Eu era a Daiane, tinha acabado de completar 16 anos. Cabelos compridos, sempre quietinha, usando vestidos longos que pareciam discretos mas colavam no corpo. José, meu marido, dois anos mais velho, me trazia e buscava todo dia desde que comecei o estágio. Um amigo do chefe pediu pra ele me dar uma força. De cara, quem me olhasse achava que eu era uma moça recém-casada, tímida e de moral impecável. E parte disso era verdade. Mas eu escondia um fogo por dentro. Meu olhar entregava. O chefe, Alex, era safado e percebia isso. Depois de algumas semanas eu já conversava mais, me sentia à vontade. Notei que ele ficava olhando meus vestidos longos marcando a bundinha. Eu fingia não ver, mas sentia um calor subir toda vez. Um dia ele me pediu pra usar o celular dele:?“Daiane, tô ocupado com uns contratos. Pega meu celular e manda cobranças pra esses 5 números da agenda. Anexa a logo da empresa, tá na galeria na pasta ‘empresa’.” Assim que abri a galeria, as primeiras fotos eram dele de cueca, pau bem marcado, volume enorme. Meu rosto queimou. Fiquei olhando mais tempo que devia. Nunca tinha visto outro pau além do do José. Era bem maior, mais grosso, latejando na foto. Meu coração acelerou e senti a calcinha molhando. Terminei o serviço rápido, mas voltei nas fotos algumas vezes. “Terminou, chefe.”?“Me passa o celular, preciso mandar um Whats.” Ele fez cara de inocente e viu que eu tinha olhado.?“Ai caralho, Daiane… esqueci dessas fotos que mandei pra outra.” Fiquei vermelha mas confessei baixinho:?“Fui discreta… mas olhei todas. Nunca vi um pau tão diferente do do José.” Ele sorriu sacana e abriu o computador. Colocou um vídeo bem explícito no Xvideos: mulher gemendo alto, tapa na bunda, foda braba. Eu dizia “tira isso, não sou acostumada”, mas não conseguia tirar os olhos. Minha respiração ficou pesada, bucetinha latejando. “É assim que você tá acostumada a foder, Daiane?”?“Só fiz amor até hoje…” respondi, mas minha voz saiu fraquinha. Ele insistiu, segurou minha cabeça e me fez olhar. Depois colocou um vídeo de DP. Eu estava vidrada. De repente senti o pau dele duro encostando no meu ombro por cima da roupa. “Que isso, Alex?! Você tá louco?”?“Fica tranquila… já senti seu tesão. Agora quero que sinta o meu.” Ele tirou o pau pra fora. Era enorme, grosso, cabeça brilhando. Fiquei sem reação.?“PQP… assim eu não resisto, seu filho da puta… já premeditou isso né?” Ele encostou o pau na minha cara:?“Segura ele, vai. Bota na boca e chupa igual a moça do vídeo.” Eu estava molhada demais. Hesitei um segundo, mas o tesão falou mais alto. Segurei aquele pau quente e grosso, abri a boca e comecei a chupar. Engoli o máximo que consegui, engasgando, babando, subindo e descendo com vontade. “Isso, sua putinha novinha de 18 anos… chupa com força, engole tudo, sua cadela safada. Tá sentindo cheiro dessa bucetinha molhada né?” Quanto mais ele me humilhava, mais eu ficava louca. Chupava a cabeça, lambia as bolas, enfiava fundo na garganta. Ele batia o pau na minha cara e eu pedia mais. Ele me jogou na mesa, levantou meu vestidinho. A calcinha estava encharcada. Afastou de lado e chupou minha bucetinha com fome. Eu segurei a cabeça dele, rebolando na boca dele.?“Aaaah caralho… que delícia… vou gozar na sua boca, seu puto!” Gozou forte, melando a cara dele. Depois ele mandou eu empinar a bunda. Meti o pau devagar na minha bucetinha apertada. Dei um gritinho. Ele deu um tapa forte na bunda e socou tudo de uma vez. “Devagar o caralho, sua puta! Essa bucetinha gulosa merece ser arrombada.” Ele meteu forte, bolas batendo, tapas ecoando. Eu gemia como uma vadia:?“Toma, fode sua estagiária novinha… morde meu pau com essa buceta!” Gozamos juntos. Ele encheu minha bucetinha de porra quente. “Agora vira e chupa esse pau sujo, sua cadela. Depois vou arrombar esse cuzinho virgem.” Eu ajoelhei, chupei tudo, limpei com a língua, sentindo o gosto misturado. Ele me deixou louca de tesão de novo, chupando meu grelo e enfiando dedos no cu. Na mesa de quatro, ele pincelou e meteu o pau melado no meu cuzinho devagar. Eu gemia de dor e prazer.?“Ai caralho… devagar… mas não para!” Ele foi fundo, bombando cada vez mais forte, tapas na bunda, me chamando de putinha casada, cadela de 18 anos, estagiária safada. Eu rebolava, pedia mais:?“Arromba esse cuzinho, seu cafajeste! Enche de porra tua putinha!” Gozamos juntos de novo, ele jorrando fundo no meu rabo. Saí dali com as pernas tremendo, buceta e cu latejando, cheia de porra, sabendo exatamente o que era ser bem fodida. Meu “treinamento completo” como estagiária tinha sido bem mais gostoso do que eu imaginava.
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