Esposa colocando comida na mesa.

Quando eu estava grávida do meu filho Gabriel, meu marido ficou desempregado. Entramos em desespero, com as contas atrasadas e as portas se fechando de todos os lados. Sempre fizemos compras no mesmo mercado, mas já fazia meses que não íamos lá; era só uma coisinha ou outra na mercearia da rua mesmo, porque o dinheiro estava muito difícil.
?Um dia, eu estava indo ao postinho fazer o pré-natal quando ouvi a buzina de um carro grande e bonito. Eu não conhecia o veículo, mas quando os vidros baixaram, ele me cumprimentou: era o seu Osvaldo, o dono do mercado. Ele disse que estávamos sumidos e, quando ele encostou, acabei confidenciando nossas dificuldades. Cheguei a ficar com os olhos lacrimejados.
?Seu Osvaldo, muito gente boa, falou para eu mandar meu marido procurá-lo no mercado, pois tinha uma vaga lá. Eu sorri de felicidade! Ele notou e disse que tinha um trabalho para mim também, lá na casa dele. Fiquei animada e ele me avisou: "Estou indo para casa, quando você voltar do postinho, passa lá". Toda animada, fui ao postinho e, na volta, segui direto para lá. No caminho, avisei meu marido pelo Zap sobre a vaga, e ele ficou feliz demais também.
?Quando cheguei na casa de seu Osvaldo, estava ele e um funcionário que já estava de saída para um serviço de banco. Entrei e o esperei na sala, que tinha uma decoração um pouco ultrapassada, mas era muito aconchegante. Ele se aproximou e o tom de voz dele mudou. Tocou meus cabelos dizendo:
?— O trabalho é o seguinte: preciso que você me ajude uma vez ou outra aqui em casa. A Olga está viajando e preciso de alguém que organize minhas roupas e a casa. Eu vou lhe pagar o suficiente para não faltar nada para vocês e ainda vou dar o emprego ao teu marido.
?Ele se sentou no sofá e bateu nas pernas, me convidando a sentar ali. Fiquei confusa, mas me sentei. Ele disse:
?— Você é uma mulher bonita, sabia? E fica mais ainda com este barrigão.
?Enquanto ele passava a mão, senti um calafrio na espinha. Ele continuou:
?— Se você cuidar de mim, eu cuido de vocês.
Ele me ajeitou no sofá, apoiando minhas pernas no móvel.
— "Olha só para você..." — ele sussurrou, a voz rouca enquanto explorava meus seios, que estavam fartos e sensíveis pela gravidez. Ele os apertava e mordiscava com uma fome que me fazia arquear as costas. Depois eu o chupei, a rola veiuda, de um homem experiente!
Quando ele se posicionou entre minhas pernas, senti a pressão daquela rola experiente forçando a entrada. Ele entrou de uma vez, um preenchimento bruto que me fez segurar com força nas almofadas ultrapassadas daquela sala. As estocadas eram lentas no início, mas profundas, como se ele quisesse marcar território dentro de mim. O som da carne batendo contra o couro do sofá ecoava pelo ambiente silencioso.
— "Gosta disso, não gosta? Sabe que isso aqui é o que vai encher sua geladeira" — ele dizia, enquanto acelerava o ritmo.
Eu cedi totalmente. A vergonha foi sendo engolida por uma onda de prazer físico que eu não conseguia controlar. Eu gemia alto, olhando pra ele, sentindo a mão dele na minha barriga. Ele me virou de quatro no sofá, segurando meus quadris com aquelas mãos grandes de quem trabalhou a vida toda carregando peso. Por trás, as estocadas eram ainda mais violentas, me jogando para frente enquanto o Gabriel chutava, como se sentisse a invasão.
Eu me sentia usada, uma mercadoria valiosa nas mãos do dono do mercado, mas o tesão era inegável. Ele me fazia gozar com uma técnica que meu marido nunca teve. Quando senti que ele estava no limite, ele me puxou pelo cabelo, obrigando-me a olhar para trás para ver o rosto dele contorcido de prazer.
— "Vou te encher, menina... vou cuidar muito bem de você!"
Ele urrou, descarregando tudo dentro de mim, um jato quente que pareceu durar uma eternidade. Eu desabei no sofá, ofegante, sentindo o latejar lá dentro. Ele se afastou, limpando o rosto, e voltou a ser o homem sério e prestativo de sempre.
— "Pode se vestir. O envelope está ali."
Saí de lá com as pernas trêmulas e o corpo ainda quente daquela foda inexplicável. Olhei para a casa uma última vez antes de dobrar a esquina. O preço tinha sido alto, mas o envelope no fundo da bolsa garantia que, naquela noite, o jantar seria farto e o sono, apesar de tudo, seria tranquilo.
Foto 1 do Conto erotico: Esposa colocando comida na mesa.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Esposa colocando comida na mesa.

Codigo do conto:
259721

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
18/04/2026

Quant.de Votos:
4

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