Domingo, 28 de janeiro de 2025. O ar de Brasília ainda estava quente, mesmo no final da tarde, carregado daquela eletricidade típica antes de uma tempestade de tesão. Estacionei o carro em frente ao Condomínio deles, na Asa Norte, com o coração acelerado e a buceta latejando de expectativa. Aos 32 anos e 4 meses, eu me sentia no auge da minha safadeza: corpo quente, pele sensível, pronta para ser devorada.
Meu marido viajara de manhã, e eu passei o dia com o restante da minha família, em um daqueles intermináveis churrascos onde se ouve de tudo, e se interessa por quase nada. Ainda mais eu, naquele dia específico. Estava superansiosa e um tanto distraído, pensando nos dois: Luis e Léo, que me esperavam!
Minha cunhada percebeu que eu estava um pouco diferente, mas, consegui disfarçar, e somente sai da festa um pouco depois que os demais já haviam saído.
Fui ao banheiro, me refresquei, retoquei maquiagem e baton, tratei os cabelos. E só então saí, mas não dirigi para casa. lá
O vestido soltinho estampado em tons terrosos esvoaçava leve contra minhas coxas nuas. Por baixo, absolutamente nada — nem calcinha, nem sutiã, tirei tudo antes de pegar meu carro. O tecido fino roçava meus mamilos endurecidos e minha buceta lisinha, já molhada só de imaginar. \talvez ela estivesse mais ansiosa do que eu. Cabelo preso com uma presilha dourada, sandálias de salto médio, perfume floral marcante que eu sabia que eles iam reconhecer de longe. Eu parecia uma menininha. O telegram vibrava com as últimas instruções: quartos separados no mesmo apartamento. Dois turnos. Dois homens.
Para que não leu os contos anteriores, os apresento novamente: Luis e Léo, sócios de um escritório de investimentos. Experientes, dominantes, extremamente higiênicos e com fome insaciável. Luis: 18 cm retos, espessura perfeita, glande bem delineada, veias discretas — o tipo de pau que entrava fundo e acertava todos os pontos certos com precisão cirúrgica. Léo: 22 cm de pura grossura, vascularizado, glande saliente e aquele “pau macio” que parecia feito para esticar e preencher tudo. Um contraste perfeito.
Toquei a campainha, e Luis abriu a porta, camisa aberta, olhar predador e sorriso calmo. Me puxou pela cintura imediatamente, fechou a porta e me beijou com calma.
— Hoje vai ser diferente. Leo está no quarto dele, por onde você quer começar? ele perguntou…
— Vim para ser de vocês… que seja como quiserem.
Ele então me puxou mais para perto, beijou meu pescoço com fome enquanto a mão subia por baixo do vestido. A gentileza foi-se embora:
— Caralho, Tânia… você veio sem nada por baixo. Já sinto o cheiro dessa boceta molhada querendo pau — murmurou ele, dedos roçando minha entrada encharcada.
Eu sorri safada, mordendo o lábio inferior e apertando o volume na calça dele:
— Vim pronta pra terminar o final de semana bem feliz. Vim para vocês dois destruírem minha buceta hoje. Quero transar até cansar.
Ele riu baixo e me carregou para o quarto.
** Parte 1 – Missionário com Luis: entrega carinhosa, profunda e possessiva**
Luis me deitou na cama king size com cuidado que lhe era característico. Tirou o vestido devagar, admirando cada curva do meu corpo, beijando minha barriga, subindo pros seios, chupando os mamilos com vontade até me fazer gemer. Ele se despiu, revelando aquele pau lindo, reto, latejando, a glande brilhando.
Deitou comigo na cama, e começamos a nos beijar muito. Arretos, carinhos, demoradamente. As mão dele apertavam minha bunda e minhas coxas, rolavamos na cama, às vezes eu em cima, outras eu embaixo. Eu roçava minha buceta na coxa dele, e quando dava, também no pau, duro e delicioso.
