O PT privado

Raquel fechou a porta atrás dele com um clique suave. O ar do apartamento cheirava a perfume caro e a madeira polida. O António estava em Lisboa por duas noites, reunião de trabalho, e ela tinha mandado a mensagem às onze da manhã: «Queres vir dar-me uma aula extra hoje? Estou sozinha.»
Ele chegou às nove da noite, com a mesma camisola justa de treino e o olhar que já não era só de personal trainer.
— Então… — disse ele, a voz baixa, enquanto entrava no hall. — Que tipo de aula é esta?
Raquel sorriu, demorando-se a olhar para ele. Estava de leggings pretas coladas ao corpo e um top curto de manga, o cabelo apanhado num rabo de cavalo desarrumado. Passou-lhe por baixo do braço, quase a roçar-lhe o peito.
— A que eu preciso. Há semanas que não consigo concentrar-me. O corpo anda… inquieto.
Ele soltou uma risada curta, grave.
— Inquieto como?
Ela parou à frente dele, tão perto que sentia o calor da pele.
— Como se estivesse à espera de ser manuseado. De ser forçado a relaxar.
O PT passou a língua pelos lábios, os olhos a descerem-lhe pelo decote até à cintura.
— E o teu marido?
— Não está. E tu sabes disso. — Raquel ergueu a mão e pousou-a no peito dele, por cima da camisola. — Por isso estás aqui.
Ele agarrou-lhe o pulso, mas não a afastou. Pelo contrário, puxou-a um pouco mais para si.
— Estás a brincar com fogo, Raquel.
— Então queima-me.
O silêncio que se seguiu foi denso. Ele olhou-lhe para a boca, depois para os olhos, e deu um passo à frente. As mãos grandes desceram pelas costas dela, apertando-lhe o rabo por cima das leggings.
— Estas calças… — murmurou contra o ouvido dela. — Parecem feitas para me enlouquecer. Sinto-te toda por baixo.
Raquel arqueou as costas, empurrando o rabo contra as mãos dele.
— Então tira-as. Ou prefere começar a aula com elas vestidas?
Ele riu de novo, baixo, e empurrou-a de leve na direção do quarto. A luz estava baixa, só o candeeiro de cabeceira aceso, a projetar sombras douradas na cama de casal larga, com lençóis de algodão egípcio e a cabeceira estofada.
— Deita-te.
Ela obedeceu, mas de forma provocante: deitou-se de lado, apoiada no cotovelo, as pernas ligeiramente abertas, o top a subir e a mostrar a curva da cintura. Ele tirou a camisola num único movimento. O peito largo, os ombros definidos, a pele bronzeada pelo sol e pelo ginásio. Raquel engoliu em seco.
— Continua a olhar-me assim e a aula acaba depressa.
— Não quero que acabe depressa. — respondeu ela, a voz quase um sussurro. — Quero que demores. Quero sentir-te a controlar-me.
Ele ajoelhou-se na cama, entre as pernas dela, e deslizou as mãos pela parte de dentro das coxas, por cima do tecido.
— Controlar-te como?
— Como quiseres. — Raquel ergueu a anca, oferecendo-se. — Podes ser lento. Podes ser bruto. Podes falar-me sujo enquanto me fodes. Só… não pares.
Ele inclinou-se sobre ela, o peito a quase tocar nos seios dela, e beijou-lhe o pescoço, demorado, a língua a provar a pele.
— Sabes o que me apetece fazer-te desde a primeira aula? — murmurou contra a garganta dela. — Apetece-me agarrar-te assim… — as mãos apertaram-lhe as ancas com força — …virar-te de quatro e meter-te o pau até me ouvires a pedir.
Raquel soltou um gemido baixo, as unhas a cravarem-se nos lençóis.
— Então faz. Mas primeiro… beija-me.
Ele beijou-a. A boca quente, a língua exigente, o beijo a ficar imediatamente sujo. As mãos dele desceram, agarraram-lhe o rabo com força, e ele puxou-a contra o pau duro que já se marcava nas calças.
— Sentes? — perguntou ele, a voz rouca contra a boca dela. — Isto é o que tu me fazes. Todas as vezes que te vejo a fazer agachamentos, a suar, a olhar para mim de lado… estou a pensar nisto. A imaginar-te a gemer o meu nome.
Raquel passou a mão entre os corpos e apertou-lhe o volume por cima da roupa.
— Então mostra-me. Mostra-me o que imaginavas.
Ele mordeu-lhe o lábio inferior, puxou, e depois desceu a boca pelo pescoço, pelo colo, até aos seios ainda cobertos pelo top. Com os dentes, puxou o tecido para baixo e lambeu-lhe o mamilo, devagar, enquanto a mão direita deslizava para dentro das leggings.
