Um dia normal de trabalho, e um dos funcionários sobre meu comando estava manobrando um caminhão quando bateu na carga de um outro caminhoneiro de fora que descarregava no armazém.
O outro cara saiu do caminhão dele com parte da carga trombada, muito bravo e certamente querendo causar uma confusão por causa do acidente. O outro cara era um pouco assustador, já que tinha mais de 1,80 de altura e era um macho negro bem constituído. Eu tive que intervir rapidamente acalmando a situação e prometendo ao outro cara que toda a responsabilidade era nossa. Resolvida situação, ele ainda teria que ficar uns dois dias parado por causa da carga e o reparo do veículo.
Estávamos perto da hora de fechar e então disse: “Estamos na hora de fechar, então porque você não vem comigo, comemos alguma coisa, bebemos umas cervejas, e conversamos sobre o acidente.”
Liguei para Ester para avisá-la, mas ela não atendeu. Não tive alternativa a não ser levar o caminhoneiro comigo para casa sem avisá-la da visita inesperada.
Quando chegamos, não encontrei ninguém em casa. Entramos, eu peguei duas cervejas e ficamos na sala. Pouco tempo depois Ester entrou em casa vindo de algum lugar. Ela estava vestida com um top tomara-que-caia decotado e um shortinho muito curto.
Na mesma hora, um sorriso enorme se fez no rosto da nossa visita.
Ester me olhou perguntando o que tinha acontecido, então eu expliquei tudo enquanto os olhos do negão não despregavam do corpo quase nu da minha esposa. Ela entendeu a minha explicação e sendo esperta como sempre deve ter notado a atenção constante que nossa visita a dispensava.
“Onde estão as crianças?” perguntei
“Meu irmão ligou e disse que estava levando os garotos dele para acampar e queria levar os sobrinhos. Eu acabei de deixá-los na casa dele. Ficarão com ele por todo fim de semana. Achei que seria um fim de semana só pra nós, mas acho que não”, ela disse rindo no final.
“E eu peço desculpa por isso”, nossa visita se apressou em dizer.
“Ah não! Não se preocupe, não é sua culpa”, eu disse honestamente.
Então Ester pegou uma cerveja e se juntou a nós. De repente ele não queria mais falar comigo, apenas com Ester. Ela tinha conseguido ganhar a atenção dele completamente. Com os seios dela prestes a escapar do top e short mal cobrindo a buceta, eu não o culpava por isso.
Eu notei, e tenho certeza de que Ester também, o volume que se formava nas calças do negão. Algumas vezes tínhamos saído de casa para um lugar público com ela vestida quase do mesmo modo que agora, para excitar outros machos só para nossa diversão, mas agora, e sem que estivesse em nosso planos, de repente, minha mulher estava quase nua na sala de nossa casa se exibindo para um negão de quase 2,00 m. Isso era surreal e não apenas pelo inesperado.
Do nada, eu vi Ester quando ela se inclinou de proposito para frente para deixar que ele visse mais os peitos dela. Isso fez o pau dele crescer, quero dizer, muito mais. Ester tinha ligado o modo puta rapidamente ao ver o efeito que causava no nosso amigo negão.
Agora, o que vocês não sabem, é que temos DVDs adultos em casa, e que alguns dele são interraciais, ou seja, caras negros fodendo garotas brancas e são eles que Ester mais adora ver. Claro que eu entendi isso como um interesse e desejo dela em experimentar seu primeiro pau negro. Ela também brincou algumas vezes, que se eu quisesse poderia levar um para ela em casa. Acho que ela pensou que se trava disso naquele momento.
A intensão anterior era que ele passasse um tempo em nossa casa para comer e beber algo antes de ir para um hotel e esperar que a carga fosse descarregada e caminhão reparado. Então, depois de algumas cervejas e já tarde, ele disse que iria para um hotel, Ester se apressou em dizer que já que as crianças estariam fora, ele podia ficar conosco.
“Se eu puder tomar um banho, me limpar um pouco” Ele disse
Na mesma hora, Ester ficou de pé dizendo: “Claro! Venha comigo, eu vou te mostrar o banheiro.
Era quase como se eu não estivesse lá. Ela o acompanhou. O deixou no banheiro e entrou no nosso quarto. Instantes depois ela voltou vestindo apenas um shortinho quase transparente com uma calcinha por baixo igualmente transparente, os seios livres e soltos, pendiam desafiando a gravidade. Meus olhos saltaram ao vê-la vestida daquele jeito.
“O que você está fazendo?” Eu disse com olhos saltando para seu corpo.
Ela rapidamente saltou no meu colo e disse: “Obrigada!”
“Do que você está falando? Obrigado pelo quê?
“Muito bem! Por finalmente trazer um homem negro para min!”
