Quarta à noite me arrumei com tesão: estava muito calor. Macacão bege justo de linho, curto, sem calcinha nenhuma, zíper aberto até o meio dos seios, deixando boa parte dos meus peitos à mostra. Perfume de baunilha na pele. Enquanto dirigia, eu já estava molhada, imaginando aquele pau grosso de 22 cm me abrindo novamente.
Léo abriu a porta com aquele olhar calmo mas predatório. Não disse uma palavra. Me puxou pela cintura com força, bateu a porta e me prensou contra ela. Seu beijo foi lento, profundo e faminto. A língua dele invadia minha boca enquanto suas mãos já apertavam minha bunda por baixo do macacão.
— Então Tania, que saudade de vc… Deu muito pro Luis, né? Eu tô sabendo. — murmurou rouco, beijando minha orelha e meu pescoço.
— Eu tentei ficar quieta… mas não consegui parar de pensar no seu pau… e Luis me fode bem gostoso também — respondi, quase gemendo.
Ainda em pé, e beijando com vontade, entre um apertão e outro, ele se posicionou atrás de mim, apertou meus seios com vontade enquanto explorava meu pescoço com a boca, me deixando arrepiada. Abriu meu zíper até embaixo com um puxão e enfiou a mão por dentro do macacão, acariciando e apertando meus seios que estavam com os mamilos duros, também arrepiados. Foi descendo a mão, até chegar entre minhas pernas, sentindo minha buceta encharcada.
— Porra… você está pingando. Nossa, que delicia Tania, tu me faz falta caralho…
# Parte 1 – Oral na bancada da cozinha
Léo me pegou no colo e me levou até a cozinha, escorando contra a bancada. Se abaixou na minha frente e o macacão para baixo, me deixando nua e expondo minha buceta completamente. Ficou olhando para ela, passando o dedo médio devagar entre os lábios melados.
— Olha como essa bucetinha está inchada de tesão… Tania, que loucura isso… — provocou.
Ele então me levantou, sentando-me na bancada e abriu minhas pernas, enquanto eu me inclinei para trás. Se aproximou e atacou. Sua boca quente envolveu meu clitóris inteiro, chupando com força, sugando, lambendo em movimentos longos e lentos. Seus dedos me invadiram gentilmente, fodendo meu interior enquanto a língua trabalhava sem parar. O frio do mármore na minha bunda contrastava com o calor da boca dele, me deixando louca, naquele mesmo lugar onde Luis havia me fodido na semana anterior.
— Ai, Léo… caralho… chupa gostoso… assim… — gemi, segurando a cabeça dele.
Enfiou mais um dedo, o terceiro, esticando minhas paredes, metendo rápido e fundo. Percebi que ele se esforçava, gemendo baixo enquanto me saboreava, engolindo todo meu caldinho. Eu não aguentei. Minhas coxas tremeram violentamente e gozei forte, gemendo bem gostoso. Senti minha buceta sensível, mas Léo continuou chupando e metendo os dedos, prolongando o orgasmo até eu ficar mole, ofegante, implorando:
— Pára Leo, por favor… ahhhh, pára…. gozeiiiiiii
# Parte 2 – De quatro na varanda
Ainda tremendo, Léo me tirou da bancada, devagar. Só então que me dei conta de que ele ainda estava vestido, enquanto eu, totalmente pelada, já havia gozado igual uma cadela no cio. Faminta como estava por aquele pauzão, fui até ele, envolvi um braço em volta do pescoço, beijando ele, e levei outra mão ao pau, por cima da calça. O monstro estava lá, duro.
— Quer que eu chupe? Perguntei, já salivando
— Não não… vai ser diferente, ele respondeu, me virando e arrastando até a varanda.
Era uma varanda fechada com vidro fumê, mas não consigo deixar de pensar que, na noite, algém poderia ver lá de fora, mesmo que as luzes estivessem todas apagadas (apenas a da cozinha dava alguma mínima luminosidade ao apartamento) e um voal cobrisse a vidraça.
Me colocou de quatro, mãos na grade de vidro, bunda empinada para ele. Um vento fresco que vinha não sei de onde batia na minha buceta molhada.
— Segura firme nessa grade — ordenou.
Senti a cabeça avantajada pressionando minha entrada. Ele segurou meus quadris com força e começou a empurrar. O pau era tão grosso que eu sentia minha buceta sendo aberta ao limite. Centímetro por centímetro, ardendo, esticando.
— Porra, Léo… você é muito grosso… vai devagar… ai meu Deus… — choraminguei, apertando a grade.
— Relaxa essa bucetinha… vc já engoliu esse pau outras vezes… vai, relaxa amor….
