Minha Irmã Renata: A Putinha Bêbada que Me Fez Gozar na Boca

O silêncio da casa estava pesado, aquele tipo de quietude absoluta que só existe às quatro da manhã. Eu estava na cama, com a mente ainda meio neblinada pelo sono profundo, quando um barulho estridente de motor cortou a noite lá embaixo. Não era um carro qualquer; eram motores potentes, rugindo como bestas famintas antes de se calarem abruptamente no fim da rua.

Fiquei parado por um segundo, ouvindo os passos leves das amigas dela se afastando, as risadas abafadas e o som metálico da porta da frente sendo aberta e fechada novamente. Alguém estava subindo as escadas devagar, arrastando algo pesado.

— Pierre? — uma voz feminina, meio arrastada pelo álcool, ecoou do corredor. Era a Bia, uma das amigas de minha irmã. — Acorda, por favor! Ela tá muito pesada!

Abri a porta do meu quarto. O corredor estava iluminado apenas pela luz amarelada do abajur do hall. Lá embaixo, apoiada nas duas amigas, estava Renata. Minha irmã. Aquela que eu via todos os dias, mas que naquela noite parecia ter sido esculpida especificamente para me destruir.

Ela usava um vestido preto justo, daquelas modelagens que abraçam cada curva do corpo. Mas o que mais chamava atenção não era a roupa, era ela. Renata tinha cabelos pretos, longos e lisos, que caíam em ondas selvagens sobre os ombros e costas. Eram opacos ao toque, cheirosos, contrastando fortemente com a pele clara e pálida dela. Seu cabelo preto era sua marca registrada, dando-lhe um ar exótico, quase vampirico, mas com um calor humano irresistível.

— Ela não quer subir sozinha — disse a outra amiga, uma tal de Julia, sorrindo com aquela mistura de pena e diversão típica de quem vê alguém bêbado. — Você precisa levar ela pro seu quarto, Pierre. O dela tá lá em cima, perto do banheiro, mas você tá mais perto... e acho que ela vai te reconhecer.

Olhei para Renata. Ela estava com os olhos semicerrados, as pálpebras pesadas, respirando fundo. O cabelo preto bagunçado grudava no rosto suado dela. O vestido curto subia nas coxas, revelando pernas longas e magras. Senti aquele calor familiar subir pela minha espinha. Renata tinha apenas vinte anos, era linda demais para ser verdade, e seu cabelo preto sempre me fez pensar em coisas proibidas.

— Deixa comigo — disse, aproximando-me.

Tentei ajudá-la a dar um passo, mas ela quase caiu nos meus braços. O cheiro dela era intenso, misturado com álcool e perfume amadeirado. Segurei-a pela cintura, sentindo a curva suave da sua pele através do tecido fino do vestido.

— Vamos lá, Renata — sussurrei no ouvido dela. — Vou te levar pro seu quarto.

Ela gemeu baixinho, sem abrir os olhos, e deixou o peso do corpo todo cair sobre mim. Subimos as escadas juntos, ela se agarrando ao meu ombro, eu segurando suas nádegas firmemente para não deixá-la tropeçar. Cada passo era uma tortura deliciosa. Quando chegamos perto do meu quarto, pensei melhor. O corredor era longo, e ela poderia deslizar pela escada antes de chegar ao banheiro. Meu quarto era mais perto, tinha a cama maior e... bem, eu queria ter acesso a ela sem interrupções.

— Seu quarto tá sujo agora — menti, puxando-a para dentro do meu aposento. — Melhor você deitar aqui.

Deitei-a cuidadosamente na minha cama. O colchão afundou sob o peso dela. Ela soltou um suspiro longo, virando-se de lado, como se fosse dormir ali mesmo. Tirei o vestido dela com cuidado, puxando-o pela cabeça. Ela ficou apenas de calcinha preta e sutiã branco, a respiração pesada e irregular.

Sentei na beira da cama, observando-a. A luz fraca do abajur iluminava o corpo dela, destacando cada curva. Minha piroca começou a crescer rápido, dura como pedra, pressionando contra a calça shorts que eu usava.

Fiquei olhando para aquela bunda perfeita, redonda e firme, exposta pela falta do vestido. A calcinha preta era fina, de renda, e marcava profundamente suas nádegas, criando um contraste visual incrível entre o preto do tecido e a pele branca dela. Era hipnotizante.

