Diário de uma Casada 46: Traindo na minha própria cama pela primeira vez, e gozando como nunca



# Prólogo

Tinham se passado apenas cinco dias desde o encontro intenso no Motel Flamingo. Era terça-feira, 25 de maio de 2025, e eu estava sozinha em casa, após um dia de trabalho. Para variar, meu marido havia viajado naquela manhã. Eu trocava mensagens com Léo no celular, já deitada na cama, pois passava das 10h da noite. Vestida com uma camisola curta amarela bem transparente, estilo baby-doll de tecido fino e leve, com alças finas, que mal cobria a bunda e deixava os mamilos e a aréola visíveis a quem olhasse. Por baixo, uma calcinha branca pequena, fio-dental, bem enterradinha entre as minhas nádegas (vide fotos).

A conversa era preguiçosa, mas foi esquentando rápido. Quanto mais safado Léo ficava, mais eu me excitava. Ele dizia que tinha uma fantasia, que era me comer na minha cama, no meu lar, local onde eu dormia com meu marido.

Fui negando, conforme conseguia, ressaltando que isso era algo que eu nunca tinha feito, e ele insistia que era isso que deixava ele mais louco. E eu, louca por aquele pau delicioso daquele homem, começava a pensar na possibilidade. Vcs sabem que com tesão, a gente faz loucuras.

Corroborava com isso o fato de fazer pouco mais de uma semana que meu condomínio havia mudado o sistema de portaria, agora sem a presença do porteiro físico, com a possibilidade de alguém adentrar com a digitação de uma senha. Isso diminuía o risco. Também, o apartamento em frente ao meu (eram dois por andar) estava em reforma, sem moradores. Outro risco diminuído.

Ele escreveu: “Queria muito te comer na sua própria cama, Tania. Sonho com isso”

Meu coração disparou. Era a primeira vez que eu pensava em transar com outro homem dentro do meu apartamento. O risco, a adrenalina da novidade, a sensação proibida de fazer aquilo ali, no meu lar… me deixou molhada só de imaginar. Mas eu ainda resisti.

Então, ele mudou a abordagem: “Tania, lembra daquela ideia de fazer umas fotos suas de camisola?” ele perguntou. Realmente, havíamos conversado a respeito, e nem sei de onde ele lembrou do fato. “Que tal fazermos isso hoje? Prometo não te tocar….” . Retruquei: “e vc vai conseguir?”.... “Prometo, Tania. só se vc quiser”...

Já era madrugada, e meu tesão estava a mil. Considerei que era seguro o suficiente para me sentir ousada. Passei a senha para ele, dei as coordenadas, e falei: “Venha!”.

A adrenalina de estar fazendo aquilo ali, no meu próprio apartamento, era completamente diferente de tudo que eu já tinha vivido.

**Parte 1 – A chegada e o namoro na sala**
A campainha tocou baixinho pouco depois da 1:30h. Meu coração acelerou tanto que parecia que ia sair pela boca. Eu estava sozinha no apartamento silencioso, só com a camisola, curta, transparente, e a calcinha branca pequena enterrada na minha bunda, já levemente úmida. Respirei fundo, fui até a porta e abri.

Léo entrou rápido e eu, nervosa, tranquei a porta logo atrás. Assim que a porta se fechou, ele me olhou de cima a baixo com aquele sorriso safado e faminto.
— Caralho, Tânia… você tá uma puta delícia — murmurou, aproximando-se devagar.

Me aproximei dele devagar, respiração curta e muito tensa, e dei um selinho na boca dele:
— Vem… eu chamei, puxando-o pela mão até a sala de estar. — Não estranha porque eu tô muito nervosa.

Ele me segurou, pôs a mão no meu rosto e falou:
— Fica tranquila linda. Como prometi: só o que vc quiser e permitir….

Então Léo segurou meus braços e me beijou. O beijo começou quente, mas foi ficando mais lento, profundo, língua explorando a minha. As mãos dele desceram pelas minhas costas, apertando minha bunda por cima da camisola fina, sentindo a calcinha enterradinha.
— Primeira vez aqui no seu apartamento Tania… me sinto tão honrado disso… e nem nos meus sonhos mais devassos imaginei vc linda assim — sussurrou contra minha boca, mordiscando meu lábio inferior. — Tá nervosa?
— Um pouco… mas tô muito excitada — respondi, voz baixa e manhosa, passando as mãos no peito dele.

