Diário de uma Casada 44: bebi demais, quase fiz bobagem, e tive que dar para meu amante dotado!

# Prólogo:
Sábado, 15 de fevereiro de 2025. Não faziam nem 4 dias da rapidinha que eu dei com o Luis, na madrugada de quarta-feira, no intervalo rápido do meu plantão. Uma colega de trabalho estava de aniversário, e deu uma festa. Eu estava sozinha em casa. Meu marido ainda estava viajando. Aquela foi uma fase pesada, em que a ausência dele era quase uma constante (e isso vcs podem ver pelo intervalo curto dos períodos em que eu saí com os dois sócios, resultando na fase sexual mais ativa e intensa da minha vida). Mesmo sozinha, decidi ir à confraternização.

Me olhei no espelho antes de sair e fiquei satisfeita com o que vi. Escolhi um vestido bege de tricô, bem justo no corpo, sem ser vulgar. Ele é curto, acima do meio da coxa, com decote redondo discreto e detalhes de tranças verticais que descem pelo busto e pela cintura, valorizando meus seios e meus quadris. O tecido ficava coladinho o suficiente pra mostrar o formato do corpo, mas ainda com classe. Já havia usado esse vestido em um encontro meu com Aquiles, o velho de 64 anos que me comeu gostoso.

Deixei o cabelo solto, bem ondulado e volumoso, caindo de lado sobre o ombro direito. Fiz uma maquiagem mais forte: olhos bem marcados com sombra esfumada e delineado, cílios bem pretos e volumosos. Batom vermelho intenso, daqueles que chamam atenção. Brincos pequenos dourados e unha feita em tom nude completando o visual. Me senti poderosa, feminina e bem gostosa. O vestido valoriza bastante minhas pernas e minha cintura, e o batom vermelho dava um ar de mulher decidida. Elegante, mas com um toque bem safado por baixo.

Pedi Uber, pois não queria dirigir. Ia beber, talvez dançar, relaxar. Na festa, haviam aproximadamente 100 convidados. O vinho estava ótimo, um Malbec Argentino. E ele desceu perigoso. Três taças viraram cinco. O álcool aqueceu meu corpo inteiro, deixando a pele arrepiada e uma palpitação constante entre as pernas. Sozinha, bonita, eu atraia atenção, e fui abordada duas vezes de forma mais incisiva. Primeiro foi o Marcos, um colega de área afim, quase um cinquentão, bonito e elegante. Ele se aproximou devagar enquanto eu estava perto do bar, o olhar descendo sem disfarce pelo meu corpo:
— Tania… nossa, você está perigosa hoje. Muito linda. Esse vestido é quase injusto. O marido viajou e te deixou vir assim, sozinha? Que tentação.

Ele falou baixo, quase rouco, ficando perto o suficiente para eu sentir o calor do corpo dele. Sorri, nervosa, sentindo os mamilos endurecerem ainda mais contra o tecido. Respondi tentando parecer casual:
— Para com isso, Marcos… só vim relaxar.

Mas ele continuou, a voz mais baixa:
— Relaxar? Com esse corpo… aposto que tem vários aqui imaginando como seria sair daqui contigo, sozinhos…. te tocar por baixo desse vestido.

Fiquei molhada na hora. A buceta latejava, a calcinha úmida. Mas, essa era uma tentação que eu não poderia ceder. Minha reputação era de uma mulher fiel e tranquila. Olhei para ele, balancei suavemente a cabeça em negação. Ele entendeu, sorriu, e se afastou devagar.

Mais tarde, já com a cabeça leve e o corpo em fogo, foi a vez do Rafael. Mais jovem, ousado, funcionário do RH. Ele me encontrou na área externa, em um dos poucos momentos em que me afastei das outras pessoas. Olhou-me de cima a baixo, demorando nos meus seios e coxas:
— Você tá brilhando, Tania. Esse vestido… deixa pouco pra imaginação. Se precisar de uma carona pra casa mais tarde… eu te levo. Quem sabe a viagem não possa ser bem interessante.