Me inclinei sobre ela, passando a mão suavemente pelas costas dela, descendo até as nádegas. Apertei levemente, sentindo a maciez da carne. Ela não acordou. Continuei, dando tapinhas leves, carinhosos, mas crescentes. O som da minha palma batendo na pele dela ecoou silenciosamente no quarto.

Levei o rosto mais perto, mordiscando a parte superior da nádega esquerda, depois a direita. Senti o gosto salgado da pele dela, misturado com o suor leve. Foi aí que tive a ideia mais brilhante da minha vida.

Com cuidado, abaixei a calça shorts e liberei minha ereção. Estava enorme, pulsante, pronta para uso. Peguei o cabelo preto dela, puxando levemente para trás, expondo o pescoço dela, e direicionei minha vergonha diretamente para os lábios inchados dela.

— Toma, Renata — murmurei, quase para mim mesmo.

Foi como se um mecanismo automático tivesse sido ativado. Mesmo com os olhos fechados e o corpo relaxado pelo álcool, ela abriu a boca. Começou a mamar como se tivesse fome há dias. Não era uma mamada tímida; era voraz. A língua dela girava ao redor da glande, sugando com força, criando um vácuo delicioso.

Fiquei parado, segurando a cabeça dela, controlando o ritmo. Ela ia e vinha, engolindo tudo, a garganta abrindo para receber meu pau inteiro. De vez em quando, ela tossia um pouco, como se fosse vomitar, mas logo voltava a sugar com mais intensidade, como se quisesse me limpar completamente. Era a melhor coisa que já senti na vida.

Enquanto ela me dava aquele boquete insano, de olhos fechados, imersa no prazer inconsciente, peguei meu celular. Abri a câmera e comecei a filmar. O ângulo era perfeito: mostrava a boca dela sucionando minha piroca, o movimento rítmico da cabeça dela, e o contraste entre o cabelo preto espalhado no travesseiro branco e o sêmen branco que começava a aparecer.

Mandei o vídeo para meu melhor amigo, Lucas. Ele sabia que eu tinha uma irmã, mas nunca tinha visto Renata pessoalmente, muito menos assim. Escrevi: "Olha só essa putinha gostosa. Tá me chupando sem nem saber."

Enviei com visualização única. Poucos segundos depois, o celular vibrei.

"CARALHO, PIERRE! QUE DELÍCIA! DEIXA EU IR AQUI COMER ELA TAMBÉM! VOU BATER UMA PRANHA APENAS PARA ELA!"

Ri baixinho, sentindo outro orgasmo se formar rapidamente. A imagem de nós dois, eu e Lucas, compartilhando Renata naquela noite, enquanto ela dormia nossa bebida, era irresistível.

— É isso aí, Lucas — sussurrei, acelerando o movimento da cabeça dela. — Goza pensando nela.

Senti a pressão subir, inevitável. Engoli fundo, apertando o pênis dela com uma mão e puxando o cabelo preto dela com a outra. Ejaculação veio forte, jatos quentes direto na boca dela. Ela engoliu tudo, gotejando um pouco pelo canto dos lábios, mas continuou lambendo, limpando cada gota com a língua ávida.

Quando terminei, ela finalmente parou, soltando meu pau com um clique suave. Respirei pesado, ajustando a respiração. Olhei para ela: o cabelo preto ainda mais bagunçado, os lábios vermelhos e inchados, o corpo relaxado novamente. Parecia uma boneca de porcelana usada e abandonada, com o contraste preto e branco dela ainda visível.

Peguei um lenço úmido que tinha na mesa de cabeceira e limpei o resto do meu sêmen do rosto dela com delicadeza. Depois, cubri o corpo dela com o edredom, deixando apenas a cabeça de fora.

Sai do quarto, fechei a porta suavemente e desci para a sala. Ficarei esperando um pouco, só para garantir que ela não acordasse antes de eu voltar para a cama. Quando voltei, meia hora depois, ela ainda estava lá, dormindo profundamente, sem fazer ideia do que havia acontecido.

Deitei ao lado dela, aproveitando o calor residual do corpo dela, e fechei os olhos, sabendo que aquela seria uma sexta-feira inesquecível.

