ELA RETORNOU CHEIA

Ela saiu às 20h. Vestido curto, preto, sem manga. Salto fino. Cabelo solto. Cheiro de perfume doce que ele nunca sentiu nela. Beijou ele na boca, rápido, e falou:

— Se comporta.

— Vou.

Ela foi. Ele ficou. Sentou no sofá. Olhou a televisão sem ver. Tomou banho às 21h. Passou o cinto de metal às 21h30. Sentou de cueca. Esperou. Às 22h já estava duro. Às 23h já estava tremendo. À meia-noite já estava ajoelhado. Na porta. Sem ela ter pedido ainda. Só querendo estar no lugar quando ela chegasse.

Meia-noite e meia. O carro parou na garagem.

A CHEGADA
A chave girou. A porta abriu. Ela entrou. E olhou. Olhou para baixo. Ele ajoelhado. De cueca. De cinto. Na porta. Esperando. E ela parou. Fechou a porta. E ficou ali. Olhando. Calada. Por um tempo longo. Só olhando.

E o cheiro veio. Cheiro de homem. Cheiro de sexo. Cheiro de suor de outro. Cheiro de porra. Tudo junto. Na saia dela. Na coxa dela. No ar.

Ela falou, por fim, baixinho:

— Você ficou aí a noite toda?

— Desde a meia-noite.

— Sem eu mandar?

— Sem a senhora mandar.

— Por quê?

— Porque eu queria estar no lugar quando a senhora chegasse.

Ela riu. Um riso curto. E passou a mão na cabeça dele. Como quem passa em cachorro. E falou:

— Bom menino.

E foi para o quarto.

Ela não mandou ele levantar. Ele foi de quatro. Atrás dela. Até o quarto. Ela tirou o vestido. Jogou no chão. Tirou o sutiã. A calcinha — fina, preta — estava de lado. Enfiada. E ela sentou na beira da cama. Abriu as pernas. E olhou para ele. De quatro no chão. Na frente dela.

E falou:

— Olha.

Ele olhou. A buceta dela estava brilhando. Vermelha. Inchada. Dilatada. Escorrendo devagar. Uma gota desceu pela coxa. E ela pegou o dedo. Passou. Levou ao nariz dele.

— Cheira.

Ele gemeu. Baixinho. Sem querer.

— Gostou?

— Gostei.

— Gosta de quê?

— Do cheiro.

—Do cheiro de quê?

— Do cheiro de macho.

— Fala mais alto.

— DO CHEIRO DE MACHO!

Ela riu. E falou:

— Sabe o que aconteceu hoje?

— Não.

— Adivinha.

— A senhora deu.

— Deu quanto?

— Não sei.

— Adivinha.

— Duas vezes?

— Quatro.

Ele engoliu. Quatro. Ela ficou um tempo olhando ele engolir. E falou:

— Quatro vezes. Em quatro horas. Com um homem que tem o dobro do seu pau. Que te pegou de todas as formas. Que me fez gritar tão alto que a vizinha bateu na parede. E que gozou dentro de mim quatro vezes. Quatro. Cheio. Farto. Cada uma. Sabe quanto tempo ele ficou sem gozar?

— Não.

— Seis dias. Seis dias segurando pra me dar. E hoje ele me deu tudo. Tudo que tinha. E eu vim embora com tudo. Aqui. — Ela passou o dedo na própria buceta. — Sentindo. Escorrendo. Cheia. Agora chega aqui.

Ele veio de quatro. Chegou na beira da cama. E ela falou:

— Não deita ainda. Primeiro ajoelha aqui. Entre as minhas pernas. Levanta a cabeça. E abre a boca.

Ele ajoelhou. Levantou a cabeça. Abriu a boca. E ela ficou de pé sobre ele. Depois — sem avisar — ela se abaixou. De cócoras. Sentou a buceta na boca dele. Virada para baixo. E falou:

— Fecha a boca agora.

Ele fechou. E ela apertou. Apertou os músculos. E o leite veio. Desceu. Do fundo dela para a língua dele. Grosso. Quente. Farto. E ele engoliu. E ela apertou de novo. Mais leite. E ele engoliu. E ela falou, sentada no rosto dele:

— Tá sentindo? Tá sentindo o que ele me deu? Toma. Toma tudinho. Não deixa cair. É seu. É o seu jantar. Fala.

— É o meu jantar.

— Fala mais alto.

— É O MEU JANTAR!

Ela riu. E apertou de novo. E o leite veio. E ele engoliu. E ela falou:

— Isso. Isso. Lambe agora. Lambe tudo. Sem deixar sobrar nada. Porque depois vem mais. Vem muito mais.

