LEXY SE TORNA UMA LADYBOY

LadyBoy

Essa é uma história de ficção sexual que envolve mulheres futa (mulheres com vagina e pênis, incluindo testículos) se passa em mundo fictício é um exercício de imaginação. Obrigado por lerem ou comentar

A aula de sociologia do professor Lessa era muito chata. A voz dele era monótona e interminável, e para piorar a situação, eu já tinha o livro que ele estava apresentando com antecedência, então já sabia de tudo que ele estava dizendo.

“Foi apenas na década de 2020 que a crise de gênero começou a se infiltrar na cultura de massa”, disse o professor. “Muitas pessoas começaram a questionar se o sexo que lhe foi atribuído ao nascer era realmente correspondia à forma como se viam, e isso fez com que as pessoas menos tolerantes e mais conservadoras reagissem com agressividade, às vezes até violentamente. Pessoas transgêneros foram intimidadas, discriminadas e atacadas, simplesmente por serem quem são.”

Blá blá blá, que chato pra caramba! Não quero ser insensível. É realmente terrível o que as pessoas trans passaram naquela época. Mas os tempos são outros. Felizmente como era permitido usar laptops nessa aula, pude abrir uma janela de bate-papo com minha amiga Val e fingir que estava apenas anotando a aula.

“E aí, Val!” Digitei

“E aí, amiga! Você viu o novo vídeo da Athena?” Ela respondeu.

“O quê?! Não!” respondi

O professor continuou enquanto conversávamos. “Não sabíamos na época, mas a crise de gênero foi o prenuncio de um novo estágio no desenvolvimento da biologia humana: O terceiro gênero, ou como era chamado antes Futanari. O nome veio originalmente de um gênero de arte pornográfica japonesa que logo se popularizou pelo mundo. No ocidente, mas coerente para nossa cultura, eles ficaram conhecidos como Ladyboys, nome que seria adotado no resto do mundo até hoje”

“Nossa, me avisa quando assistir, é muito quente!”

“Ok! Sem spoilers!

Val e eu erámos melhores amigas, sabíamos todos os segredos mais profundos uma da outra e faiamos questão de conversar todos os dias. Ela era a única pessoa que eu conhecia que amava Ladyboys tanto quanto eu (bem, quase tanto) O único motivo pelo qual Val e eu não ficamos juntas no mesmo quarto de dormitório foi basicamente por causa de erro administrativo na secretária do alojamento estudantil. Mesmo assim nos víamos todos os dias.

“Talvez só um pequenos spoiler?”

“Não! Eu quero a surpresa”, eu disse

“Ok, mas você não vai se decepcionar.”

Lessa prossegui com a aula: “Como todos sabem, ao atingirem a idade adulta, alguns indivíduos passam por uma mutação genética, resultando em uma pessoa mais forte, mais adaptável e mais sexual do era antes. Mas esses indivíduos não apenas os afetados. O próprio genoma humano está mudando e, com ele, nossa fisiologia, características e desejos, embaralhando muito as cartas sexuais. E embora nossa cultura tenha feiro grandes progressos na adaptação a estas mudanças, ainda há muito a ser feito.

Era verdade, as Ladyboys eram realmente especiais. Eu admirava a confiança delas, a singularidade, a sexualidade e, claro, eu era obcecada pelo corpo delas. Os seios firmes, os quadris largos, as bucetas úmidas e os enormes paus que as tornava tão especiais. Eu adorava também que ela não tivessem vergonhas do próprio corpos. Eu era um pouco comum. Minha pele era macia e bonita, mas meus seios eram pequenos. Minha bunda era redonda e bonitinha, mas também um pouco pequena. Minha buceta era praticamente perfeita. Mas o que eu queria era ter um pau também.

Uau, aqui estou eu falando sobre ter inveja de pau antes mesmo de me apresentar. Meu nome é Alexis, meus amigos me chamam de Lexy. Não me entendam mal eu gostava de se menina. E não tinha nenhuma vontade de ser menino. Mas algo dentro de mim ansiava por um algo mais – um pau grosso e comprido, aninhado acima da minha xoxota, projetando-se orgulhosamente. Com dois testículos logo abaixo. E eu queria exibi-lo. Desde que as Ladyboys começaram a parecer, há cerca de vinte anos, muita coisa na nossa cultura começou a mudar. Leis equivocadas sobre nudez e censura foram flexibilizadas, tanto na mídia como em espaço públicos. A leis sobre casamentos foram ampliadas. E como as Ladyboys eram tão raras, e por causa do seu carisma natural e apelo sexual, muitas delas se tornaram celebridades. Algumas eram musicistas de sucesso, outras, atrizes ou influenciadoras digitais. Na verdade, só por ser uma Lady, você tinha a garantia de ter milhares de seguidores online.

