O portão mal tinha terminado de fechar quando a buzina do carro do meu marido se afastou em direção ao centro. Eu ainda sentia o corpo relaxado, com aquela moleza de quem tinha acabado de acordar, quando ouvi o som de palmas no portão. Meu coração deu um pulo. Espiei pela janela e lá estava ele: o Arthur. O mesmo menino das balas, com o mesmo sorriso que escondia tanta malícia. Fui até lá, sentindo o sol bater no rosto, e abri apenas uma fresta. — "Ué, Arthur? Voltou para vender mais?" — perguntei, tentando manter a voz firme, mas já sentindo um calor subir pelas pernas. — "Não, tia. Eu esqueci meu boné aqui no sábado... e também queria saber se a piscina não está precisando de um retoque hoje." Abri o portão e dei passagem. O moleque entrou com aquela postura de quem já se sentia dono do lugar. — "Meu marido foi ao centro, Arthur. Vai demorar" — eu disse, sem nem perceber que estava entregando o jogo. Ele parou no meio do quintal, olhou para os lados e depois fixou os olhos em mim, descendo o olhar pelo meu shortinho de malha. — "Melhor ainda, tia. Assim a gente faz o serviço com calma, né?" ### O Conto: O Retorno do Vendedor Não fomos para a piscina. O calor lá fora era de matar, e o que a gente queria era o ar-condicionado da sala. Assim que entramos, eu nem precisei dizer nada. Arthur largou o pacote de balas no sofá e veio para cima com uma urgência que me pegou de surpresa. Ele me prensou contra a parede do corredor, as mãos grandes e calejadas do trabalho na rua segurando meu rosto. — "Pensei em você a semana toda, tia. No seu cheiro, no seu jeito..." — ele sussurrou, já buscando meu pescoço. O beijo foi selvagem. Não tinha mais aquela timidez do primeiro encontro. Ele me levantou do chão, e eu entrelacei minhas pernas na cintura dele, sentindo aquele volume absurdo que eu já conhecia, pulsando contra mim. Ele me levou para o tapete da sala, me despindo com uma fome animal. — "Olha como você está... toda prontinha para mim" — ele provocou, vendo que eu já estava completamente entregue. Arthur se livrou da roupa e, quando aquela rola jovem e imponente saltou, eu me ajoelhei. Chupei com toda a vontade que tinha guardado naqueles dias, sentindo ele tremer e segurar meu cabelo com força. Mas ele queria mais. Ele me virou de costas, me deixando de quatro no tapete, e entrou de uma vez só, sem aviso. Botou no meu cuzinho e começou a socar forte, e fiquei louca, uma sensação muito gostosa, minha primeira vez dando o cu e pra um moleque! O impacto me fez soltar um grito que ecoou pela casa vazia. As estocadas eram brutas, rápidas, o som da carne batendo com força e o suor dele pingando nas minhas costas. — "Gosta, né? Gosta do moleque das balas te usando assim?" — ele rosnava, enquanto me puxava pelos quadris com uma força que me deixava sem ar. Eu estava fora de mim. Gemia feito louca, pedindo por mais, sentindo cada centímetro daquele preenchimento. Ficamos ali por um bom tempo, trocando de posição, ele me usando de todas as formas, na poltrona, explorando cada canto do meu corpo enquanto meu marido estava longe, cuidando de coisas banais no centro. O final foi explosivo. Ele me segurou por trás, as mãos apertando meus seios, e socou com toda a força que tinha. Senti o corpo dele tencionar, antes de os jatos quentes me inundarem, eu o afastei e coloquei na minha boca, um leite denso e novo que parecia não ter fim, o pau dele pulsava na minha boca. Ele desabou no chão, ofegante. Cinco minutos e se levantou, enquanto se vestia e pegava o pacote de balas, e saiu me dando um tchau, como se nada tivesse acontecido. Minutos depois, ouvi o carro do meu marido voltando. Me ajeitei rápido, sentindo o rastro úmido de Arthur ainda em mim, e recebi meu marido com um sorriso, enquanto ele nem imaginava que o "menino das balas" tinha acabado de fazer a faxina mais profunda da minha vida.
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