O amante L



L chegou à empresa de Raquel a meio da tarde. O pretexto era uma reunião rápida para esclarecer dois pontos dos documentos do investimento têxtil. A secretária acompanhou-o até ao gabinete dela e fechou a porta ao sair.
Raquel estava de pé junto à secretária de madeira escura, a rever uns papéis. Vestia uma saia justa e uma blusa, mas por baixo já tinha o body de renda preta transparente, com ligas e meias. Quando viu L, sorriu de lado e fechou a pasta.
— Não esperava que viesses pessoalmente.
— Preferi. Há coisas que não se resolvem por telefone. E preferi ver-te.
Ele deu a volta à secretária e parou atrás dela. As mãos pousaram-lhe nas ancas, por cima da saia. Raquel não se mexeu.
— Estás diferente hoje — murmurou ele junto ao ouvido. — Ou então já vinhas preparada.
— Talvez — respondeu ela, a voz baixa. — Depende do que vieste fazer.
Ele desceu o fecho da saia e puxou a peça para baixo. O body de renda preta transparente ficou à vista, o tecido fino a marcar os seios, a cona e as nádegas. As ligas desciam pelas coxas até às meias. L passou a mão aberta sobre o cu dela, apertando com força.
— Empina.
Raquel apoiou as mãos na secretária, arqueou a lombar e empinou o cu. As nádegas redondas e firmes ficaram bem levantadas, o fio de renda a desaparecer entre elas. L ficou a olhar durante alguns segundos.
— Este cu… — disse ele, a voz baixa. — Redondo, alto, feito para ser agarrado. Sempre me distraiu.
— Então agarra — respondeu ela, virando a cabeça de lado. — Ou vais ficar só a olhar?
Ele apertou-lhe as nádegas com mais força, os dedos a cravarem-se na carne. Depois ajoelhou-se e passou a língua de baixo para cima, da cona até ao cu, lenta e larga. Raquel mordeu o lábio e empinou ainda mais.
— Continua — gemeu ela. — Assim. Mais.
Ele chupou-lhe o clitóris de trás, dois dedos a entrarem nela ao mesmo tempo, enquanto a outra mão mantinha uma nádega bem aberta.
— Estás encharcada — murmurou contra a pele dela. — Já pensavas nisto antes de eu chegar, não era?
— Pensava — admitiu ela, a respiração irregular. — Queria a tua boca. Depois o pau.
Quando a sentiu a tremer, levantou-se. Desceu o fecho das calças e libertou o pénis. Grosso, veioso, já completamente duro. Posicionou-se atrás dela e esfregou a cabeça nos lábios molhados.
— Queres que meta devagar ou de uma vez?
— De uma vez — respondeu ela. — Quero sentir-te fundo.
Ele entrou de uma só vez até ao fundo. Raquel soltou um gemido longo, os dedos a cravarem-se na madeira da secretária.
— Tão apertada… — respirou ele, as mãos a agarrarem-lhe as ancas. — Continua a empiná-lo. Quero ver este cu a tremer.
Começou a foder. Cada estocada fazia as nádegas dela baterem contra o corpo dele. O som de pele a bater em pele encheu o gabinete. L separava-lhe as nádegas com as mãos para ver melhor a cona a engolir o pénis.
— Mais forte — pediu Raquel, a voz já quebrada, a boca entreaberta. — Não abrandes. Quero sentir-te a bater.
— Assim? — perguntou ele, acelerando o ritmo. — Ou ainda mais fundo?
— Mais fundo. E não pares.
Ele obedeceu. O ritmo ficou mais seco, mais fundo. Uma das mãos desceu e começou a esfregar-lhe o clitóris com o polegar, sem abrandar.
— Vais gozar assim — disse ele junto ao ouvido dela. — Com o cu empinado e o meu pau dentro. Diz-me quando estiveres perto.
— Estou… — gemeu ela. — Estou perto… não pares…
Raquel gozou segundos depois, o corpo a contrair-se, a cona a apertá-lo em ondas fortes, um gemido longo a escapar-lhe dos lábios enquanto se agarrava à secretária.
L retirou-se antes de esporrar. Virou-a de frente, fez com que se sentasse na beira da secretária e masturbou-se depressa, o pénis molhado na mão.
— Abre a boca. E os seios. Quero ver-te coberta.
Raquel puxou o body para baixo, libertando os seios, e abriu a boca. Ele esporrou em jactos longos e espessos. O esperma caiu-lhe na cara, nos lábios, no queixo, desceu pelo pescoço e espalhou-se pelos seios. Alguns fios ficaram-lhe no cabelo e escorreram pelo body de renda. L continuou até esvaziar completamente.
Ficaram quietos durante alguns segundos. Ele ainda ofegante, ela sentada na secretária, o corpo coberto de esporra quente, as pernas entreabertas, o body desalinhado.
L passou o polegar pelo esperma que tinha no queixo dela.
— Da próxima vez nem precisas de marcar reunião.
Raquel sorriu, ainda a respirar fundo, e limpou um fio de esperma do canto da boca
Foto 1 do Conto erotico: O amante L


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


269862 - O treino privado - Categoria: Cuckold - Votos: 4
269860 - O regresso ao Dr Rodrigues - Categoria: Cuckold - Votos: 4
269593 - L - o amante e intermediário - Categoria: Cuckold - Votos: 5
269529 - O António gosta de ouvir a Raquel - Categoria: Cuckold - Votos: 3
269503 - O novo amante - Categoria: Cuckold - Votos: 6
269395 - O pedido do António - Categoria: Cuckold - Votos: 3
269394 - O negócio com o Zé - Categoria: Cuckold - Votos: 5
269393 - O jantar a 3 - Categoria: Cuckold - Votos: 5
269392 - O churrasco - Categoria: Cuckold - Votos: 5
269390 - O banho para o Alvaro - Categoria: Cuckold - Votos: 1
269389 - O homem do gás - Categoria: Cuckold - Votos: 2
269385 - A pensar no Rui - Categoria: Cuckold - Votos: 4
269384 - O Dr Paulo quer ser o único - Categoria: Cuckold - Votos: 4
269383 - O prémio - Categoria: Cuckold - Votos: 2
269382 - O veterinário - Categoria: Cuckold - Votos: 2
269381 - O evento da empresa - 2 - Categoria: Cuckold - Votos: 2
269378 - O evento da empresa - Categoria: Cuckold - Votos: 2
269375 - O homem do gás - 3 - Categoria: Cuckold - Votos: 3
269373 - O homem do gás - 2 - Categoria: Cuckold - Votos: 2
269372 - O homem go gás - 1 - Categoria: Cuckold - Votos: 5

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico ptmanuelpt

Nome do conto:
O amante L

Codigo do conto:
269883

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
14/08/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
1