Foto 1 do Conto erotico: Minha Irmã Renata: A Putinha Bêbada que Me Fez Gozar na Boca


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


276125 - A Esposa Que Virou Puta no Pagode - Categoria: Traição/Corno - Votos: 8
276061 - A Conquista da Santidade: Como o Negro Quebra a Mulher Casada e Deixa o Marido Para Trás - Categoria: Interrraciais - Votos: 4
276018 - O Incesto do Churrasco Meu Tio Primos e Eu ... - Categoria: Incesto - Votos: 5
275880 - A dia em que sair com o primo e minha namorada e fui traído pelos 2 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 10
274942 - O Treino Secreto da Falsa Magra: Ela Voltou pra Casa Ardida - Categoria: Confissão - Votos: 2
274939 - O Fiozinho Dental da Minha Esposa Casada nos Braços do Garoto do Mercado - Categoria: Confissão - Votos: 4
269051 - Na Cama do Casal: A Primeira Vez que uma Mulher Casada Cedeu ao Desejo pelo Vizinho - Categoria: Traição/Corno - Votos: 13
267656 - A Branca do Vestido Florido: O dia em que uma casada fogosa nos levou para o quarto dela em CG - Categoria: Traição/Corno - Votos: 5
267312 - Relato Verídico Enviado no Privado: A Casada do Grão-Pará e os Meninos da Boca - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 15
267162 - O Dia em que a Patroa Virou Cadela ( Verídico enviado no privado) - Categoria: Traição/Corno - Votos: 10
266709 - O Segredo do Jardim Letícia: A Esposa do PM e o Jogo Proibido com o Entregador( Visita inesperada) - Categoria: Traição/Corno - Votos: 8
266707 - O Segredo do Jardim Letícia: A Esposa do PM e o Jogo Proibido com o Entregador - Categoria: Traição/Corno - Votos: 10
265860 - Letícia casada e putinha do primo ( Acordando de ressaca e gosada sendo xupada) - Categoria: Incesto - Votos: 5
265859 - Letícia casada e putinha do primo ( Bêbada na casa dos tios ) - Categoria: Incesto - Votos: 8
265787 - Letícia casada e putinha do primo ( Sabado a tarde ) - Categoria: Traição/Corno - Votos: 10
265786 - Prima casada e putinha do primo - Categoria: Incesto - Votos: 11
265616 - ?O Primeiro Pecado da Evangélica: Casada, Fiel e Rendida ao Patrão - Categoria: Traição/Corno - Votos: 23
265563 - O Segredo do Padrasto: Dividido Entre a Mãe e a Enteada - Categoria: Fantasias - Votos: 7
265450 - O Preço da Provocação: A Casada que se Veste para Ser Devorada - Categoria: Confissão - Votos: 7
265117 - O Preço do Luxo: Como Lorraine conseguiu a vida que ostenta - Categoria: Interrraciais - Votos: 6
264187 - Fui na Padaria? O Caô que o Filho do Meu Padrasto Deu na Minha Mãe Para Me Comer no Banheiro" - Categoria: Fetiches - Votos: 7
264185 - "Fingi Estar Dormindo: O Relato do que o Filho do Meu Padrasto Fez Comigo no Sigilo" - Categoria: Incesto - Votos: 11
264048 - Casada por Dinheiro e Entregue ao Desejo: O Segredo de uma Coroa (Visita do sobrinho) - Categoria: Traição/Corno - Votos: 6
264046 - Casada por Dinheiro e Entregue ao Desejo: O Segredo de uma Coroa - Categoria: Traição/Corno - Votos: 5
261720 - ?O Alvo na Pele: Como a Marquinha da Minha Esposa Desperta Meu Lado Sombrio - Categoria: Confissão - Votos: 5
261244 - O Segredo de Talitinha: O Reencontro com o Primo Cláudio( parte 1) - Categoria: Incesto - Votos: 3
261240 - O Segredo de Talitinha: A Santinha que Era a Putinha da Família ?? - Categoria: Exibicionismo - Votos: 8
260487 - ?? O Relato de Marcos: O Coroa da Petrobras - Categoria: Interrraciais - Votos: 0
260454 - O Segredo da Vizinha: O Coroa da Petrobras e a Nerdzinha ?? - Categoria: Virgens - Votos: 4
260087 - Confissões de uma "Santa": O Preço do Silêncio e a Foda com o Síndico. - Categoria: Confissão - Votos: 1

Ficha do conto

Foto Perfil diario-malicioso-
diario-malicioso-

Nome do conto:
Minha Irmã Renata: A Putinha Bêbada que Me Fez Gozar na Boca

Codigo do conto:
276415

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/11/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
1