Ele mordeu o lábio de leve, o olhar faminto. Senti um arrepio forte. A voz saiu um pouco rouca quando respondi:
— Rafael… você é casado. Eu também.

Ele sorriu, aproximando-se um pouco mais:
— E isso torna tudo ainda mais gostoso, não acha? Imagina só… vc tá sozinha, eu também… imagina eu te ajudando a aliviar essa tensão toda que você parece carregar hoje.

Eu apertei as coxas uma contra a outra, sentindo a excitação escorrer. Não respondi. Apenas sorri, nervosa, e me afastei.
Era meia-noite e pouco, eu estava levemente embriagada, com a calcinha encharcada e o corpo todo pedindo sexo. Senti que precisava sair da festa antes que fizesse alguma bobagem. mas antes, precisava tentar: eu sabia que Léo tinha chegado pela manhã, mandei mensagem para ele:
“Tá acordado?”

Fiquei esperando a resposta, mas ela não vinha. Olhava para o celular com frequência, mas nada. Eu já havia chamado o Uber para ir para casa, e assim que entrei, meu celular tremeu. Ele demorou vinte minutos. Quando respondeu que estava deitado mas sem sono, eu escrevi sem pensar:
“Posso ir aí?”
Ele disse que sim.

# Parte 1: Passei o novo itinerário ao motorista, e fui. Quando o Uber parou em frente ao condomínio, eu tremia de tesão, levemente tonta, me sentindo realmente fora de mim, um pouco embriagada. O vestido colado no corpo, mamilos marcando o tecido, a buceta latejando. Subi. Léo abriu a porta. Olhou pra mim como se soubesse exatamente o estado em que eu estava.
Não precisei dizer nada.

Eu empurrei ele contra a parede assim que a porta fechou, beijando com fome. Minhas mãos desceram direto pro pau dele, já duro. Ajoelhei ali mesmo, ao lado da porta, baixei o short de pijama que ele vestia, e tirei aquela coisa enorme e grossa pra fora — 22 cm de puro volume, a glande larga, veias marcadas. Comecei a chupar com voracidade, gemendo alto, babando. Léo segurou meu cabelo e gemeu:
— Porra, Tania… você tá possuída hoje.

Eu tirei o pau da boca só para responder, voz rouca de tesão:
— Hoje eu quero tudo… me fode forte, Léo. Preciso disso.

Ele me pegou pela cintura com aquelas mãos grandes e me levantou do chão. Eu ri, meio tonta, o álcool deixando tudo mais leve e quente dentro de mim. Num movimento só, ele puxou meu vestido bege para cima e o tirou, jogando-o longe. Tirou minha calcinha. Fiquei completamente nua, só de brincos e batom borrado. Ele me jogou no sofá com fome.

Caímos direto no 69. Eu por cima, joelhos apoiados nos lados da cabeça dele, minha buceta molhada e inchada roçando direto no rosto dele. Meu corpo tremia de excitação e da bebida. Ele agarrou minha bunda com força, abrindo bem as minhas nádegas, e enfiou a língua fundo em mim.
— Ai, caralho… — gemi alto, a voz arrastada pelo álcool. — Chupa minha bucetinha… tá tão molhada pra você…

Desci o rosto e peguei aquele pau grosso na boca. Era difícil, ele era grande e pesado. Eu babava toda, tentando engolir o máximo possível, fazendo barulhinhos molhados enquanto subia e descia a cabeça. Minhas coxas tremiam ao redor do rosto dele.

Ele chupava com vontade, língua girando no meu clitóris, até que enfiou os dedos, entrando e saindo de mim enquanto ele gemia contra minha carne:
— Porra, você tá encharcada… que buceta gostosa, Tânia. Rebola na minha cara, vai…

Eu obedeci, rebolando devagar no começo, depois mais rápido, esfregando minha buceta molhada no rosto dele. O álcool deixava tudo mais intenso, mais desinibido. Eu gemia com o pau dele enchendo minha boca, babando, engasgando um pouco, mas sem parar.
— Hmmm… tá tão bom… não para… — murmurei com a boca cheia, a voz rouca e embriagada.