Ele me girou, me vendo por trás, e disse;
— Esse visual é um encantamento. Olha essa calcinha enterrada… e então me puxou para o sofá da sala.

Sentou e me colocou no colo dele, de frente. Ficamos um bom tempo só nos beijando, namorando gostoso. As mãos dele subiam e desciam pelas minhas coxas, por baixo da camisola, apertando, acariciando. Eu rebolava devagar no colo dele, sentindo o pau dele endurecendo por baixo da calça.
— Você tá muito molhada já, né? — perguntou, passando o dedo por cima da calcinha branca.
— Tô… desde que você falou que vinha — confessei, envergonhada e excitada ao mesmo tempo.

Ele sorriu, e perguntou olhando pra mim com aquele olhar.
— Onde vc quer fazer aquelas fotos, amor?

Eu corei, mas o tesão falou mais alto. Levantei, ofereci minha mão para ele e disse
— Vem….

# Parte 2 – No quarto**
Eu puxei Léo pela mão e o levei direto para o quarto. A iluminação estava morna, só o abajur aceso, criando uma atmosfera íntima e um pouco proibida. Era estranho e extremamente excitante ver outro homem no meu quarto, perto da minha cama, do meu espaço pessoal.
— Então é aqui que vc dorme, que vc sonha…. gostei….

Léo me mandou subir na cama e com o meu celular começou a fazer algo que ele gosta: tirar fotografias. primeiro deitada de lado, camisola levantada mostrando a calcinha branca pequena; depois de quatro, empinando a bunda; depois de barriga para cima, pernas abertas. Eu posava olhando para a câmera, mordendo o lábio, sentindo uma mistura louca de vergonha e tesão. Era minha cama, o lugar onde eu dormia com meu marido, e agora outro homem estava fotografando meu corpo quase nu ali.
— Isso… olha pra câmera assim… puta que pariu, você fica perfeita assim. Um book disso valeria muita grana.

Eu estava morrendo de tesão. Mas muito, muito tesão. Não aguentava mais, e então falei para ele:
— Léo… vem.. sobe na cama… vem ficar comigo.

Se dizer uma palavra, ele largou o celular na mesinha de cabeceira, subiu na cama e me virou de quatro. Puxou minha calcinha branca para o lado e enfiou o rosto entre as minhas pernas. A língua quente deslizou devagar, lambendo toda a minha buceta molhada. Eu gemi baixo, empinando mais a bunda contra o rosto dele, e abaixando meu próprio rosto para abafar meu gemido contra o travesseiro. A sensação era avassaladora: estar de quatro na minha própria cama, sendo chupada por outro homem. Cada lambida parecia mais intensa por causa disso. Era proibido, errado e delicioso ao mesmo tempo.

O clima era de absoluto silêncio, dado o adiantado da hora. Qualquer ruído mais alto, seria ouvido, com certeza, algo que eu também ouvia quando outros casais passavam um pouquinho do ponto. Depois de um tempo, ele me virou de barriga para cima, tirou minha calcinha abriu bem minhas pernas e mergulhou a boca novamente. A língua circulava o clitóris, e eu delirava. Sentia o orgasmo se aproximando rápido.
— Léo… eu vou gozar… tá vindo forte… — avisei, voz trêmula, apertando o lençol da minha própria cama.

Diferente das outras vezes, ele não continuou. Parou, me olhou, mantendo-me na eminência de um gozo fenomenal. Eu gemi frustrada:
— Por favor… para de provocar… me come… enfia logo… eu preciso sentir você dentro de mim agora — implorei, olhando nos olhos dele.

Léo se levantou, tirou a roupa devagar, revelando aquele pau grosso de 22 cm já duro, balançando com o peso. Subiu entre as minhas pernas, esfregou a glande na minha entrada encharcada e foi entrando bem devagar. Cada centímetro me abria. Quando ele chegou bem no fundo e encostou firme no meu cérvix, eu explodi e gozei. Inacreditavelmente, bastou o toque lá.