Quando ele finalmente entrou tudo, senti uma pressão profunda, quase dolorida, no útero. Ele começou a meter com força — estocadas pesadas, saindo quase todo e voltando com violência. O barulho molhado dos nossos sexos ecoava na varanda. Segurava meu quadril com uma mão, e dava tapas fortes na bunda com a outra.
— Isso… toma esse pau grosso, sua puta! Rebola pra mim!
A dor foi vencida, o prazer assumiu o lugar e eu começei a sentir toda aquela corrente elétrica que emanava da minha buceta em direção a todas as partes do meu corpo.
— Me fode… mete mais forte… me usa, Léo!
Quando ele inclinou sobre mim, abraçando meu corpo e apertando meus seios com vontade, e cochichando no meu ouvido o quanto minha buceta era gostosa, eu gozei pela segunda vez de forma intensa, gemendo, pra satisfação do meu macho, que continuava metendo sem parar, me apertando e estocando fundo enquanto eu gozava.
# Parte 3
Depois desse orgasmo, eu precisei de uma pausa. Voltamos para a cozinha, beber água e relaxar um pouco. Vocês tem ideia do que é ficar alí, nua, com aquele homem com um pau de 22cm e muito grosso (o mais grosso da minha vida), ainda totalmente duro, esperando eu me recompor pra me foder de novo?
Passaram-se alguns minutos, eu estava recuperada, e pronta novamente. Nos aproximamos, beijamos gostoso, e enquanto eu acariciava aquele monstro, minha buceta dava sinal de vida novamente, quente e molhada.
# Parte 4 – Cavalgada de frente
Léo me carregou para dentro da sala. Sentou no sofá largo e me puxou para cima dele, de frente. Seu pau estava duro como pedra, latejando, e minha buceta, como sempre, molhada pra caralho. Sentei sobre as coxas dele, quase nos joelhos, de frente para ele. Segurei aquela coisa enorme com as duas mãos, sentindo o peso e o calor.
— Nossa, olha isso… não canso de admirar e ficar surpresa com o volume dele, eu disse, encantada enquanto masturbava ele.
Levantei os quadris, e cheguei para frente. Alinhei na entrada da minha buceta e comecei a descer devagar. A glande avantajada me abria deliciosamente, com alguma dificuldade. Desci milímetro por milímetro, até sentar completamente. O pau dele tocava tão fundo que eu sentia uma pressão deliciosa no útero (sei que nem todas concordam que seja delicioso, boa parte das mulheres sentem desconforto, mas eu gosto)..
— Porra, Léo… como você me enche toda… parece que vai sair pela minha garganta — gemi, com a voz rouca.
— Olha nos meus olhos enquanto cavalga esse pau — ordenou, segurando meu queixo com firmeza.
Comecei a subir e descer, primeiro devagar, sentindo todo o comprimento, depois aumentando o ritmo. Rebolava no fundo, esfregando meu clitóris inchado contra a base dele. Léo chupava meus mamilos com fome, mordendo os bicos duros, puxando levemtne com os dentes enquanto suas mãos grandes apertavam minha cintura, me ajudando a quicar mais forte.
— Isso… rebola gostoso… faz esse pau desaparecer dentro dessa bucetinha gulosa — rosnava, dando tapas na minha bunda enquanto eu subia e descia.
— Ele é tão grosso… me rasga todinha… ai, eu adoro… me fode mais fundo!
O terceiro orgasmo veio mais lento, quase torturante. Senti ele se formando lá no fundo, uma onda quente subindo pela espinha. Fechei os olhos, rebolando devagar enquanto o prazer me consumia. Gozei forte, apertando o pau dele com espasmos, soltando gemidos longos e entrecortados. E o incrível, é que quanto mais eu gozava, mais queria foder com ele.
# Parte 5 – De ladinho
Léo não me deu quase nenhum tempo para recuperar o fôlego. Ainda com o corpo tremendo, ele me tirou de cima dele e me deitou de lado no sofá, eu de frente para o encosto. Colou seu corpo grande e quente atrás de mim, encaixando-se perfeitamente. Senti o pau ainda duro, pesado e molhado roçando na minha bunda antes dele alinhar a glande grossa na minha entrada.
Com um movimento firme do quadril, ele enfiou tudo de uma vez. Soltei um gemido longo e rouco. Nessa posição o pau dele parecia ainda mais grosso, sentido claramente enquanto ele entrava fundo.
— Aaaahh… Léo… caralho… — choraminguei, sentindo ele tocar fundo no meu útero.
Uma de suas mãos envolveu meu seio, apertando com força, beliscando o mamilo entre os dedos. A outra mão desceu devagar pela minha barriga até encontrar meu clitóris inchado e sensível. Começou a esfregá-lo em círculos lentos no começo, depois mais rápidos e precisos, enquanto metia com estocadas firmes, profundas e ritmadas.
