Strip Poker, sou campeã em perder



Tudo começou com um convite que me deixou com a boca seca e o coração acelerado: uma festa de strip poker. Eu nem sei jogar direito, mas as regras... ah, as regras eram tudo o que eu precisava saber. Eram elas que faziam meu corpo vibrar de antecipação:

Cada vez que uma jogadora perdesse, tinha que tirar uma peça de roupa.

A jogadora não podia ir embora se a festa ainda não tivesse acabado, mesmo que já estivesse totalmente pelada.

A jogadora tinha o direito de escolher uma peça de roupa para não ter que ir embora pelada, mas só podia escolher uma.

Depois que perdesse todas as peças, se continuasse perdendo, cada derrota significava um castigo determinado pelo grupo.

O objetivo principal de cada castigo era fazer a pessoa que perdia sentir cada vez mais vergonha de estar pelada. Como tirar mais uma peça era impossível, os castigos deveriam intensificar a vergonha de estar nua.

Exemplos de castigos: lambidas nos bicos até o orgasmo, lambidas na buceta até gozar, siriricas com penetração exclusiva de dedos (nunca pênis, para que a pessoa sentisse a vergonha de ser a única pelada) até gozar, e passeios fora da festa, saindo na rua, até gozar. E quanto mais eu perdesse, mais absurdos e impossíveis os lugares públicos que eu teria que ir com os participantes e gozar.

Não era obrigatório tirar óculos de grau nem aparelhos auditivos. Se todas as outras peças já tivessem sido tiradas, a pessoa era considerada completamente pelada e caía na regra dos castigos.

As mulheres que se sentissem envergonhadas a ponto de ficar impossível permanecer poderiam desistir, mas se no começo da festa abrissem mão desse direito, não poderiam desistir até o final.

E eu, exibicionista tarada do jeito que sou, fiz meu plano. Abri mão da regra de desistência antes mesmo de sair de casa. Saí vestindo apenas minha camiseta, meus óculos de grau e nada mais. Descalça. Assim, ao tirar minha camiseta, estaria pelada de vez. Sem rodeios, sem desculpas.

Ao chegar à festa, vi que eu era a única tarada. As outras mulheres estavam impecáveis, com vestidos, joias, saltos altos, meias-calças... acessórios contavam como peças, e elas estavam cheias delas. Eu, com minha camiseta curta e os pés descalços, fui barrada na entrada.

— Você não pode entrar assim — disse o segurança, olhando minhas pernas nuas.

— Pernas não são partes íntimas — respondi com um sorriso doce. — E não há nenhuma regra que proíba estar descalça.

Ele hesitou, olhou para os organizadores, que deram de ombros. Acabaram me deixando entrar.

Dentro, a festa era um espetáculo de mesas. Mesas com mais homens, mesas com mais mulheres, mesas de casais. Escolhi uma com cinco homens e quatro mulheres, para ficar equilibrado, e sentei. As outras mulheres da mesa estavam deslumbrantes: vestidos de renda, colares, brincos, anéis, sapatos de salto. Eu, com minha camiseta branca e óculos, parecia uma intrusa. E era exatamente isso que eu queria.

A primeira partida começou. Eu não sabia jogar, mas fingia que sabia. Olhava minhas cartas, franzia a testa, e quando chegou minha vez, fiz uma aposta alta. Perdi. Claro que perdi.

— Tire uma peça — disse o homem à minha direita, com um sorriso.

Eu me levantei, com o coração batendo forte, e tirei a camiseta por cima da cabeça. O ar frio do ambiente acariciou meus seios, meus mamilos endureceram na hora, e eu fiquei completamente nua diante deles. Os olhos de todos na mesa se arregalaram. As outras mulheres riram, os homens engoliram seco. Eu era a única pelada, e a vergonha já começava a queimar na minha pele.

— Ela não tem mais nada para tirar — disse uma das mulheres, com um sorriso malicioso. — Isso significa que ela cai na regra dos castigos.

A segunda rodada começou. Eu tentei me concentrar, mas era impossível. Sentia os olhares em cada centímetro do meu corpo. Minhas mãos tremiam ao segurar as cartas. Perdi de novo.

— Castigo! — exclamou o grupo.