“A aula está quase acabando, te mando mensagem mais tarde”, digitei.

“Ok! Tchau, amor!”

Me despedi com um emoji de beijos. Val tinha começado a me chamar de “amor” ultimamente. Eu não sabia o porquê, mas gostei. Gostei muito. Eu sempre tive uma quedinha por ela, e tinha quase certeza de que ela sentia o mesmo, mas nunca tinha contado a ela como me sentia. Agora, a palavra “amor” adicionava um toque de flerte às nossas conversas, e isso me animava. Eu sabia que as garotas chamavam suas amigas de “amor” às vezes, mas com Val, eu esperava que significasse algo mais. Comecei a usar o beijo de emoji em resposta. Talvez eu quisesse ver até onde podia ir. Ou só ver como minha amiga reagiria

Val era uma garota linda, por dentro e por fora. Ela sempre tinha uma palavra gentil pronta, e desde que a conheci, nunca me tratou mal. Além disso, ela era incrivelmente em forma, com lindos cabelos loiros, olhos azuis e seios fartos e maravilhosos. E o sorriso dela era único. Não, púnico em bilhões. Definitivamente único em bilhões. Simplesmente megawatts de felicidade brilhando em minha direção sempre que ela sorria. Eu tinha sorte de tê-la como amiga e valorizava muito nossa amizade. Achava que flertar com ela às vezes era uma brincadeira inofensiva, mas se eu não pudesse ser uma Ladyboy, não me via levando isso adiante.

Minha próxima aula era biologia. Isso era bom e ruim ao mesmo tempo. Bom porque minha colega de quarto, Renny, estaria lá. Ruim porque Charlote também estaria. Avistei Renny sentada no fundo da sala. Ela tinha guardado um lugar para mim e estava acenando. Corri até e me sentei ao seu lado.

“Oi Lexy!” disse ela, me dando um abraço de leve e u carinho nas costas. Era uma das coisas que eu gostava nela. Às vezes, quando caminhávamos juntas de volta ao nosso dormitório ou entre as aulas, ela segurava a minha mão, o que eu secretamente adorava. Eu nunca tinha segurado a mão de ninguém, além da minha mãe, e eu nunca entendi por que eu sentia isso como especial. Mas na primeira vez que ela fez isso, fiquei surpresa o quão bom era. Muito bom mesmo. Nunca conversamos sobre isso, e ela não fazia isso todos os dias, era muito casual, mas eu nunca a impedi.

Renny era realmente inteligente. Na aula que tínhamos juntas, biologia, eu frequentemente pedia sua ajuda para estudar para os testes e provas. Morando juntas como colegas de quarto, nos demos bem praticamente desde o primeiro dia e nos tornamos amigas rapidamente. Secretamente, outra coisa que eu gostava nela era que, como erámos colegas de quarto, eu podia ver seus enormes seios, esses sim o maior entre minhas amigas, o tempo todo. Eram maravilhoso olhar para eles. Seu cabelo castanho-escuro contrastava lindamente com sua pele branca como leite, e sua bunda grande e irresistível completava o pacote. Eu sei, eu sei, tenho uma queda pelas minhas duas melhores amigas. O que você esperava? Elas são incríveis, Mas não pé como se eu fosse fazer algumas coisa a respeito.

“E ai, garota!” Eu disse. “A Val me contou que saiu um vídeo novo da Athena, você já viu?”

“Não! Você pode abrir no seu laptop?”

