Meu tio, o Carlos, estava encostado no batente da porta dos fundos, segurando uma cerveja, os olhos fixos em minhas pernas nuas enquanto ele mastigava devagar. Ao lado dele, meus primos, Lucas e Rafael, pararam de brigar por um jogo no celular só para me ver passar. Eles sabiam. Todos sabiam que eu usava aquilo de propósito. Que eu sabia como o tecido se grudava na minha pele quando suava, como a luz do sol fazia meu cabelo brilhar quando eu me inclinava para pegar algo no chão.
— Você tá estragando a festa, amor — disse minha mãe, passando por mim com um sorriso cansado, mas seus olhos cruzaram com os dos meninos antes que ela saísse. Ela sabia o jogo também. Era o nosso triângulo secreto, silencioso, que durava anos.
Quando a ligação veio, anunciando que ela precisava ir embora, o clima mudou. A bebida começou a fazer efeito nos meninos. Eles ficaram sozinhos comigo na casa grande, vazia, exceto pelo barulho distante da cidade. Meu primo Lucas, o mais velho, foi o primeiro a quebrar a silêncio. Ele não estava bêbado o suficiente para perder a coordenação, apenas o bastante para perder a vergonha.
— Sua mãe demora muito — murmurou ele, caminhando até onde eu estava sentada no sofá, as pernas abertas, o short subindo ainda mais.
Não respondi. Apenas sorri, inclinando a cabeça, deixando ele ver o decote. Foi tudo muito rápido depois disso. Não houve conversa, não houve romance. Houve apenas o cheiro de álcool misturado com o nosso suor e o desejo cru, animal, que vinha crescendo desde que eles entraram pela porta. Lucas me puxou pelo braço, não com delicadeza, mas com urgência, me levando para o corredor escuro.
Foi vulgar. Foi sujo. Nós caímos no tapete da sala, sem cuidado, sem cerimônia. Ele me pegou como se tivesse fome, mãos grandes apertando minhas coxas, dedos afundando na minha carne macia. Eu gemia alto, propositalmente, querendo que minha mãe ouvisse, querendo que meu tio ouvisse do outro lado da parede. Era a putaria mais pura, a quebra de todas as regras da família, feita no meio da tarde, com a luz do sol filtrando pelas cortinas.
Depois veio o outro primo, Rafael, que havia ficado observando, respiração ofegante, olhos dilatados. Ele não esperou convite. Subiu em mim, ignorando minha resistência fingida, mordendo meu pescoço com força suficiente para deixar marca. Eu era o centro do caos deles. Eu era o tabu que todos queriam violar ao mesmo tempo.
Enquanto eles me usavam, me viravam, me deixavam marcada, eu sentia aquela descarga elétrica subir pela minha espinha. Não era amor. Era posse. Era a sensação de ser a mulher mais desejada da casa, a única que dividia aquele sangue, aquele passado, com aqueles homens. Eu ria baixinho, um riso rouco, enquanto me perdiam no prazer, sujos, desleixados, completamente entregues à depravação de ser família e amantes ao mesmo tempo. E lá fora, o churrasco continuava, mas para nós, o mundo inteiro havia desaparecido naquela sala, naquele momento de tesão puro e sem escrúpulos.
O chão de madeira estava duro contra minhas costas, mas eu mal sentia o frio. O que eu sentia era a pressão quente, pesada, das mãos deles me segurando como se eu fosse escapar se soltassem um segundo. Lucas foi o primeiro a entrar em mim, sem aviso, com uma força bruta que me fez arfar. Ele não pediu permissão; ele tomou. Suas mãos grandes apertaram minhas coxas, abrindo-as bem, expondo meu centro úmido para ele. Eu podia sentir cada centímetro dele me preenchendo, esticando minha pele, fazendo meu corpo dócil se curvar ao impacto.
— Olha pra mim — ele ordenou, a voz rouca, os olhos fixos nos meus enquanto ele começava a se mover. O ritmo era rápido, áspero, feito de anos de desejo contido e álcool. Cada vez que ele descia, eu gemia alto, sem controle, e cada grito parecia ecoar pelas paredes vazias da casa, desafiando qualquer regra moral que restasse.