“O quê? Mas não é disso que se trata.”
Ela sorriu, pegou minha mão e colocou dentro da abertura larga do short, me fez colocar os dedos sobre sua calcinha e ver o quanto sua buceta estava molhada.
“Bem, devo dizer que é tarde demais para ser outra coisa. Não vou deixar isso passar. Acho que ele me quer. Você viu o tamanho que estava o pau dele dentro das calças? Ele gostou do que viu. Serão nossas duas noites de sorte, porque não aproveitar.”
Confesso que eu estava confuso, não estava convencido, mas também muito excitado com aquela situação que eu não tinha planejado. Foi quando eu o vi saindo do banheiro só de cueca apertada. Nossa! O cara era forte como uma rocha.
Ele saiu do banheiro por trás dela e deu a volta. Quando ele entrou no campo de visão dela, ela ainda estava no meu colo e perguntou:
“Como foi o banho? Estava bom?”
“O chuveiro estava ótimos, mas não tão bom quanto o que vejo agora
“Ah, isso! Estou me preparando para dormir!”
“Bem, droga, você está uma vadia muito gostosa agora!”
Eu estava prestes a gritar com ele por causa do que ele a chamou, mas Ester se inclina e me beija.
“Está tudo bem”, ela sussurra para mim. “Você provavelmente ouvirá coisa pior antes que a noite acabe.”
Então ela se levantou, caminhou até ele, passou os braços ao redor de sua cintura e o beijou nos lábios. Era como se eu nem estivesse ali. Ele esfrega a buceta dela, puxa a bela bunda contra seu pau, enfiando a mão no rego da suas nádegas. A batalha de línguas continua enquanto ambos se esfregam. Ela tenta se esfregar em seu pau, mas é muito pequena para alcançá-lo, ela tem pouco mais de 1,60m e tudo que consegue é esfregar o pau dele em sua barriga, mesmo assim a tora do negão se mostra cada vez maior e mais grossa.
Ela interrompe o beijo e dá um passo para trás, mas ao fazê-lo, de proposito, ela deixa sua mão correr pelo pau do negão, que agora tem a cabeça enorme e roxa saindo pelo cós da cueca. Ela o olha e sorri.
“Parece que alguém gosta do que vê!”, ela diz enquanto enfia os dois dedos no shortinho e o tira e o deixa cair e diz em seguida:
“Está melhor?”
“Seria melhor se você se livrasse da calcinha também”, ele disse sorrindo, “Deixe-me ajudá-la”, e avançou para frente para fazer.
Ela foi mais rápida e pulou para atrás rindo e dizendo: “NÃO, você não pode fazer isso. Que tipo de vagabunda eu seria se deixasse você tirá-la por mim?” Nesse momento ela mesma começou a tirar a calcinha.
E agora ela estava a dois metros dele, inteiramente nua, exibindo sua buceta careca e os mamilos duros.
Eu estava de pau duro de ver a safadeza da minha esposa. Eu não podia fazer nada, eu não podia impedi-la. Eu sabia que esse era o momento dela. Todos aqueles pedidos e desejo de experimentar um negão que ela afirmou por tantas vezes enquanto eu a fodia, era real. Meu pau, enlouquecidamente duro, era a mais pura expressão do desejo de ver minha puta se esbaldando naquele pau enorme.
“Você gosta?”, ela pergunta enquanto dá uma volta para mostrar sua bunda apetitosa.
“Sim, eu adoro isso”, ele sorriu. “Então, você vai ser minha vagabunda hoje?”
Ouvindo isso, eu tive certeza de que ele não me considerava mais um cara que devia ser convencido a deixar que ele fodesse sua esposa.
Disto isso, ela se aproximou dele, estendeu a mão para acariciar seu pau. “Temo que seja exatamente isso que tenho que ser, pelo que vejo.”
Ele finalmente, como se lembrasse que eu estava ali, me olhou e deve ter visto meu rosto que tinha uma mistura de choque e luxuria.
“Não se preocupe com ele”, ela disse quando notou que ele olhava para min com certa apreensão. Ele não vai nos impedir a menos que queira o divórcio!” Ela riu
Ela o pega pela mão, e o puxa em direção ao nosso quarto enquanto diz:
“Então, hoje a noite eu sou sua vagabunda, puta, ou o que você quiser que eu seja”, vira-se para min e continua, “James, pegue sua câmera! Estamos fazendo o nosso próprio DVD hoje à noite.”
Eu apenas fiz o que ela mandou, peguei nossa câmera e os segui até os quartos.
No quarto, ele assume o controle, a pega jogando-a na cama, ele abre as pernas dela e apenas aprecia sua buceta lisa.