O orgasmo foi longo, profundo e devastador. Meu corpo arqueou na cama, pernas tremendo violentamente ao redor dele. Senti ondas fortes de prazer saindo do fundo da barriga, subindo pela coluna, fazendo meus dedos se contraírem.
— Ai, Léo… tô gozando… tô gozando muito! — gemi alto, quase chorando de prazer.

Ele ficou imóvel, enterrado até o fundo, sentindo minhas paredes apertarem e pulsarem loucamente ao redor do pau dele.
— Caralho, Tânia… você gozou já? — perguntou surpreso, voz rouca. — Que bucetinha sensível… tá apertando pra caralho.

Eu não conseguia responder. O orgasmo se prolongou por quase um minuto, ondas lentas e intensas, meu corpo convulsionando suavemente debaixo dele, sucos escorrendo. Talvez fosse ainda mais forte por causa do lugar: minha cama, meus lençóis, o lugar mais íntimo da casa.

Quando finalmente acalmei, ainda tremendo, Léo sorriu e beijou minha boca.
— Caralho, Tânia… — murmurou surpreso, olhando para baixo.
O pau dele estava completamente encharcado, brilhando com meu gozo. Escorria até pela base. Ele olhou para o lençol da cama e viu uma mancha grande e molhada onde eu estava deitada.
— Você gozou pra caralho… olha o estado da sua cama — disse com um sorriso orgulhoso e excitado, passando a mão na coxa molhada. — Nunca vi você molhar tanto.

Eu corei, ainda ofegante, mas o tesão só aumentou com a visão.
— Foi forte demais… — respondi, voz fraca. — Você me fez gozar diferente Será que isso foi um squirting? Eu nunca tive um, não sei dizer.
Léo sorriu, passou o pau encharcado na minha entrada novamente e falou rouco:
— Não sei, e não importa. Foi gostoso demais…Vamos ver o quanto mais você consegue.

Dito isso, me virou de ladinho pro lado esquerdo. Minha perna esquerda ficou estendida, e ele sentou sobre minha coxa. A perna direita, que estava por cima, ele flexionou bastante, quase tocando meu joelho no meu peito. Segurando o pau com sua mão esquerda, e minha coxa de cima com a mão direita, ele me penetrou de novo, deslizando aquele carahoh maravilhoso de volta para dentro de mim.

Começou um vai e vem gostoso, profundo, me fazendo ver estrelas, e gemer a cada vez que tocava meu fundinho. Eu não tive dificuldade em chegar lá. Quando ele acelerou, suando, eu gozei forte mais uma vez. Meus gemidos aumentaram e eu falei:
— Léo, tô gozando de novvooooooo!!!!!

E ouvi de volta:
—- Quieta Tania… pára de gemer, teus vizinhos vão escutar…..
Eu engoli o gozo, soluçando e me afogando nele, tentando manter o silêncio, mas sons sexuais insistiam em sair da minha boca, ainda que travados.

Sentindo que eu estava faminta, Léo deitou de costas no meio da cama, o pau grosso todo molhado de mim. A madrugada estava silenciosa — o apartamento todo quieto, só o zumbido distante do ar-condicionado. Qualquer som parecia amplificado: o rangido leve do colchão, nossa respiração, o barulho molhado da pele.

Ele me olhou com desejo e falou baixinho, quase num sussurro rouco:
— Vem cá. Quero você cavalgando. De costas pra mim. Mas quietinha… não podemos fazer barulho.

Eu subi nele, de costas, joelhos apoiados no colchão. Segurei o pauzão, esfreguei a glande na minha entrada encharcada e fui descendo devagar. Quando sentei completamente, soltei um gemido abafado, mordendo o lábio para não fazer barulho.
— Ai… tá tão fundo… — sussurrei, começando a rebolar bem devagar.

O silêncio da madrugada deixava tudo mais intenso. Cada movimento meu fazia o colchão ranger levemente. Léo segurava minha cintura com as duas mãos, guiando o ritmo, mas também me controlando para não subir e descer forte demais.

