Dilema entre João ou Binho, Tesão, lado selvagem ou sexo com carinho

As coisas com João estavam ficando cada vez mais intensas… e complicadas.
Eu morava com ele há quase três meses. Durante o dia, éramos quase um casal normal: ele preparava café, me ajudava com os trabalhos da faculdade, me beijava na testa antes de eu sair. À noite, o sexo era selvagem, mas ainda cheio de um carinho que me desmontava. Ele me fodia com força, me chamava de putinho, me fazia gemer alto… mas depois me abraçava, beijava minha nuca e sussurrava que me amava.
Mas eu sentia que algo estava mudando nele.
Uma noite, cheguei da faculdade mais tarde que o normal. Tinha ficado conversando com Binho no parque. Quando abri a porta, João estava sentado no sofá, luz baixa, olhando para o nada. Assim que entrei, ele se levantou, me prensou contra a parede da sala e me beijou com raiva.
— Você tava com ele de novo? — rosnou ele, mordendo meu lábio com força. — Tá cheirando a outro homem.
Eu não neguei. João tirou minha roupa com urgência, me virou de frente pra parede e cuspiu no meu cu.
— Hoje eu não vou ser carinhoso — disse ele, enfiando o pau grosso de uma vez. — Você quer rola bruta? Então toma.
Ele meteu com fúria, batendo fundo, segurando minha cintura com força. Era quase como o Roni — bruto, possessivo, sem piedade.
— Isso… aperta meu pau, sua vadia — grunhiu ele, dando um tapa forte na minha bunda. — Você mora comigo, dorme na minha cama, mas continua saindo pra dar o cu pra outro. Rebola pra mim, porra. Mostra como você é guloso.
Eu rebolava, gemendo alto, o corpo tremendo. João puxou meu cabelo, arqueando minhas costas:
— Fala pra mim. Você gosta mais da rola dele ou da minha?
— Da sua… ahh… da sua, João…
— Mente não, putinho — ele meteu mais fundo, quase com raiva. — Eu sinto o cheiro dele em você. Você adora ser usado, né? Adora ser a putinha de todo mundo.
Ele me fodeu com força por quase uma hora, me virando em várias posições, me chamando de vadia, putinho traíra, bundão guloso. No final, me colocou de quatro no sofá e meteu com tudo até gozar bem fundo.
Depois, ainda ofegante, ele me abraçou por trás, mas o abraço estava diferente. Mais apertado. Quase desesperado.
— Desculpa… — murmurou ele, beijando minha nuca. — Tô fora de mim. Eu te amo, Gugu. Mas ver você saindo com outro homem me deixa louco. Eu quero você só pra mim.
Eu fiquei em silêncio, o cu latejando, o corpo marcado.
João estava mudado. O homem calmo, paciente e carinhoso que me acolheu estava ficando possessivo, quase obsessivo. Ele me fudia com mais força, me marcava mais, me cobrava mais. E eu, mesmo gostando do tesão, me sentia sufocado.
Uma semana depois, tivemos a conversa que eu temia.
Estávamos no sofá depois do jantar. Ele segurou minha mão e falou sério:
— Eu não aguento mais dividir você. Eu te quero inteiro. Quero que você pare de ver o Binho. Quero que a gente assuma isso de verdade. Eu posso te dar uma vida boa, Gugu. Estabilidade. Amor. Sexo todos os dias. Mas eu preciso que você escolha.
Eu senti um aperto no peito.
— João… eu gosto muito de você. Mas eu ainda tô confuso. Ainda sinto falta de outras coisas. Não sei se consigo ser só de uma pessoa agora.
Ele ficou em silêncio por um tempo. Depois me puxou para o colo e me beijou com força.
— Então eu vou te lembrar por que você deve escolher ficar comigo.
Ele me fodeu ali mesmo no sofá, ferozmente, possessivamente. Segurou meus cabelos, mordeu meu ombro, meteu fundo enquanto sussurrava:
— Esse cu é meu. Essa boca é minha. Esse corpo é meu. Ninguém mais vai te tocar enquanto você estiver comigo. Entendeu, putinho?
Eu gemi alto, rebolando, dividido entre o prazer e o medo.
João estava se tornando mais parecido com Roni a cada dia.
E eu não sabia se isso me excitava… ou me aterrorizava.