“Bem, Sra. James, você já fodeu com um homem negro antes?”
“Não. Você será o primeiro
“Bem, eu adoro foder mulheres brancas, e não me importo se os donos delas estiverem por perto para ver isso, só torna a merda toda mais excitante. Deixa-me te dizer, eu estou na estrada há um tempo, então, se seguirmos com isso, você vai ficar nessa cama a noite toda comigo e fazer o que eu quiser, e eu não me importo com o que ele pensa, ou o que você pensa.
“Eu queria fazer isso há muito tempo e não vou deixar passar”, ela diz enquanto sorri.
Ele mais uma vez olhou para min. Sua expressão dura, olhos vidrados como se me sondassem sobre o que eu queria. Tentei manter uma expressão o mais neutra possível.
“Como eu disse”, Ester mais uma vez chamou a atenção dele, “Não se preocupe com ele, hoje à noite eu sou seu brinquedo sexual e se ele tentar impedir, veremos o advogado amanhã de manhã.
Ele ainda estava vestido com sua boxer e de pé na ponta da cama.
“Bem minha putinha, venha aqui!”
Ela deslizou na direção dele.
“Agora tire essa cueca e veja o que você vai ter hoje à noite. Se você ainda quiser fazer isso, depois de vê-la, saiba que você será minha está noite e eu vou foder você pra caramba!”
Ela estendeu a mão e começou a puxar delicadamente a cueca para baixou quando um pau semiduro de pelo menos uns 20 cm saltou para fora. Ela o olhou com olhos famintos e arregalados.
“Bem, vadia. Sim ou não?” Ele perguntou
“Droga, isso é maior do que pensava”, ela disse sorrindo a centímetros da rola grossa e poderosa do negão.
“Sim ou não??” ele quase gritou.
“Sou sua, sou toda sua está noite. Não sei se isso vai caber toda em min, mas sou sua!”
“Ah, mas vai caber. Talvez eu tenha que empurrar um pouco mais forte, mas você vai aguentar tudo. Agora vem aqui e começa a chupar esse pau até ele ficar bem duro para te foder.”
Ela deslizou até ficar de joelhos e começou a lamber a vara da cabeça até o saco. Impaciente ele agarrou a cabeça da minha esposa e falou: “Eu disse para chupar”, enquanto esfregava a cabeça entre os lábios dela. Ela abriu a boca, e ele empurrou o pau, sufocando-a um pouco. “Pronto, agora chupa esse caralho!”
Ela começou a sugá-lo, fazendo entrar e sair da boca enquanto se esforçava para engoli-lo todo. Mais uma vez ele perdeu a paciência.
“Sim, você vai ser uma boa safada hoje à noite” e começou a foder o rosto dela.
Eu olho, e mal consigo acreditar que ela consiga sugar tanto, mesmo com o pau parecendo ficar cada vez maior enquanto mergulhava e se afastava da boca dela. Claro, que àquela altura, ela devia estar levando-o inteirinho até o fundo da garganta e nem parecia engasgar-se com ele.
Então ele retira o pau todo da garganta dela. “Droga”, eu pensei, Ele devia ter uns 30 centímetros agora, e suas veias grossas e salientes conferia aquele pau uma aparência monstruosa e animal.
“Sobe na cama, vadia, deita-se de costas!” Ele ordenou com sua melhor versão mandona e ela fez o que ele ordenou.
“Abre as pernas! Eu quero ver essa buceta.
Ela abre as pernas o máximo que consegue.
“Eu adoro chupar bucetas brancas, sorte sua que eu adoro isso”, ele disse, “então eu vou chupar muito ela. E ela vai ficar quente e melada para meu pau.”
Ele entra entre suas pernas e começa a lamber a buceta da minha esposa. Eu podia ver seu corpo tremer, ela sabia o que veria depois que ele a chupasse e a deixasse molhada para ele. Ele puxou suas pernas por cima dos ombros dele e começou a enfiar sua língua na buceta. Os sons da boca dele nos lábios e na buceta molhada dela, eram fascinantes e encantadores para min. Ele prendeu os braços e o corpo dela. Ele a imobilizou com o seu enorme corpo como se não quisesse deixá-la escapar enquanto ela se contorcia em sua língua.
À medida que ele lambia, chupava e enfiava a língua, enquanto mantinha a pressão sobre o seu corpo, ela começou a gemer cada vez mais alto e eu sabia que ela não duraria muito antes de gozar.
Ela começou a gozar, mas eu quero dizer, gozar mesmo, de verdade. Como eu nunca havia visto gozar.
Ele parou de chupá-la e parece que fez isso no meio do gozo dela, ela ainda estava gozando quando ele apenas parou e disse: “Precisamos manter sua buceta branca molhada para que eu possa te foder. Não espero que você fique desconfortável, mas não estou nem aí se isso acontecer, eu vou te foder mesmo assim mesmo que te arrombe para sempre!”
