Depois de alguns dias sem nos vermos (eu tinha ficado mergulhado nos trabalhos da faculdade e ele estava resolvendo coisas com as filhas), Binho me mandou uma mensagem simples, mas que me fez sorrir:
“As meninas viajaram com a mãe pro fim de semana. Meu apartamento tá vazio e com uma vista linda da Avenida Brasil. Quer vir passar o final de semana comigo? Só nós dois. Sem pressa. Quero te ver”
Eu aceitei.
Cheguei no sábado à tarde. O prédio era bonito, moderno, num dos pontos mais altos da Avenida Brasil. Quando ele abriu a porta, Binho estava com uma camisa social branca aberta nos primeiros botões, jeans escuro e um sorriso que me desarmou.
— Vem cá, meu putinho lindo — disse ele, me puxando para um abraço longo e um beijo lento, profundo, daqueles que fazem o tempo parar.
O apartamento era incrível. Sala ampla, decoração moderna e minimalista, e uma varanda enorme com vista panorâmica da Avenida Brasil — carros passando lá embaixo, o pôr do sol pintando tudo de laranja e rosa.
— Eu queria te mostrar isso — murmurou ele, me abraçando por trás enquanto olhávamos a vista. — Queria te ter aqui, só pra mim, sem correria.
Ele me virou, me beijou novamente, e dessa vez o beijo foi ficando mais quente. As mãos dele deslizavam pelas minhas costas, apertando minha bunda com carinho e desejo.
—Quero que você fique a vontade. Quero te ter inteiro, só pra mim.
Eu comecei tirando peça por peça enquanto ele me olhava com fome e admiração. Quando fiquei totalmente pelado, Binho me puxou para o sofá, me deitou e subiu por cima de mim, beijando meu pescoço, meu peito, chupando meus mamilos com calma.
— Seus peitinhos ficam tão durinhos pra mim… — sussurrou ele, lambendo um bico devagar. — Você gosta quando eu chupo assim, meu putinho?
— Gosto… ahh… continua, Binho…
Ele desceu, abriu minhas pernas grossas e me chupou com vontade — pau, bolas e cu. Língua lenta, profunda, gemendo contra minha pele.
— Que cu gostoso… tá piscando pra mim. Tá com saudade do meu pau, né?
— Tô… muita saudade…
Binho subiu, E ficamos naqueles amassos gostosos, ele dizendo que me queria sem medo de ter que ir embora as pressas. Acabamos indo para o quarto dele e depois de me colocar na cama, encaixou aquele pau grosso e foi colocando devagar:
— Isso… sente ele te abrindo todinho… bem devagar… quero que você sinta cada veia.
Quando enterrou tudo, ele ficou parado, pulsando dentro de mim, me beijando com carinho.
— Tá gostoso, meu amor? — perguntou, começando a meter lento e profundo. — Quero te foder gostoso hoje… sem pressa. Quero te ouvir gemendo meu nome a noite toda.
Ele me fodeu por horas. Devagar no começo, depois mais intenso, alternando posições: de lado, eu por cima rebolando enquanto ele chupava meus mamilos, de quatro com ele segurando minha cintura, e por fim de frente, minhas pernas nos ombros dele, me olhando nos olhos enquanto metia fundo.
— Rebola pra mim, putinho lindo… isso… você fica tão safado rebolando no meu pau.
Eu gozei forte, gemendo o nome dele, o corpo inteiro tremendo. Binho grunhiu rouco e gozou logo depois, enchendo meu cu de porra quente enquanto me beijava com paixão.
Ficamos abraçados por um longo tempo. Ele não saiu de dentro de mim imediatamente. Ficou me beijando, acariciando meu cabelo, sussurrando:
— Eu gosto demais de você, Gugu. Não é só sexo. Eu gosto de te ver assim… entregue, gemendo, mas também conversando comigo depois. Fica aqui comigo esse final de semana inteiro. Não quero que você vá embora.
Eu fiquei.
Dormi nos braços dele aquela noite na sua cama, sentindo o pau dele ainda meio duro dentro de mim. Acordei no domingo com ele me chupando devagar, e passamos o dia todo transando, conversando, comendo, rindo e transando de novo.
Só voltei pra casa na segunda à tarde, com o cu sensível, o corpo marcado de chupões discretos e o coração leve.
Binho tinha me dado algo raro: sexo intenso sem pressão, carinho sem cobrança, e a sensação de que eu podia ser eu mesmo — putinho fogoso e garoto tentando se encontrar.