Acho que Renny não era tão obcecada por Ladyboys quanto Val e eu, mesmo assim, ela adorava Athena. Ela era a Ladyboy mais popular no momento e artista musical e cantora mais popular em geral. Ainda tínhamos um tempo antes da aula começar, então peguei meu laptop e encontrei o vídeo rapidamente. Me certifiquei que o volume estivesse baixo. O vídeo começava com Athena em um cenário da Inglaterra vitoriana, no meio do que parecia ser um baile real. Todos estavam vestidos com trajes de época elegantes, incluindo Athena, que usava um vestido de baile completo. Eu não conseguia ouvir muito da música, mas dava para ouvir que era uma melodia cativante feita para grudar em nossa mente. Não sei se eu gostava muito, mas eu não estava vendo pela música.

A câmera alternava entre cenas com Athena e cenas do que parecia ser uma jovem princesa, e logo as duas estavam dançando juntas. Conforme o vídeo prosseguia, as roupas de ambas as mulheres foram sendo rasgadas, uma pela outra ou pelos outros dançarinos até que ela estavam completamente nuas, cercadas pelos convidados do baile, todos vestidos. O pau de Athena parecia tão glorioso como sempre, e em uma cena a princesa do baile o segurou perto do rosto e o esfregou na bochecha. Incrível que ele fosse maior que seu rosto.

“Ai meu Deus, eu adoraria chupar isso”, murmurou Renny. “Você consegue imaginar?”

O pau de Athena era considerado o maior pau do mundo já registrado. Com 33,8 cm de comprimento quando ficava duro. Eu queria muito ver essa dançarina o engolir, e no último refrão, meu desejo se realizou. Pelo que eu sabia, era a primeira cena explicita de sexo oral em um videoclipe do mainstream. Algo feito para circular pelo mundo, fazer sucesso e viralizar. Mas ficou ainda melhore. Embora o pau de Athena fosse muito longo não era grosso como o de outras Ladyboys, o que lhe dava uma dupla vantagem de parecer mais feminino e de se encaixar na garganta de alguém. E a atriz que fazia a princesa era claramente uma profissional de garganta profunda. Renny e eu ficamos chocadas quando ela lentamente engoliu todo o comprimento do pau de Athena, até que seu nariz tocasse a barriga da Ladyboy. Assim que Athena se retirou a música terminou e ela ejaculou no rosto da princesa.

“Olha só essa duas putinhas assistindo pornô na aula!”

Era Charlotte, a minha cruz. Virei-me para encará-la com raiva, e ela apenas sorriu de forma irônica.

“Qual é o problema? Você já molhou suas calcinha. Ou você nem estar usando uma? Melhor ter fácil acesso caso você veja uma garota com pau!”

A garota era tão terrível quanto bonita. O que de alguma forma a tornava ainda pior. Seu cabelo loiro platinado perfeito emoldurava bochechas adoráveis, lábios carnudos e beijáveis. Seus seios pareciam ter o mesmo tamanho que os meus, mas eram mais cheios e firmes. E as roupas de grife que ela usava que ela era claramente mimada e queria que todos a notassem. Não era só comigo que ela costumava implicar, mas eu sentia que ela me escolhia mais do que a maioria.

“Deixe-nos em paz!”, eu disse.

“Deixá-las em paz, querida. Você e sua namorada estavam quase se pegando no meio da sala de aula! Se vocês estão tão desesperadas para se masturbarem, façam um favor a todos nós e voltem para seus dormitórios.”

“Estamos apenas assistindo a um vídeo, não se meta na nossa vida!”, disse Renny
“Desculpe, é que sempre que vejo alguém babando por uma dessas aberrações, me dá vontade de vomitar. É o suficiente para me dar ânsia de vômito sé de ver vocês duas. Tão desesperada por pau feminino, hein?”

Agora ela, Charlotte, tinha os olhos direto em mim.

“Não, eu acho que sei o que é. Você quer ser uma dessas taradas, não é? Você queria ter um pau enorme para foder essa outra vadiazinha aqui, não é?”

Eu não aguentava mais. Peguei minhas coisa e sai correndo da sala de aula. Ouvi Renny gritando atras de min, mas continuei correndo. Não conseguia olhar para ela agora. Continuei até chegar no pátio do lado de fora e finalmente desabei aos pé da minha árvore favorita. Eu estava chorando. Soluçando, na verdade. Será que estava tão na cara assim? Será que todo mundo suspeitava do meu caso grave de inveja de Ladyboy?