— Estás molhada… — murmurou, os dedos a encontrar o calor dela. — Já estavas antes de eu chegar, não estavas?
— Sim… — confessou ela, a voz embargada. — Desde que te mandei a mensagem. Pensei em ti a tarde toda. A imaginar-te a entrar, a empurrar-me contra a parede, a foder-me sem me dar tempo de pensar.
Ele meteu-lhe dois dedos de uma vez, fundo, e ela arqueou as costas.
— E agora? — perguntou ele, a masturbá-la com movimentos lentos e precisos. — Ainda queres tempo para pensar?
— Não. — Raquel agarrou-lhe o rosto com as duas mãos, forçando-o a olhar para ela. — Quero que me fodes. Agora. Sem piedade.
Ele retirou os dedos, levou-os à boca e chupou-os, sem nunca desviar o olhar.
— Então tira essas leggings. E deita-te de quatro. Quero ver esse rabo antes de o foder.
Raquel obedeceu. Ajoelhou-se na cama, as mãos apoiadas nos lençóis, o rabo erguido, as leggings a marcar cada curva. O PT ficou ajoelhado atrás dela, só a olhar, a respiração já mais pesada.
— Não te mexas. Quero ver-te assim. Quero gozar o espetáculo antes de te foder.
As mãos grandes desceram pelas costas dela, lentas, a sentir o tecido quente. Apertou-lhe as ancas, os polegares a afundarem-se na carne macia, e puxou-a para trás, contra o pau ainda preso nas calças.
— Sentes o que me fazes? Estou duro desde que entrei na porta. Desde que te vi naquele top curto, a olhar-me com aquela cara de quem sabe exatamente o que quer.
Raquel arqueou as costas, o rabo a esfregar-se contra ele.
— Então tira as calças e mostra-me. Quero sentir-te. Quero que me uses.
Ele desceu as mãos pela parte de dentro das coxas, os dedos a subirem até à zona quente entre as pernas dela. Apertou-lhe o sexo por cima do tecido, sentindo o calor e a humidade.
— Estás ensopada. Já estavas assim quando me abriste a porta, não estavas? A pensar nisto. A imaginar-me a metê-la toda de uma vez.
— Sim. Pensei em ti o dia inteiro. A imaginar as tuas mãos a agarrarem-me assim. A imaginar o teu pau a entrar-me sem piedade. O António nem suspeita… e eu estou aqui, de quatro, a pedir-te que me fodes.
Ele puxou-lhe as leggings para baixo num movimento brusco, só até meio das coxas, o suficiente para lhe descobrir o rabo e a entrada já brilhante. O ar frio tocou-lhe a pele quente e ela estremeceu. Ele deslizou o polegar pela fenda, devagar, espalhando a humidade, e depois meteu dois dedos de uma vez, fundo.
Raquel soltou um gemido alto, as unhas a cravarem-se nos lençóis.
— Porra… — ele riu baixo, os dedos a moverem-se dentro dela, a curvarem-se. — Tão apertada. Tão molhada. Estás a escorrer-me na mão.
— Mete mais. Quero sentir-te a abrir-me. Quero que me prepares para o teu pau.
Ele retirou os dedos, levou-os à boca e chupou-os, o olhar fixo nela.
— Sabes bem. Doce. Quente. Exactamente como eu imaginava.
Depois desceu a cabeça e passou a língua por ela, longa e lenta, do clitóris até à entrada, e de novo. Raquel arqueou as costas, o gemido a sair-lhe quase como um choro.
— Assim… sim… lambe-me. Come-me. Quero sentir a tua língua antes de sentires o teu pau.
Ele agarrou-lhe as ancas com força e enterrou o rosto entre as nádegas, a língua a entrar, a chupar, a saborear. O som húmido encheu o quarto, misturado com os gemidos dela e com a respiração pesada dele. Quando sentiu que ela estava no limite, parou. Levantou-se, tirou as calças de uma vez e o pau saltou livre, duro, grosso, a veia a pulsar.
Raquel olhou por cima do ombro e engoliu em seco.
Ele alinhou a cabeça na entrada dela.
— Agora vais senti-lo. Vais senti-lo todo. E vais pedir por mais.
Empurrou. Devagar no início, só a cabeça a abrir caminho, depois mais fundo, centímetro a centímetro, até estar completamente dentro. Raquel soltou um gemido longo, o corpo a tremer.
— Tão fundo… Estás tão fundo…