Eu estava completamente entregue, as pernas abertas até doerem, sustentadas apenas pelos joelhos de Rafael, que agora se agachava entre as minhas. Enquanto Lucas me penetrava com aquela violência deliciosa, Rafael usava sua boca. Ele não foi delicado. Ele lambeu meu pescoço, depois mordeu a carne macia ali, deixando marcas vermelhas que ficariam por dias. Suas mãos exploravam meu corpo com uma fome desesperada, subindo pelas minhas costelas, apertando meus seios com firmeza, beliscando os mamilos até ficarem sensíveis demais para suportar o toque leve.
Foi quando ele começou a chupar meu peito, puxando forte, sugando com tanta intensidade que eu senti o gosto metálico do sangue no meu próprio lábio. Era sujo. Era primitivo. Eu não era mais uma prima ou uma amiga; era um objeto de prazer, e eles sabiam disso. Lucas aumentou a velocidade, batendo fundo, profundo, atingindo pontos dentro de mim que faziam minha visão turvar. Eu me contorcia, as unhas cravando nas costas dele, misturando suor e cheiro corporal, respiração ofegante e gemidos guturais.
Rafael mudou de posição, subindo em mim, montando meu quadril enquanto Lucas continuava me enchendo por trás. Agora eu tinha dois homens dentro de mim, ou pelo menos isso parecia. A sensação era avassaladora. A fricção dupla, o peso deles sobre mim, o calor sufocante de três corpos colados. Eles trocavam de lugar, se revezando, se multiplicando. Um me mordendo o lóbulo da orelha, sussurrando palavrões baixos no meu ouvido, enquanto o outro me punhava com brutalidade.
Havia saliva, havia suor escorrendo pelo meu rosto, havia o som úmido da pele batendo na pele. Eu estava molhada, escorregadia, facilitando o movimento deles, mas eles não se importavam com conforto. Eles queriam marcação. Queriam posse. Lucas parou por um segundo, puxando para fora quase todo, só para entrar novamente com mais força, fazendo meu corpo tremer violentamente. Eu gritei, não de dor, mas de prazer puro, visceral, aquele tipo que te faz esquecer quem você é.
Eles não falavam muito. Só respiravam pesado, rosnando baixo, focados na tarefa de me destruir. Meus seios balançavam livremente, marcados por mãos que apertavam, bocas que mordiam, línguas que lambiam cada gota de suor. Eu era a peça central daquela putaria familiar, aquela transgressão perfeita. E enquanto o mundo lá fora continuava girando, aqui dentro, naquele tapete sujo de desejos, eu era deles. Completamente, suja, marcada e satisfeita.
O silêncio na sala era pesado, quebrado apenas pelo som da minha respiração ofegante e do suor escorrendo pela minha pele. Eu estava exausta, as pernas tremendo levemente, mas o corpo ainda vibrava com a memória dos movimentos de Lucas e Rafael. Estava espalmada no tapete, completamente entregue, quando Carlos se aproximou.
Ele não olhou para os primos. Seus olhos estavam fixos em mim, descendo lentamente pelo meu corpo marcado até parar nas minhas coxas abertas. Eu estava molhada. Não era apenas um pouco de lubrificação natural; eu estava encharcada, escorregadia, o calor do sexo anterior ainda fazendo meu corpo produzir fluidos em excesso. O shortinho rasgado estava empurrado para o lado, revelando tudo: meus lábios inchados, vermelhos, pulsando, brilhando sob a luz fraca da sala.
Carlos parou entre minhas pernas. Ele não disse nada. Apenas se ajoelhou, o cheiro forte de álcool e tabaco invadindo meu campo de visão. Ele me olhou nos olhos, um aviso silencioso de que ele não seria suave, antes de baixar a cabeça.
Foi brutal. A língua dele entrou em mim sem cerimônia, larga, úmida, explorando cada dobra com uma fome animal. Eu gemi alto, a cabeça batendo contra o tapete, os dedos se entrelaçando no cabelo dele suado. Ele chupava com força, sugando com intensidade, enquanto as mãos grandes dele seguravam minhas coxas com firmeza, mantendo-me aberta, exposta. Era vulgar, primitivo. Ele lambia, mordeu levemente o clitóris sensível, depois voltou a lamber, rápido, profundo, fazendo meu quadril subir involuntariamente ao encontro da boca dele.
Eu estava gozada, sim, mas ele queria mais. Ele queria drenar cada gota de prazer que eu tinha guardado. A saliva dele misturada com meus fluidos criava um som úmido, constante, ensurdecedor naquele silêncio. Eu não conseguia pensar, só sentir. A pressão, o frio do ar na pele molhada, o calor da boca dele trabalhando incansavelmente.