Ele apertou minha bunda com mais força, sugando meu clitóris com fome enquanto metia os dedos mais rápido. Meu corpo inteiro começou a tremer. As coxas apertaram forte em volta da cabeça dele, quase sufocando ele enquanto eu gozava.
— Ai, meu Deus… tô gozando… tô gozando!! — gritei abafado, com o pau grosso ainda na boca. Meu corpo convulsionou, tremendo violentamente, enquanto eu apertava as coxas com toda a força. Gemi alto, o som vibrando ao redor do pau dele, baba escorrendo pelo canto da boca.

O resto da noite foi um borrão quente e intenso…

# Parte 2:
Depois daquele orgasmo forte no 69, eu mal conseguia pensar. O álcool misturado com o tesão me deixava tonta, quente, quase fora de controle. Meu corpo pedia mais. Eu desci dele tremendo, e Léo me virou de quatro ali mesmo sobre o tapete da sala.
Eu empinei a bunda pra ele, dei uma rebolada, sem vergonha nenhuma, abrindo as pernas.
— Me fode… por favor… mete tudo — pedi, a voz enrolada pelo vinho.

Léo se ajoelhou atrás de mim e encostou aquela cabeça grossa na entrada da minha buceta. Quando ele empurrou, eu soltei um gemido alto, quase um grito. O pau dele era tão grosso que me abria inteira, uma pressão deliciosa e avassaladora. Ele segurou meus quadris com firmeza e começou a meter, ritmado, castigando minha buceta com tudo, tocando meu cérvix com violência
— Isso… assim… mais forte! — eu pedia, empinando mais, rebolando contra ele.

O álcool me deixava sem filtro. Eu falava tudo o que passava pela cabeça:
— Que pau gostoso você tem amor… meteeeeeee….. me comeeeeee…. Caralho grosso, safadoooo…. tá me abrindo todaaaaa… me usa, Léo… me fode como uma vadia hoje.

Ele metia forte, a pelve batendo contra a minha bunda, o saco balançando e castigando minha buceta, o barulho ecoando na suíte. Ele estapeava minha bunda, até que um dedo começou a roçar meu cuzinho, de leve.. fazendo pressão… até que, entrou. O tesão cresceu e eu gozei pela segunda vez assim, de quatro, com o pauzão me arrobando e o dedo entrando e saindo do meu cuzinho. Eu apertava o pau dele e gemia alto, quase uivando. Mesmo depois do gozo, eu não queria que ele parasse. Empinava mais, pedindo:
— Continua… não para… me fode mais…

Léo tirou o dedo da minha bunda e me puxou pelo cabelo, inclinando meu corpo, e acelerou. Eu estava apoiada nos joelhos e na ponta dos dedos esticados, enquanto ele metia forte de cima para baixo. Eu estava molhada demais, quase escorrendo pelas coxas. E gozei de novo, pela terceira vez, em um intervalo de não mais de um minuto do meu último orgasmo. Foi mais rápido, mais intenso, me deixando quase sem forças. Minhas pernas tremiam, a cabeça girava

# Parte 3.
O safado saiu de mim, me virou de frente, sentou no sofá e me puxou pra cima dele. Cavalgada. Eu abracei o pescoço dele, colando meus seios no peito largo, e fiz minha buceta engolir aquele mastro. Comecei a quicar, rápida, quase desesperada Depois mais rápido, mais desesperada. Minha cabeça rodava, e meu corpo já não mais me pertencia.
— Tá tão fundo… ai, meu Deus… — gemia no ouvido dele, mordendo o lóbulo. — Eu adoro esse pau… eu adoro teu pau amor… ahhh que delícia…

Léo segurava minha cintura, ajudando o movimento, às vezes dando tapas na bunda. Eu estava suada, o cabelo grudado no rosto, completamente entregue. Gozei pela quarta vez na cavalgada, olhando nos olhos dele com a visão turva, sem compreender porque o filho da mãe não gozava.

Neste momento, eu quase desmaiei. O orgasmo foi tão forte que minha visão escureceu por completa, durante alguns segundos. Meu corpo inteiro tremia, as pernas moles, a respiração curta. Eu estava suada, o cabelo grudado no rosto, a buceta latejando e escorrendo.