— Ai Tania, caralho.. sinto teu útero, ahhh delícia….Sente como chega bem no fundinho e te preenche? — sussurrou rouco no meu ouvido, mordendo o lóbulo da minha orelha com vontade.
— Sinto… ele é tão grosso… parece que está me rasgando por dentro… mas é tão gostoso…
— Essa buceta…. delicia…. Você gosta de ser comida assim, bem coladinha, né sua safada?
Ele acelerou o ritmo das estocadas, mantendo o corpo colado no meu. O som molhado e obsceno do pau entrando e saindo ecoava pela sala. Seus dedos no clitóris não paravam, pressionando com a pressão exata que eu precisava. Eu sentia o suor dos nossos corpos misturando, o calor dele nas minhas costas, a respiração pesada no meu pescoço.
O quarto orgasmo começou a subir diferente — mais profundo, quase sufocante. Meu corpo inteiro tremia contra o dele. Mordi o lábio com força, tentando segurar, mas não consegui.
— Léo… eu vou gozar… ai meu Deus… não para…
— Goza pra mim… essa bucetinha gulosa. Quero sentir você gozando enquanto te encho.
Gozei forte, um orgasmo silencioso mas devastador. Fiquei tremendo inteira, olhos marejados, soltando gemidinhos curtos e entrecortados enquanto minha buceta contraía violentamente ao redor dele. Léo grunhiu no meu ouvido, apertou meu corpo contra o dele com força bruta e gozou fundo dentro de mim. Senti jatos quentes, grossos e abundantes me enchendo, cada pulsada do pau dele era claramente sentida. Ele ficou lá, enterrado até o fundo, pulsando e despejando tudo enquanto me abraçava forte.
Ficamos assim por um tempo, ofegantes, colados, o pau ainda latejando dentro de mim.
# Parte 6 – Boquete em pé
Depois de gozarmos, demos outra pausa. Incrível como sentia o vazio quando Léo saía de mim. Depois de um tempo, Léo perguntou se eu ainda conseguia mais. Eu somente dei risada, e pensei “vc não me conhece?”...
Ele então levantou e me puxou pelo braço, colocando-me de joelhos no tapete da sala, bem na frente dele.
— Abre essa boca. Quero foder sua garganta agora — ordenou com a voz autoritária.
Segurou minha cabeça com as duas mãos e enfiou o pau ainda mole na minha boca sem dó. Senti o gosto forte da nossa mistura — meu gozo e a porra dele. Começei a sugar o pau dele, que endureceu gradualmente. QUnado já estava uns 70%, começou a meter fundo, tentando invadir minha garganta. Eu babava inteira, lágrimas escorrendo pelo rosto, engasgando enquanto ele controlava o ritmo.
— Isso… engole tudo… que boca gostosa pra caralho. Chupa mais fundo, Tania.
Eu tentava relaxar a garganta, olhando pra cima para ele, enquanto ele fodia minha boca com estocadas longas e pesadas. O pau grosso esticava meus lábios ao máximo. Uma das minhas mãos desceu entre minhas pernas e comecei a tocar meu clitóris inchado e sensível. O prazer subiu rápido novamente.
— Tá se tocando enquanto chupa meu pau? Que puta safada… — ele gemeu, sorrindo com malícia.
Aumentei o ritmo dos meus dedos, chupando com mais vontade, passando a língua pela glande avantajada toda vez que ele saía. Minha masturbação, naquele momento, era uma coisa nova e diferente. É raro que eu me masturbe, mesmo nos momentos a sós e com tesão. Mas alí, com aquele homem e aquele pauzão na minha frente, era diferente. Não só gostei, como gozei, pela quinta vez, ajoelhada, gemendo alto com o pau dele enfiado na boca, o corpo tremendo. Léo segurou minha cabeça com mais força e fodeu minha boca com mais intensidade.
Poucos minutos depois ele puxou o pau, segurou firme pela base e ordenou:
— Abre a boca e olha pra mim.
Gozou forte na minha boca, jatos grossos e quentes. Engoli tudo o que consegui, o resto escorrendo pelo meu queixo e pingando nos meus seios. Continuei lambendo e chupando a cabeça sensível enquanto ele terminava de gozar.
# Parte 7 – De bruços (Final emocional)
Léo me pegou no colo, me carregou até o quarto e me deitou de bruços na cama king size. Abriu minhas pernas devagar e deitou por cima de mim, cobrindo meu corpo pequeno com o dele completamente. Senti o peso delicioso, o calor da pele, o peito largo nas minhas costas.
Alinhou o pau, que não estava totalmente duro e entrou bem devagar por trás. Essa é uma das vantagens de pau grande. Mesmo em um restado de semiflacidez, consegue a penetração, desde que tenha rigidez suficiente. E ele tinha. Enfiou, e ficou, quase sem movimento. Apenas estocadas lentas, profundas, coladas. Cada vez que ele entrava até o fundo, ficava alguns segundos lá, pressionando tudo lá dentro antes de sair quase todo e voltar.