De repente, ele parou. Levantou a cabeça, os lábios brilhantes, inchados, cobertos de meu sabor. Ele sorriu, um sorriso sujo, satisfeito, e passou a língua pelos dentes, limpando o excesso. Então, sem esperar que eu recuperasse o fôlego, ele se levantou, tirando a calça jeans com pressa, o pau duro já apontando para mim, pulsante, pronta para entrar.
— Deixa aberto — ordenou ele, a voz rouca.
Eu não precisei ser mandada duas vezes. Minhas pernas já estavam abertas, cansadas, mas prontas. Ele se posicionou novamente, desta vez de joelhos entre elas, me segurando pelos quadris com uma força que quase machucava. E então, ele me penetrou.
Foi diferente das outras vezes. Não havia violência brusca, havia posse. Pura, absoluta posse. Ele entrou fundo, atingindo o fundo da minha barriga, fazendo eu arfar, os olhos se arregalarem. Ele começou a se mover devagar, inicialmente, sentindo cada contração do meu interior, sabendo exatamente onde tocar para me fazer perder a razão. Mas logo a velocidade aumentou. As mãos grandes dele apertavam minhas nádegas, me puxando para cima, encontrando o ritmo dele.
Lucas e Rafael observavam, paralisados pela cena. Ver o tio, a figura paterna, a autoridade daquela casa, fodendo a prima, a mulher que eles acabaram de dividir, era o ápice da depravação. Eles não intervieram. Eles eram testemunhas do nosso pecado.
Carlos me pegava com aquela força dominante, batendo fundo, fazendo o tapete tremer sob nós. Eu gemia alto, sem vergonha, deixando o som ecoar pelas paredes. Era sujo, era errado, era perfeito. Ele me marcava por dentro, enchendo meu útero com seu calor, sua essência. Cada movimento era uma afirmação de domínio. Você é nossa, diziam seus olhos escuros, fixos nos meus. Você é nossa família.
Ele aumentou a intensidade, as mãos subindo para segurar meus seios, beliscando-os enquanto continuava a me foder com aquela força bruta. Eu estava sendo usada, consumida, destruída pelo prazer. Meu corpo tremia violentamente, cada músculo contraindo em antecipação ao clímax. Eu podia sentir o sêmen dele chegando, quente, profundo, preenchendo aquele vazio que eu nem sabia que existia.
Quando ele finalmente explodiu dentro de mim, rugindo baixo, o corpo todo tenso, eu gritei junto com ele, o orgasmo me atravessando como um raio. Ficamos ali parados, misturados, suados, respirando o mesmo ar viciado. Ele se afastou lentamente, me deixando exposta, vazia, completa.
Olhei para trás, deslizando o olhar pelos corpos deles, sujos, cansados, mas triunfantes. Nós tínhamos quebrado a regra. Nós havíamos feito o impossível. E sabia que, quando minha mãe voltasse, nada seria mais igual naquela casa.
O dia começou com o sol entrando forte pelas janelas, iluminando a poeira que dançava no ar da sala vazia. Eu estava deitada na cama, ainda sentindo os fantasmas das mãos deles em minha pele, quando ouvi a voz da minha mãe vindo da cozinha.
— Bom dia, Clara! — ela chamou, animada, sem qualquer suspeita de que eu acabara de ser usada como um brinquedo coletivo horas antes.
Levantei-me devagar, sentindo o tecido fino da babydoll branca deslizar sobre meus quadris. A peça era curta, quase um pijama infantil, mas cortada de forma a deixar as pernas expostas e os seios livres. Como combinado, não havia sutiã. O top branco justo marcava meus mamilos eretos pelo simples atrito do tecido contra a pele sensível, e a calcinha fio-dentil vermelho-sangue contrastava violentamente com a brancura ingênua da roupa, destacando exatamente onde eles sabiam que eu estava molhada até aquele momento.
Minha mãe apareceu na porta do quarto, segurando uma xícara de café. Ela me olhou de cima a baixo, franzindo levemente a testa, confusa com meu visual matinal.
— Que roupa é essa, filha? — perguntou ela, com um tom de reprovação leve, mas curioso. — Não tem vergonha desses rapazes verem você assim pela casa? Você sabe que são seus primos... e seu tio.
Sorri para ela, um sorriso doce, inocente, enquanto passava por ela para ir à cozinha.
— Ah, mãe, é só conforto — respondi, pegando um copo d'água. — É só uma roupa de dormir bonita.