Léo me segurou firme, preocupado e excitado ao mesmo tempo.
— Ei… você tá bem? — perguntou baixinho, acariciando meu rosto. — Respira devagar, amor.

Eu só consegui gemer, ainda com o pau dele dentro de mim:
— Tá… muito… bom… mas, quase desmaiei…. vc não gozou amor, não para ainda…

Mas ele parou, me tirou de cima dele com cuidado e me pegou no colo como se eu fosse uma boneca. Meu corpo estava mole, o álcool ainda deixando tudo mais intenso.
— Vamos pro chuveiro — disse ele, a voz rouca. — Você tá pegando fogo. Vou te dar um banho.

# Parte 4
Ele me carregou até o banheiro da suíte. Abriu o chuveiro, regulou a água morna e me colocou embaixo. A água caindo sobre mim era deliciosa. Léo entrou junto, ainda duro, o pau roçando na minha bunda. Ele pegou o sabonete e começou a me ensaboar — primeiro os ombros, depois os seios, apertando devagar.

Enquanto ele me lavava, eu me encostei nele, ainda tonta, e soltei o que estava preso na garganta:
— Hoje na festa… dois colegas meus ficaram me cercando… — murmurei, a voz mole de álcool e tesão. — O Marcos e o Rafael… ficaram elogiando meu vestido, dizendo que eu tava gostosa demais… que o marido viajou e me deixou solta… insinuando que me queriam, sabe?

Léo parou um segundo, mas continuou passando as mãos pelo meu corpo, interessado.
— E você? — perguntou, apertando minha cintura. — Ficou com tesão?

Eu mordi o lábio, envergonhada mas excitada por confessar:
— Fiquei… muito. Fiquei molhada na hora. Imaginei eles me tocando, me comendo… Quase tive vontade de dar pra eles, Léo. De deixar eles me.. vc sabe……
Ele grunhiu, excitado com a confissão. A mão dele desceu entre minhas pernas, roçando o clitóris enquanto me ensaboava.
— Safada… — murmurou no meu ouvido, mordendo o lóbulo. — Então por isso você chegou assim desesperada? Querendo pau porque os colegas te deixaram com a bucetinha pingando?
— Sim… — gemi, rebolando contra a mão dele. — Por isso eu vim correndo pra cá… precisava de você me fodendo forte, pra tirar essa vontade toda.
Léo riu baixinho, apertando minha bunda:
— Então hoje você é minha putinha pra extravasar, né? Vou te foder mais pra vc esquecer aqueles dois.

Aí ele me virou de frente pra parede, me fez apoiar as mãos nos azulejos e levantou uma das minhas pernas. Quase caí, mas ele me segurou. Então encostou a glande grossa na entrada e empurrou devagar. Mesmo depois de tanto gozar, ainda senti ele me abrindo toda. Soltei um gemido longo quando ele entrou fundo.
— Isso… assim… — gemi, me segurando como podia.

Ele começou a meter, bem devagar, com a água caindo sobre nós dois. Uma mão no meu seio, a outra segurando minha perna, enquanto metia.
— Você fica tão apertadinha depois de gozar… — grunhiu ele no meu ouvido. — Tá sentindo como eu te preencho? Melhor que aqueles dois, né?
— Muito melhor… — respondi gemendo alto. — Duvido que eles tenham um pau maior… mais grosso… me fode mais forte, Léo… me usa!

Ele começou a meter com força, batendo fundo, o barulho molhado da água e da foda enchendo o banheiro. Ele soltou minha perna e eu empinei a bunda mais pra trás, gemendo sem controle:
— Isso… me fode… me usa como uma vadia hoje… — pedia, com a voz enrolada.

