Emílio entrou, fechou a porta com o pé e jogou a sacola em cima da mesa. A voz saiu calma demais para a cena que encontrou:
— Então… é essa a pizza a moda da casa?
Cleitinho engasgou. Lulu tirou a rola da boca devagar, um fio de saliva ainda ligando seus lábios à rola do entregador. Olhou pra cima com aquele sorrisinho nervoso, o coração batendo forte no peito.
— Bê… parece que a pizza vem com calabresa.
Emílio não se moveu de imediato. Ficou parado, olhando os dois. O cheiro de sexo já estava no ar, misturado ao de pizza quente. Cleitinho ainda de pé, o pau duro exposto, a respiração presa. Lulu sentiu o olhar dele e uma onda de vergonha e tesão subiu pela nuca.
— Posso? — Emílio perguntou baixo, a mão já no próprio zíper, mas sem puxar ainda.
Lulu deu uma risadinha curta, quase sem ar entendeu o que o safado de Emílio queria olhou para Cleitinho e disse:
— Se você não quiser… a gente para.
— Eu quero.
Respondeu Cleitinho, e só então Emílio abriu o ziper. O pau pesado saltou. Lulu se inclinou e o engoliu inteiro de uma vez, gemendo pelo nariz.
Agora de joelhos no meio do seu quitinete Lulu se dividia em chupar o pau pentelhudo de Emílio e o cacete de chocolate liso de Cleitinho que soltou o ar que estava prendendo, com alívio e tesão misturados.
Enquanto isso no chá revelação de Bianca…
Algumas casas depois do salão de Lulu Bianca apresentava sua coreografia com Francisco. Enquanto a loira se esforçava entregando o seu melhor na apresentação Francisco fazia a coreografia com cara de quem queria estar em qualquer outro lugar.
_ Que coisa ridícula, meu deus.
Disse baixinho Jair abraçado a namorada Amanda.
_ Eu acho fofo.
Disse a garota.
_ Pois não invente que eu não vou fazer uma palhaçada dessa não, viu?
_ Vocês que não me inventem de ter filhos nem tem emprego, nem casa, mal sabem se cuidar.
Diz Juca.
_ Vai tomar conta da sua vida Juca!
Diz Jair.
_ Juca tá certo Jair, não me inventem de filho não que não tem nem onde colocar mais gente nessa casa.
Diz a mãe de Juca, Jair e Vitória.
Juca em meio a confusão se distrai olhando para o canto e vendo André em pé fumando seu cigarro com Júlia em pé escorada nele mais especificamente em seu peito com a mão entrando pela abertura deixada pelos botões desabotoados e acariciando aquele peito claro com ralos pêlos finos.
Juca respirou fundo, quando voltou a sim ouvindo seu nome.
_ ….Juca solteirão, vai ficar pra titio.
Disse Vitória.
_ O que você disse aí vitória?
Questiona Juca.
_ O Juca vai virar tio dos gatos, daqui a pouco até os gêmeos vão estar namorando e o Juca não. Kkkkk
Juca da um tapa na cabeça de Jair e vai para a cozinha beber água.
_ Marcelo, boa noite, você aqui…
Pergunta com estranheza Juca.
_ Eu vim desentupir um cano e a Bianca e sua mãe não me deixaram ir. Disseram para eu ficar e jantar.
_ Nem me fale eu já estou morrendo de fome, já filei uns docinhos escondidos , mas eu quero mesmo é essa galinhada que não sai, por conta dessa dança ridícula da Bianca.
_ Já devem estar terminando olha lá, já pegaram o sinalizador.
Juca veio e esticou o corpo na frente de Marcelo esticando o pescoço para fora. Bianca falava e falava. Juca encostou seu corpo inocentemente em Marcelo que não se mexeu. Marcelo era um “marido de aluguel” pardo, cabelo castanho começando a ficar grisalho curto, 1,75 m, corpo bear com uma suave barriguinha, geralmente sério com 35 anos.
_ Quer saber isso ainda vai é longe.
Juca pegou um prato e começou a se servir com a galinhada, tutu e vinagrete que estavam na mesa, pegou outro prato e entregou para Marcelo.
_ O que você está fazendo Juca?
_ Eu comendo, se você não quiser eu vou dar pro Jair.
Marcelo pegou o prato e como dois meninos arteiros foram lá para a sala comer escondidos. Mas já era tarde, Jair viu os dois e foi colocar comida para ele também e assim quando a fumaça azul tomou o fundo da casa metade dos convidados já estavam com o prato na mão, deixando Bianca furiosa quando percebeu.
Enquanto isso na quitinete de Lulu…
Sobre a cama de lençol lilás claro, já amassados e manchados, três corpos se entrelaçavam.
Lulu deitada no meio de um lado tinha Emílio socando seus dezoito centímetros de pica no cu arrebitado de Lulu enquanto Cleitinho, chupava com voracidade os mamilos do cabeleireiro e se masturbava, seu pau duro, veioso e babão. Seus lábios molhados e brilhantes de saliva, deslizavam na auréola e nos bicos escuros e pontudos de Lulu. O entregador subiu seu corpo e deu seu pau para Lulu chupar o gosto era salgado, levemente amargo, misturado ao sabor da pele quente. A língua dela rodava em círculos lentos sob a glande, sentindo cada veia latejar contra o céu da boca. A mão direita apertava e massageava as bolas pesadas e quentes, a pele fina e aveludada contrastando com a dureza do pau. Cleitinho gemia baixo, um som grave mas baixo que vibrava no peito dele e ecoava no quarto, ajoelhado sobre a cama, as pernas dobradas e levantadas sustentando o tronco, o corpo inteiro entregue, os músculos das coxas tremendo a cada sucção.
