O clima no quarto de hotel estava carregado de uma eletricidade perigosa. O Lucas era exatamente o que as fotos do Bate-papo UOL prometiam: um homem bruto, de pegada firme e sem muita conversa. O combinado era que eu apenas assistiria minha esposa ser possuída por ele, mas a dinâmica mudou no momento em que os corpos se encontraram. Enquanto ele a dominava na cama, a xingando com nomes sujos e distribuindo tapas que deixavam a pele dela marcada e vermelha, o meu controle foi embora. Eu estava ali, vendo o vigor dele, e não aguentei. Aproximei-me e, num impulso que revelou anos de desejos guardados, agarrei aquela rola pulsante e comecei a chupar. Minha mulher parou de gemer por um segundo, os olhos arregalados me observando trabalhar no membro do Lucas com uma experiência que eu nunca tinha demonstrado com ela. Ela não disse nada, mas o olhar era de puro choque. Lucas, por outro lado, parecia adorar o serviço duplo. Ele segurava a cabeça dela com uma mão e a minha com a outra, guiando o ritmo. De repente, ele a virou de costas, tirou a pica completamente melada da buceta dela e, sem aviso nenhum, me posicionou. Com um empurrão só, ele socou aquela pica deliciosa no meu cu. O impacto me fez perder o fôlego. Eu gemia alto, gemidos finos, agudos, igual a uma fêmea no cio. Naquele momento, eu me sentia uma mulher de verdade, preenchido e dominado por aquela força bruta. Minha esposa, vendo a cena, rastejou pelo colchão até ficar cara a cara comigo. Ela segurou meu rosto com as duas mãos, as unhas cravando na minha pele, e me obrigou a olhar no fundo dos olhos dela enquanto o Lucas continuava a me dar estocadas violentas por trás. — **"Tu é corno ou viado, caralho?"** — ela gritou, a voz rouca de tesão, enquanto a outra mão dela descia e começava a me punhetar com uma fúria selvagem. Eu não conseguia responder. As palavras sumiram, substituídas por uma onda de prazer que eu nunca imaginei sentir. O Lucas não parava, o ritmo era frenético, e a mão dela me levava ao limite. Num espasmo involuntário, eu gozei, sujando o lençol e o braço dela, e desabei sobre a cama, exausto e trêmulo. Mas o show não tinha acabado. Lucas, sem perder o fôlego, me largou de lado e voltou a focar nela. Ele a puxou pelos quadris e a penetrou com uma força renovada. Eu assistia a tudo de lado, ainda sentindo o latejar da invasão dele em mim. Segundos depois, os dois atingiram o ápice juntos. O urro do Lucas ecoou no quarto enquanto ele descarregava tudo. Dava para ver o leite grosso escorrendo dela, uma mistura de fluidos que brilhava sob a luz baixa. A cara de prazer dela era absoluta, uma mistura de satisfação física e o choque de ter descoberto, naquela noite, um lado meu que mudaria nosso casamento para sempre.
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Puta que pariu que conto gostoso !
A hora que o corno manso vê um macho dominante fodendo a buceta da esposa, ninguém aguenta, cai de boca, chupa, mama, se a pica é boa pra esposa, é boa pro corno tbm !
É corno manso viado tbm !
Adoro isso.
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