Ela passava os dedos enluvados entre as pernas, sentindo a umidade crescer, enquanto observava os três criminosos à sua frente. Hoje vou realizar mais uma das minhas fantasias sujas, e esses três vão me ajudar nisso, pensou, ajustando a máscara de latex preta que cobria seu rosto, deixando apenas os olhos verdes e perversos à mostra.
Ao seu lado, os três homens que ela havia contratado para a noite: Rafael, um ex-presidiário de 1,90m, com braços cobertos de tatuagens de prisão e músculos que pareciam esculpidos em pedra, olhava para ela com um sorriso cruel. Beto, magro e ágil, com cicatrizes nas mãos e um olhar de lobo faminto, não conseguia tirar os olhos do corpo nu de Sabrina. E Dudu, um gigante calvo de 2m, com cicatrizes no rosto e um pau que marcava a calça cargo, coçava a barba por fazer enquanto ajustava a arma na cintura.
— Garota, a gente tá mesmo fazendo isso? — Beto perguntou, coçando a nuca suada. — Invasão já é coisa séria, mas o que a senhora quer é bem doido.
Sabrina sorriu, um som baixo e sensual, enquanto passava a mão sobre seus seios, beliscando os mamilos duros.
— Eu não contratei vocês para questionar, Beto. — Sua voz era doce, mas carregada de autoridade. — Contratei para me ajudar a realizar uma fantasia. Uma fantasia onde eu sou a dona de tudo... e todos. — Ela se inclinou para frente, deixando seus seios balançarem na frente do rosto deles.
— Ninguém irá se machucar e vocês vão adorar cada segundo.
Rafael cuspiu pela janela, seus olhos fixos no corpo nu dela.
— Tá bom. Mas se der merda, a gente some e deixa você pra trás.
— Não vai dar merda. — Sabrina abriu as pernas, passando os dedos enluvados pela buceta molhada, gemendo baixinho. — E se der, vocês levam o dobro.
Dudu riu, seus olhos brilhando de luxúria enquanto observava os dedos dela brincando com sua buceta.
— Porra, mulher... tu é a puta mais louca que eu já vi.
— Sou sim, uma puta única. Vocês vão adorar me ver em ação. — Ela sorriu por trás da máscara, enquanto se inclinou ainda mais, deixando que eles vissem cada detalhe de seu corpo nu.
— Agora, vamos lá. Eles devem estar dormindo.
A Invasão foi muito rápida. A porta da frente estremeceu com um chute violento de Dudu. Sabrina entrou primeiro, seu corpo nu brilhando sob a luz amarela da sala. No sofá, um casal assustado: Carlos, um homem de uns 40 anos, barrigudo e careca, vestindo apenas uma camiseta regata e uma bermuda; e Ana, uma loira de pernas longas e seios fartos, encolhida em um ralo de choro com o susto.
— Boa noite, pessoal. — Sabrina rebolou os quadris, seus seios balançando enquanto ela caminhava em direção a eles.
— Espero que estejam aproveitando as férias.
Carlos tentou se levantar, mas Rafael o empurrou de volta no sofá, pressionando a faca contra sua garganta.
— Ninguém grita, ninguém se mexe. — ordenou Rafael, com uma voz rouca.
— Ou a gente faz igual nos filmes.
Ana choramingava, as mãos tremendo enquanto tentava cobrir o corpo com um cobertor.
— O que vocês querem? — Sua voz tremia. — Dinheiro? Temos dinheiro…
O medo de Ana fazia os mamilos de Sabrina ficarem mais duros.
— Não queremos dinheiro, querida. — Sabrina se ajoelhou na frente de Ana, passando os dedos enluvados pelos cabelos da mulher.
— Eu contratei esses homens aqui para me ajudar a realizar uma fantasia. — Ela puxou o cobertor, revelando o corpo trêmulo de Ana, vestida apenas com uma camisola fina.
— E você vai participar, querendo ou não.
Beto já estava revirando a casa, tirando os celulares e furando os pneus do carro deles. Dudu, com um sorriso sádico, amarrava Carlos na cadeira com fita adesiva, enquanto Rafael mantinha Ana imobilizada.
— Primeiro, a regra: — Sabrina segurou o queixo de Ana com força, seus dedos enluvados apertando a pele macia da mulher. — Vocês vão assistir tudo. Se fechar os olhos, Dudu aqui vai cortar um dedo de cada um. Entendido?
Ana assentiu, lágrimas escorrendo pelo rosto.
— Agora, tirem a roupa. — ordenou Sabrina, com um tom de voz que não admitia discussão.