Ele lambeu. Do fundo para fora. Tirou tudo. E ela começou a gemer. Baixinho primeiro. E falou:

— Isso. Isso. Mais fundo. Enfia a língua. Vai. Vai. Isso. Isso.

E ele enfiou. Mais fundo. Mais forte. E ela sentiu. E gritou. E esfregou o quadril no rosto dele. E falou, alta, entre os dentes:

— ISSO! ISSO! LAMBE! LAMBE MINHA BUCETA GOZADA! LAMBE A PORRA DO MEU MACHO! VOCÊ GOSTA, NÉ, SEU CORNO?

— Gosto!

— Fala mais alto.

— GOSTO!

— Gosta de quê?

— GOSTO DE LIMPAAAAARRRR!

— Gosta de limpar o quê?

— GOSTO DE LIMPAAAAAAARRR A BUCETA DA MINHA DONA!

Ela apertou o cabelo dele. Afundou o rosto dele. E gozou. Gozou na boca dele. Alta. Escândalo. Bateu na parede. A vizinha do outro lado bateu na parede de volta. E ela riu, ainda tremendo, ainda sentada no rosto dele. E falou:

— Tá vendo? Agora a vizinha vai saber.

Ela levantou. Finalmente. E ele ficou de joelho no chão. Cara melada. Cueca encharcada. De cinto. Tremendo. E ela falou:

— Agora deita. De costas. No chão.

E ela sentou. De cócoras. Sentada no peito dele. E esticou o braço. Passou a mão entre as pernas dele. Encontrou as bolas. Ainda quentes. Ainda duras. Ainda cheias. E falou:

— Olha o estado disso.

— Desculpa.

— Desculpa o quê?

— Por estar duro.

— Não pedi desculpa. Falei que tá duro. Duro é bom. Duro é o que eu quero. Mas hoje você não goza. Hoje você só aguenta.

Ela apertou. Devagar. Ele gemeu. E ela falou:

— Gostou?

— Gostei.

— Gosta de quê?

— Gosto de ser apertado.

— Fala mais alto.

— GOSTO DE SER APERTADO!

Ela riu. E apertou mais forte. E soltou. E apertou de novo. E ele começou a gemer. Comprido. Com a boca aberta. Com a cabeça jogada para trás. E ela falou:

— Sabe o que ele me falou hoje?

— O quê?

— Que eu tenho buceta de puta. Que ele nunca comeu uma mulher que aguenta tanto. Que ele gozou quatro vezes e ainda queria mais. Você aguenta quatro?

— Aguentei três uma vez.

— Três. Ele fez quatro. E no fim ainda me comeu por trás enquanto eu mamava ele de novo. Você acha que você aguenta quatro?

— Acho que sim.

— Acho ou tenho certeza?

— Tenho certeza.

— Fala mais alto.

— TENHO CERTEZA!

Ela apertou de novo. Forte. E ele gritou. E ela falou:

— Acha que ele te dá pau?

— Dá.

— Fala.

— Ele me dá pau.

— Fala mais alto.

— ELE ME DÁ PAU!

— E gosta?

— Gosto!

— Gosta de quê?

— Gosto de saber que tem outro homem melhor.

— Fala mais alto.

— GOSTO DE SABER QUE TEM OUTRO HOMEM MELHOR!

TAPA. Ela bateu. Uma vez. Só uma. E ele arregalou os olhos. E ela falou:

— Gostou?

— Gostei.

— Fala.

— Gostei.

— Fala mais alto.

— GOSTEI!

TAPA. TAPA. Mais dois. E ela falou:

— Fala o que você é.

— Sou corno manso de castidade.

— Fala mais alto.

— SOU CORNO MANSO DE CASTIDADE!

TAPA. TAPA. TAPA. Três. E ela falou:

— Gosta de apanhar?

— Gosto!

— Fala mais alto.

— GOSTO DE APANHAR!

— Gosta de quê mais?

— Gosto de ser humilhado!

— Fala mais alto.

— GOSTO DE SER HUMILHADO!

— Por quem?

— Pela minha dona!

— Fala mais alto.

— PELA MINHA DONA!

TAPA. TAPA. TAPA. TAPA. Quatro. E ela apertou as bolas de novo. Forte. E ele começou a tremer. A cueca já estava encharcada. Já tinha uma gota escorrendo. E ela falou:

— Tá vendo isso?

— Tô.

— O que é isso?

— É porra.

— Porra de quem?

— Minha.

— Saiu sem tocar?

— Saiu.

— De cinto?

— De cinto.

— Sem gozar ainda?

— Sem gozar ainda.

— Isso se chama o quê?

— Não sei.