Ele deslizou para cima da minha esposa e começou a esfregar a enorme cabeça na fenda da buceta dela. Ester disse que tínhamos algumas camisinhas na gaveta do criado-mudo, mas ele a ignorou e apenas a apenas enfiou o pau sem piedade e ela continuou gozando com pau dentro.
“Sua vadia, você está fodendo com um negro e nós não comemos nossas bucetas brancas com camisinhas! Nós apenas fodemos e enchemos nossas bucetas brancas com nossas porras de negão! Então se acostume porque hoje à noite você vai levar muita porra na sua buceta branca.
Ela tentou argumentar com a voz entrecortada pelo ataque do pau dele, que devia usar uma apenas para garantir, e sua resposta foi bater nela cada vez mais com sua rola.
“Foda-se essa merda, você está recebendo um pau de verdade” ele disse empurrando cada vez mais fundo, “e você vai adorar quando isso começar a te encher.”
“Ah droga!” Ela gritou enquanto pau lhe fodia cada vez mais fundo e ela começava a sentir a cabeça tentando entrar no buraco do seu útero.
“Puta merda, tu é muito apertada, preciso dar uma surra bem dada nessa buceta para deixá-la frouxa.
“Então faz isso! Afrouxa minha buceta, arromba ela, me come até deixá-la arrombada. Eu nunca mais quero um pau pequeno!” Ela disse enquanto ela mesma batia contra seu pau em busca de mais rola.
Ele continuou tirando o pau para fora até que só cabeça ficasse dentro dela apenas para voltar com tudo, batendo firme entre as pernas dela.
Então ela gritou alto. OH SIM! OH DEUS!!! EU TÔ GOZANDO... EU VOU MORRER!
Enquanto ele inundava o pau do negão com seu sucos, ele simplesmente foi até o limite, ele penetrou enfiando com toda força. Eu podia ver seu pau entrando enquanto ele fodia sem dó.
“OH!! Isso dói!” ela gritou
“E você quer que eu pare, sua puta!
“De jeito nenhum! Me bate com essa chibata preta. Açoita sua escrava branca! ISSO É REPARAÇÃO!” Eu não entendi a última frase.
E ele a penetrou mais até que eu vi apenas as bolas ficando de fora quando ele entrava por completo.
“Ah isso, apenas me foda!” E ele a fodeu muito, sem dar trégua, sem piedade ele apenas fodia minha esposa.
“Não acredito que ela está aguentando tanto disse dentro dela”, eu pensei
E lá estava Ester gozando de novo
“Droga, vadia. Aí vem, eu vou te encher!”
“Ah sim! Me dê, me encha de porra seu filho da puta!”
“Ah é? Tem certeza de que não quer a porra de uma camisinha?
“Não. Não quero. Eu quero porra!”
“Achei que você diria isso!”, ele riu.
Ele apenas parou enterrado nela e começou a enchê-la de porra enquanto gemia a cada esporrada dentro da buceta da minha esposa.
E ela estava gozando de novo apenas por sentir a porra quente nas entranhas. Eu nunca vi minha esposa gozar tanto e tão intensamente em tão pouco tempo.
Então, quando ele acaba, ele cai sobre ela pesadamente. Ele tentou rola para longe dela pouco depois de acabar de gozar, mas ela o envolveu com as pernas para impedi-lo de sair.
“Fique em mim”, ela diz com esforço. “Quero sentir você em min um pouco mais, quero sua porra toda em mim.”
“Não se preocupe, vadia, você vai ganhar mais.
Instantes depois, ela solta as pernas e ele desliza para fora dela. Seu pau ainda parecendo enorme quando ele o puxa para fora da buceta de Ester. Eu vi a porra dele escorrer de sua buceta, e tudo que consegui fazer foi torcer para que ela tivesse tomado um anticoncepcional.
“Droga! Fizemos uma bela duma bagunça aqui”, ele disse enquanto se virava para acariciar sua buceta. “Então, você ainda quer ser minha puta está noite”
“Ah, sim, sou toda sua e, por favor, passe a noite comigo!
Enquanto ele separava as pernas dela e olhava a bagunça que estava sua buceta, ele disse: “Bem, minha pequena puta, isso vai depender de você e do seu marido.”
“Eu disse que não depende dele!”
“Eu sei, eu ouvi isso, mas fizemos uma bela bagunça da sua buceta branca, então seu marido vai ter que resolver isso para nós antes de continuarmos
Ela olhou para min e, ao fazer isso, abriu mais as pernas.
“VOCÊ ouviu, venha aqui e limpe isso!”