— Lambidas nos bicos até ela gozar — sugeriu uma das mulheres.

O homem à minha direita se levantou, se aproximou e, sem cerimônia, abaixou a cabeça e passou a língua quente sobre meu mamilo esquerdo. Eu soltei um gemido baixo, sentindo o calor se espalhar. Ele alternou entre um seio e o outro, sugando, lambendo, mordiscando de leve. Eu sentia o olhar de todos na mesa, as outras mulheres observando com curiosidade, os homens com desejo. Eu não gozei, e isso significava que enquanto eu ainda não tivesse gozado, qualquer pessoa, a qualquer momento, poderia lamber meus bicos, até o final da festa, ou até eu gozar, o que terminasse primeiro.

A terceira rodada foi um desastre. Eu não conseguia pensar em mais nada além da língua nos meus bicos. Perdi de novo.

— Lambidas na buceta até ela gozar — disse outra mulher, com um sorriso cruel.

Duas mulheres me seguraram pelos braços, me inclinaram para trás sobre a mesa, e um dos homens se ajoelhou entre minhas pernas. Ele abriu meus lábios com os polegares, cuspiu lentamente sobre meu clitóris e começou a lamber, lenta e metodicamente. O som úmido da língua dele contra minha carne era obsceno. Eu tentei resistir, mas era impossível. Quando ele finalmente chupou meu clitóris com força, meu corpo inteiro tremeu, e eu gozei gemendo gostoso, as pernas tremendo. A sala explodiu em risadas e aplausos.

Mas a noite não parava. O jogo continuou, e eu continuei perdendo. Cada derrota significava um novo castigo, e eles estavam ficando cada vez mais criativos.

— Ela precisa de um castigo mais público — disse um dos homens, com um brilho nos olhos. — Vamos levá-la à padaria mais próxima. Ela vai comprar pão para todos nós, pelada.

Eu senti o estômago revirar de excitação e vergonha. Eles me cercaram, formando um corredor humano, e me guiaram para fora da festa. A brisa noturna acariciou minha pele nua, e eu podia sentir os olhares dos poucos transeuntes. Na padaria, o padeiro ficou chocado ao me ver entrar pelada, mas os participantes simplesmente pediram pães e pagaram, enquanto eu ficava parada no balcão, com as mãos cruzadas na frente da buceta, tentando esconder o que já era impossível esconder. O padeiro, um senhor de bigode grisalho, não conseguia desviar o olhar das minhas tetas. Eu senti um misto de vergonha e excitação. Ao sair, um dos homens passou a mão na minha bunda, e eu senti o calor subir.

— Ela não gozou — lembrou uma das mulheres. — A regra é gozar em cada desafio.

O grupo parou. Eles me olharam, e um dos homens sorriu.

— Então vamos ter que garantir que ela goze na próxima.

O jogo continuou, e eu perdi de novo. O castigo foi mais ousado desta vez me levaram a uma farmácia 24 horas. Eu tive que entrar, pelada, e pedir em voz alta um preservativo de sabor morango, enquanto os participantes me observavam das prateleiras, rindo. A atendente, uma jovem de dreadlocks, entregou a caixa com um sorriso cúmplice e sussurrou: "Boa noite, querida". Mas eu ainda não tinha gozado. Então, no corredor dos medicamentos, um dos participantes se aproximou por trás, enfiou a mão entre minhas pernas e começou a me dedilhar, com dois dedos dentro de mim, enquanto dois outros participantes lambiam minhas tetas. Eu gozei em segundos, com as pernas bambas, gemendo igual a uma putinha. Os outros riam, observando.

Advinha... perdi mais uma vez... Neste desafio, tive que ir pelada até um parque público. Eu tive que me sentar em um banco, abrir as pernas e bater siririca, enquanto os participantes faziam um círculo ao redor, a regra era que se alguém me visse, eu não poderia desviar meu olhar, e nem parar de bater siririca. Um casal de idosos passou de longe, e eu ouvi a mulher murmurar "que absurdo", mas o homem olhou por cima do ombro com um sorriso. Eu gozei de novo, mais rápido do que esperava, mantendo o contato visual, e com os dedos encharcados.

