Parei em um posto de costume para abastecer e, enquanto abasteciam o veículo, desci para comprar uma água. Quando voltei, o frentista me entregou um bilhete e disse que a mulher do carro ao lado tinha pedido para me entregar. No bilhete, havia um número de celular e o nome dela. Entrei em contato e começamos a conversar. Logo fomos para o MSN, que era o que usávamos na época. Ela me disse que tinha ficado encantada com minhas pernas e, claro, com a minha beleza. Lá, descobri seu nome, sua idade, que era casada e algo que me deixou ainda mais curioso e surpreso: ela era pastora. Fiquei curioso para ver onde a conversa iria dar e passamos a nos falar todos os dias. Era difícil marcar um encontro com ela. Por ser casada, seus horários eram limitados e ela tinha muitos compromissos na igreja. No entanto, a cada dia ficávamos mais íntimos e, aos poucos, ela foi se soltando. Contou que seu marido era de uma família tradicional, criado no meio religioso, e que para ele tudo o que saía da rotina na cama era pecado. Relatou que uma vez pediu para ele fazer sexo oral nela e ele a chamou de "puta" e "vagabunda", dizendo que só mulheres da vida gostavam dessas coisas. Em seguida, falou: "Imagine, Carlos, se eu falar para ele que tenho vontade de saber como é fazer sexo anal!" Nesse instante, fiquei louco imaginando a cena. Ela era uma mulher comum e, pelas fotos que me mandava, não dava para ver muito bem o corpo. Essas roupas evangélicas escondem bastante e envelhecem a mulher no mínimo uns 10 anos. Um dia de manhã, vi uma mensagem dela no MSN dizendo que teria a tarde livre e que seria uma ótima oportunidade para nos vermos. Ela explicou que tinha um compromisso de manhã, mas que por volta das 11h entraria novamente para ver minha resposta. Claro que eu não perderia essa oportunidade. Deixei um recado combinando de nos encontrarmos no estacionamento do supermercado para, de lá, decidirmos para onde iríamos. Às 13h, eu já estava lá quando ela encostou o carro. Conversamos um pouco e decidimos deixar minha moto no local para seguir no carro dela até o motel. No caminho, ela falava bastante, provavelmente por conta do nervosismo que transparecia em seu rosto. Logo começou a passar a mão nas minhas pernas, elogiando-as novamente, até subir a mão em direção ao meu pau, que já latejava a essa altura. Chegamos ao motel e, assim que entramos no quarto, ela foi ao banheiro. Fiquei deitado na cama e, quando olhei, ela vinha na minha direção usando apenas calcinha de renda e sutiã preto. Fiquei impressionado, pois não imaginava que ela tivesse aquele corpão sob as roupas do dia a dia. Deitou-se ao meu lado e começou a me beijar com certa afobação. Entendi que precisaria tomar as rédeas da situação. Deitei-a na cama e passei a beijar lentamente seu pescoço e seu ouvido, deslizando a mão levemente pelos seus peitos, que estavam rígidos. Ela se arrepiava inteira e soltava leves gemidos de tesão. Beijei sua boca devagar e desci a mão até sua vagina, que já estava completamente molhada. Fiquei brincando com o clitóris dela enquanto a beijava. Em seguida, tirei meu pau para fora e o coloquei na boca dela, que começou a chupar timidamente. Eu o empurrava inteiro em sua boca, a ponto de ela engasgar às vezes por causa do tamanho, o que me deixava com ainda mais tesão. Tirei meu pau da boca dela e fui lambendo sua barriga até chegar à vagina. Tirei sua calcinha e vi aquela pepeca lisinha e molhada. Não perdi tempo e comecei a fazer sexo oral. Ela segurava meu cabelo e rebolava a pélvis contra o meu rosto, dizendo: "Ai, Carlos, que tesão! Nunca senti isso na minha vida, que delícia! Por favor, não para... Ai, que coisa mais gostosa!" Não demorou para que ela chegasse ao ápice, puxando meu cabelo e pressionando meu rosto contra ela. Enquanto ela se recompunha, coloquei-a para fazer sexo oral novamente. Olhando para ela, perguntei: "E aí, está gostando de ser minha putinha?" Ela respondeu que estava adorando, ainda com meu pau na boca. Abri suas pernas e comecei a penetrá-la. A vagina dela estava bem apertada, provavelmente por falta de uso frequente. Ela gritava e dava altos gemidos e, percebendo que eu gozaria rápido se continuasse daquela forma, pedi para que ela ficasse de quatro. Comecei a penetrá-la por trás, segurando-a pelos cabelos longos. Era estimulante ver a região anal exposta para mim. Tirei o pau da vagina e passei a língua no ânus dela. Ela foi à loucura, gritando e gemendo alto, enquanto eu alternava o sexo oral entre o ânus e a vagina. Falei para ela que faria sexo anal. Ela ficou receosa, com medo de doer e de não aguentar. Na TV do quarto, passava uma cena de sexo anal com um pênis grande. Olhei para ela e disse: "Se ela aguenta esse pinto enorme, por que você não aguentaria? O que ela tem de melhor que você?" Ela concordou. Peguei o lubrificante, passei bastante na região anal dela e no meu pau. Coloquei-a deitada na cadeira erótica na posição frango assado e fui introduzindo devagar até entrar tudo. Ela parecia descontrolada de prazer: gritava, gemia e se movia contra mim. Vê-la daquele jeito aumentou ainda mais o meu tesão e não demorou para eu ejacular dentro dela. Fomos para o chuveiro, coloquei-a de quatro e a penetrei novamente. Na hora de gozar, ela se ajoelhou e ejaculei em sua boca. Ela engoliu tudo enquanto me olhava com expressão provocante. Antes de ir embora, fiz sexo oral nela mais uma vez para que ela ficasse com vontade de voltar. Nos vestimos e precisamos ir embora, pois o tempo dela tinha acabado. No caminho de volta, ela continuou passando a mão no meu pau, dizendo que nunca tinha tido um sexo tão gostoso. Perguntei novamente se ela tinha gostado de ser minha putinha; ela sorriu, disse que tinha adorado e que eu a teria disponível sempre que quisesse. Ela me deixou ao lado da minha moto, deu-me um beijo e disse: "Até amanhã!" Fiquei surpreso com o "até amanhã", mas os detalhes dessa continuação ficam para o próximo relato...
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