Comecei a me sentir tonta. O chão parecia instável e me agarrei ao tronco da árvore para me apoiar. Então começaram as cólicas, primeiro no estômago, depois mais embaixo, finalmente se transformando em uma dor aguda no que parecia ser meu útero. Meu coração parecia que ia explodir e eu estava hiperventilando. Então tudo ficou escuro.

______________________

“Hum, sim, querida, mais forte, mais forte!”, disse uma mulher. Ela estava de quatro na minha frente, e eu parecia estar pressionado meus quadris contra a bunda dela. Nós duas estávamos nuas. Apertei a bunda dela e senti meus dedos amassando sua carne macia. Algo estava se acumulando dentro de mim, e era uma sensação celestial – puro prazer emanando acima da minha buceta. Estávamos fodendo, eu estava comendo ela. Eu não sabia como mais estávamos trepando. A mulher se virou para me olhar, e eu reconheci seu rosto na mesma hora. Era Val

“Ohhh, Deus! Seu pau é tão grande, Lex!” Ela disse ao me olhar

“Meu pau? Afastei meu corpo da bunda de Val e olhei para baixo. Com certeza, lá estava um pau, ele estava em min e estava entrando na buceta de Val. Eu tirei mais um pouco para fora, a cabeça escorregou e bateu com força contra a bunda dela. Meu pau era imenso e pesado. Pelo menos um 30 cm de comprimento. Ilhei para Val de novo e não era mais ela, era Renny. Ela se virou e agarrou meu pau, colocando ele suavemente em sua buceta.

“Você vai me comer, não vai amor”, ela olhou para min, implorando.

“Vou te foder com muita força”, eu disse. Enfiei meu pau entre os lábios de sua xana e gemi de prazer.

“Ah, sim, eu te amo Lexy, muito obrigada!” Ela estendeu a mão e eu a peguei, entrelaçando nosso dedos.

Enquanto fodiamos, o corpo de Renny se transformava de volta em Val, e depois de volta em Renny, Alternado a cada estocada do meu pau, até que finalmente gozei.

Ou isso teria acontecido se eu não tivesse acordado. Eu estava em uma cama de hospital.

“Ok”, pensei. “Não estou morta e não estava no paraíso O que aconteceu comigo?” Eu me sentia bem. Bem, um pouco grogue ainda com a cabeça leve, mas bem. Lembrei-me de estar sentada perto da árvore no campus, das cólicas e... Charlote. Droga. Não queria lembrar disso.

“Toc, toc, como estamos nos sentindo?” A voz veio da porta, que se abriu revelando uma jovem médica sorrindo docemente para mim.

“Oi”, respondi baixinho. Hum, acho que está tudo bem”

“Ótimo! Sou a Dra. Winter, estive de olho em você” A mulher puxou um banquinho para perto da cama e sentou-se. Ela parecia jovem, provavelmente na casa dos trinta, e, nossa! Como era linda. Nariz arrebitado, olhos verdes vibrantes e cabelo ruivo curto que realçava suas maçãs do rosto deslumbrante.

“Alguns alunos encontram você desmaiada no pátios e a levaram para o hospital da universidade. Você provavelmente tem muitas perguntas, mas primeiro preciso esclarecer isso”, ela tirou uma caneta do bolso e começou a escrever em uma prancheta, “Qual o seu nome?”

“Alex”, eu disse.

Ela me fez algumas perguntas – meu sobrenome, meu nascimento, minha cidade e outras coisa que me identificavam – e então pareceu satisfeita.

“Ótimo, não parecia que você tivesse sofrido nenhum traumatismo craniano, mas precisava ter certeza. Qual é a última coisa que você se lembra?

“Eu estava sentada em uma árvore perto das salas de aula, quando minha cabeça começou a doer, minha barriga também, e eu fiquei muito tonta. Acho que desmaiei.”

“Você está sentindo algo parecido agora?”, perguntou ela

“Só um pouco tonta, fora isso, nada”, respondi.

“Ótimo. Isso é muito bom. Agora, Alexis...”

Percebi que ela estava prestes a ficar séria.

“... quero te tranquilizar, você é uma mulher perfeitamente saudável. O que aconteceu foi raro, mas perfeitamente normal nas novas condições de existência humana. Você só dormiu por algumas horas e não está sobre o efeito de nenhuma medicação. Assim que você estiver pronta poderemos te liberar e você poderá voltar para a escola.”

