O Feitiço - 7

O Feitiço - 7
Era domingo, os primeiros raios de sol entravam pelas frestas da janela do quarto de Juca. O rapaz se levantou da cama todo sujo desejando um banho, se despiu ali no quarto mesmo e se enrolou na toalha que tinha usado para forrar a cama e foi para o banheiro. Empurrou a porta que se abriu e deu de cara com Francisco com seu pau para fora mijando no vaso.
_ Bom dia Juquinha, entra aqui me ajuda a balançar!
Disse Francisco com cara de safado balançando o pau que jorrava ainda um pouco de mijo.
Juca balbuciou uns xingamentos, mas simplesmente saiu e foi para a cozinha.
_ Bom dia primo, que cara é essa?
_ Bom dia Bianca, o que está fazendo acordada essa hora de domingo?
_ O Francisco vai embora hoje com o caminhão. Levantei para fazer café da manhã pra ele tadinho.
_ Tadinho…sei…
Sussurrou Juca.
Logo Francisco entra na cozinha se espreguiçando, se esticando todo, se exibindo só de cueca, coçando os pelos do peito e o pau semi ereto. Abraça Bianca e a beija dizendo que vai sentir saudades do café gostoso dela. Juca sai da cozinha em direção ao banheiro fazendo caretas imitando de forma debochada e sarcástica Francisco que mesmo abraçado a Bianca acompanha Juca olhando sua bunda até o rapaz virar o corredor.
Depois de tomar banho e café da manhã Juca sai de casa, a cabeça estava pesada, não doendo, mas estranha, um pouco confusa. O que Juca queria mesmo era encontrar André, mas em vez dele encontrou foi Júlia.
_ Bom dia Ju, acordou cedo.
_ Estou indo a feira, estou louca pra comer pastel e não há pastel melhor que a da feira do centro.
_ Eu vou com você, apesar de ter acabado de tomar café da manhã, mas é o seu namorado não veio junto?
_ O André não está muito bem, acordou de madrugada, passou a noite inteira gemendo e rolando na cama, acordou com muita dor de cabeça.
_ Nossa… eu também não dormi muito bem e também estou com a cabeça ruim.
_ Nossa menino, será que é alguma virose?
_ Espero que não porque não posso mais dar atestado esse mês e preciso mais que nunca daquele emprego.
O dia passou e Juca não encontrou com André, nos dias que se passaram André não demonstrou o menor interesse em Juca o que deixou o ruivo muito irritado a ponto dele ir até a casa de Mestre Salomão reclamar e pedir o dinheiro de volta.
O Mestre porém disse que não tinha voltado, o feitiço tinha sido feito, os ingredientes comprado e tudo estava encaminhado, que agora dependeria dos espíritos e que até a próxima lua cheia André procuraria por ele era só aguardar.
Juca foi embora se sentindo enganado, tinha levado um golpe, mas e agora? Como ele recuperaria aquele dinheiro?
Era sexta feira a noite a última cliente de Lulu saiu do salão. Lulu se joga no sofá de espera. Emílio entra todo sorridente e por cima de Lulu diz beijando o pescoço do cabeleireiro.
_ E aí cansado? Meu dengo? O que quer de janta hoje? Que tal pizza?
_ Me conhece mesmo hem nego? Porque estou molinha não ia conseguir fazer nada se janta. Meus braços estão todos doloridos de tanta escova que fiz hoje e olha que nem deu tempo de ir na academia hoje.
_ Relaxa delícia, sobe toma um banho que vou fazer uma massagem bem gostosa nos seus braços.
Diz Emílio.
_ Só nos braços?
Pergunta provocando Lulu com cara de safado.
_ No corpo inteiro!
Responde dando um beijo de língua Emílio e dando um tapinha na bunda de Lulu enquanto o cabeleireiro subia as escadas.
Momentos depois Lulu sai do banho Emílio pede que ele deitei na cama nu, então o rapaz só de cueca preta começa a fazer massagem nos ombros de Lulu. Enquanto o cabeleireiro geme e conduz a massagem para os pontos mais doloridos.
De repente o som da buzina. Emílio olha lá em baixo e diz para Cleitinho subir.
_ Fala Cleitinho, nunca mais apareceu, o que aconteceu?
_ O que aconteceu? Eu quase fui dessa para uma melhor, por culpa sua e da Lulu.
_ Como assim gato, o que aconteceu? Entra aí e nos conte essa história.
Diz Emílio. Cleitinho entra esbravejando.
_ Vocês deixaram meu pescoço todo marcado e minha mulher viu.