— Se chama vazamento. Você tá vazando. Você tá vazando só de apanhar. Sem nem ter gozado. Você é um corno tão bem treinado que já vaza antes de gozar.

Ele engoliu. Sem falar. E ela continuou:

— Fala o que você é.

— Sou corno manso de castidade.

— E o que você faz?

— Limpo a buceta da minha dona cheia de porra de macho.

— E o que mais?

— E apanho nas bolas enquanto ela me aperta.

— E o que mais?

— E vazo de cinto sem gozar.

— Fala mais alto.

— E VAZO DE CINTO SEM GOZAR!

— Isso.

Ela levantou a mão. E bateu mais. TAPA. TAPA. TAPA. TAPA. TAPA. Cinco seguidos. Rápido. E ele gritou. E ela falou:

— Implora.

— Por favor.

— Implora pra eu te fazer gozar. Assim. Apanhando. Com as bolas na minha mão. Com a boca ainda com gosto de porra de outro.

E ele — com a voz rouca, com a boca ainda com gosto de leite, com o rosto ainda molhado da buceta dela — falou:

— POR FAVOR, MINHA DONA! POR FAVOR! ME FAZ GOZAR ASSIM! APANHANDO! COM AS BOLAS NA SUA MÃO! COM O GOSTO DA SUA BUCETA NA MINHA BOCA! POR FAVOR!

Ela riu. E apertou. E bateu. E apertou. E bateu. E falou:

— Mais.

— POR FAVOR, MINHA DONA! POR FAVOR! BATE MAIS! APERTA MAIS! EU QUERO GOZAR ASSIM! EU AMO GOZAR ASSIM! AMO SER O SEU CORNO! AMO SER O SEU CACHORRO! AMO APANHAR! POR FAVOR!

Ela bateu mais. Mais forte. Mais rápido. TAPA. TAPA. TAPA. TAPA. TAPA. TAPA. Seis. E apertou. Com força. E soltou. E ele gozou. Gozou na hora. Sem tocar. De cinto. Na cueca. Jorrando. E gritou:

— ISSO, MINHA DONA! ISSO! CONTINUA! BATE MAIS! APERTA MAIS! QUE EU TÔ GOZANDO! TÔ GOZANDO APANHANDO E COM O GOSTO DA SUA BUCETA NA BOCA! CONTINUA! POR FAVOR! CONTINUA!

Ela continuou. Bateu mais. TAPA. TAPA. TAPA. Apertou. Soltou. Apertou de novo. E ele gozou comprido. Longo. Tremendo todo. Com a cueca encharcada. Com o corpo suando. Com as bolas vermelhas. E depois caiu. Na posição. Sem forças. Respirando fundo. E ela — sentada no peito dele — olhou para baixo. Olhou a cara dele. Melada. Vermelha. Sorrindo. E falou:

— Acabou?

— Acabou.

— Fala mais alto.

— ACABOU, MINHA DONA!

— Não. Não acabou.

Ele olhou para cima. Assustado. E ela falou:

— Agora você vai me contar. Vai me contar tudo o que aconteceu hoje. Do começo. Tudo. E enquanto você conta, você vai ficar de joelho. Ainda de cinto. Ainda com a cueca suja. E quando você terminar de contar, você vai me lamber de novo. Porque agora eu já quero de novo. Fala o que você é.

— Sou corno manso de castidade.

— Fala mais alto.

— SOU CORNO MANSO DE CASTIDADE!

— E o que você vai fazer?

— Vou contar tudo o que aconteceu hoje.

— E depois?

— E depois vou lamber a senhora de novo.

— Fala mais alto.

— VOU LAMBEEER A SENHORA DE NOVO!

— Isso.

E ela levantou. Finalmente. Saiu de cima dele. Sentou na cama. Cruzou as pernas. Pegou a coleira de couro na mesa. E falou:

— Levanta. Vem cá.

Ele levantou. Foi. Ajoelhou na frente dela. Ela passou a coleira. Fechou. Ajustou. Prendeu a guia no cinto dela. Puxou ele para perto. Encostou a testa na testa dele. E falou, baixinho:

— Conta. Do começo. Cada detalhe. E depois a gente faz de novo. Quantas vezes eu quiser. Até amanhecer.

Ele engoliu. Com a coleira no pescoço. Com o cinto apertado. Com a cueca suja. Com a boca ainda com gosto dela. E repetiu tudinho.


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Comentários


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lozo Comentou em 26/10/2026

Nossa, intenso demais, dominador, que marido bom e submisso em todos os sentidos. Delicia de conto, parabéns. votado e aprovado




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Ficha do conto

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Nome do conto:
ELA RETORNOU CHEIA

Codigo do conto:
275608

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
26/10/2026

Quant.de Votos:
5

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