— Com você… até quando quase não se mexe… é tão gostoso — sussurrei, voz embargada de emoção e prazer.
— Isso… sente ele bem fundo… bem quietinha pra mim — murmurou rouco no meu ouvido, beijando minha nuca e ombros.
A sensação era esmagadora. O pau grosso endurecendo cada vez mais, pressionando cada ponto sensível, o peso dele me prendendo na cama, o calor da pele, a respiração dele no meu pescoço. Era íntimo, carnal e emocional ao mesmo tempo. Minhas mãos seguravam os lençóis com força.
E eu gozei de novo. Foi diferente — lento, profundo, quase espiritual. Senti as lágrimas escorrendo dos meus olhos enquanto gozava quase imóvel, apenas contraindo forte ao redor daquele pau grosso. Meu corpo tremia sutilmente embaixo do dele.
Léo me apertou ainda mais forte contra o corpo, beijou minha nuca com carinho e ficou enterrado bem fundo, sentindo meus espasmos até o final.
Epílogo
Ficamos um longo tempo conectados em silêncio. Léo ainda estava dentro de mim, o pau semi-duro pulsando lentamente enquanto minha buceta contraía de forma involuntária ao redor dele. Seu corpo pesado cobria o meu completamente, como um casulo quente e protetor. Senti sua respiração lenta no meu pescoço, seus lábios depositando beijos preguiçosos na minha nuca e ombros. Nenhum de nós queria se mexer.
Eu me sentia completamente destruída… e ao mesmo tempo mais viva do que nunca.
Minhas pernas tremiam levemente. A buceta latejava, inchada, sensível, repleta da porra quente dele. Cada pequeno movimento fazia eu sentir o quanto ele tinha me enchido — uma sensação pesada, molhada e deliciosamente indecente. Meu corpo todo estava marcado: bunda vermelha dos tapas, cabelos desgrenhados, suor misturado aos nossos fluidos, lábios inchados de tanto chupar.
Mas o que mais me dominava não era só o cansaço físico. Era uma onda profunda de satisfação, quase emocional. Com Luis, quatro, e três dias antes, eu tinha sido fodida com brutalidade pura, como uma puta sem limites. Com Léo foi diferente. Havia força, sim. Havia dominação. Mas também havia essa conexão densa, quase íntima, que me desmontava por dentro. Ele conseguia me fazer gozar gritando e, minutos depois, me fazer gozar quase em silêncio, com lágrimas escorrendo. Eu me sentia poderosa. Desejada. Viciada.
“Como eu cheguei aqui?”, pensei, enquanto ele acariciava minhas costas com a ponta dos dedos. Casada, mulher de vida organizada… e agora completamente rendida ao prazer proibido. Dois sócios. Mesmo apartamento. Mesma semana. E eu não sentia culpa. Sentia fome. Uma fome que só parecia crescer.
Léo finalmente saiu de dentro de mim devagar. Senti um fio grosso de porra escorrendo pela minha coxa imediatamente. Ele me virou com carinho, olhou nos meus olhos e passou o polegar no meu lábio inferior.
— Você é perigosa, Tania… — murmurou, quase como se estivesse falando para si mesmo.
Sorri fraco, ainda recuperando o fôlego.
— E você me deixa pior a cada vez.
Ele me ajudou a levantar. Minhas pernas estavam bambas, fracas. Caminhei devagar até o banheiro, sentindo a porra dele escorrendo mais a cada passo. Tomei um banho rápido, mas não lavei por dentro. Queria levar ele comigo. Queria sentir ele vazando durante o caminho de volta para casa.
Quando voltei, vesti o macacão bege. Por prudência, havia colocado um absorvente, para não manchar a roupa. Léo me acompanhou até a porta, me deu um beijo longo e profundo, apertando minha bunda por cima do macacão.
Saí do apartamento já passava das duas da madrugada.
No corredor, andando devagar até o elevador, eu sentia tudo: as pernas fracas, a buceta pulsando, o gosto dele ainda na minha boca, a porra escorrendo devagar da minha buceta. Cada passo era uma lembrança carnal do que tinha acontecido.
Entrei no elevador sozinha e me olhei no espelho. Cabelo bagunçado, batom borrado, olhos brilhando com um misto de cansaço e excitação. Sorri para o meu reflexo.
Eu não era a mesma mulher que entrou naquele apartamento horas antes. E eu adorava isso.
Enquanto dirigia de volta para casa pelas ruas vazias de Brasília, uma única certeza martelava na minha cabeça:
Eu queria mais.
Mais dos dois.
Mais dessa vida dupla.
Mais dessa liberdade suja e deliciosa.
E sabia que não ia demorar muito para voltar.

