Binho minha válvula de escape, meu vício, refúgio e João me surpreendendo

Binho e eu sabíamos exatamente o que éramos: um escape um para o outro. Nada mais.
Ele estava se refazendo do divórcio com Fabiane — o casamento de quase 20 anos que tinha desmoronado. Eu estava namorando João em segredo, pois ele ainda era meu professor na faculdade. Nenhum de nós queria complicação. Só queria prazer.
Ficamos nestes encontros em cafés, parques ou praças onde sempre rolava uma tensão sexual mas foi numa sexta feira que acabou acontecendo, quase 3 meses depois. Naquela tarde de sexta, ele me chamou para um motel discreto. Assim que entrei no quarto, Binho me recebeu com um beijo quente, urgente, as mãos já apertando minha bunda.
— Porra, Gugu… você tá cada dia mais gostoso — murmurou ele, tirando minha camisa. — Vem cá, vem, esperei muito para estarmos assim.
Ele me deitou na cama, tirou minha calça e ficou admirando meu corpo nu.
— Olha essa bunda musculosa… essas coxas grossas… você malha pra ficar ainda mais gostoso pra mim?
— Malho pra ficar gostoso pra você… — respondi, já excitado.
Binho sorriu, abriu minhas pernas e começou a me chupar com fome. Língua no cu, chupando devagar, gemendo contra minha pele.
— Que cu delicioso… tá molhado pra mim. Tá com vontade de levar rola, seu putinho?
— Tô… me come, Binho.
Ele subiu, encaixou o pau grosso e entrou devagar, me enchendo. Quando enterrou tudo, ficou parado, pulsando dentro de mim.
— Caralho… você me aperta tão gostoso. Tá sentindo como eu te abro todinho?
— Tô… me fode… quero sentir você inteiro.
Beto começou a meter com ritmo gostoso — forte, mas sem violência. Segurava minhas coxas grossas, olhava nos meus olhos e falava safadezas:
— Isso… rebola pra mim, putinho. Mostra como você gosta de dar esse rabo. Você é tão apertado… tão quente… me deixa louco.
Eu rebolava, gemendo, as mãos apertando os lençóis. Ele acelerou um pouco, metendo mais fundo, o suor pingando do peito dele em mim.
— Você tá namorando o professor, né? — perguntou ele, sorrindo safado enquanto metia. — E mesmo assim vem correndo pra tomar rola de outro macho. Que safado você é.
— Eu gosto… gosto de vir pra você… me fode mais gostoso…
Binho me virou de quatro, segurou minha cintura e meteu com força, batendo fundo.
— Isso… empina essa bundona pra mim. Rebola enquanto eu te como. Caralho, Gugu… você fica tão gostoso gemendo assim. Tá sentindo meu pau bem fundo? Tá sentindo como eu te encho?
— Tô… me fode assim… eu adoro ser pego assim…
Ele me fudeu por um bom tempo nessa posição, dando tapas leves na minha bunda, apertando minha cintura, gemendo rouco. Depois me colocou por cima, me fazendo rebolar devagar enquanto chupava meus mamilos.
— Rebola gostoso, putinho… usa meu pau. Isso… você fica lindo rebolando pra mim. Goza pra mim… quero ver você gozando sentindo meu pau bem fundo.
Eu gozei forte, gemendo alto, jatos grossos batendo na barriga dele. Meu cu apertou ele com força. Beto gemeu rouco, segurou minha bunda e gozou logo depois, enchendo meu cu de porra quente, pulsando lá dentro enquanto me beijava.
Ficamos abraçados por um tempo, ele ainda dentro de mim, acariciando minhas costas.
— Isso foi bom pra caralho… — murmurou ele, beijando meu ombro. — Eu tô me refazendo da Fabiane… e você tá com o professor. A gente sabe que não vai virar namoro. Mas eu gosto disso que a gente tem. Sem drama. Só tesão.
— Eu também gosto — respondi, ainda ofegante. — É bom… é leve.
Ele sorriu, me deu um beijo na boca e apertou minha bunda.
— Então volta sempre que quiser, putinho. Meu pau vai estar sempre pronto pra você.
Saí do motel com o cu cheio da porra dele, o corpo satisfeito e a mente mais leve.
Com João eu tinha carinho, conexão e estabilidade.
Com Binho eu tinha tesão puro, sem compromisso, sem pressão.
E eu estava começando a aceitar que podia ter os dois… pelo menos por enquanto.