Eu variava: rebolava devagar, sentindo ele pressionar fundo, depois quicava mais curto e rápido, mas sempre tentando abafar os gemidos. O pau grosso roçava minhas paredes, a glande batendo no fundo. Meu corpo suava. Os seios balançavam a cada movimento.
— Isso… rebola gostoso… mas devagar — ele sussurrou, voz tensa de tesão, dando tapas leves e abafados na minha bunda. — Não quero acordar ninguém… mas você tá gostosa pra caralho.

Eu inclinei o corpo um pouco para frente, apoiando as mãos nas coxas dele. O ângulo mudou e o prazer aumentou. Tentei controlar a respiração, gemendo baixinho, quase engasgada:
— Tá tão bom… eu quero gozar de novo… mas tô me segurando pra não gemer alto…

Léo subia o quadril devagar, encontrando minhas descidas, metendo fundo mas controlado. O barulho molhado do pau dele entrando e saindo da minha buceta era inevitável, ecoando no quarto silencioso. Nós dois tentávamos abafar os sons — ele mordendo o próprio lábio, eu cobrindo a boca com o dorso da minha mão de vez em quando.

O orgasmo foi se aproximando devagar, intenso. Eu rebolava mais rápido, mas tentava manter o colchão quieto.
— Léo… tô perto… não.. tô perto não….tô gozando… — sussurrei desesperada, voz tremendo.

Ele apertou minha cintura com força e meteu de baixo com mais urgência, ainda controlando o volume.
— Goza pra mim… mas quietinha… — pediu, rouco.

Gozei forte, corpo tremendo, buceta apertando ele em espasmos longos. Mordi o braço para abafar o gemido. Quase ao mesmo tempo, Léo gemeu baixo, puxando minha cintura contra si e gozando fundo dentro de mim, pulsando bastante, enchendo-me com jatos quentes daquela porra gostosa.

Ficamos alguns segundos assim, respirando pesado, tentando recuperar o fôlego em silêncio. O apartamento continuava quieto, como se nada tivesse acontecido.

# Parte 3: no banheiro
Depois de gozarmos juntos, Léo me puxou para o lado dele na cama. Nós dois estávamos suados, respirando ainda acelerados. Ele me abraçou por trás, meu corpo colado no dele, uma perna entre as minhas. Depois de um tempo, ele falou baixinho, quase no meu ouvido:
— Então aqui é teu lugar, né? Teu cantinho… tua cama, teus lençóis… — murmurou, voz rouca e provocadora. — O lugar onde você dorme com ele… e agora tá aqui, toda molhada, cheia do meu pau.

Eu corei, mas o tesão aumentou com as palavras dele.
— É… — respondi baixinho. — É estranho… mas me excita demais.

Ele apertou minha cintura, beijando meu ombro.
— Traição boa, né? Foder outro homem na sua própria cama, no apartamento da sua família… enquanto ele não tá. Você gostou disso, não? De se sentir safada assim.
— Gostei… — confessei, voz manhosa. — Me senti diferente, não sei explicar. Como se estivesse realmente traindo.

Léo riu baixinho, satisfeito, e passou a mão na minha bunda.
— Pois é. E você gozou pra caralho justamente por causa disso. Molhou a cama toda… nunca te vi assim. Adoro saber que sou eu que te faço perder o controle no lugar mais sagrado da sua casa.

Conversamos mais um pouco nesse tom — ele provocava, eu respondia envergonhada mas excitada. Depois de uns minutos, minha mão desceu pelo corpo dele até encontrar o pau. Ainda estava meio mole, mas quente. Comecei a masturbar lentamente, sentindo ele crescer na minha mão.

Léo soltou um suspiro longo.
— Hmmm… você não tá satisfeita ainda? — perguntou, voz já mudando.
— Não… quero sentir você duro de novo — respondi, apertando um pouco mais.
— Não tá tarde pra vc? E o trabalho?
— Dane-se o trabalho, quero mais de vc…

O pau dele foi endurecendo rápido na minha mão, ficando grosso e latejando.
— Vem… vamos tomar um banho juntos.