Ele agarrou-lhe as ancas com as duas mãos e começou a mover-se. Lento no começo, cada estocada a sair quase toda e a entrar de novo até ao fundo, o som húmido a ecoar. Depois acelerou. As ancas a baterem contra o rabo dela, o pau a desaparecer e a reaparecer, brilhante com a humidade dela.
— Fode-me… — pediu Raquel, a voz já sem controlo. — Fode-me como quiseres. Usa-me. Enche-me.
Ele puxou-lhe o cabelo, forçando-a a arquear ainda mais as costas, e fodeu-a com força. Cada estocada a fazer-lhe o rabo tremer, cada gemido dela a empurrá-lo a ir mais fundo. O quarto cheirava a sexo, a suor, a luxúria pura. A luz baixa do candeeiro dourava a pele deles, o contraste entre o corpo musculado e grisalho dele e o corpo firme e macio dela.
— Diz o meu nome — ordenou ele, a voz rouca, enquanto a metia com força.
Ela gemeu o nome dele, partido, enquanto o orgasmo a atingia de repente, o corpo a contrair-se à volta do pau dele, a escorrer ainda mais.
Ele não parou. Continuou a fodê-la através do orgasmo, as estocadas profundas e brutais, até ela estar a gemer sem parar, a salivar nos lençóis, a pedir que não parasse. Quando finalmente se veio, enterrou-se até ao fundo e encheu-a, o gozo quente a jorrar dentro dela, as ancas a tremerem contra o rabo dela.
Ficaram assim, colados, a respirar fundo. Ele ainda dentro, a sentir as contrações dela a apertarem-no. Depois retirou-se devagar, o pau ainda semi-duro, a mistura dos fluidos a escorrer-lhe pelas coxas.
Raquel virou-se, deitou-se de costas, as pernas ainda abertas, o olhar vidrado de prazer.
— Ainda não acabámos. Tens duas noites. E eu quero-te de todas as maneiras.
Ele sorriu, o peito a subir e a descer, o suor a brilhar na pele.
— Então prepara-te. Porque a seguir vais-te sentar em mim. E vais cavalgar até eu te voltar a encher.
Ela não esperou. Puxou-o para baixo, beijou-o com fome, e depois subiu-lhe ao colo. O pau ainda húmido deslizou entre as dobras dela enquanto ela se esfregava, provocando-o, até estar novamente duro. Alinhou-o e desceu de uma só vez, engolindo-o todo, o gemido a sair-lhe rouco da garganta. As mãos dele agarraram-lhe a cintura, os polegares a afundarem-se na carne, e ela começou a cavalgar. Lenta no início, o rabo a bater contra as coxas dele, os seios a saltarem sob o top ainda meio puxado. Depois mais rápido, mais fundo, o som húmido a encher o quarto outra vez.
— Assim… — murmurou ele, a voz já partida. — Usa-me. Fode-te em mim.
Raquel inclinou-se para a frente, as mãos no peito largo dele, as unhas a cravarem-se, e acelerou. Cada movimento a fazê-la gemer, o clitóris a roçar-lhe a base do pau, o prazer a subir de novo. Ele ergueu as ancas ao encontro dela, metendo-a ainda mais fundo, e ela veio outra vez, o corpo a tremer, a contrair-se à volta dele.
Ele não se deteve. Virou-a de lado, agarrou-lhe uma perna e meteu-a de novo, desta vez mais lento, mais profundo, a beijá-la enquanto a fodia. Os corpos colados, o suor a misturar-se, o cheiro a sexo impregnado nos lençóis. Quando se veio pela segunda vez, enterrou-se até ao fundo e encheu-a outra vez, o gozo a jorrar quente, as ancas a tremerem.
Ainda nessa noite voltaram a fazer. Ela de joelhos no chão, a chupar-lhe o pau ainda molhado dela, os olhos a olhar para cima enquanto ele lhe segurava o cabelo. Depois ele deitou-a de costas, as pernas abertas, e meteu-lhe outra vez, mais lento, mais fundo, a beijá-la enquanto a metia toda. O suor a misturar-se, o cheiro a sexo no ar.
Na manhã seguinte, ainda com o corpo dorido, ela acordou-o com a boca. Foderam de novo no chuveiro, ele a levantar-a contra a parede, a água a escorrer pelos corpos. E à noite, mais uma vez, desta vez com ela de lado, ele a entrar-lhe por trás, a mão a masturbá-la enquanto a enchia.
Duas noites. Várias vezes
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Ficha do conto

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Nome do conto:
O PT privado

Codigo do conto:
272402

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
16/09/2026

Quant.de Votos:
3

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