“Se estou saudável, o que aconteceu, o que você quis dizer com “a nova condição humana”, e o que estou fazendo aqui?”

“Hoje mais cedo, você passou pelo que chamamos de futanarização. É um processe perfeitamente normal que afeta uma pequena porcentagem de mulheres aos dezoito anos, no qual seus corpos sofrem alterações. A principal e mais visível mudança que ocorre é o crescimento de um pênis e testículos totalmente funcionais acima da vulva.

Assim que a palavra futanarização saiu da boca da médica, eu praticamente perdi a cabeça. Era isso – eu era uma Ladyboy! Finalmente eu não era mais uma garotinha comum, eu era... era uma Ladyboy! Que delícia! Não tenho certeza como minha reação pareceu para a Dra. Winter, mas devo ter parecido confusa, porque o rosto dela pareceu ficar preocupado.

“Eu entendo que isso é muita coisa para processar, querida. Se você precisar de um tempo para si mesma, tudo bem.”

Percebi que estava eu estava chorando e enxuguei minhas lagrimas.

“Não, estou bem” Isto é... você não tem ideia. Você está dizendo que eu tenho um pau bem aqui?” Aponte parta minha virilha, que estava coberta por um daqueles avental de pacientes de hospitais.

“Na verdade, é bem difícil não notar” disse a doutora Winter com um sorriso encantador.

Olhei para baixo e, pela primeira vez, percebi meu pau. Aliás, para meu puro espanto, ele parecia estar despertando do seu sono, e vi ele forma uma considerável protuberância na frente da camisola.

‘MEU DEUS, ESTOU TENDO UMA EREÇÃO!!”, gritei

Percebi que a Dra. Winter estava tentando manter uma postura profissional, mas não conseguiu conter uma risadinha ao me ouvir desabafar um grito.

“Parabéns pela sua primeira ereção!” Disse a doutora.

Apesar de toda empolgação eu ainda não tinha ideia da coisa toda, eu ainda não tinha visto meu pau. Meu glorioso pau. Mas eu podia senti-lo, se esforçando para crescer e se libertar. Uma parte de mim queria arrancar aquela camisola idiota para vê-la, mas hesitei. E se tudo fosse um sonho cruel como antes? E se eu ainda estivesse inconsciente debaixo daquela árvore? Eu não suportaria estar tão perto de ter um pau de verdade, e tudo ser uma peça enganadora da minha mente.

“Se você quiser um pouco de privacidade, posso deixá-la à vontade para... hum, se conhecerem melhor?”, disse a Dra. Winter que parecia estra se divertindo.

Que se dane, levantei minha camisola e lá estava. Um pau de futanari, eu era uma Ladyboy agora. Um pau com dois testículos e tudo. Dei uma cutucada de leve na cabeça dele com a ponta do dedo e soltei um suspiro. Só aquele toque, já era muito bom. Experimente envolver meus dedos ao redor dele e apertei levemente. Um gemido escapou da minha boca. Cabia perfeitamente na minha mão. Com a outra mãe alcancei meus testículos e os acaricie. Eu também tinha testículos. A pele nua incrivelmente macia. Meus pelo pubianos tinham desaparecidos completamente, Só para ter certeza, alcancei mais abaixo e, e com certeza, eu ainda tinha uma buceta, ela ainda estava lá, e estava claramente excitada. E como era sensível e molhada.

“Como se sente?”, disse a doutora. “Tudo bem?

“Ah, você não faz ideia”, murmurei e ela riu

“Não, acho que não. Mas sua expressão me diz tudo que eu preciso saber!” Ela sorriu. “Agora, Alexis, antes de você ir, gostaria de que você fizesse algo por mim, por favor.”

Mil ideia sujas do que eu podia fazer por ela surgiram na minha mente dada minha nova condição, mas fiquei quieta e perguntei:

“Certo, o que é?”

“Está tudo bem, mas só para garantir, gostaria de coletar uma amostra do seu sêmen.” Ela tirou um copinho plástico do bolso e o destapou. “Acha que podemos fazer isso, querida?

O “nós” saltou em minha mente

“Hum, claro! Quer dizer, eu realmente não sei o que estou fazendo, mas posso tentar.”