Emílio estava do outro lado de Lulu, o pau grosso, roxo e escorregadio de lubrificação natural enfiado fundo no cu apertado de Lulu. A entrada era quente, apertada, quase queimando. Cada estocada profunda fazia o cabeleireiro tremer e soltar gemidos mais altos, a boca aberta, os olhos semicerrados de prazer, a respiração ofegante e quente contra o pau de Cleitinho. O som molhado e obsceno de pele batendo em pele do pau entrando no cu o púbis batendo na bunda misturava-se aos gemidos e ao barulho úmido da saliva de Lulu. Emílio segurava as coxas de Cleitinho com força, os dedos afundando na carne macia e quente, enquanto empurrava com ritmo constante, no cu de Lulu com o corpo suado brilhando sob a luz. O cheiro do sexo deles subia forte: suor masculino, o aroma musky da pele de Cleitinho e o perfume doce de Lulu misturado a tudo.
Lulu não se contentava só com a boca. Enquanto chupava Cleitinho, sua mão livre descia e envolvia o pau de Emílio na base, sentindo-o entrar e sair. A textura era diferente: o pau de Emílio era mais grosso.
Cleitinho quis meter e então Emílio deu seu lugar e foi para entre as pernas de Lulu chupar seu pau enquanto Cleitinho agora metia no cu do cabeleireiro. Emílio não se fez de inocente chupando o pau de Lulu as veias salientes, a pele quente e úmida de pré gozo. Ele agora alternava: ora engolia Cleitinho até quase engasgar, sentindo a glande bater no fundo da garganta e os olhos marejarem, ora lambia a junção onde o pau de Cleitinho sumia dentro do cu de Lulu, saboreando a mistura quente de saliva, pré-porra e o gosto levemente metálico da carne. A língua dele sentia o anel apertado de Lulu se abrir e fechar ao redor do pau de Cleitinho, a pele lisa e quente, o cheiro intenso e íntimo que subia dali.
— Mais fundo… — murmurou Lulu, a voz aguda, manhosa, quase um gemido quebrado, o peito subindo e descendo rápido.
Cleitinho obedeceu, aumentando a velocidade. As estocadas se tornaram mais fortes, o som molhado de pele batendo em pele enchendo o quarto como um ritmo hipnótico. O calor entre os três corpos era quase sufocante. Lulu, excitada demais, o corpo inteiro arrepiado, a pele quente e sensível, subiu um pouco Emílio aproveitou e colocou o seu junto fazendo uma dupla penetração.
E enquanto suas mãos apertavam as de Emílio sentia os dois membros juntos entrando em seu cu. O sentimento era intenso, a textura escorregadia, o calor irradiando das duas carnes. Ela sentia as bolas de ambos se contrair, o cheiro forte e masculino subindo até o nariz.
Emílio se inclinou para frente e beijou Cleitinho na boca, língua com língua, o beijo molhado e urgente. O gosto da boca de Cleitinho era quente, um pouco salgado do suor que escorria do lábio superior. Enquanto continuava fodendo, os quadris batendo com força, o som, tapa-tapa, agora mais rápido e molhado. Lulu, entre os corpos dos dois, continuava gemendo, agora com mais tesão, saliva escorrendo pelo queixo e pingando em seu peito. Cleitinho puxou Lulu para um beijo e Emílio também foi junto. O gosto dela mesma misturado ao deles era viciante.
Os três se moviam como um só organismo. Emílio e Cleitinho socavam osl paus quase todo até um urro alto dos três Emílio gozou, a cabeça grossa saindo com um,pop, úmido o outro continuou metendo, enfiava e tirava de novo até o fundo, fazendo Cleitinho arquear as costas e soltar um gemido alto, quase um grito. Cleitinho gemía alto, o pau latejando no cu de Lulu, a glande quente e inchada batendo na próstata dela. Ela levantava o rosto para beijar Emílio também, trocando saliva e gemidos, o gosto salgado e íntimo dos dois homens na boca. Quando finalmente Cleitinho empurrou fundo e gemeu alto se tremendo todo e gozando.
Emílio pegou no pau de Lulu e o masturbou com tesão e velocidade até Lulu encher seu peito de porra.
Lulu aproveitou para masturbar os dois paus juntos, um ao lado do outro, a mão escorregadia de saliva e fluidos. A textura era deliciosa: pele quente, veias latejando, a diferença de espessura entre os dois. Mamou até mais um tremor e arrepio e os três deitarem e respirarem com calma. Cleitinho se levantou primeiro. Vestiu a calça com dificuldade. No pescoço, logo abaixo da orelha, tinha uma marca roxa que Emílio tinha chupado sem perceber. O cheiro de sexo e de perfume doce de Lulu ainda grudado na pele.
— Vocês…
Cleitinho limpou a garganta.
— Se precisarem de outra entrega… me chamem.
Sorriu torto, pegou a bag da moto e saiu. A marca no pescoço ia ficar visível o resto do turno.
Lulu e Emílio ficaram na cama mais um pouco, respirando. Depois se levantaram, abriram a pizza ainda quente e comeram em silêncio, ombro contra ombro, o gosto de sexo ainda na boca.
Autor: Mrpr2
Ps. E você já fez ou gostaria de fazer uma DP ? Como foi? Faria outra vez?