Até que ele, por cima de mim, abriu minhas pernas bem abertas, se encaixou entre elas e esfregou a cabeça do pau na minha entrada melada, provocando.
— PQP Tania.. olha essa buceta inhcadinha. É a coisa mais linda que há…. Olha como ela baba na cabeça do meu pau…Quer que eu te foda aqgora, quer?
Eu apenas assenti com a cabeça, emitindo um som mudo “unhummm”.
Então ele fez do jeito que sempre fazia. Posicionou sem erro, e entrou devagar, centímetro por centímetro, me fazendo sentir gesto, cada pulsação. Foi assim até o fim, e quando estava todo enterrado, entrelaçou os dedos nos meus, prendendo minhas mãos acima da cabeça. Começou a estocar ritmado, fundo, o corpo colado no meu, pele com pele. Enquanto eu gemia, levantei minhas pernas ao ar, ficando praticamente no frango assado. Ele metia gostoso:
— Porra… sua boceta tá apertando meu pau gostoso pra caralho — gemeu ele, acelerando aos poucos. — Tá sentindo como como bate no fundinho?
Eu gemia alto, sem vergonha, cravando as unhas nas costas dele, já imaginando que Léo pudesse estar atrás da porta, ouvindo tudo:
— Sim, Luis… me fode assim… bem fundooooo… quero sentir você batendo no meu útero… ai, caralhoooo, que delíciaaaa… não para!
Ele aumentou o ritmo, com estocadas mais fortes, suor começando a pingar sobre mim. Beijou minha boca, depois meu pescoço, chupando e mordendo de leve. Eu sentia o orgasmo chegando. Aquelas estocadas eram certiras, e eu não resisti. Apertei as mãos dele com força, mordi seu ombro e gozei violentamente — buceta pulsando firme em volta do pau dele, corpo tremendo inteiro, gemidos abafados contra sua pele suada.
Luis também não aguentou: estocou fundo, grunhiu e gozou junto, enchendo minha vagina com jatos quentes e abundantes. Senti cada esguicho forte, o calor se espalhando lá dentro, misturando com os meus líquidos da vagina. Ficamos colados por minutos, ele ainda dentro de mim, beijando minha boca com carinho dominante, sussurrando elogios sujos no meu ouvido.
# Parte 2 – De quatro com Léo: pegada crua, selvagem e brutal
Depois de um banho rápido e uma troca de energia, voltei até a cama, dei um beijo no Luis, que continuava deitado, e saí, enrolada na toalha de banho. A porta aberta, a qual atravessei, me dirigi à direita, onde três passos depois, entrei no quarto do Léo. Ele me esperava deitado na cama, pelado, pau duro:
— Finalmente… vem cá, vadia.. não aguentava mais ouvir a foda de vocês. Fiquei louco ao te ouvir gemendo, quase fui lá.. .
Me puxou com força, virou de costas, levantou a toalha até a cintura e deu um tapa forte na bunda. Me colocou de quatro sobre a poltrona larga do quarto, bunda empinada, boceta já pingando de tesão.
O pau dele era impressionante — grosso, pesado, veias saltadas. Esfregou a glande saliente na minha entrada melada e meteu tudo de uma vez, sem piedade.
Eu gritei de prazer e choque gostoso.
— Ai, porra, Léo! Tá muito grosso… vai devagar primeiro… me abre aos poucos!
— Devagar? — ele riu, segurando meus quadris com firmeza e dando outro tapa. — Você veio aqui pra tomar rola grossa, Tânia. Rebola nessa porra toda. Mostra pra mim como é safada.
Já levemente dilatada pela foda anterior, e agora pela monstruosidade daquele pau, eu cedi. Léo começou a estocar forte, fundo, o pauzão esticando minhas paredes, batendo com impacto no fundo da vagina. Eu rebolava desesperada contra ele, gemendo feito uma puta no cio:
— Me fode, Léo… mete esse pauzão todo.. mete, vai…… eu sou sua putinha hoje… ai, caralho, tá batendo tão fundo!