A doutora riu. “Tenho certeza de que você descobrirá em breve, mas se quiser, terei prazer em ajudá-la por enquanto. Imagino que você ainda esteja um pouco sobrecarregada.”

Fiquei perplexa. Ela estava mesmo insinuando o que eu pensava? Olhei profundamente em seus olhos em busca de algum sinal de suas verdadeiras intensões, mas se havia algum desejo ali, ela escondia muito bem.

“Seria muito agradável para min se fosse você a primeira garota a tocá-lo”, eu disse. Espera, o quê? Eu disse isso? Eu tinha certeza de que não diria algo assim, eu já estava pensando pela cabeça do meu novo pau, eu não diria algo assim a uma garota se pensasse com minha buceta. Até a Dra. Winter pareceu engolir em seco.

“Que bom”, disse ela piscando. Então conseguiu retomar seu tom sério, de médica. “Agora deite e relaxe.”

Relutantemente soltei meu pau e coloquei as mãos ao lado do corpo. Mas felizmente ele ficou desatendido por pouco segundos, até a doutora pegá-lo. Seu toque era suave e celestial, e ela começou deslizando os dedos para cima e para baixo. Senti meu pau se contrair. Aquilo era bom, mas ele queria mais e eu tendia a concordar com ele.

A doutora envolveu os dedos em torno do meu pau e começou a acariciá-lo. Eu havia passado muitas noites imaginando como poderia ser essa sensação, mas nada poderia me ter preparado para a realidade. Eu não queria que ela parasse nunca.

“Me avise se eu estiver machucando ele, tá bom?”, disse a doutora.

“Isso é incrível”, eu disse. Ela sorriu. E será que havia um leve rubor em suas bochechas? Ela voltou ao trabalho. Seu rosto estava tão fofo enquanto se concentrava em me masturbar. Enfiei uma mão embaixo da minha camisola até meu peito esquerdo. Sempre gostei de acariciá-lo, ele era o mais sensível dos dois. Mas meu dois mamilos estavam tão duro quanto meu pau quando verifiquei o outro. Eu os belisquei delicadamente entre os dedos. Era meu primeiro dia como uma Ladyboy, e eu já tinha uma garota fofa me dando uma mãozinha. A vida poderia ser melhor?

“Você está chegando perto querida?” Ela perguntou

Percebi que sim. Meu pau tinha ficado ainda mais duro, e senti uma necessidade nítida de ejacular e me aliviar.

“Ah, sim, continue, por favor”, gemi apertando meu seio com mais força

Ela pegou o copinho e o inclinou na cabeça do meu pau

“Pode me mostra o quanto você é boazinha?”, disse a doutora. Ela estava corada, claramente excitada com o que fazia, mas sua voz era calma, confiante e profissional. Mostre-me o quanto você consegue gozar.”

"Ai meu Deus, sim!" eu disse. Não esperava que ela começasse a falar coisas obscenas, mas foi sensacional.

"Quero ver o quanto você consegue gozar com seu novo pau. Pode me mostrar, querida? Por favor?"

"Sim, sim, estou gozando!" Agarrei os lençóis com uma mão e meu seio com a outra, observando o sêmen espesso e branco jorrar da ponta do meu pau direto para o copo, e o orgasmo mais forte da minha vida percorrer meu corpo. Um jato longo, depois outro, e outro, e então um último fio, e acabou. A Dra. Winter usou a ponta do dedo para limpar um pequeno fio de sêmen que havia caído na minha barriga, raspou-o para dentro do copo e fechou a tampa.

"Isso foi maravilhoso, Alexis! Parece que seu pênis está perfeitamente saudável e pronto para uso. Espero que não se importe com o pequeno incentivo que dei no final, só achei que poderia te ajudar."

"Não, estava perfeito, muito obrigada!"

"Sem problema nenhum!" A Dra, Winter sorriu. "Bem, eu sei que disse que iríamos te tirar daqui assim que você estivesse pronto, mas há mais algumas coisinhas que eu gostaria de repassar com você."

"Está bem, tudo bem", eu disse. Estava tão satisfeita que, se ela tivesse me pedido para declarar o imposto de renda dela, provavelmente eu não teria problema nenhum.

"Já que você ainda está com uma ereção, eu gostaria de medir rapidamente o seu pênis."