Era só eu quem perdia, mas eu estava adorando. O desafiaram-me a ir pelada à uma estação de metrô. Eles me fizeram descer as escadas rolantes peladona do jeito que eu estava. No meio da escada, um dos homens me puxou para um canto, atrás de uma coluna, e me lambeu minha buceta, enquanto eu me apoiava na parede fria. O som dos trens chegando abafava meus gemidos, mas as pessoas que desciam viam minhas nádegas empinadas e meu rosto de prazer. Eu gozei na hora, com as pernas trêmulas, enquanto ele ria e chupava minha buceta.

Perdi mais uma vez, as pessoas do grupo já sabiam que eu ia perder. Desta vez me levaram pelada a um posto de gasolina. Tive que ficar ao lado da bomba, de frente para a câmera de segurança, e fazer uma dança sensual, enquanto os participantes enchiam o tanque de um carro. O frentista, um jovem de boné, ficou paralisado, segurando a mangueira sem saber o que fazer. Eu sorri para ele e me virei, mostrando a bunda para a câmera, e ouvi o grupo rir. Mas eu ainda não tinha gozado. Então, um dos participantes se aproximou, me colocou de quatro, com minhas mãos apoiadas sobre o capô do carro e me dedilhou minha buceta por trás, enquanto o frentista assistia, boquiaberto. Eu gozei com as tetas balançando e um gemido longo, sentindo meus bicos roçarem no metal frio do capô do carro.
A outra vez que perdi, me levaram pelada até uma biblioteca pública que funcionava 24 horas. Eu tive que entrar, pegar um livro aleatório, sentar em uma mesa no centro do salão, longe da mesa e de qualquer obstáculo, e abrir as pernas, colocando o livro sobre o colo como se fosse ler. Um estudante que estava a três mesas de distância levantou os olhos, viu meu que eu estava peladona e engasgou com o café. Eu segurei o riso e fingi ler, enquanto um dos participantes se aproximava por trás e lambia minha orelha, sussurrando: "Você é a melhor perdedora que já tivemos". Ele tirou o livro do meu colo, entregou para outro jogador levar embora, e começou a dedilhar minha buceta, na maior cara de pau, na frente de todo mundo, enquanto o estudante observava, paralisado. Eu gozei olhando nos olhos do estudante, mordendo o lábio, sentindo o orgasmo subir como uma onda.

Outro desafio louco que fizeram foi em um drive-in. Eles me colocaram peladona em cima do capô de um carro, com as pernas abertas, enquanto o filme passava na tela gigante. Os carros ao redor buzinavam, e alguns faróis acendiam para iluminar meu corpo. Um dos participantes se deitou com a cara entre minhas pernas, e começou a lamber meu clitóris, enquanto eu me apoiava no para-brisa, gemendo para o céu noturno. Eu gozei quando ele sugou com força, e os aplausos dos carros ao redor ecoaram na noite.

Perdi de novo e me levaram pelada a um hospital. Eu tive que entrar na sala de espera, sentar ao lado de um senhor idoso e fingir ler uma revista, como se fosse a coisa mais normal do mundo. Um dos participantes começou a lamber meus mamilos na frente de todo mundo. A senhor idoso olhou, franziu a testa, mas não disse nada. Outro participante colocou a boca entre minhas pernas abertas e chupou minha buceta até eu gozar, enquanto eu mordia o punho para não gritar. Tivemos que sair de lá correndo. Foi muito dificil correr com o corpo todo relaxado após ter acabado de gozar.

Eu não parava de perder no jogo então inventaram um desafio/castigo: Um bem impossível: Tive que ir pelada a uma delegacia, entrar e dizer ao policial de plantão que eu queria registrar o desaparecimento do meu vibrador. O policial, um homem de meia-idade, nem acreditava no que via, mas por sorte ele não quis nem levar a sério. Ele só riu e respondeu: "Se eu achar, eu te ligo". Os participantes atrás de mim estavam em lágrimas de tanto rir. Mas eu ainda não tinha gozado. Então, indo embora, na frente da delegacia, um dos participantes me sentou no capô de um carro estacionado, abriu minhas pernas e me dedilhou, enquanto eu olhava meu reflexo do vidro do carro, vendo meu rosto de prazer, sentindo minhas tetas balançando, minha boca aberta em um gemido silencioso. Eu gozei olhando os carros passando pela rua, sentindo muita vergonha por estar sendo observada.

