Foda depois da rapidinha

A chave girou na fechadura. Raquel ergueu o olhar do último prato, o corpo ainda quente da foda anterior, a cueca colada ao peito molhado entre as coxas. O Dr. Paulo não se mexeu do sofá. Apenas inclinou a cabeça, o olhar escuro a seguir cada movimento dela.
António entrou com a mala de trabalho no ombro. Sorriu para os dois.
— Cheguei. A mesa já está?
— Quase — respondeu ela, a voz controlada. — Só faltam os copos.
Ele deixou a mala junto à porta, beijou-lhe a testa e olhou para Paulo.
— Vou buscar o jantar. Está no carro. Cinco minutos.
Saiu outra vez. Ouviu-se a porta do prédio a fechar. Raquel e Paulo ficaram sozinhos. Ela terminou de pôr os copos. O silêncio na sala era denso. Quando António voltou com os sacos, o cheiro a comida quente encheu o espaço. Sentaram-se os três. Comeram. Conversa leve, banal, sobre o dia. Raquel sentia o resto da esporra anterior a escorrer-lhe lentamente entre as coxas, escondido pelos calções justos. O corpo escultural movia-se com elegância forçada. Paulo observava-a por cima do prato, o olhar escuro, sem pressa.
Quando o jantar acabou, António levantou-se, esticou os braços e olhou para os dois.
— Vou tomar um banho rápido. Dez minutos. Continuem à vontade.
Subiu as escadas. Ouviu-se a porta do quarto a fechar, depois a da casa de banho. A torneira abriu. Água a correr.
Só que António não entrou debaixo do chuveiro.
Ficou no corredor escuro, a porta entreaberta apenas o suficiente para ver a sala lá em baixo. A respiração baixa. O corpo tenso. E observou.
Na sala, Paulo levantou-se assim que o som da água se estabilizou. Não precisou de dizer nada. Apenas olhou para Raquel. Ela já sabia. Os calções de ganga desceram outra vez pelas ancas esculpidas, o tecido a escorregar sobre as coxas firmes até ao chão. A cueca foi puxada para o lado. O peito ainda latejava, molhado.
Paulo virou-a de frente para a mesa. Empurrou-lhe o tronco para a frente até os seios generosos ficarem assentes sobre a toalha ainda com migalhas do jantar, os braços abertos a segurar a borda. As ancas dela ficaram empinadas, o cu redondo e firme exposto, a fenda ainda brilhante. Ele cuspiu na mão, passou os dedos entre as nádegas e empurrou dois dedos no cu apertado dela, abrindo-a sem pressa.
— Agora é aqui — murmurou contra a nuca dela. — Quero sentir este cu a engolir-me.
Raquel arqueou as costas. O corpo escultural distendeu-se sobre a mesa, a cintura estreita a contrastar com as ancas largas, as coxas longas e torneadas a tremer ligeiramente. Paulo alinhou a cabeça do pau na entrada apertada e empurrou. Entrou devagar, centímetro a centímetro, o anel muscular a ceder sob a pressão. Quando chegou ao fundo, parou. O peito dele colado às costas dela. As mãos a apertarem as ancas carnudas.
— Que putinha bem educada — disse baixo, a respiração quente no ouvido dela. — Acabámos de jantar os três e já estás a levar o meu pau até ao fundo.
Começou a foder. Pancadas profundas, ritmadas, o pau a sumir inteiro dentro do cu dela e a sair quase até à cabeça antes de voltar a enterrar-se. O som húmido e pesado enchendo a sala. As nádegas de Raquel abanavam a cada embate, a carne firme a ondular. Os seios comprimidos contra a mesa balançavam com o movimento. Ela mordia o lábio, a tentar controlar os gemidos, mas a cada investida mais forte o ar escapava-lhe em suspiros curtos.
— Gosto — admitiu ela, a voz baixa e quebrada. — Gosto de ser fodida assim. Gosto de saber que ele volta daqui a pouco e que eu ainda vou estar molhada de ti. Gosto do teu pau. Gosto da forma como me tomas.
Paulo agarrou-lhe os cabelos com uma mão e puxou a cabeça para trás, forçando o arco do corpo. Com a outra mão apertou um seio, o polegar a esfregar o mamilo duro. Continuou a foder o cu dela sem abrandar, as bolas a baterem contra a pele molhada. O cheiro de sexo era agora mais forte, misturado com o perfume dela, o cologne dele e o resto do jantar.
— Vais gozar com o cu cheio. Quero sentir-te a apertar-me. E depois limpas-me depressa.
Raquel estremeceu. O orgasmo veio em ondas longas e profundas, o cu a contrair-se em volta do pau dele em convulsões quentes. Ela abafou o gemido contra o próprio braço. Paulo não parou. Fodeu-a através do orgasmo, mais fundo, mais duro, até o próprio corpo se tensar. Goizou lá dentro, jactos espessos a encher o interior apertado. Quando saiu, a esporra escorreu imediatamente, branca e densa, a deslizar pelas nádegas e a pingar nas coxas internas dela.
Ele virou-a, agarrou-lhe o queixo e beijou-a com força. Depois empurrou-lhe a cabeça para baixo.
— Limpa-me. Rápido.
Raquel ajoelhou-se no chão, ao pé da mesa. Abriu a boca e engoliu o pau ainda semi-duro, a língua a limpar a mistura dos dois. Chupou com atenção, sem deixar nada. Quando acabou, ele puxou-a para cima e ajeitou-lhe a roupa com gestos precisos. Calções subidos. Cueca no sítio. Camisa abotoada. Ela passou as mãos pelo cabelo, endireitou a postura e limpou as gotas que tinham caído no chão com um lenço rápido.
Lá em cima, no corredor escuro, António observava tudo. Não se mexeu. Não fez barulho. Apenas ficou a olhar enquanto a mulher dele, o corpo escultural ainda a tremer ligeiramente, voltava a arrumar os pratos sujos como se nada tivesse acontecido. O cheiro de sexo pairava na sala. A esporra ainda escorria lenta entre as coxas dela, escondida pelos calções justos.
A torneira do chuveiro continuava a correr.
Foto 1 do Conto erotico: Foda depois da rapidinha