Depois de alguns dias sem nos vermos (eu tinha ficado mergulhado nos trabalhos da faculdade e ele estava resolvendo coisas com as filhas), Binho me mandou uma mensagem simples, mas que me fez sorrir:
“As meninas viajaram com a mãe pro fim de semana. Meu apartamento tá vazio e com uma vista linda da Avenida Brasil. Quer vir passar o final de semana comigo? Só nós dois. Sem pressa. Quero te ver”
Eu aceitei.
Cheguei no sábado à tarde. O prédio era bonito, moderno, num dos pontos mais altos da Avenida Brasil. Quando ele abriu a porta, Binho estava com uma camisa social branca aberta nos primeiros botões, jeans escuro e um sorriso que me desarmou.
— Vem cá, meu putinho lindo — disse ele, me puxando para um abraço longo e um beijo lento, profundo, daqueles que fazem o tempo parar.
O apartamento era incrível. Sala ampla, decoração moderna e minimalista, e uma varanda enorme com vista panorâmica da Avenida Brasil — carros passando lá embaixo, o pôr do sol pintando tudo de laranja e rosa.
— Eu queria te mostrar isso — murmurou ele, me abraçando por trás enquanto olhávamos a vista. — Queria te ter aqui, só pra mim, sem correria.
Ele me virou, me beijou novamente, e dessa vez o beijo foi ficando mais quente. As mãos dele deslizavam pelas minhas costas, apertando minha bunda com carinho e desejo.
—Quero que você fique a vontade. Quero te ter inteiro, só pra mim.
Eu comecei tirando peça por peça enquanto ele me olhava com fome e admiração. Quando fiquei totalmente pelado, Binho me puxou para o sofá, me deitou e subiu por cima de mim, beijando meu pescoço, meu peito, chupando meus mamilos com calma.
— Seus peitinhos ficam tão durinhos pra mim… — sussurrou ele, lambendo um bico devagar. — Você gosta quando eu chupo assim, meu putinho?
— Gosto… ahh… continua, Binho…
Ele desceu, abriu minhas pernas grossas e me chupou com vontade — pau, bolas e cu. Língua lenta, profunda, gemendo contra minha pele.
— Que cu gostoso… tá piscando pra mim. Tá com saudade do meu pau, né?
— Tô… muita saudade…
Binho subiu, E ficamos naqueles amassos gostosos, ele dizendo que me queria sem medo de ter que ir embora as pressas. Acabamos indo para o quarto dele e depois de me colocar na cama, encaixou aquele pau grosso e foi colocando devagar:
— Isso… sente ele te abrindo todinho… bem devagar… quero que você sinta cada veia.
Quando enterrou tudo, ele ficou parado, pulsando dentro de mim, me beijando com carinho.
— Tá gostoso, meu amor? — perguntou, começando a meter lento e profundo. — Quero te foder gostoso hoje… sem pressa. Quero te ouvir gemendo meu nome a noite toda.
Ele me fodeu por horas. Devagar no começo, depois mais intenso, alternando posições: de lado, eu por cima rebolando enquanto ele chupava meus mamilos, de quatro com ele segurando minha cintura, e por fim de frente, minhas pernas nos ombros dele, me olhando nos olhos enquanto metia fundo.
— Rebola pra mim, putinho lindo… isso… você fica tão safado rebolando no meu pau.
Eu gozei forte, gemendo o nome dele, o corpo inteiro tremendo. Binho grunhiu rouco e gozou logo depois, enchendo meu cu de porra quente enquanto me beijava com paixão.
Ficamos abraçados por um longo tempo. Ele não saiu de dentro de mim imediatamente. Ficou me beijando, acariciando meu cabelo, sussurrando:
— Eu gosto demais de você, Gugu. Não é só sexo. Eu gosto de te ver assim… entregue, gemendo, mas também conversando comigo depois. Fica aqui comigo esse final de semana inteiro. Não quero que você vá embora.
Eu fiquei.
Dormi nos braços dele aquela noite na sua cama, sentindo o pau dele ainda meio duro dentro de mim. Acordei no domingo com ele me chupando devagar, e passamos o dia todo transando, conversando, comendo, rindo e transando de novo.
Só voltei pra casa na segunda à tarde, com o cu sensível, o corpo marcado de chupões discretos e o coração leve.
Binho tinha me dado algo raro: sexo intenso sem pressão, carinho sem cobrança, e a sensação de que eu podia ser eu mesmo — putinho fogoso e garoto tentando se encontrar.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Dilema entre João ou Binho, Tesão, lado selvagem ou sexo com carinho

Codigo do conto:
262122

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
15/05/2026

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