Carlos hesitou, mas um soco de Rafael em seu estômago o fez obedecer. Em segundos, os dois estavam nus, envergonhados, enquanto os criminosos riam.
— Muito melhor. — Sabrina passou a mão pelos seios de Ana, torcendo os mamilos com força, fazendo a mulher gemer de dor.
—Nossa, que macios e grandes. Você tem um corpo muito bonito. Não gosta de ficar pelada assim como eu?
— Agora, a brincadeira começa.
Ela se virou para Carlos, passando a mão pelo pau mole dele.
— Sabe, Carlos, eu sei quem você é. — Ela sorriu, maldosa.
— Sei que você é casado com a filha do dono dessa empresa onde você trabalha. — Ela se inclinou, sussurrando em seu ouvido.
— E se você não cooperar, eu mando um vídeo dessa noite para a esposa dele. Imagina a vergonha, né?
Carlos engoliu em seco, o medo estampado no rosto.
— Por favor, não faça isso…
— Então obedeça. — Sabrina se virou para os bandidos.
— Vamos começar.
Sabrina se ajoelhou no chão, as pernas abertas, sua buceta molhada e aberta, pronta para ser usada. Ela olhou para os três criminosos, rebolando o bumbum.
— Quem vai primeiro, meninos?
Dudu não perdeu tempo. Ele se aproximou, tirando a calça e revelando um pau grosso e veioso, já duro.
Sabrina se ajoelhou na frente de Dudu, seus lábios carnudos e vermelhos se abriram enquanto ela envolvia a cabeça do pau dele com a boca. Sua língua, quente e úmida, deslizava em círculos lentos ao redor da glande, fazendo Dudu gemer de prazer. Ela olhava para cima, mantendo contato visual com ele enquanto engolia o pau até o fundo da garganta, seus olhos verdes brilhando de luxúria. Sua boca se fechava ao redor do pau grosso, a saliva escorrendo pelos cantos enquanto ela o chupava com fome, seus seios balançando a cada movimento.
Sabrina gemia, sentindo o pau grosso deslizar entre seus lábios, sua língua massageando a veia pulsante enquanto ela o chupava com voracidade. Ela usava as mãos para massagear as bolas dele, aumentando ainda mais o prazer.
— Nossa, que pau bom e gostoso. Por isso tem muita mulher de malandro. — Ela deu um sorriso e vários beijos com linguadas na cabeça. Depois engoliu tudo e voltou a chupar com força.
— Chupa bem, sua puta. — Dudu segurou sua cabeça, empurrando seu pau até o fundo da garganta dela.
Sabrina fechava os olhos por um instante, sentindo o pau grosso deslizar entre seus lábios, a saliva escorrendo pelos cantos da boca. Ela usava a língua para massagear a glande, fazendo Dudu gemer de prazer.
— Não parem de olhar casal...senão a casa cai.
Rafael e Beto se masturbavam enquanto assistiam, excitados com a cena.
— Porra, mulher… tu é boa nisso. — Beto riu, tirando o próprio pau para fora, já duro.
— Estou apenas vendo, mas essa pirada chupa muito bem.
Sabrina se virou, apoiando as mãos no encosto do sofá, empinando o bumbum para eles, sua buceta molhada e aberta, pronta para ser violada.
— Quem quer me foder primeiro?
Rafael não resistiu. Ele se posicionou atrás dela, cuspindo na buceta antes de empurrar com força. Sabrina gritou, sentindo o pau grosso e veioso esticar sua buceta de uma forma deliciosamente dolorosa. Ela empinou ainda mais o bumbum, oferecendo-se completamente, enquanto Rafael a fodia com força, suas mãos segurando seus quadris com firmeza.
— Aaaah, caralho! Isso, seu bandido! Fode essa putinha! — Sabrina gemia alto, olhando para o casal amarrado.
— Vocês estão vendo, seus otários? Essa é a vadia que manda em vocês agora!
Ana estava horrorizada e chorava, mas não conseguia tirar os olhos da cena. Carlos, apesar do medo, não conseguia esconder a excitação, seu pau meio duro traindo seus desejos mais obscuros.
— Gostou do que viu, maridinho? — Sabrina provocou, enquanto Rafael a metia sem piedade. — Sua mulher tá chorando, e você tá de pau duro. Que vergonha.
— Quando eu entrei pelada você nem notou os outros homens vindo atrás, seu safado. Falou com um sorriso largo, safado e sádico.
Ela estava amando. Mesmo sendo algo muito arriscado.