_ Minha culpa mesmo não! Primeiro que você veio se divertir com a gente porque quis e em segundo lugar… quem fez essas marcas foi o Emílio, ele é que gosta de fazer essas coisas olha só.
Diz Lulu levantando nu da cama besuntado de óleo de massagem se aproximando de forma sensual do entregador e mostrou as marcas do seu pescoço já aproveitando para dar uma conferida no “pacote” entre as pernas de Cleitinho.
_ Mas vai dizer que não gostou.
Disse Lulu piscando para o entregador.
Lulu sente o pau de Cleitinho inchar em sua mão e safado abre o zíper e coloca a mão dentro da calça do entregador fazendo Cleitinho gemer de tesão.
Emílio, outro safado, se aproxima se encaixando por trás de Cleitinho e com uma voz grave mas suave diz na orelha do entregador.
_ Foi mal parça, prometo pegar mais leve da próxima. Só vou fazer assim ó.
Diz Emílio chupando o lóbulo da orelha de Cleitinho enquanto roça seu pau já duro dentro da cueca na bunda do entregador enquanto que com a mão invade por dentro da camisa e aperta o mamilo do entregador que sente um arrepio de tesão percorrer seu corpo que estremece sendo sentido até por Lulu conectado ao seu pau. Pois neste momento Lulu já está abaixado entre as pernas de Cleitinho com o pau do entregador enfiado até a garganta do cabeleireiro.
Cleitinho, ainda meio atordoado, só conseguia pensar em como a boca de Lulu era quente demais e como o outro homem, Emílio não parecia sentir ciúme nenhum em dividir seu namorado.
Emílio sentia o cu apertado “mordendo” em volta do seu pau. Por dentro pensava só em foder mais fundo, em ver Lulu tremer de tesão. Cleitinho, ajoelhado, sentia as coxas tremerem a cada sucção de Lulu em seu cacete. O gosto salgado e o cheiro forte do pau de Cleitinho subiam pela garganta de Lulu.
Cleitinho pediu pra meter. Emílio saiu e se acomodou entre as pernas de Lulu, engolindo o pau dele até quase engasgar. ora chupava Lulu, ora lambia o lugar onde o pau de Cleitinho sumia dentro do cu. O gosto era diferente, íntimo, viciante.
— Mete, não para, mais fundo…
Lulu pediu, a voz aguda, manhosa.
Cleitinho obedeceu. As estocadas ficaram mais fortes. Emílio subiu o corpo e colocou o pau junto. Dupla penetração. Lulu arquejou, os olhos marejando. Sentia os dois membros escorregadios abrindo tudo, o calor irradiando, as bolas dos dois se contraindo contra a bunda. Por um instante a confusão de identidade sumiu: só existia ser preenchido.
Emílio beijou Cleitinho na boca, língua com língua, gosto de suor. Depois os três se beijaram juntos, saliva misturada. Os quadris batiam rápido. Emílio gozou primeiro, a cabeça grossa saindo com um pop úmido. Cleitinho continuou metendo até arquear as costas e gozar fundo, gemendo alto. Emílio pegou o pau de Lulu e masturbou rápido até ele gozar no próprio peito.
Marcos vê Juca sentado no banco da praça com semblante triste e se aproxima tentando puxar assunto, mas tímido e sem jeito do que conversar com o jovem ruivo a conversa fica estranha e meio sem pé nem cabeça deixando Juca confuso. Constrangido e percebendo que a conversa não fluiu, Marcos se despede e vai ao salão de Lulu para resolver o problema de encanação.
Juca já ia embora quando ao longe vê André e Júlia Juntos, seu coração dispara e sente uma pontada de ciúmes, mas André e Júlia não estavam em clima de romance e sim discutindo.
Após a discussão André vai para um lado e Júlia para outro e ela entra no salão de Lulu irritada e Juca vai atrás.
_ Fala gata, não me lembro de ter marcado horário com você hoje.
_ Relaxa amiga só vim para desabafar.
Diz Júlia.
_ E aí meninas!
Diz Juca entrando no salão. Lulu apenas olha para Juca com cara de poucos amigos torce a boca mas nada diz.
_ Fala amiga o que aflige seu coração agora estou curiosa.
Diz a moça que está na cadeira de Lulu.

Autor: Mrpr2

Foto 1 do Conto erotico: O Feitiço - 7


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Feitiço - 7

Codigo do conto:
276160

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
02/11/2026

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