Como relatei antes, meu início da adolescência foi bem agitada em casa, teve meu primo morando conosco e virando amante de minha irmã, depois minha mãe e ainda tirando meu cabacinho.
Eu seguia estudando na parte da manhã, minha irmã a tarde, mãe trabalhando durante o dia, o primo dia sim, dia não tinha a escala na PM, em alguns dias fazia extra de segurança, pela manhã meu pai chegava do trabalho e ia descansar, assim era nossa rotina.
Numa manhã fria e chuvosa de inverno, minha mãe antes de sair me disse para ficar em casa, não ir a escola, para evitar ficar doente, me deu um beijo na testa e saiu, aproveitando a carona do primo amante, virei pro lado, me tapei e voltei a dormir...
Acordei com aquele barulhinho de chuva, louco de vontade de fazer xixi, corri para o banheiro, me aliviei, vi a casa vazia, só a porta do quarto de meus pais fechada, quarto de minha irmã vazio, a cama já estendida, quando fui ligar a TV, ouço barulho, tipo batidas na parede, vindo do quarto de meus pais, vou até a porta e o barulho ganhou a companhia de gemidos, pensei, a mamãe me deixou ficar em casa e também não foi trabalhar.
Ligo a TV com volume bem baixo, como fazia as vezes para não acordar meu pai, porém o volume no quarto aumentou, começavam a ter gemidos mais altos, reconheci a voz de minha irmã, desliguei a TV e voltei pro meu quarto, tentei espiar pelos buracos na parede, porém o quarto estava escuro, com as cortinas fechadas e luzes apagadas, comecei a bater punheta ouvindo o gemidos, quando ouço meu pai urrar...
Pai: "Arrrr minha filha...
Arrrr tô sem ar...
Assim tu não deixa o pai descansar direito...
Mana: "Ai pai, assim parece que não gosta de meter na tua filhinha..."
Pai: "Tu sabe que gosto, é que hoje cheguei muito cansado, e tua mãe é teu primo, acordaram daquele jeito, tive que fazer hora extra com eles."
Mana: "E como tu acha que fico, em saber que a mãe tem todo dia, e eu só as vezes com o senhor? Ela ainda tem o primo, aquele tarado, se deixar ele come o senhor e o mano também."
Mal sabia ela, que ele já havia me comido algumas vezes.
Pai: "Eu fora, gosto de mulher!"
Mana: "E de mim, o Senhor gosta?"
Pai: "Eu te amo minha filha, prá mim, tu sempre será minha princesinha safadinha, mas minha princesa."
Nesse momento pude ouvir os beijos deles e minha irmã dizer:
Mana: "Pai, eu quero mais."
Pai: "Teu namorado não te come o suficiente?"
Mana: "Ai pai, se não quer tudo bem e só dizer, e o senhor sabe, até gosto dele, mas ele não é homem de verdade ainda."
Pai: "Tá bom, vem cá, dá uma ajudinha pro pai, vem limpar essa meleca e deixar ele pronto de novo."
Ouvi ele bater palma e rir de felicidade.
Meu pai gemendo, falando coisas que não conseguia ouvir, até que disse...
Pai: "Isso, agora sim, deixa ele duro e baba bastante, que quero tua bundinha agora, filha."
Mana: "Tá bom Pai, mas no cuzinho o Senhor vai gozar dentro né? Adoro ficar meladinha do Senhor."
Nesse momento tive que correr pro banheiro, primeiro por já estar tentando segurar a tempo o gozo, segundo por saber como é bom sentir o cuzinho preenchido e melado.
Foram duas socadas e me aliviei, voltei para o quarto, deitei, bem colado na parede e pudia ouvir meu pai socando forte , pois a barulho dos dois corpos se chocando era bem audível.
Mana: "Pai, o Senhor é o homem da minha vida, come tua filhinha, come...
Mete forte no meu cuzinho, no teu cuzinho pai, ele é teu, enche ele com teu pauzão, me enche de porra pai..."
Pai: "Queria que tua mãe desse o cú assim..."
Mana: "Pai, tu tem o meu, esquece a puta da mãe."
Pai: "Não fala assim dela, por que tu está no mesmo caminho dela, nuca vai ser de um homem só."
Mana: "Tá, mas agora sou eu e o Senhor, esquece ela e come meu rabo, meu Pauzinho lindo!"
Mais uns 10 minutos e ouço meu pai novamente urrando e minha irmã rindo...
Mana: "Ai Pai...
que delícia sentir o Senhor me enchendo o rabo, como é bom isso, amo ser sua paizinho, amo ter o rabo arrombado assim, meu gostoso..."
Pai: "Adoro ser acordado por ti filhinha e hoje tu estava inspirada..."
Ouço eles se beijando e meu pai diz para eles irem tomar banho, fiquei quieto no meu quarto, quando estavam saindo do banho, apareci...
Pai: "Ué, já chegou?"
Não fui hoje, a mãe disse prá ficar em casa para evitar ficar gripado, acordei agora.
Vi minha irmã, saindo do banheiro enrolada na toalha, dizendo que ia se arrumar para escola, o Pai voltou para o quarto, ela se fechou no quarto dela, quando saiu, só disse, ouvi tudo.
Mana: "Não conta prá mãe, por favor!"
Então, perguntei, o que eu ganho com isso?
Mana: "Tu é muito novinho ainda, quando ficar maior, dou teu presente."