Já tinham até previsto que eu já ia parder porque viram o quanto eu estava gostando de tudo aquilo. Neste desafio tive que entrar pelada em um supermercado. Tive que andar pelo corredor de bebidas, pegar uma garrafa de vinho e, sem pagar, sair pela porta principal, enquanto os seguranças me viam e não sabiam se deviam intervir. Um dos seguranças, um homem forte, apenas cruzou os braços e sorriu, deixando-me passar. Mas no estacionamento, um dos participantes me puxou para o meio da calçada e me masturbou, enquanto eu mordia seu ombro para abafar meus gemidos. Eu gozei em pé, com as pernas trêmulas, sentindo o orgasmo subir como um vulcão.
Ainda vieram muitos desafios. Fui desafiada a entrar pelada em uma escola noturna. Entrei na sala de aula e, não sei se foi sorte ou azar, estava vazia. Deitei na mesa do professor com as pernas abertas, enquanto um dos participantes fingia ser o professor e me "reprovava" por não ter feito a lição de casa, mas em vez de palmadas, ele me chupou minha buceta, enquanto os outros participantes passavam a mão pelo meu corpo todo. Eu gozei com um gemido alto, ecoando na sala vazia.

Depois, tive que ir pelada a um restaurante de fast food. Um dos participantes me levou para o corredor dos funcionários, onde mandou eu ficar em pé de frente para os clientes, batendo siririca e gritando: — Olha pra mim seus cornos, olha como sou safada... Gozei em segundos, olhando bem nos olhos de cada um. Após gozar que sair imediatamente para não apanhar.

O desafio mais que achei mais louco foi ter que ir peladona até um ponto de ônibus. Eu tive que esperar o ônibus chegar, dar sinal, entrar, e andar pelo corredor até o fundo, enquanto o motorista me via pelo retrovisor e quase perdeu o controle do veículo. No fundo do ônibus, um dos participantes me masturbou e gozei em pé, segurando no ferro de um dos bancos, enquanto os outros passageiros assistiam de boca aberta. Eu gozei muito gostoso, sentindo o ônibus balançar minhas tetas.

Ainda nem tínhamos voltado para a festa e nem retornado ao jogo, quando no caminho de volta do último desafio, umas das participantes do jogo disse: — Para que vamos ter o trabalho de voltar a jogar? Já sabemos quem irá perder... Vamos fazer essa puta gozar até ela enjoar. Todos concordaram e me levaram pelada do jeito que eu estava, a uma loja de conveniência. Eu tive que comprar uma revista erótica, mas em vez de pagar, tive que ler uma página em voz alta para os participantes, descrevendo a cena com detalhes, enquanto o caixa ria e batia palmas. Um dos participantes batia siririca para mim enquanto eu lia, com a voz trêmula. Gozei com um gemido que interrompeu a leitura, e todos riram.

Quando a festa finalmente terminou, eu estava exausta, minha buceta encharcada, com os lábios inchados de tanto beijar e a buceta dolorida e ardendo de tanto gozar. Mas eu sorria. Eu era a única que tinha ido pelada, a única que tinha aberto mão da desistência, a única que tinha aceitado todos os desafios. E, no fundo, eu sabia que aquela noite não era sobre perder no pôquer. Era sobre perder o controle, morrer de vergonha, e encontrar um prazer profundo.

Quando o grupo se despediu, um dos homens sussurrou em meu ouvido: "Semana que vem, a gente faz de novo. Mas dessa vez, já venha pelada. Vou dizer para o segurança não te barrar na entrada." Eu apenas sorri, com os olhos brilhando, e respondi: "Eu não vejo a hora."

E assim, a noite terminou, mas a minha fome de exposição, de humilhação e de prazer estava apenas começando.

A semana passou em uma névoa de antecipação. Cada lembrança daquela noite fazia meu corpo aquecer, minha buceta pulsar. Eu não via a hora de repetir tudo, mas sabia que eles tinham planos ainda mais ousados.