Ele sorriu, me deu um beijo leve e me acompanhou até o banheiro. Liguei o chuveiro, ajustando a água para morna. O box de vidro embaçou rapidamente. Entramos juntos. A água caiu sobre nossos corpos, lavando o suor e o cheiro de sexo.

Nos abraçamos debaixo da água. O beijo veio naturalmente — lento no começo. Nossas línguas se enroscavam, mãos escorregando pela pele molhada. Eu sentia o pau dele, ainda meio duro, pressionando contra minha barriga.

Ajoelhei na frente dele, a água caindo nos meus ombros. Segurei o pau grosso com as duas mãos e comecei a chupar. Coloquei na boca, chupando com vontade, subindo e descendo a cabeça, usando a mão na base.
— Hmmm… assim… chupa gostoso — ele sussurrou, segurando meu cabelo molhado. — Você fica tão safada de joelhos…

Eu gemia com o pau na boca, olhando pra ele. O chuveiro abafava um pouco o som, mas ainda tínhamos que nos controlar. Até porque, não era normal alguém tomar banho àquela hora, e certamente se alguém estivesse no banheiro nos outros andares, perceberia algo estranho Ele endureceu rápido na minha boca, ficando a ponto de me penetrar.

Léo me levantou, me virou de costas e me encostou na parede do box. Levantou uma das minhas pernas, apoiando em um pequeno degrau, e posicionou o pau na minha entrada.
— Devagar… — sussurrei, mordendo o lábio. — O canal de ventilação conecta todos os banheiros do prédio. Qualquer barulho alto espalha…

Ele entrou devagar por trás, me enchendo completamente. Começou a meter com ritmo firme, mas controlado. Cada estocada fazia meus seios balançarem contra a parede molhada. Eu gemia baixinho, abafando o som com a mão.
— Tá tão gostoso… — sussurrei, voz tremendo. — Me fode assim…

Ele acelerou um pouco, uma mão na minha cintura, a outra subindo para tapar minha boca gentilmente quando meus gemidos aumentavam.
— Shhh… quietinha… — murmurou no meu ouvido, metendo mais forte. — Não quero que o prédio inteiro escute você gemendo meu nome.

Eu mordia a palma da mão dele, gemendo abafado enquanto ele metia fundo. A água caía sobre nós, o barulho ajudando a disfarçar um pouco. Ele me virou de frente, levantou minha perna novamente e voltou a meter, agora olhando nos meus olhos.
— Olha pra mim enquanto eu te fodo — sussurrou, tapando minha boca de novo quando eu comecei a gemer mais alto. — Goza pra mim… mas sem fazer barulho… ele percebia que meu tesão estava pronto para explodir

E aconteceu. Eu entreguei para ele meu quarto orgasmo naquela madrugada. Meu mundinho, meu banheiro e ele, não era meu marido. Ele me fazia gozar muito mais. Meu corpo tremeu contra ele, buceta apertando o pau grosso. Gemi contra a mão dele, olhos revirando, pernas fraquejando. Léo continuou metendo, prolongando meu prazer, mas ainda segurando o próprio orgasmo.

Quando eu parei de tremer, ele me beijou devagar, ainda dentro de mim.
— Vc é uma loucura, garota… — sussurrou, sorrindo.

# Parte 4
Saímos do chuveiro ainda ofegantes, corpos vermelhos da água quente. Léo me encostou na pia do banheiro, ainda molhados. Eu ajoelhei na frente dele, o chão frio contrastando com a pele quente, e o chupei mais uma vez.

Segurei o pau grosso com as duas mãos e comecei a chupar. Primeiro lambi toda a extensão. Depois coloquei na boca, chupando com vontade, subindo e descendo a cabeça, usando a mão na base.
— Isso… chupa gostoso — ele sussurrou, segurando meu cabelo molhado. — Você fica linda de boca cheia.

