Diário de uma Casada 09: Um animal domado, e uma buceta feliz

# Parte 1 – Chegada ao Lake Side e o primeiro gosto dele
Segunda-feira, 17/10/2022. Mesmo no trabalho, durante o dia, a ansiedade era grande. Já havia transado com Lucas 6 vezes, e ainda assim, sempre estava tensa, nervosa. A lembrança daquele homem grande e bastante viril, daquele pau grosso, de 20cm, cuja glande se escondia sob o prepúcio mas dava as caras gostosamente ao meu toque, me excitava a ponto de molhar minha calcinha. Eu estava em fogo novamente. A entrega em uma segunda-feira, dia ordinário, também produzia em mim um efeito excitatório. Tudo em mim pegava fogo.

Cheguei em casa e me arrumei: Vestido justo, cor vinho, com uma fenda lateral provocante. O doce gosto da transgressão. Cheguei oito e meia da noite, ele deixou a porta aberta, respirei fundo… e entrei. Lucas me viu, e aproximou sem dizer nada. Me olhou de cima a baixo. Seus olhos pararam na minha boca, depois no decote.
— Minha putinha está pronta. Marido viajou hoje, e ela já está procurando pau — ele disse, como se duvidasse.
— Fazer o que se vc tem um pau delicioso e que está sempre pronto? — respondi, trancando a porta atrás de mim.

Ele caminhou até mim e me puxou pela cintura. O beijo veio explosivo, nada romântico. Bocas, línguas, dentes. As mãos dele já estavam na minha bunda, apertando com força. Eu gemi contra a boca dele, e então me afastei. Me ajoelhei bem na frente dele, sem pressa. Ele entendeu na hora e desabotoou a calça. O volume já era absurdo.
— Senti sua falta — murmurei, conversando com aquele pau lindo que já conhecia tão bem. Mesmo mole, já era enorme. A glande começando a aparecer sob o prepúcio.

Quando o segurei com as duas mãos, ele soltou um gemido abafado. A textura era quente, densa, viva. Lambi devagar como costumava fazer, só com a ponta da língua, provocando. Ele segurou meu cabelo, e disse:
— Puta que pariu, Tania… essa tua boca faminta me enlouquece

Abri a boca e o engoli aos poucos, sentindo a cabeça rosada forçar minha garganta. O gosto dele estava lá. Forte. Salgado. Quente. Eu olhava pra cima, sem tirar os olhos dele, enquanto engolia cada centímetro daquele pau grosso que me dilatava só com o peso. Ele gemia. Segurava minha cabeça e às vezes empurrava de leve. Eu o sentia pulsar dentro da boca, cada vez mais rígido. Babava, gemia baixo, passava a língua com fome. Uma das minhas mãos escorregou entre minhas próprias pernas — eu já estava encharcada.
— Você vai me fazer gozar, porra… — ele rosnou, os músculos da coxa tremendo.

Eu aumentei o ritmo, sugando fundo, sem parar. Ele tentou segurar, mas não conseguiu. Veio com tudo. Senti o jato quente jorrando na minha boca. Engoli tudo, olhando pra ele com olhos famintos. Três goles longos. Denso, Adstringente. Delicioso. Lambi a ponta ainda latejante, sorri, e me levantei sem dizer nada. Ele me olhou como se eu fosse um demônio vestido de vinho. E eu me sentia exatamente assim.

# Parte 2 – O vestido no chão, a tensão no ar
Fui até o centro do quarto sem olhar pra trás. Me virei devagar. Ergui as mãos e prendi o cabelo num coque frouxo. Ele já conhecia aquele gesto. Sabia que era o prelúdio de algo indecente.. As alças finas do meu vestido escorregaram lentamente pelos ombros, revelando meus seios nus. Desci com calma até os meus quadris e depois deixei cair. Fiquei ali, só de salto alto e calcinha preta rendada. Meus mamilos estavam duros, e não era de frio.
— Tira a roupa — falei, com a voz baixa.

Ele não se moveu. Em vez disso, veio até mim, se aproximou, pegou nos meus seios:
— Eu sonhei com isso — ele disse, lambendo entre meus seios.

Ele chupou meus peitos demoradamente, um a um, me fazendo molhar ainda mais. Segurei o rosto dele e o puxei de volta pra minha boca. O beijo foi lento agora. Quente. Língua com língua. Meus dedos entre os cabelos dele, sentindo a nuca tensa. Ele me empurrou até a cama e me deitou com um gesto firme.
Ficou ajoelhado entre minhas pernas, passou a língua pelo meu ventre, depois desceu até a cintura. Mordiscou a borda da calcinha, mas não a tirou. Me provocava com pequenos toques, sopros quentes e olhares maliciosos. Minhas coxas tremiam. O corpo já arqueava em busca de contato.
— Não faz isso comigo — sussurrei.

Ele deu uma risada baixa, e respondeu:
— Vai implorar agora? Ainda tem muita noite pela frente, Tania.

