A dia em que sair com o primo e minha namorada e fui traído pelos 2

O pagode no "Fogão de Lenha", aquele buraco conhecido perto do West Shopping, estava uma festa. A música batia forte, o cheiro de cachaça e suor misturado com o ar quente da noite carioca, e nós três estávamos no auge da embriaguez. Eu, Fernando, sentindo o chão girar levemente; Karina, minha esposa, com o rosto corado e os olhos brilhando de vinho e adrenalina; e Fábio, meu primo-irmão, que sempre foi mais irmão que sangue.

Fábio é aquela figura constante na minha vida. Nasceu comigo, literalmente, crescemos juntos. Ele é o único dos primos que não se perde em visitas esporádicas. Entra em casa, pega um refrigerante, brinca com Karina como se fosse dono do lugar, e ela retribui com aquela amizade leve, de cumplicidade antiga. Naquele dia, a bebida fez com que as barreiras finas entre nós três se dissolvessem completamente. Dançamos até as pernas doerem. Lembro vagamente de Fábio com a mão na cintura de Karina, girando-a devagar, bem devagar, enquanto eu observava, meio tonto, achando tudo muito normal, muito fraterno. Ela se virava, esfregava o quadril nele, e ele ria, sem constrangimento nenhum. Naquela noite, bêbados, tudo era permitido.

Quando decidimos ir embora, a decisão foi unânime: Fábio ficaria conosco. Morar em Saracuruna naquela hora, com a cidade dormindo e o transporte escasso, seria um sofrimento. Então, combinamos o óbvio para a ocasião: eu e Karina na cama, e Fábio no chão do quarto, encolhado nos poucos metros livres que restavam. O álcool pesado me derrubou quase instantaneamente. Fechei os olhos antes mesmo de ouvir a porta do banheiro sendo aberta ou fechada.

O sono, naquele estado de coma alcoólico, não foi profundo, mas foi denso. Quando meus sentidos começaram a retornar, o relógio digital na mesa de cabeceira piscava silenciosamente: 03:33. O silêncio da casa era quebrado apenas pelo zumbido residual dos ouvidos e por um som rítmico, úmido e intenso, vindo do chão.

Abri os olhos devagar, sentindo a cabeça latejar suavemente. O quarto estava escuro, iluminado apenas pela luz tênue que entrava pela fresta da janela da sala. Deitei-me ainda, mantendo o cobertor puxado até o queixo, observando pela frente, sem fazer barulho.

Lá estava eles.

No chão, sobre o tapete felpudo que separa a cama do restante do quarto, a cena se desenhou diante dos meus olhos com uma clareza nítida, apesar da ressaca incipiente. Karina estava ajoelhada de quatro, mas não exatamente como quem pede desculpas. Estava inclinada para frente, sustentando-se com as mãos nos joelhos de Fábio, que estava sentado, encostado na lateral da cama, calças e cueca abaixadas até os joelhos.

Ela havia tirado o vestido curto durante a dança ou na pressa de se acomodar, e agora usava apenas o shortinho justo, que estava cravado na pele, revelando cada curva. Por baixo, eu percebi que só vestia o sutiã — o resto dela estava exposto ao ar frio da madrugada e aos meus olhos arregalados. Ela parecia faminta. Não era uma chupada lenta, romântica. Era voraz.

Os sons eram assustadoramente claros no silêncio da madrugada. Ploc. Ploc. O som da saliva, o sugo profundo, os gemidos abafados que escapavam pelos lábios dela enquanto ela deslizava a boca para trás e para frente, absorvendo-o como se aquilo fosse o oxigênio que lhe faltava. Ela mamava com uma técnica que eu nunca tinha visto em anos de casamento, usando a língua com uma pressão constante, as bochas afundando, os olhos fechados com intensidade pura.

Fábio, por sua vez, estava com a cabeça jogada para trás, os olhos fechados, as mãos segurando os cabelos dela ou descansando coxas dela, guiando o ritmo. Ele não estava passivo. Ele participava ativamente daquele espetáculo.

— Vai me chupa... — ele murmurava, a voz rouca, entrecortada pelo prazer. — Toma logo... vai me chupar direito...