Cheguei em casa por volta das 23h40, o corpo ainda quente da foda com Binho. Meu cu estava sensível, inchado, escorrendo um pouco da porra dele. Mal fechei a porta, João apareceu na sala. Ele me olhou de cima a baixo, percebeu o cabelo bagunçado, o jeito como eu andava e o cheiro de sexo que eu ainda carregava.
Não disse nada. Apenas veio até mim, me prensou contra a parede e me beijou com fome — um beijo feroz, quase raivoso.
— Você transou hoje, né? — murmurou ele contra minha boca, mordendo meu lábio inferior. — Tá com cheiro de quem acabou de levar rola.
— João… — tentei falar, mas ele já estava tirando minha camisa.
— Não quero saber de nada. Hoje você é meu.
Ele me carregou até o quarto, me jogou na cama e tirou minha roupa com urgência. Ficou me olhando pelado por um segundo, depois subiu por cima de mim.
— Abre as pernas pra mim — ordenou, a voz rouca.
João começou a me explorar com a boca. Chupou meus mamilos com força, mordendo de leve, fazendo eu arquear as costas e gemer.
— Seus peitinhos tão durinhos… você adora quando eu chupo eles, meu putinho? — disse ele, lambendo um bico enquanto apertava o outro. — Tá gemendo só com a boca aqui… que delícia.
Ele desceu, abriu minhas coxas grossas e me comeu com a boca — língua fundo no meu cu, chupando, lambendo, gemendo contra minha pele.
— Esse cu tá melado… ainda tá quente da rola que você tomou hoje. Mas agora é minha vez.
Ele subiu, encaixou a cabeça grossa e empurrou devagar, me abrindo centímetro por centímetro.
— Isso… sente meu pau te invadindo… esses 20cm só pra você — sussurrou ele, olhando nos meus olhos. — Tá sentindo como eu te encho todinho? Como eu te abro bem devagar?
— Tô… ahh… você me enche tanto, João…
Ele começou a meter com força, mas sem pressa — estocadas profundas, ritmadas, o pau entrando quase todo e saindo quase tudo. Segurava minhas coxas grossas abertas, me olhando enquanto me fodia.
— Rebola pra mim… isso… mostra como você gosta de dar esse rabo para esse macho. Você é tão safado… tão gostoso… geme pra mim, vai.
Eu gemia alto, rebolando contra ele. João acelerou, metendo mais ferozmente, o corpo batendo contra o meu.
— Isso… aperta meu pau. Você adora quando eu te fodo assim.
Ele me virou de lado, levantou uma das minhas pernas e meteu ainda mais fundo, chupando meu mamilo enquanto socava.
— Olha pra mim enquanto eu te arrombo. Isso… você fica tão lindo gemendo… tão putinho pra mim.
Depois me colocou de quatro, segurou minha cintura com força e meteu com tudo, batendo fundo, o som molhado enchendo o quarto.
— Empina essa bundona pra mim… isso… rebola enquanto eu te como. Você é meu putinho… meu putinho lindo e guloso.
Eu rebolava desesperado, gemendo sem controle. João me puxou pelo cabelo e meteu com mais força.
— Geme alto… isso… quero ouvir você gemendo só pra mim. Tá sentindo meu pau bem fundo? Tá sentindo como eu te destruo gostoso?
Ele me fez sentar no colo dele, de frente, e me fodeu enquanto chupava meus mamilos com fome.
— Rebola no meu pau… usa ele todinho… isso… você fica tão safado quando senta assim… meu putinho perfeito.
Eu rebolava, gemendo, as mãos no peito dele. João segurava minha bunda, me ajudando a subir e descer, chupando meus peitinhos sem parar.
João gemo rouco, segurou minha bunda com as duas mãos e gozou fundo dentro de mim, enchendo meu cu de porra quente enquanto me beijava com paixão.
Ficou lá dentro um tempo, pulsando, me abraçando forte.
— Eu tô louco por você… — sussurrou ele, beijando meu pescoço. — Não importa com quem você transou antes de chegar em casa… quando você chega tem que dar para esse macho que sou eu e não deixarei gozar hoje, vai dormir assim.
Eu me senti completamente dele naquela noite. Queria ter gozado mas ele não deixou e eu obediente não quis contrariar.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


262122 - Dilema entre João ou Binho, Tesão, lado selvagem ou sexo com carinho - Categoria: Gays - Votos: 0
261780 - Tesão pelo professor dotado: Gugu se permitindo e vivendo novas experiências - Categoria: Gays - Votos: 4
261763 - Negão possessivo e faculdade: recomeço do putinho querendo ser alguém - Categoria: Gays - Votos: 4
261760 - Seu Carlos: primeiro gosto de homem e despertando meu lado de puto - Categoria: Gays - Votos: 7
261657 - Negão, Roni me marcando para sempre, boca, cuzinho e primeiro beijo a gente nunca esquece - Categoria: Gays - Votos: 8
261648 - Seu Carlos e Roni, dois machos, dois vícios e a volta do negão - Categoria: Gays - Votos: 7
261598 - Leitinho de Obra: Minha vida como "mamador" de Pedreiros novo vício - Categoria: Gays - Votos: 13
261587 - Novo macho, vizinho Ricardão me enrabando e apresentando seu irmão - Categoria: Gays - Votos: 8
261525 - Seu Carlos cada vez mais ousado exibicionismo era sua tara e descobri esse vicio - Categoria: Gays - Votos: 6
261424 - Depois da obra, o pai do meu amigo de escola, novo vicio e nova aventura - Categoria: Gays - Votos: 19
261413 - Negão possessivo me viciando na pica e me tornando "putinho" particular - Categoria: Gays - Votos: 11
261310 - Na volta do mercado "britadeira" não perdeu tempo e dividiu com mais um peão - Categoria: Gays - Votos: 11
261279 - Descobrindo o prazer com o "britadeira" numa construção - Categoria: Gays - Votos: 15
261165 - A Despedida com os Amigos e depois com William a noite - Categoria: Gays - Votos: 7
261159 - Mais uma tarde de sexo com amigo do meu primo e sendo flagrado - Categoria: Gays - Votos: 6
260807 - Agora... descobrindo o prazer com os dois amigos do meu primo - Categoria: Gays - Votos: 17
260743 - Gugu descobrindo prazer com William - Categoria: Gays - Votos: 13
260731 - A primeira vez do Gugu - Categoria: Gays - Votos: 15

Ficha do conto

Foto Perfil dehpass
dehpass

Nome do conto:
Binho minha válvula de escape, meu vício, refúgio e João me surpreendendo

Codigo do conto:
262117

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
15/05/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0