# Parte 3 – Montada no vício
O safado não continuou. Afastou devagar, deitou no lado. Ele me observava, encostado no espaldar. Sentia minhas pernas trêmulas do joguinho anterior. Subi em cima dele com naturalidade. Me acomodei sobre suas coxas, os saltos ainda nos pés, a calcinha rendada molhada. O toque da minha pele contra a dele era quente e úmido.
— Não toca — avisei, com um meio sorriso.

Ele recostou os braços atrás da cabeça. Só eu sabia o quanto esse homem enorme e intenso podia ser maleável nas minhas mãos quando eu queria. Desci meu quadril até sentir o volume grosso roçar na minha calcinha. Um arrepio atravessou minha espinha. Rebolei por cima, provocando, esfregando contra a glande já exposta e pulsante. Ele fechou os olhos, o maxilar contraído.
— Tania… porra…
— Quieto — murmurei, inclinando meu corpo sobre o dele.

Beijei a boca com violência. Depois o pescoço, depois o peito. Quando enfim tirei a calcinha — puxando-a lentamente para o lado e a lançando no chão — ele gemeu só de ver. Segurei o pau dele com força e posicionei na minha entrada, já escorrendo. Estava absurdamente duro. Quente. Vivo.

Me abaixei devagar. A sensação era a mesma de sempre: invasiva, intensa, deliciosa. Ele me dilatava como se fosse a primeira vez, forçando minha buceta a abrir, a recebê-lo. A pressão era quase insuportável… e eu amava cada segundo. Comecei a cavalgar devagar. Quadris rebolando. Mãos no peito dele. O cabelo caía solto pelos ombros. Ele me olhava com adoração e fome, os dentes cerrados, os dedos apertando o lençol. Quando senti que ele queria reagir, que o corpo dele ameaçava se mover, eu o contive com um aviso:
— Fica quieto. Isso é meu. Só meu.

Ele obedeceu. E eu continuei. Aumentei o ritmo. As estocadas ficavam mais intensas, mais molhadas. Meus gemidos preencheram o quarto. Eu gemia sem medo, sentindo o poder nos meus quadris, nas minhas pernas, na minha buceta que o prendia inteiro dentro de mim.

Senti meu orgasmo chegando como um terremoto. Segurei os ombros dele, olhei fundo nos olhos e me deixei explodir. Gemi o nome dele enquanto tremia por cima, o corpo inteiro pulsando. O pau dele ainda enterrado em mim, duro como pedra. Caí sobre o peito dele, ofegante.
— Ainda não goza, entendeu?

Ele riu, quase em desespero.
— Você vai me matar.
— Não. Só viciar.
E eu já sabia que ele estava.

# Parte 4 – Gemidos no travesseiro
Ainda sentia meu corpo tremer quando ele me virou apressado. Me colocou de bruços, depois me ergueu pela cintura, até que eu ficasse de quatro sobre os lençóis amarrotados. A respiração dele já estava pesada. As mãos seguraram firmemente nos meus quadris. Senti a glande roçar entre os meus lábios inchados. Ele ficou assim, provocando, pincelando:
— Você me provoca, me tortura, me fode e ainda me deixa de joelhos — ele murmurou atrás de mim, com a voz grave, como se falasse consigo mesmo. — Eu sou doente por essa buceta.

Sorri entre um suspiro e outro.
— Então cala a boca e mostra.

Ele encaixou de uma vez. Até o fim. Me arqueei imediatamente. A sensação era avassaladora. O barulho da pele contra pele preenchia o quarto, junto com meus gemidos — agora abafados pelo travesseiro que agarrei com força. As estocadas eram intensas. Rítmicas. Cravadas no fundo. Às vezes puxava meu cabelo, depois descia a mão pela curva das minhas costas, até chegar à minha bunda — que ele apertava, batia de leve.
— Você fica tão molhada assim só pra mim? — perguntou, ofegante.

Eu só consegui gemer em resposta, a voz falhando.
— Fala, porra- ele ordenou:
— Pra você… sempre — respondi, sentindo a pressão aumentar.

Eu tremia. Minhas pernas ameaçavam falhar. Ele percebeu e me segurou melhor, puxando meus quadris contra o corpo dele, afundando cada vez mais. Me sentia completamente tomada. Preenchida até onde era possível. Não havia mais espaço em mim.

Meu segundo orgasmo veio de surpresa. Um calor rasgando meu ventre. Soltei um grito surdo contra o travesseiro, mordendo o tecido. Meu corpo pulsava, espasmos incontroláveis, músculos internos se apertando contra aquele pau grosso ainda enterrado em mim. Ele continuou dentro por mais alguns segundos. Parado. Sentindo. Admirando.
— Porra, Tania… você goza forte demais.

Caí de lado, suada, tremendo. Ele se deitou ao meu lado, os olhos fixos em mim. Ainda não tinha gozado de novo. E isso me deixava satisfeita, porque era minha vez de cuidar dele.

