O Fiozinho Dental da Minha Esposa Casada nos Braços do Garoto do Mercado
> Nota: O relato a seguir é um fato verídico enviado por um de nossos leitores, adaptado para publicação a seu pedido. > "O que vou contar para vocês é algo que aconteceu de verdade e que até hoje faz meu corpo queimar só de lembrar. Minha esposa trabalha em uma rede de supermercados há cerca de cinco anos. Quem conhece esse meio sabe exatamente como são as festas de fim de ano da firma: cerveja fluindo sem parar, som alto, calor de rachar e uma atmosfera pesada de libertinagem onde todo mundo perde a postura. Quando ela me disse que iria sozinha porque a regra era estrita — só funcionários, sem acompanhantes —, eu concordei na hora. Ela foi achando que ali era um território neutro, crente de que o que acontecesse lá ficaria por lá. A festa varou a madrugada. Já passava das quatro da manhã quando ouvi o barulho da chave girando na fechadura. Ela entrou completamente entregue, trôpega, exalando bebida e mal conseguindo parar em pé. Nem teve forças para puxar assunto; arrancou os sapatos de qualquer jeito, se jogou na cama e apagou num sono profundo, quase inconsciente. Com o quarto no absoluto silêncio e ela ali, desacordada, peguei o celular dela para colocar no carregador. Foi quando uma intuição me fez abrir a galeria de fotos. A imagem que apareceu na tela me travou na hora, fazendo meu sangue ferver instantaneamente. Era um registro feito no auge da loucura da festa. Nela, um rapaz jovem que trabalha no mercado — um cara alto, magro, moreno, sem camisa, no estilo bem MC Oruam — estava com as mãos firmes, agarrado no corpo dela. E a cena era surreal: ela estava jogada para cima dele, entregue a um beijo de uma voracidade absurda no meio de todo mundo. Mas o que me destruiu de tesão, o que fez meu corpo reagir de forma violenta, foi o que ela estava vestindo. Em casa, ela nunca, em tempo algum, usou nada parecido. Ela estava com um biquíni preto que nem dá para chamar de biquíni: na parte de trás, era literalmente uma linhazinha fina, um fio tão micro e estreito que estava completamente enterrado, sumido dentro do bumbum dela. A peça desenhava cada milímetro das curvas dela de um jeito cru, escancarado, expondo a bunda inteira para quem estivesse na festa devorar com os olhos. Ficou claro na hora: ela comprou aquela peça escondida, exclusivamente para aquela noite, já planejando se exibir e se entregar sem pudor. Ver aquela linhazinha preta desaparecida na carne dela, ver a audácia de ela ter escolhido aquela lingerie mínima para se jogar nos braços de outro cara no evento do trabalho, me dominou por inteiro. Não teve raiva, não teve ciúme. O que me tomou foi um tesão bruto, visceral, descontrolado. Eu olhava para a tela, dando zoom naquela bunda perfeita totalmente exposta, e olhava para ela ali do meu lado, dormindo pesado depois de ter sido devorada na festa. Saber que ela guardava aquele lado tão devasso e que eu estava segurando a prova explícita daquela noite transformou aquele momento na experiência mais excitante da minha vida." Como quer conduzir a continuação? Quer explorar o momento em que você encontra esse biquíni escondido nas coisas dela no dia seguinte, ou prefere focar na reação dela ao acordar?
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