Ele puxava meu cabelo, dava tapas ritmados na bunda.
— Tu vai gozar né putinha… tô sentindo ela apertar…. vai né? Goza, não precisa esperar cadela, vem..
— Então mete rápido.. mais rapidoooooo, por favoooorrrr!!!!!!
A intensidade foi demais pra mim, e eu gozei. Foi quase uma explosão: mordi os lábios com força, enquanto gozava pela segunda vez, boceta contraíndo em volta daquele monstro.
Léo também não aguentou, apertou minha cintura com força e gozou dentro de mim com estocadas brutais, enchendo minha vagina com porra grossa e quente.
— Toma tudo Tania… toma essa porra toda.. ai que delicia Tania… tô gozando, caralhooooo… — rosnou, ainda metendo devagar, espremendo até a última gota.
Só então percebi que Luis estava parado na porta, pau duro na mão, se masturbando lentamente
— Desculpa, mas não resisti.. precisava ver… porra Tania, tu é impressionante… caralho como aguenta levar pau, safada linda e deliciosa.
Eu ainda respirava ofegante, gemente, enquanto Luis dizia aquelas palavras e Leo saia devagar de dentro de mim. Quando aquele pauzão saía, ficava um vazio, e uma quantidade grande da porra dele começou a escorrer e pingar no sofá. Enquanto ele se afastava, eu virei para trás e vi aquele pauzão pendendo levemente pra baixo, ainda assustador. Fiquei em pe devagar, com as pernas trêmulas, e ouvi Luis me chamar:
— Vem Tania, te quero de novo, agora, vem….
# Parte 3 – Cavalgada lenta com Luis: controle, conexão e prazer prolongado
Voltamos para o quarto dele de mãos dadas, pelados, minha buceta inchada e melada de porra. Ele sentou em uma cadeira, e me puxou para o colo, de frente para ele. Subi devagar, sentando naquele pau reto e perfeito, sentindo ele me abrir novamente.
— Eu ainda tô lambuzada Luis
— Não tem problema. Eu adoro assim.. sente…. ahhhh…Isso… cavalga devagar pra mim, gostosa — pediu, mãos na minha cintura.
Comecei a rebolar lento, circular, sentindo cada centímetro, a glande roçando meu ponto G repetidamente. Luis olhava nos meus olhos, subia as mãos pros meus seios, apertando, beliscando os bicos e chupando com fome
— Quando você cavalga assim, não tem mundo fora daqui — murmurou ele, voz rouca de tesão, enquanto eu mexia com os pés apoiados no chão, mas sentada no colo dele, encaixada no pau
Eu aumentei o ritmo aos poucos, gemendo baixinho, olhos semicerrados de prazer:
— Seu pau me enche tão bem, Luis… tô viciada… quero gozar cavalgando você… me ajuda…
Ele então puxou meu corpo mais para perto da pelve dele, levantou minhas pernas do chão sustentando pelas coxas. Eu passei a esfregar com rapidez, o clitóris totalmente em contato com a base do pau dele, enquanto o mastro estava totalmente enterrado, massageando meu cérvix. O orgasmo veio longo, ondulante, quase interminável. Fechei os olhos, gemendo suave entre sussurros e respirações entrecortadas, meus braços em volta do pescoço dele e nossos corpos quasse fundidos em um só. Meu corpo inteiro vibrando enquanto gozava pela terceira vez, apertando ele lá dentro.
Luis não gozou dessa vez, mas como eu fiquei muito mole, ele me deixou descer, me deitou na cama para descansar um pouco. Ficamos lá, nos hidratamos, conversamos um tantinho, fui ao box, tomei outra ducha. Estava me secando quando ouvi, do outro quarto, Léo me chamando: “Tania, vem cá agora”...