Em alguns momentos, ele tirava o pau da minha boca e batia com ele no meu rosto, Eu pegava de volta, engolia e gemia com o pau na boca, olhando pra ele. Aumentei o ritmo, chupando mais fundo, babando bastante. Léo respirava pesado, quadril mexendo levemente, fodendo minha boca devagar.
— Tô perto… não para — avisou rouco.

Eu acelerei, chupando com mais fome, língua girando na glande. Ele gemeu baixo, segurando minha cabeça, e gozou forte na minha boca, soltando um gemido que certamente poderia ser ouvido. Eu, de minha parte, engoli tudo devagar, lambendo até a última gota, olhando pra ele.

Saímos do banheiro, nos secamos com toalhas macias. Eram quase 4:20 da manhã. O apartamento estava silencioso, a madrugada profunda lá fora.
— Tô com fome — eu disse.. vem fazer um lanche.

# Parte 5: uma breve pausa
Enquanto ele terminava de se limpar e secar, no banheiro, fui até o quarto e vesti minha camisolinha, então para a cozinha, preparar algo para comermos. Ele veio logo, enrolado na toalha. Eu abri a geladeira, pegando queijo, presunto, pão e suco. Preparamos uns sanduíches simples na bancada, comendo em pé, trocando olhares e risinhos cúmplices. O silêncio da madrugada era quase ensurdecedor — o barulho baixo da faca cortando o pão, nosso som mastigando, o ar fresco da madrugada.

Léo me olhava enquanto comia, passando a mão na minha cintura.
— Nunca pensei que ia comer um lanche na cozinha da sua casa às quatro e meia da manhã — falou baixinho, divertido.

Eu sorri, ainda sentindo o corpo sensível.
— Nem eu… mas tá sendo incrível.

Terminamos o lanche rápido na cozinha. Eram quase 4:40 da manhã. Puxei Léo pela mão e voltamos para o quarto. O ar estava mais fresco, os lençóis ainda bagunçados. Léo me olhou, sorrindo:
— Você fica ainda mais gostosa vestida com essa camisola… — murmurou.

Eu me aproximei dele, dei um beijo leve e sussurrei:
— Fica aqui comigo. Dorme aqui hoje.

# Parte 6: de volta ao quarto
Ele aceitou com um sorriso. Mas antes de deitar, ele me olhou com aquele olhar faminto de novo.
— Sobe na cama. De quatro pra mim… quero te ver assim de novo.

Eu obedeci, subindo na cama e ficando de quatro, a camisola amarela curta subindo naturalmente, deixando a bunda quase toda à mostra. Léo subiu atrás de mim, já com o pau meio duro de novo. Ele esfregou a glande na minha entrada, sentindo que eu ainda estava molhada.
— Assim… com a camisola no corpo… — sussurrou, voz rouca. — Tá uma delícia.

Não acreditei que ele iria me foder de novo. Mas ele segurou minha cintura e começou a forçar o pau, que estava com uma ereção incompleta. Entrou devagar, macio, e encaixou perfeitamente. Logo, começou a meter com força, o pau endurecendo e me preenchendo completamente a cada estocada. A camisola balançava no meu corpo, as alças caindo dos ombros. Eu mordia o travesseiro para abafar os gemidos.
— Ai… Léo… tá forte… — gemi abafado.

Ele acelerou, metendo fundo, a pele batendo contra a minha. Uma mão segurava minha cintura, a outra puxava o tecido da camisola, usando como alavanca.
— Você fica tão puta com essa camisolinha… — rosnou baixinho. — Rebola pra mim.

Eu rebolava contra ele, sentindo o pau bater fundo. O prazer subiu rápido de novo. Meu corpo tremia, as coxas fraquejando.
— Vou gozar… de novo… — avisei, voz tremendo.

Léo meteu mais forte, segurando firme. Eu gozei, apertando o pau dele, gemendo abafado no travesseiro. Ele continuou metendo, como barulho inconfundível da minha bunda sendo massacrada pela púbis dele.

Léo ainda não tinha gozado. Ele me tirou da posição de quatro, me deitou de bruços na cama e subiu por trás, cobrindo meu corpo com o dele. Abriu minhas pernas com os joelhos e entrou de uma vez, fundo. Começou a meter forte, o peso do corpo dele pressionando o meu contra o colchão. Cada estocada era profunda e pesada, o pau grosso batendo lá no fundo.

