Cheguei em casa por volta das 23h40, o corpo ainda quente da foda com Binho. Meu cu estava sensível, inchado, escorrendo um pouco da porra dele. Mal fechei a porta, João apareceu na sala. Ele me olhou de cima a baixo, percebeu o cabelo bagunçado, o jeito como eu andava e o cheiro de sexo que eu ainda carregava.
Não disse nada. Apenas veio até mim, me prensou contra a parede e me beijou com fome — um beijo feroz, quase raivoso.
— Você transou hoje, né? — murmurou ele contra minha boca, mordendo meu lábio inferior. — Tá com cheiro de quem acabou de levar rola.
— João… — tentei falar, mas ele já estava tirando minha camisa.
— Não quero saber de nada. Hoje você é meu.
Ele me carregou até o quarto, me jogou na cama e tirou minha roupa com urgência. Ficou me olhando pelado por um segundo, depois subiu por cima de mim.
— Abre as pernas pra mim — ordenou, a voz rouca.
João começou a me explorar com a boca. Chupou meus mamilos com força, mordendo de leve, fazendo eu arquear as costas e gemer.
— Seus peitinhos tão durinhos… você adora quando eu chupo eles, meu putinho? — disse ele, lambendo um bico enquanto apertava o outro. — Tá gemendo só com a boca aqui… que delícia.
Ele desceu, abriu minhas coxas grossas e me comeu com a boca — língua fundo no meu cu, chupando, lambendo, gemendo contra minha pele.
— Esse cu tá melado… ainda tá quente da rola que você tomou hoje. Mas agora é minha vez.
Ele subiu, encaixou a cabeça grossa e empurrou devagar, me abrindo centímetro por centímetro.
— Isso… sente meu pau te invadindo… esses 20cm só pra você — sussurrou ele, olhando nos meus olhos. — Tá sentindo como eu te encho todinho? Como eu te abro bem devagar?
— Tô… ahh… você me enche tanto, João…
Ele começou a meter com força, mas sem pressa — estocadas profundas, ritmadas, o pau entrando quase todo e saindo quase tudo. Segurava minhas coxas grossas abertas, me olhando enquanto me fodia.
— Rebola pra mim… isso… mostra como você gosta de dar esse rabo para esse macho. Você é tão safado… tão gostoso… geme pra mim, vai.
Eu gemia alto, rebolando contra ele. João acelerou, metendo mais ferozmente, o corpo batendo contra o meu.
— Isso… aperta meu pau. Você adora quando eu te fodo assim.
Ele me virou de lado, levantou uma das minhas pernas e meteu ainda mais fundo, chupando meu mamilo enquanto socava.
— Olha pra mim enquanto eu te arrombo. Isso… você fica tão lindo gemendo… tão putinho pra mim.
Depois me colocou de quatro, segurou minha cintura com força e meteu com tudo, batendo fundo, o som molhado enchendo o quarto.
— Empina essa bundona pra mim… isso… rebola enquanto eu te como. Você é meu putinho… meu putinho lindo e guloso.
Eu rebolava desesperado, gemendo sem controle. João me puxou pelo cabelo e meteu com mais força.
— Geme alto… isso… quero ouvir você gemendo só pra mim. Tá sentindo meu pau bem fundo? Tá sentindo como eu te destruo gostoso?
Ele me fez sentar no colo dele, de frente, e me fodeu enquanto chupava meus mamilos com fome.
— Rebola no meu pau… usa ele todinho… isso… você fica tão safado quando senta assim… meu putinho perfeito.
Eu rebolava, gemendo, as mãos no peito dele. João segurava minha bunda, me ajudando a subir e descer, chupando meus peitinhos sem parar.
João gemo rouco, segurou minha bunda com as duas mãos e gozou fundo dentro de mim, enchendo meu cu de porra quente enquanto me beijava com paixão.
Ficou lá dentro um tempo, pulsando, me abraçando forte.
— Eu tô louco por você… — sussurrou ele, beijando meu pescoço. — Não importa com quem você transou antes de chegar em casa… quando você chega tem que dar para esse macho que sou eu e não deixarei gozar hoje, vai dormir assim.
Eu me senti completamente dele naquela noite. Queria ter gozado mas ele não deixou e eu obediente não quis contrariar.