Ela murmurou algo sobre "jovens de hoje em dia" e voltou para a sala, achando que tinha me visto apenas como sua filha preguiçosa. Mas ela não sabia. Ela não via o brilho nos meus olhos, nem a maneira como minhas coxas ainda tremiam levemente ao lembrar da profundidade das penetrações. Ela achava que eu era pura. E eu deixei que ela acreditasse.
Durante todo o dia, a dinâmica mudou. Eles ficaram na casa, conversando, bebendo aquela água gelada que eu servia com as mãos trêmulas. Cada vez que se aproximavam, o jogo recomeçava.
Lucas, sentado no sofá, estendeu a perna quando eu passei, meus pés tocando os dele. Ele não disse nada, apenas apertou meu pé brevemente sob a mesa baixa. Rafael, em pé perto da janela, fingiu ajustar a cortina, mas seus olhos estavam fixos no meu decote, subindo e descendo como se lessem cada respiração que eu fazia.
Foi então que Carlos se levantou. Ele caminhou até mim enquanto eu limpava a mesa. Estávamos sozinhos na cozinha por alguns segundos. Ele se inclinou, como se fosse pegar algo atrás de mim, mas suas mãos grandes cobriram meus seios nus através do tecido fino do top branco. Apertou-os com firmeza, amassando a carne macia, sentindo a dureza dos meus mamilos.
— Bonita — sussurrou ele no meu ouvido, a respiração quente fazendo meu corpo arrepiar. — Essa cor vermelha combina com você.
Eu não me mexi. Apenas fechei os olhos, aproveitando a sensação proibida.
— Mãe está do lado de fora — avisei baixinho, sem abrir os olhos.
— Ela não vê nada — respondeu ele, mordendo meu pescoço suavemente, deixando outra marca invisível sob a pele. — Ela só vê a filha dela. Nós vemos a puta que ela criou.
Ele se afastou, ajustando a calça, e voltou para o grupo. Mas o jogo continuou. Quando fui buscar mais gelo na cozinha, Rafael me seguiu. Na escuridão do corredor, ele me empurrou contra a parede.
— Me chupa aqui — ordenou ele, a voz rouca. — Rápido. Antes que ela venhe.
Eu me ajoelhei instantaneamente. Abri a boca e suguei o pau dele com fome, fazendo barulho propositalmente baixo, nossos corpos colados. Ele segurava meu cabelo, puxando para trás, enquanto eu o alimentava com minha língua experta. Foi rápido, sujo, feito de pressa e desejo contido. Quando ouvimos passos, ele me ajudou a levantar, alisando meu cabelo bagunhado como se nada tivesse acontecido.
O tempo passou lento. Eles ficavam me olhando. Lucas ria de alguma piada, mas seus olhos não saíam das minhas pernas nuas. Rafael sorria para mim quando cruzávamos olhares, um sorriso cúmplice, sujo.
Quando finalmente foi meio-dia e eles se prepararam para ir embora, o clima estava elétrico. Abraçamos todos. Um abraço longo demais. Carlos demorou a soltar meu corpo, as mãos descendo para minhas nádegas, apertando-as forte.
— Até a próxima, prima — disse Lucas, beijando minha testa, mas seus lábios roçaram minha orelha.
— Cuide-se — murmurou Rafael, passando a mão nas minhas costas, descendo lentamente até a curva da minha bunda, onde a babydoll terminava.
Carlos foi o último. Ele me segurou pelos ombros, olhando fundo nos meus olhos.
— Você ficou linda hoje — disse ele, a voz grave. — Mas ficou melhor ontem.
Eles foram embora. A casa ficou em silêncio novamente.
Fui direto para a cama. Deitei-me na cama, olhando para o teto, sentindo o cheiro deles em mim, o gosto do sêmen seco dentro de mim, a dor gostosa nas minhas pernas. Fiquei ali, revivendo cada toque, cada mordida, cada gemido abafado.
Estava apaixonada. Não pelo amor romântico, mas pela adrenalina de ser a dona daquele segredo. Eu era a putinha deles, a prima que dividia sangue e prazer. E sabia que, na próxima vez que minha mãe saísse, ou mesmo quando ela estivesse presente, o jogo recomeçaria. Porque agora, elas sabiam. E eu também.
Fechei os olhos, sorrindo no escuro do quarto, pronta para esperar a próxima oportunidade de ser usada novamente.