Quando o convite chegou, com a instrução clara de vir já pelada, meu coração disparou. Dessa vez, não haveria camiseta para tirar. Já saí de casa completamente nua, apenas com meus óculos de grau e uma bolsa pequena com uma toalha e um vibrador, caso precisasse. A brisa noturna acariciou cada centímetro da minha pele, e eu sentia o balanço das minhas tetas a cada passo, um movimento que me deixava ainda mais consciente do meu corpo exposto.

Ao chegar à porta da festa, o segurança me reconheceu e sorriu, abrindo passagem sem dizer uma palavra. Eu entrei de cabeça erguida, sentindo o ar frio do ambiente beijar meus bicos já endurecidos. Dessa vez, a sala estava ainda mais cheia. Todos os olhares se voltaram para mim, e eu vi o desejo e a surpresa estampados nos rostos.

A mesma mesa de sempre me esperava, com os cinco homens e as quatro mulheres. Eles me receberam com aplausos e assobios.

— Olha quem chegou pronta para perder — disse uma das mulheres, com um sorriso malicioso.

— Eu não vim para perder — respondi, sentando-me nua na cadeira. — Eu vim para gozar.

A primeira partida começou, e eu perdi. Claro que perdi. Mas dessa vez, o castigo foi imediato e brutal: dois homens começaram a lamber meus bicos simultaneamente, enquanto uma mulher se posicionou entre minhas pernas e chupou minha buceta com uma fome que me fez arquear as costas. Eu gozei em menos de um minuto, com gritos que ecoaram pela sala.

— Isso foi rápido demais — reclamou um dos homens. — Vamos ter que ser mais criativos.

O jogo continuou, e eu continuei perdendo. Cada castigo era mais intenso que o anterior. Em um deles, fui levada a uma lavanderia 24 horas, onde me sentaram nua em cima de uma máquina de lavar ligada, sentindo a vibração percorrer meu corpo enquanto um participante lambia meus bicos e outro me dedilhava. Gozei com as pernas abertas, o barulho da máquina abafando meus gemidos.

Em outro, fui levada a um estacionamento subterrâneo, onde me fizeram ficar pelada, em pé entre dois carros. Um homem se ajoelhou entre minhas pernas e chupou minha buceta, enquanto outro lambia minhas tetas. Eu gozei três vezes seguidas, até implorar por misericórdia. Pessoas passavam e viam tudo.

Mas o desafio mais ousado foi quando me levaram a um mirante da cidade, no topo de um prédio. Lá em cima, com o vento gelado acariciando meu corpo nu, eles me fizeram gritar "OLHA PRA MIM, ESTOU PELADAA" para a cidade inteira, enquanto um participante me dedilhava minha buceta por trás e outro chupava meus bicos. O eco da minha voz se misturava aos meus gemidos, e eu gozei com uma intensidade que me fez perder o fôlego.

Quando voltamos para a festa, eu estava exausta, mas eles não pararam. O jogo continuou, e eu perdi mais uma vez. Dessa vez, o castigo foi dentro da própria festa: fui colocada de pé, no centro da sala, com as mãos algemadas para trás, e todos os participantes se revezaram para lamber minha buceta e meus bicos, enquanto eu era obrigada a agradecer cada um pelo "presente". Gozei incontáveis vezes, até que minhas pernas não aguentaram mais e tive que ser amparada para não cair de cara no chão, pois eu estava algemada e não tinha aonde me apoiar.

Quando a festa finalmente terminou, eu estava irreconhecível. Minha buceta estava inchada e dolorida, meus bicos ardiam, e eu mal conseguia andar. Mas eu sorria. Eu tinha ido além dos meus limites, e tinha adorado cada segundo.

Um dos homens me ajudou a me levantar e sussurrou em meu ouvido:

— Você é a melhor perdedora que já tivemos.

E assim, a noite terminou, mas adorei jogar strip poker. Ainda não aprendi como se joga, mas eu nem quero aprender. Vai que eu não perca...

Foto 1 do Conto erotico: Strip Poker, sou campeã em perder


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Comentários


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pelotoque Comentou em 07/10/2026

Que tal jogarmos e quem perder terá que se masturbar na frente do outro?




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Ficha do conto

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saiopeladanarua

Nome do conto:
Strip Poker, sou campeã em perder

Codigo do conto:
274107

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
07/10/2026

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