O quarto estava em completo silêncio — eram 5h da manhã, o condomínio dormindo. Qualquer gemido mais alto poderia ecoar pelo corredor ou pelo sistema de ventilação. Eu mordia o travesseiro com força, abafando os sons.
— Ai… Léo… tá forte demais… — gemi abafado, voz tremendo contra o tecido.

Ele segurou meus pulsos, prendendo-os acima da minha cabeça com uma mão, enquanto a outra apertava minha bunda. Metia com ritmo intenso, o corpo batendo contra o meu, o colchão rangendo levemente.
— Shhh… quietinha… — sussurrou rouco no meu ouvido, mordendo o lóbulo. — Não pode fazer barulho… o prédio inteiro vai ouvir você gemendo como uma putinha.

Eu tentava controlar, mas era difícil. Cada estocada forte fazia meu corpo tremer. A camisola molhada de suor colava na pele. Ele acelerou, metendo fundo e rápido, respirando pesado contra minha nuca.
— Tô quase… vou gozar fundo em você — avisou.

Quando ele gozou, pulsando forte e enchendo-me com jatos quentes, eu não resisti. O orgasmo veio junto, forte e profundo, a sola dos meus pés formigando totalmente. Mordi o travesseiro com força para abafar o gemido longo e intenso.

Léo gemeu baixo no meu ouvido, pressionando o corpo contra o meu até a última pulsação.
Então ele saiu de dentro de mim, rolando até deitar ao meu lado. Eu fiquei imóvel, quase paralizada, com a buceta aberta e vazia de pau, mas cheia de porra, que aos poucos escorria de mim para molhar minha cama. Ficamos assim, respirando juntos no silêncio da madrugada.

# Epílogo*
Exaustos, suados e com o corpos completamente entregues, nos abraçamos e dormimos profundamente. Foi meu recorde em orgasmos, 6, em um único encontro. O cansaço foi tão grande que nem nos importamos com o lençol molhado ou o cheiro forte de sexo que tomava o quarto.

Acordamos depois das 10:30. A luz do dia entrava pelas frestas da cortina, e os barulhos de uma quarta-feira comum preenchiam o ambiente lá fora. Léo tomou um banho rápido, se vestiu e me deu um beijo longo na porta do quarto.
— Preciso correr pro trabalho — disse, ainda com um sorriso satisfeito. — Foi incrível, Tânia. Meu Deus, cada encontro contigo consegue superar o anterior…. Muito obrigado por confiar em mim, e me dar na tua cama…

Eu ofereci preparar um lanche rápido, mas ele recusou, já atrasado. Deu mais um beijo, pegou carteira e chave do carro e saiu discretamente do apartamento.

Fiquei sozinha no quarto, ainda nua por baixo da camisola amassada. Sentei na beira da cama e olhei ao redor: os lençóis bagunçados, a mancha úmida visível, o cheiro dele misturado ao meu ainda no ar. Era surreal. Eu tinha passado a madrugada inteira fodendo com meu amante na **minha própria cama**, no apartamento onde moro com meu marido. O silêncio da madrugada tornava cada gemido, cada estocada absurdamente alto — e justamente esse risco, essa possibilidade de ser ouvida, me deixava ainda mais molhada e excitada a cada vez. Era como se o silêncio do condomínio denunciasse o que estávamos fazendo, amplificando o proibido. Trair ali, no lugar mais íntimo da minha vida, tinha um sabor completamente diferente. Perigoso. Viciante.

Foto 1 do Conto erotico: Diário de uma Casada 46: Traindo na minha própria cama pela primeira vez, e gozando como nunca

Foto 2 do Conto erotico: Diário de uma Casada 46: Traindo na minha própria cama pela primeira vez, e gozando como nunca

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Ficha do conto

Foto Perfil tania32
tania32

Nome do conto:
Diário de uma Casada 46: Traindo na minha própria cama pela primeira vez, e gozando como nunca

Codigo do conto:
267372

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
16/07/2026

Quant.de Votos:
7

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5