Léo segurava minha cintura com uma mão e o meu cabelo com a outra, puxando levemente enquanto metia.
— Você tá encharcada… escutando você confessar que quase deu pra aqueles dois me deixou louco — grunhiu ele, acelerando as estocadas. — Imagina se eu te emprestasse pra eles te comerem enquanto eu assisto…

A imagem me fez gemer mais alto. Gozei novamente no chuveiro, as pernas cedendo, o corpo convulsionando. Léo me segurou firme, continuou metendo até gozar fundo dentro de mim, pulsando forte, enchendo-me com jatos da sua porra pegajosa.
Ficamos um tempo abraçados debaixo da água, recuperando o fôlego. Eu ainda estava tonta, o álcool e os orgasmos me deixando mole e sensível.

# Parte 5
Depois do banho, ele me enrolou numa toalha e me levou para a cama. Eu estava exausta. Deitei de ladinho, ele colou o corpo atrás de mim, pelado.
Dormi, não sei por quanto tempo, e quando acordei, deitada de semi-bruços, com uma perna dobrada e a outra estendida, foi com uma língua me lambendo da buceta até o anus, por trás. Não me mexi, só comecei a gemer baixinho, enquanto ele continuava a me lamber. Minha buceta molhou de novo, e comecei a mexer levemente os quadris.

Então ele subiu, ficou por trás de mim, e me fodeu de ladinho, enfiando o pau inteirinho dentro de mim. Essa posição era mais calma, mais íntima. Ele metia lento, mas profundo, uma mão apertando meu seio, a outra no meu clitóris, sussurrando no meu ouvido:
— Você foi uma puta safada hoje… confessa que ficou molhada pensando nos colegas te comendo.
— Fiquei… — gemi baixinho, rebolando contra ele. — Queria sentir dois paus ao mesmo tempo… mas queria mais o seu… me fode, Léo…

Ele acelerou um pouco, beijando meu pescoço, e gozou… veio com tudo, esvaziando o que ainda sobrou, e encharcando minha buceta. Eu só conseguia gemer baixinho, quase chorando de prazer. Ficamos colados por um bom tempo. O pau dele começou a murchar lentamente, mas ainda me preenchia. Até que ele se afastou um pouco, e tirou, me deixando um vazio.
— Você tá destruída… — disse ele rindo baixinho. — Mas foi uma das melhores fodas que a gente teve nesse tempo que estamos nos vendo.

### Epílogo – Reflexões no Uber
Eram quase 4 da manhã quando saí do condomínio. O Uber chegou rápido. Eu me joguei no banco de trás, o vestido amassado, o cabelo ainda úmido do banho, as pernas fracas e a buceta latejando de tanto ser usada.
Enquanto a cidade passava pela janela, eu ficava repassando tudo.
Que noite louca.

A confraternização que começou inocente virou um gatilho perigoso. As insinuações do Marcos e do Rafael mexeram comigo de um jeito que eu não esperava. O tesão que eles plantaram em mim foi forte — imaginar os dois me tocando, me comendo, me usando enquanto eu estava bêbada… isso mexeu comigo. Confessar isso pro Léo no chuveiro só aumentou minha safadeza.

E Léo… meu Deus, como ele soube me tirar tudo.

Ele me fodeu como se soubesse do que eu precisava: força, grossura, intensidade e um pouco de carinho no meio do caos. Foram cinco orgasmos devastadores. Eu me senti desejada, usada, cuidada e completamente saciada. A confissão sobre os colegas pareceu excitá-lo ainda mais, e isso me deixou ainda mais molhada.

Agora, voltando pra casa sozinha, eu me sentia um pouco estranha. O corpo dolorido nos lugares certos, a buceta inchada, o gosto dele ainda na boca. Parte de mim se perguntava se um dia eu teria coragem de ir além com alguém como os colegas. Outra parte sabia que, por enquanto, Léo era o que eu precisava para extravasar esses desejos mais sombrios.

Cheguei em casa, tomei outro banho rápido, deitei na cama vazia e dormi com um sorriso satisfeito no rosto.

Foi uma das madrugadas mais intensas da minha vida.

Foto 1 do Conto erotico: Diário de uma Casada 44: bebi demais, quase fiz bobagem, e tive que dar para meu amante dotado!

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Diário de uma Casada 44: bebi demais, quase fiz bobagem, e tive que dar para meu amante dotado!

Codigo do conto:
266447

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
07/07/2026

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5

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