#Parte 4 – Oral com Léo + Final com os dois: clímax guloso e esgotante
Quase sem forças, voltei para Léo. Ele estava deitado na cama, pau enorme duro, latejando.
— Vem aqui Tania, me dá essa buceta, esfrega ela na minha cara, quero sentir teu sabor…
Fresquinha do banho, me posicionei por cima dele em 69, boceta roçando no peito dele enquanto eu lambia e chupava aquela rola grossa com devoção.
— Chupa gostoso, Tânia… engole o mais fundo que conseguir, vai… — mandou ele, , enquanto me chupava com técnica e gula.
Quando ele começou a me penetrar, enfiando dois dedos na minha buceta melada e massageando meu clitóris inchado, meu tesão subiu ainda mais. Eu gemia com o pau na boca, babando, engolindo o máximo possível, rebolando contra a mão dele. O estímulo duplo foi demais: gozei pela quarta vez em espasmos fortes, clitóris pulsando, enquanto deitava minha cabeça na coxa dele, com metade da base do pau dele na minha boca, e minha mão massageava o restante do pau dele subindo e descendo ritmadamente. Assim que terminei gozar, enfiei o pau dele na boca e masturbei rápido. Léo segurou minha cabeça e gozou direto na minha boca — jatos grossos, abundantes, enquanto eu engolia tudo, lambendo os lábios sujos.
Nesse momento Luis já estava ao nosso lado, e acariciava minha bunda enquanto Léo gozava. O danado já estava de pau duro de novo, e falou:
— Que delicia te ver mamando assim, Tania… vem mamar o meu também.. tenho leitinho pra vc..
Eu desci da cama, e me ajoelhei na frente dele. Luis se levantou, pauzão todo babado e amolecendo, e também ficou ao meu lado. Ajoelhada entre os dois e chupei os paus alternadamente. Leo batia o pau molengão na minha cara, e enfiava na minha boca. Ficamos brincando assim, até que Luis gemeu:
— Ahhh, tá vindo Tania… ele tirou o pau da minha boca, segurou firme, e esguichou nos meus seios… Jatos brancos, nem tão densos, que escorreram e espalharam na minha pele.
A cena, era marcante.
# Epílogo
Saí do apartamento quase três horas e vinte minutos depois, o gosto forte de porra ainda na boca, buceta inchada, latejando, enquanto eu caminhava pro carro.
Quatro orgasmos intensos. Toda gozada. Dois homens, duas energias completamente diferentes — Luis carinhoso e preciso, Léo cru e selvagem — que me fizeram explorar todos os lados do meu desejo mais profundo.
Entrei no carro com um sorriso safado e satisfeito no rosto, o corpo marcado e a mente já fantasiando o próximo encontro.
PS: sei que as histórias com Luis e Léo podem estar se tornando maçantes, mas preciso obedecer a ordem cronológica das minhas aventuras. Então, pensei em ser um pouco mais breve nos relatos, para que possa passar por essa fase mais rápido. Mas saibam, estamos no DC 41, e minhas aventuras com os dois terminam apenas no DC 75. Talvez eu pule alguns, talvez não.. queria ouvia a opinão de vcs, se puderem, nos comentários ou mensagens. Agradeço... bjos.




Caramba delirei lendo teu conto adoro mulheres safadas e achei interessante a cadência numerada da putologia. Sou louco por putaria, amo ser corno manso e vou escrever mais as aventuras da minha esposa com os amantes.
Oi Roberto. Acho que se vc clicar no meu perfil aparecem todos meus relatos. Ou então entre no ultimo que aparece aí (ou primeiro, no caso), e os outros aparecerão pra vc .. bjos e obrigada pelos elogios.
É um tesão ir lendo e o pau endurecendo
Não sei se a gata já notou, mas o site corta a lista dos seus contos, deixa acessível apenas os 30 últimos, já cortou um total de 11... E não, não está nem um pouco maçante. Cada um deles me rende uma bela gozada...