Beto se aproximou, passando a mão nos seios dela antes de enfiar dois dedos em sua boca.
— Chupa, sua vagabunda.
Ela obedeceu, lambendo os dedos sujos de Beto enquanto Rafael a fodia por trás.
— Agora, Dudu… vem aqui. — Sabrina se deitou no chão, as pernas escancaradas, sua buceta brilhante e aberta.
— Quero os dois paus na minha buceta.
Dudu não precisou ser convidado duas vezes. Ele se posicionaram um na frente e atrás dela, e os dois bandidos empurraram seus paus para dentro dela ao mesmo tempo. Sabrina gritou, sentindo a dor e o prazer de ser esticada pelos dois paus grossos.
— AAAAH, PORRA! — Sabrina gritou, sentindo a dor e o prazer de ser esticada pelos dois paus grossos.
— Isso! Me rasguem, seus filhos da puta!
Ana fechou os olhos, mas Dudu segurou seu queixo com força.
— Olha, sua puta! Olha a patricinha aqui gozando enquanto te humilha! Duvido que nunca teve vontade de ter dois paus e ainda por cima dois na bucetinha.
Carlos gemia, seu pau agora totalmente duro, enquanto assistia à cena.
— Tu gosta, né, seu corno? — Sabrina riu, gozando com os dois paus dentro dela.
— Tu gostaria de estar no lugar deles?
Depois de gozar várias vezes, Sabrina se levantou, ofegante, e se aproximou de Carlos.
— Agora, é a sua vez. — Ela montou nele, mesmo com as mãos amarradas, e começou a rebolar, sua buceta molhada engolindo o pau mole do homem.
— Não… por favor… — Ana implorava, mas Sabrina só ria, movendo os quadris em círculos, sentindo o pau de Carlos crescer dentro dela.
— Não atrapalha, se encher muito o saco mando os três te foderem agora.
Voltando a atenção para Carlos e se esfregando ela disse:
— Isso, seu corno. Fode a esposa dos outros enquanto a sua chora. — Ela se movia devagar, sentindo o pau de Carlos endurecer.
— Gosta disso, né? Gosta de trair sua mulher bem na frente dela?
Carlos não resistiu. O pau endureceu e encaixou na bucetinha molhada de Sabrina. Ele, com dificuldade, começou a empurrar os quadris, gemendo baixo enquanto Sabrina o cavalgava com força, seus seios balançando na frente do rosto dele.
— Isso, isso, fode, me fode gostoso na frente dela.
Sabrina encarava Ana enquanto fodia com Carlos. Ela viu que o tesão era intenso ao castigar alguém enquanto fodia.
— Isso, seu lixo! Goza pra mim! — Ela gozou novamente, seu corpo tremendo, enquanto sentia a porra de Carlos encher sua bucetinha, antes de se levantar e cuspir no rosto dele.
— Não se esqueçam de mim, seus otários. — Sabrina sorriu, maldosa.
— Porque eu não vou esquecer de vocês.
— Acabou a brincadeira. — Sabrina se virou para os bandidos.
— Vamos embora, meninos. Deixem eles aqui, sem celular, sem carro. Que se fodam.
Rafael riu, dando um último tapa no rosto de Carlos.
— Boa noite, otários.
Antes de sair, Sabrina voltou a apalpar os seios de Ana e disse:
— Desculpa, estamos sem tempo, infelizmente você hoje apenas olhou e não sentiu nenhum pau.
No carro, de volta à cidade, Sabrina se encostou no banco, ainda ofegante, seu corpo marcado por mordidas e arranhões. Ela passava os dedos enluvados pela buceta dolorida, sentindo o latejar dos músculos depois de tanto uso.
— Porra, garota… tu é a puta mais doida que eu já vi. — Dudu riu, acendendo um cigarro.
— E vocês gostaram. — Ela sorriu, enquanto observava as luzes da cidade se aproximarem.
— Da próxima vez, quero mais. Quatro homens. E uma câmera. Não vou deixar a esposa dos outros apenas pelada, essa vai sentir rola também. Hahaha.
Beto riu, ajustando a calma na arma.
— A gente topa, chefe. Desde que o dinheiro seja bom.
— Hummm, agora sou Chefe....gostei. Sempre será bom.
Sabrina fechou os olhos, satisfeita, enquanto passava a mão sobre os seios doloridos.
— Sempre é. — Ela suspirou, sentindo o corpo latejar de prazer. — Sempre é. — Porque para realizar minhas fantasias sujas, não há limites.
Que história incrivel
Uau, tadinha da Ana
Dlc de conto