Karina não parava. Ela subia descia com uma raiva contida, como se quisesse provar algo que lhe fora negado por muito tempo. Os barulhos de sucção aumentavam, úmidos, visíveis pela forma como a pele dela se movia em sincronia com a entrada e saída da cabeça dele.

De repente, ela parou por um segundo, respirando fundo, o peito subindo e descendo aceleradamente sob o sutiã. Olhou para Fábio, depois para a cama onde eu estava, fingindo dormir.

— Jesus... — ela sussurrou, usando meu nome como se fosse uma palavra mágica ou uma proibição. — Ele tá dormindo?

Fábio sorriu, um sorriso torto, satisfeito.

— Tá. Tá ronco. Deve estar no terceiro sono. Esse homem bebeu demais hoje. Nem sente o mundo girando.

Karina soltou uma risadinha baixa, sensual, e voltou à tarefa. Mas desta vez, ela começou a falar, sussurrando coisas que cortaram minha audição, mesmo estando "dormindo".

Enquanto continuava a chupar ele com aquela fome insaciável, ela soltava frases soltas, comentando sobre o gosto, sobre a sensação, sobre mim:

"Ah, Deus... tá duro demais..." — ela gemeu, engolindo ele profundamente, fazendo um som de aspiração alto.

"É tão grosso... como eu ia esquecendo isso?" — ela murmurou, a voz vibrando contra a pele dele. "Ele tem um tamanho que me deixa louca, Fabi... por que eu não senti isso antes?"

Fábio riu baixo, passando a mão pelo cabelo dela, puxando-a levemente para cima, controlando o ritmo.

"Calma, amor... não quer acordar o rei?", ele provocou.

Karina parou, olhando fixamente para ele, os olhos brilhando no escuro.

"Deixa ele dormir", disse ela, com uma autoridade surpreendente. "Eu preciso disso. Preciso sentir você dentro da minha boca... é diferente... é mais intenso."

Ela voltou a descer, desta vez mais devagar, saboreando cada centímetro.

"Você tem gosto de cerveja e de pecado", ela sussurrou, a voz saindo ofegante. "Sabe o que é bom? Sabe que eu posso te tomar aqui, no chão, enquanto meu marido está ali, sonhando com outra coisa, e eu estou tomando você?"

Ela fez uma rotação rápida da cabeça, criando um som de sucção delicioso, antes de voltar a subir, deixando ele exposto por um segundo, apenas para mergulhar de novo com força total.

"Toma cuidado, Karina", avisou Fábio, a voz mais grave agora. "Se ele acordar e ver você assim... de quatro, com meu pau na boca..."

"E o que que acontece?", ela perguntou, mordendo levemente a glande antes de engolir tudo de novo. "Ele gosta de ver? Ou fica bravo? Eu acho que ele gostava de olhar quando a gente dançava... ele estava olhando, Fabi. Eu vi ele olhando."

Isso me gelou a espinha. Ela sabia? Ela tinha notado meu olhar lá no pagode?

"Ele olhava sim", admitiu Fábio, a respiração ficando mais pesada. "Mas agora... agora ele está dormindo. E você está aqui. Goza neles, Karina. Goza pra mim."

Karina acelerou o ritmo. As mãos dela estavam agarradas nas coxas dele, os dedos marcando a carne. Os barulhos de saliva, de sucção profunda, preenchiam o quarto. Ela estava totalmente entregue, entregando-se àquela nova dinâmica, àquela traição silenciosa e deliciosa.

"Jesus... seu idiota...", ela resmungou para mim, como se eu pudesse ouvir. "Você nem faz ideia do que está perdendo... ou será que faz? Será que você sabe o quanto eu quero isso?"

Ela deu mais duas estocadas rápidas, profundas, engolindo ele até o final, e então parou,ofegante, suada, o shortinho grudado no corpo, o sutiã amassado. Olhou para a cama, para o meu contorno sob o cobertor, e sorriu. Um sorriso de vitória.

Fábio estava ofegante também, o corpo tenso.

— Acabou? — ele perguntou, a voz trêmula.

— Ainda não — respondeu Karina, lambendo os lábios, limpo, satisfeita, mas com vontade de continuar. — Só aqueceu. Agora é a vez de você me dar prazer, primo.

E ela se moveu, mudando de posição, pronta para continuar a exploração daquela noite que acabava de mudar tudo.

