sorri educada pros colegas, respondi “bom dia” mesmo sendo tarde, fingi normalidade total.
Mas por dentro eu gritava: “Acabei de ser amarrada, chupada até gozar, engoli porra, fui comida de quatro no closet, sentada no pau dele na cadeira, fodida de ladinho até gozar junto… e tudo isso numa segunda de manhã.”