# Parte 5– Silêncio entre gemidos
Fiquei deitada de lado, ainda arfando. O lençol amassado sob minha pele parecia quente demais. Meus músculos estavam moles, como se tudo dentro de mim tivesse sido derretido. Lucas se aproximou devagar. Ele me puxou com cuidado, e deitei a cabeça no peito dele. A respiração ainda estava alta, mas os corações já batiam mais lentos. Ficamos assim por alguns minutos. Depois ele se levantou por um instante e trouxe um copo d’água. Sentou ao meu lado, me oferecendo com um sorriso cansado.
— Obrigada.
— Ainda tem muito de você pra mim? — ele perguntou, sério.
— Sempre.

Beijei sua boca. E, por um momento, não éramos amante e esposa infiel. Éramos só dois corpos suados que sabiam onde se encaixar.

# Parte 6 – Dentro até o fim
Me deitei de costas, abrindo as pernas lentamente, num convite mudo. Ele se posicionou por cima de mim, apoiando o peso nos braços.
— Vem — sussurrei.

Ele se encaixou devagar. A cabeça do pau inchada, latejante, forçando minha entrada com um calor familiar. Mesmo já amaciada, senti a pressão de novo. Aquela dilatação deliciosa. A buceta sendo aberta pra recebê-lo por inteiro. A penetração foi lenta, firme. Sem pressa.
— Você me aperta tanto… — ele gemeu perto do meu ouvido, com a voz rouca.

Ele começou a se mover, com estocadas longas e ritmadas. O corpo dele roçava no meu, os ossos do quadril batendo contra o meu ventre. Eu envolvi as pernas em sua cintura, sentindo-o ainda mais fundo, mais dentro. Nossos rostos estavam colados. As bocas se procuravam entre gemidos. Eu gemia baixo, no ouvido dele, dizendo o que ele precisava ouvir.
— Goza em mim… me enche… — sussurrei, com a voz falha, apertando com força as costas dele.
— Você quer?
— Quero sentir você gozar bem aqui — toquei minha barriga, e ele perdeu o controle.

A respiração ficou pesada. O corpo dele começou a tremer. Ele me penetrou com mais força, os olhos revirando, a mandíbula cerrada.
— Puta que pariu… Tania… porra… porra... tô gozando!


Ele enterrou até o fundo e ficou lá. Sentia o pau dele latejar dentro, despejando cada gota do gozo quente contra meu colo do útero. Senti o líquido escorrer devagar por dentro, preenchendo tudo. Ele caiu sobre mim, ainda ofegante. O peso do corpo dele era um abrigo. Um fim e um começo ao mesmo tempo.

# Parte 7 – Nos meus braços
Ele ainda estava dentro de mim quando o corpo amoleceu por cima do meu. Quente. Suado. Exausto. Ficamos assim por alguns minutos. As mãos dele ainda em volta da minha cintura. Ele saiu de dentro de mim com cuidado, me deixando vazia. Senti o sêmen escorrer devagar pelas minhas coxas, quente, espesso — e não me apressei em limpar.

Lucas se levantou em silêncio, pegou uma toalha e voltou. Me limpou com delicadeza, ajoelhado entre minhas pernas. Nenhuma palavra. Só aquele gesto íntimo que dizia muito mais que qualquer coisa.

Deitei de lado, ainda nua. Ele se deitou atrás de mim, colando o corpo no meu. Me abraçou com força, com o rosto escondido no meu pescoço. Suspirei com os olhos fechados, sentindo sua respiração desacelerar.
— Você tá bem? — ele perguntou com a voz mais baixa do mundo.
— Uhum.
— Eu gosto tanto de você assim, Tania…

Virei de frente pra ele. Coloquei uma mecha do meu cabelo entre os nossos rostos, e beijei a testa dele devagar. Eu queria mais noites assim. Mesmo sabendo que não podia tê-las por muito tempo.

Foto 1 do Conto erotico: Diário de uma Casada 09: Um animal domado, e uma buceta feliz

Foto 2 do Conto erotico: Diário de uma Casada 09: Um animal domado, e uma buceta feliz


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


256684 - Diário de Uma Casada 08: Eu no controle da Transa - Categoria: Confissão - Votos: 7
256394 - Diário de uma Casada 07: No carro, no motel, risco e prazer profundo! - Categoria: Confissão - Votos: 7
256224 - Diário de uma Casada 06: Amarrada, chupada e fodida. - Categoria: Confissão - Votos: 11
256045 - Diário de uma Casada 05: Primeira vez no Motel - Categoria: Confissão - Votos: 15
255865 - Diário de um Casada 04: Fodendo com os 20cm do Lucas novamente. - Categoria: Confissão - Votos: 16
255504 - Diário de Uma Casada 03: Matando a curiosidade com um Bem Dotado - Categoria: Confissão - Votos: 18
255373 - Diário de uma Casada 02: A Noite Bruta com o Executivo do Sul - Categoria: Confissão - Votos: 25
255291 - Diário de uma Casada 01: A primeira transa fora do casamento. - Categoria: Confissão - Votos: 39

Ficha do conto

Foto Perfil tania32
tania32

Nome do conto:
Diário de uma Casada 09: Um animal domado, e uma buceta feliz

Codigo do conto:
256808

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
13/03/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
2