Assenti com a cabeça, e ela tirou do bolso uma pequena fita métrica de tecido.

"Você provavelmente ainda está um pouco sensível, então prometo que serei delicada", disse ela. Fiel à sua palavra, ela colocou delicadamente a ponta da fita métrica na base do meu pau e mediu até a glande. Em seguida, enrolou a fita na parte mais grossa da haste. Finalmente, mediu cada um dos meus testículos e anotou os resultados em sua prancheta.

"Seu pênis mede 13 cm de comprimento e 4,5 cm de circunferência. 6,35 centímetros em torno do seu saco escrotal"

"OK", eu disse. Eu não sabia bem como reagir a isso. Todas as Ladyboys que eu tinha visto online tinham pênis muito maiores. "Isso é normal?"


"Querida, vamos deixar uma coisa bem clara. Não existe tamanho de pênis anormal. Alguns são maiores, outros menores. Cada futanari é diferente. Também não adianta comparar coisas que não podemos controlar. Seu pênis é maravilhoso, querida, assim como o resto de você. Você passou pela futanarização um pouco mais tarde do que a maioria das garotas, mas, apesar do que você possa ter ouvido, isso também não é incomum. Na verdade, todas as Ladyboys, como vocês chamam, continuam se desenvolvendo por um curto período após a mudança inicial. Aliás, era isso que eu queria conversar com você. Para a maioria das garotas, tornar-se uma Ladyboy é como uma segunda puberdade, e você pode experimentar pequenas mudanças em outras partes do seu corpo também."
"Sério? Tipo o quê?" perguntei.

"Depende da pessoa, mas pode haver crescimento dos seios, perda de peso, ganho de altura, esse tipo de coisa. Você pode ter notado que seu pênis e testículos estão sem pelos no momento — os pelos ao redor da sua vagina também caíram durante a mudança. Eles podem crescer novamente ou não. Aqui, pegue isto."

A Dra. Winter tirou um pequeno cartão do bolso e me entregou. Nele estava escrito "Dra. Rachel Winter, médica", com seu número de telefone impresso abaixo.

"Esse é o meu número de celular. Quero que você me ligue ou mande uma mensagem se começar a se sentir estranha ou se notar alguma mudança nos próximos dias ou semanas. Ou se você só precisar conversar. Ok?"

"Eu vou."

"Agora, só precisamos que você faça o seu registro de saída e você estará liberado para... "

A Dra. Winter foi interrompida no meio da frase quando eu saltei da cama e a abracei com força.

"Obrigada, doutora." Senti as lágrimas começarem a cair novamente. "Obrigada por ser tão gentil comigo."

Para minha surpresa, ela retribuiu o abraço, e ficamos abraçados por um tempinho.

"De nada, querida."

"Eu... eu sempre quis ser uma Ladyboy!" Foi um pouco estranho dizer isso em voz alta. Mas foi bom finalmente admitir para alguém, mesmo que fosse alguém que eu tivesse acabado de conhecer. Senti que podia confiar nela.

"Fiquei muito feliz em conhecê-la, Alexis", disse a doutora. "Mas você está me cutucando um pouco agora."

"Ah! Desculpe", eu disse, percebendo que meu pau ainda estava duro e pressionando a perna dela. "Acho que vou precisar de um tempo para me acostumar com isso."

Ela sorriu. "Acho que você vai ficar bem. Suas roupas estão sobre a mesa, basta vir até o posto de enfermagem quando estiver pronta para ir embora. Falarei com você em breve, está bem, querida?"

"Estarei ansiosa por isso", eu disse. Era difícil parecer bonito com uma camisola de hospital, mas, droga, eu estava tentando. Também não tinha certeza se minha ereção ajudava ou atrapalhava essa tentativa. Se isso incomodou a Dra. Winter, ela não deixou transparecer e, com um último sorriso, saiu da sala.

continua

Foto 1 do Conto erotico: LEXY SE TORNA UMA LADYBOY

Foto 2 do Conto erotico: LEXY SE TORNA UMA LADYBOY

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Ficha do conto

Foto Perfil assisoliveira
assisoliveira

Nome do conto:
LEXY SE TORNA UMA LADYBOY

Codigo do conto:
253615

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
01/02/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
5