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


272402 - O PT privado - Categoria: Cuckold - Votos: 3
272338 - O Dr Villa apreciou - Categoria: Cuckold - Votos: 4
272337 - A puta do Pinto - Categoria: Cuckold - Votos: 4
272194 - Promovida - Categoria: Cuckold - Votos: 4
272193 - A 1a vez com o amigo - Categoria: Cuckold - Votos: 6
272190 - Rapidinha - Categoria: Cuckold - Votos: 3
270925 - O homem do gás - Categoria: Cuckold - Votos: 5
270914 - A reconquista - Categoria: Cuckold - Votos: 3
270895 - Noite diferente - Categoria: Cuckold - Votos: 9
270893 - A Raquel e a M com amigos - Categoria: Cuckold - Votos: 4
270887 - O sonho real - Categoria: Cuckold - Votos: 5
270886 - O telefonema - Categoria: Cuckold - Votos: 3
270832 - A dúvida - Categoria: Cuckold - Votos: 8
270791 - O Chefe avisado - Categoria: Cuckold - Votos: 8
270788 - Negócio fechado - Categoria: Cuckold - Votos: 5
270787 - A proposta - Categoria: Cuckold - Votos: 5
270784 - O Spa do hotel - Categoria: Cuckold - Votos: 3
270731 - A Raquel contou ao Antonio - Categoria: Cuckold - Votos: 6
270725 - O início - Categoria: Cuckold - Votos: 9
270704 - O massagista Ruben - Categoria: Cuckold - Votos: 4
270698 - A Raquel e 3 amigos - Categoria: Cuckold - Votos: 6
270682 - As entradas - Categoria: Cuckold - Votos: 5
270670 - O António gosta de ouvir - Categoria: Cuckold - Votos: 8

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico ptmanuelpt

Nome do conto:
Foda depois da rapidinha

Codigo do conto:
272403

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
16/09/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
1