A dinâmica no chão do quarto mudou de repente. A posição de Karina, ainda ajoelhada e inclinada para frente com as mãos apoiadas na lateral da cama de Fábio, expôs completamente sua parte traseira. O shortinho dela estava puxado para cima, revelando a pele pálida e macia, enquanto o sutiã mantinha seu busto erguido, destacando o contraste entre a contenção superior e a exposição inferior.

Fábio não hesitou. Ele se ajustou atrás dela, posicionando-se como um predador que finalmente encontrou a presa perfeita. Não houve muita conversa, apenas o som pesado da respiração deles dois e o estalo úmido da saliva sendo aplicada com urgência.

Quando ele entrou, foi rápido, sem delicadezas românticas. Foi uma invasão direta. Karina urrou, um som gutural, abafado pelo travesseiro onde ela havia enterrado o rosto para não acordar "Jesus".

— No cu... ah, Deus! No cu! — ela gritou baixinho, os dedos cravando nos lençóis ou nas coxas dele. — Tá fundo demais! Fabi, tá muito fundo!

Ele não parou. Pelo contrário, aumentou o ritmo. Era uma penetração rítmica, forte, batendo contra as paredes internas dela com uma força que fazia a cama rangir levemente, embora eu, deitado ali, disfarçando minha presença, não ouvisse o barulho dos colchões. Eu podia ouvir a carne dela sendo sacudida, o som úmido e constante do ato, e os gemidos cada vez mais altos de Karina.

Ela estava sendo "comida" pela primeira vez daquela forma, e a novidade era visível em cada espasmo do corpo dela. Ela não estava apenas recebendo; ela estava sendo dominada por aquela sensação nova, intensa, diferente do sexo convencional que tínhamos.

— Você aguenta? — ele rosnou perto do ouvido dela, a voz carregada de prazer e possessividade.

— Sim! Mais! — ela respondeu, virando a cabeça levemente para trás, os olhos fechados, o rosto vermelho. — Me dá mais! Chupa meu rabo! Esfrega aí!

E ele fez isso. Ele não apenas penetrava; ele massageava, esfregava o períneo, pressionando pontos internos que faziam Karina tremer inteira. Era como se ele estivesse desvendando um mapa do corpo dela que eu desconhecia. Cada movimento dela era uma resposta involuntária ao estímulo direto naquela região sensível.

O som era ensurdecedor para quem estava prestando atenção. Poc. Poc. Poc. O som da união das carnes, o suspiro ofegante dela, o rosnado baixo dele. E então, veio o momento culminante.

Fábio acelerou até perder o fôlego. As estocadas ficaram irregulares, profundas, atingindo o fundo do saco dela com violência. Karina estava quase inconsciente de prazer, os braços tremendo, o corpo todo tenso.

— Vou gozar! — ele avisou, a voz falhando. — Karina, vou encher você!

Ela não pediu para parar. Pelo contrário, abriu as pernas ainda mais, oferecendo-se completamente.

— Toma! Toma tudo! — ela gritou, agora sem se importar tanto com o volume, perdida no êxtase.

Fábio deu mais três estocadas furiosas, enterrou-se até o fundo, e ficou lá, vibrando. O silêncio que se seguiu foi breve, apenas a respiração pesada dos dois e o som suave de algo líquido sendo depositado dentro dela. Ele tinha gozado tudo dentro dela, enchendo-a, marcando-a internamente, enquanto eu, Fernando, seu marido, observava silencioso, disfarçado sob o cobertor, processando a realidade daquilo.

Karina deixou a cabeça cair no travesseiro novamente, exausta, suada, o peito subindo e descendo rapidamente. Ela parecia outra pessoa. Mais livre. Mais satisfeita. E mais culpada, talvez, mas principalmente mais viva.

Fábio se afastou devagar, com cuidado para não derramar nada, e se sentou ao lado dela no chão, passando o braço pelos ombros dela num gesto de posse e carinho.

— Valeu a pena esperar? — ele perguntou, a voz rouca.

Karina não respondeu imediatamente. Ela só assentiu, lentamente, com um sorriso sonhador nos lábios.

— Muito — sussurrou ela. — Agora... vamos ver se o Fernando dorme mesmo.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A dia em que sair com o primo e minha namorada e fui traído pelos 2

Codigo do conto:
275880

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
30/10/2026

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